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Vilson Berlanda – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br O minuto seguinte Sat, 06 May 2023 21:03:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://policial.dmxdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/12/elementor/thumbs/favicon-policial-padrao-pzvo9ojij1aynmjma6hwq5zhwo02zu5ybto48tbjka.png Vilson Berlanda – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br 32 32 A busca incansável da Felicidade. E você é feliz? https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/02/08/2021/a-busca-incansavel-da-felicidade-e-voce-e-feliz/ Mon, 02 Aug 2021 16:38:02 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/02/08/2021/a-busca-incansavel-da-felicidade-e-voce-e-feliz/ Desde o seu nascimento, o homem vive em uma busca constante pela felicidade, no entanto muitos passam a vida toda sem encontra-la, pois a buscam em lugares longínquos, distantes, isolados, imaginando que poderá encontra-la em um local sofisticado, caro, requintado e de alto padrão. Porém, na verdade o segredo baseia-se em olhar ao redor de si mesmo, na simplicidade do cotidiano da vida, do respirar, do pensar, do interagir, da gratidão, na família, no filho(a), na oração, em uma árvore florida, em um pássaro ou até mesmo em uma semente germinada. A partir disso, surge o questionamento: O que é a felicidade?

A definição de felicidade segundo o sábio filósofo Aristóteles (384-322 a.c), “consiste em uma atividade da alma conforme a virtude. É o bem supremo, que tem um fim em si mesmo, sendo almejado por todos. Sendo que o que constitui a felicidade são ações virtuosas e as atividades viciosas conduzem o contrário”. Perceba então que a felicidade é um estado de espírito e está diretamente ligada à ação virtuosa do agente ativo, ou seja, você! Sua felicidade não está relacionada e não depende de ninguém, a não ser de você mesmo e de suas virtudes. Não é Ser feliz, mas estar feliz! Sentir-se feliz com os momentos cotidianos e diários.

Quando essa prática for uma constante em sua vida, automaticamente o sentimento de felicidade estará presente com maior naturalidade em seu espírito, no seu dia a dia, por isso sorria mais, sorriso atrai felicidade. Agradeça mais, gratidão atrai felicidade. Procure ser justo, justiça atrai felicidade. Ame mais, amor atrai felicidade.

Ter objetivos, fazer planos, projetos profissionais e pessoais é muito importante para o seguimento e crescimento pessoal, uma pessoa feliz e grata consegue ver a felicidade no caminho, na construção, no dia a dia, na busca dos sonhos, ainda que ainda não os alcançou, ela sente que está no caminho certo, deita tranquila em seu travesseiro e consegue saborear a satisfação do passo a passo na busca do ideal. Enquanto uma pessoa que não entendeu o processo da simplicidade e do passo a passo torna o caminho da conquista uma luta diária, uma briga árdua, triste e por vezes insuportável.

Para Aristóteles “é mais feliz a pessoa que entende o processo do conhecimento do que a pessoa que atinge o objetivo sem entende-lo”, para ele como já citado, a felicidade está relacionada a 11 (onze) virtudes, domine estas onze virtudes e serás feliz, são elas: Coragem, Temperança, Generosidade, Magnificência, Humildade, Paciência, Verdade, Astucia, Simpatia, Vergonha e Justiça.

Sigamos mais adiante com as ideias de nosso saudoso filósofo, ele nos orienta que devemos atentar que para cada virtude, estará a ela vinculado, dois vícios por si só, cabe a nós a justa medida, o equilíbrio necessário entre a virtude e o vício, não é tão complicado, explico:

A virtude da Coragem! A Coragem deve ser obtida “na justa medida” para impulsiona-lo a frente da batalha e resolução do conflito, contudo não ao excesso de coragem para não se expor-se indevidamente ao perigo da linha de frente, também, não a falta de coragem para que não seja abatido como covarde. Entenda, como tudo é uma questão de “bom senso” em um trocadilho para os nossos dias.

A virtude da Justiça! A justiça deve ser aplicada “na justa medida” entre lidar de forma justa com os outros, está entre o egoísmo próprio e a abnegação alheia. Essa virtude também pode ser aplicada em diferentes situações da vida cotidiana, com empatia, afeição e afeto.

Poderíamos fazer esse exercício prático na aplicação da justa medida a todas as virtudes aplicadas por Aristóteles, o mais interessante é que ele deixa espaço para erros, para questionamentos, para aprendermos e melhorar sem nos condenar a ser pessoas más ou que não consigamos nos adaptar a proposta das virtudes e sermos felizes.
Por fim, existem dois dias que nunca poderemos ser felizes, um foi ontem e outro será o amanhã? Sinta-se grato e feliz agora pela tua vida, por estar consciente e lendo este breve artigo, respirando, pensando e quem sabe sentindo o aroma e sabor de um belo café.

Pare!
Respire fundo!
Sinta-se feliz por estar vivo HOJE!

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Caso Lázaro Barbosa, se você sentiu empatia, você… https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/02/07/2021/caso-lazaro-barbosa-se-voce-sentiu-empatia-voce/ Fri, 02 Jul 2021 16:48:10 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/02/07/2021/caso-lazaro-barbosa-se-voce-sentiu-empatia-voce/ Acompanhamos na última semana a polícia no encalço, na batida, na trilha, do homicida Lázaro Barbosa, vimos uma perseguição “cinematográfica” que depois de 20 (vinte) dias de intensa busca, foi localizado, cercado e após revide foi morto pelos policiais, aquele que até então era o criminoso mais procurado do país nos últimos dias.

A pergunta que fica após o episódio é: “você sentiu empatia por Lázaro Barbosa?” se sim, Não sinta-se culpado por este sentimento, pois ele tem nome e sobrenome, isso está muito próximo da Síndrome de Estocolmo (e pode ser explicado), mas o que isso significa?
“Síndrome de Estocolmo é um estado PSICOLÓGICO em que a pessoa submetida a intimidação, medo, tensão e até mesmo agressões, passa a ter empatia e sentimento de AMOR e amizade por seu AGRESSOR”.

O nome vem do primeiro caso registrado da síndrome na cidade de Estocolmo na Suécia, durante um roubo a banco uma jovem vítima de sequestro, passou tanto tempo com o sequestrador que acabou desenvolvendo sentimentos por seu algoz.
Ok, mas o que tenho com isso? Você pode questionar! Claro que para a Síndrome de fato ser diagnosticada, o contato pessoal deveria existir. Ocorre, que de certa forma todos fomos e somos reféns deste tipo de caso e ocorrências no Brasil. A imprensa cobre o fato de forma a “enaltecer”, “aplaudir”, “estimar” (ainda que para você de forma involuntária). As emissoras iniciam uma corrida para apresentarem a história de sua família, a infância, os amigos, o cotidiano do indivíduo. Assim, o telespectador começa a sentir simpatia, afeição, interesse, empatia pelo agressor já que não se apresenta mais seus crimes, mas sua história. Em alguns países a imprensa não divulga o nome do indivíduo em casos semelhantes, para o público não desenvolver este sentimento involuntário e assim o autor permanecer incógnito e anônimo.

Pai de Lázaro da entrevista, quanto a vida do filho. Foto: Divulgações.

Agora que conhecemos o básico da essência da Síndrome de Estocolmo, para sermos justos e imparciais, avaliemos com o mínimo de empatia também o lado humano do estado, o braço forte, o defensor do cidadão de bem, o Policial envolvido na mega operação. Lázaro não foi morto de qualquer jeito como alguns julgaram! Ele foi morto da maneira que ele próprio antepôs, com sua soberba, empáfia e brutalidade que apresentou durante sua vida e sua fuga.

Façamos uma experiência: imagine VOCÊ ser um policial aplicado, envolvido, comprometido e designado na busca, VOCÊ, policial, tem um fuzil na mão, sua família em casa e uma mata a frente, com um psicopata especialista em caçar, estuprar, matar e fugir!

Lembro que o assassino já era procurado pela justiça, após fugir do presídio onde cumpria pena por duplo homicídio, vivia tranquilo nas ruas de Brasília, acostumado com a tolerância de seus familiares e a sensação de impunidade da justiça, decidiu roubar mais uma família ( não se sabe ainda se por vontade própria ou a mando de alguém), matando o pai, os dois filhos e levando a mãe (vítima) consigo, matando-a também e deixando o corpo nu próximo a um riacho.

Na sequência da fuga, após tentativa de abordagem dos policiais, ele atirou e feriu dois policiais (seus parceiros, que poderiam ser você) com disparos de arma de fogo, sequestrando e ameaçando pessoas e caseiros humildes nas proximidades, dando um recado claro de que não seria preso sem revidar, dando o recado de que “vou mas levo comigo mais alguns”.

Lembre-se que VOCÊ (o policial) que está no encalço deste marginal (aquele que vive as margens da lei), após 20 dias ininterruptos, dois confrontos diretos, um jogo de gato e rato exaustivo, estará mais uma vez “cara a cara” com aquele que certamente “quer levar mais um” e se for da força do estado melhor. Pergunto: “Como será a abordagem?”, certamente é uma abordagem que foge à regra, é a exceção à regra, caso não seja enérgica o suficiente para a segurança da equipe a baixa é certa, a baixa é VOCÊ!

O fato é que todos temos direitos e também deveres, temos a lei do retorno, nada é castigo, mas tudo é consequência das escolhas, dos atos, das propensões. Temos o livre arbítrio de escolher como viver e até como morrer. Certo afirmar que todo este cenário circundou, cingiu e envolveu muita inquietação, ansiedade, comoção, emoção, aflição, angustia, medo, desassossego e adrenalina.

Agora você já conhece a síndrome de Estocolmo e também o mínimo da realidade de homens e mulheres policiais que dias a fio, sem interrupção e sem descanso deram o melhor de si em prol do sossego alheio e graças ao bom Deus voltaram para suas famílias incólumes, ilesos, salvos e íntegros, sabe por quê?

Porque está escrito:
“Se o ladrão for achado roubando, e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue”. (Êxodo 22-2).

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O Mundo Virtual não é real! https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/13/07/2020/o-mundo-virtual-nao-e-real/ Mon, 13 Jul 2020 19:13:50 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/13/07/2020/o-mundo-virtual-nao-e-real/ É com sentimento de frustração que inicio este artigo, e relato:

Eu já aguardava na sala de espera do consultório odontológico, quando, observo adentrar uma mulher muito jovem acompanhada de seu filho com aproximadamente 10 anos.

Ela vai até o balcão de atendimento e o garoto segue em linha reta. Com a cabeça baixa, atento ao movimento do celular, senta-se na primeira cadeira disponível, sem, contudo, olhar para os lados…

Sua mãe depois de resolver a burocracia com a recepcionista, senta-se ao lado da criança. Ela ainda está alheia, absorta, indiferente ao mundo externo, compenetrado apenas em seu aparelho celular.

A mãe por sua vez, senta-se, abre a bolsa, saca seu aparelho celular e também passa a manuseá-lo. Não trocam nenhuma palavra, nenhum olhar, nenhum toque, nada!

O tempo passa, cerca de 15 minutos depois fui chamado para adentrar ao consultório. A cena era a mesma, nada mudou e eu fiquei ali a observar o exemplo a não ser seguido da relação que devemos ter com nossos filhos, nossos pais, netos e familiares.

O mundo virtual não é real
O mundo virtual não é real (Imagem: Tofanello Comunicação)

Ilusão

O que podemos observar nesta cena tão corriqueira e cotidiana por vezes dentro de nossas casas, salas, quartos, veículos e afins, é que estamos em um nível de êxtase total por esse minúsculo aparelho, estamos conectados com quem está longe e deixando escapar quem está perto.

Não importa o que aquele garoto fazia em seu aparelho, não era real, o mundo virtual não é real.

Embora aparentemente fosse um jogo, ele estava intensamente envolvido naquele mundo, que nada mais fazia sentido fora daquele universo. Nem mesmo a presença física de sua mãe, que por sua vez, estreitava os relacionamentos com entes queridos e amigos distantes, e não usufruía da companhia física e real do filho que estava ali, ao seu lado, tão próximo e tão distante.

É obvio que não tenho a intenção, e nem vou tentar negar, a importância e os benefícios dos aparelhos, da internet, dos smartphones, das redes sociais, etc.

Seria um retrocesso total, e claro que a evolução sempre foi o objetivo do homem moderno, esse é um caminho sem volta, poderíamos parafrasear: “Para o futuro e avante”!

O preço

Mas qual o preço do avanço se você não impuser seus próprios limites à educação dos filhos e terceirizar para um aparelho “online”?

Quantas crianças vemos sendo educadas pelos aparelhos nas mesas de restaurantes, nos supermercados e locais públicos onde as crianças estão à disposição do aparelho e não o contrário?

Quantos parques, parquinhos e áreas de brincadeiras estão vazios enquanto as áreas comuns de pontos de Wi-Fi estão lotadas?

O que estamos fazendo com nossas crianças?

Precisamos usar sim nossos aparelhos com chamadas de vídeo para nos aproximar dos familiares que não estão presentes, trocar mensagens e manter um elo de carinho e amor, mas não podemos perder o elo e contato físico com aqueles que estão ao nosso lado.

Nosso aparelho pode até ser imprescindível nos dias atuais ou ainda uma babá perfeita, mas precisamos cuidarmos para que não venha a ser um vilão. Ele não nos aproxima só do bem ou pessoas boas, mas muitas vezes nos escancara o mal e pessoas mal intencionadas.

Isso inclusive para nós adultos, quantas armadilhas e artimanhas escondidas nas entrelinhas da minúscula tela.

Para os jovens, fica o sentimento de que a vida do amigo próximo ou distante sempre é bela e perfeita, sem problemas e atropelos.

Ledo engano, pois a mesma tela que engana crianças, pais e avós, também apresenta a farsa da vida alheia perfeita.

Não é real!

O vida virtual NÃO É REAL, não se encante em demasia com ela. O provedor deste perfil só edita o que lhe convém, logo aquele sorriso escancarado e virtual não é o sorriso real.

Aproveite mais as pessoas fisicamente que estão a seu lado. Não deixe este minúsculo e sorrateiro mundo virtual agir como vilão e levar de você o que tem de mais importante “a companhia, a existência, a presença, o calor humano”.

Vamos brindar ao que é vivido e não compartilhado.

 

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O Ciclo da Vida! https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/28/06/2020/o-ciclo-da-vida/ Sun, 28 Jun 2020 19:06:54 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/28/06/2020/o-ciclo-da-vida/ Observando uma plantação de girassóis que outrora fora linda e cheia de vida, hoje, já não possui nenhum glamour, toda plantação esta murcha, seca, sem vida e todas as flores estão voltadas para o chão.

Imagem: https://maestrovirtuale.com/

Podemos até nos compadecer, sentir pena ou dó! Mas, espere um pouco, aproxime-se de uma das plantas, sutilmente levante sua “face” e observe quantos novos grãos estão prontos a eclodir vida abundante de novo, se observarmos ainda com mais atenção podemos fazer um paralelo com nossas próprias vidas.

Ontem, muitas pessoas visitavam a plantação de girassóis que irradiava beleza, vida, algo indescritível sob um verde e amarelo que acompanhava o nascer até o por sol.

Incontáveis perfis nas redes sociais foram alterados com seus orgulhosos proprietários exibindo aquela planta linda, de incomparável beleza, quantas fotos, vídeos, stories e bumerangs foram produzidos ali em meio à plantação com e sem efeitos especiais, afinal, o maior efeito especial é a simplicidade do momento de estar e permanecer ali por alguns momentos inesquecíveis.

Ciclo da vida
Girassol. Foto: Getman / Shutterstock.com

Mas hoje, já sem vida, sem glamour e sem visitantes os belos e plenos girassóis seguem o Ciclo da vida, morrem para dar vida a novas e mais belas plantações.

Assim como os girassóis, nós seguimos nossa vida sem perceber que cada fase é um ciclo que se completa para que outro possa iniciar, não podemos iniciar um ciclo sem, contudo secar, fechar, morrer, para o ciclo anterior.

Por isso precisamos aproveitar cada fase de nossa vida de forma única, para no momento derradeiro, termos a sensibilidade de um girassol, morrer para dar vida ao ciclo seguinte.

Quantas vezes nos pegamos choramingando:- “ser criança que é bom, não se preocupa com nada…”, ok! De fato é bom ser criança, mas, passou, seguimos em frente, vamos viver nossa adolescência plena para só depois na fase seguinte e já adultos entendermos que não sabíamos tudo, que muitos tombos, socos, pontapés, escorregões e rasteiras poderiam ter sido evitados, mas tudo bem, seguimos em nossas fases e ciclos, vivendo e aprendendo ou poderíamos dizer vivendo, caindo, levantando, sofrendo e aprendendo

Qual ciclo você floresce hoje? Talvez já na fase dos “enta” ( quarenta, cinquenta…), quem sabe a melhor idade? Não importa sua idade, assuma seu ciclo e viva intensamente, quando digo intensamente é você que determina o ritmo, talvez o seu ou o meu intenso, signifique apenas a motivação da vida, do aconselhamento aos jovens, da oração, da meditação, este intensamente não tem relação com intensidade, velocidade ou viagens exuberantes, mas de satisfação, agrado e alegria pessoal, profissional, familiar, emocional.

Viva! Viva! Viva! Incentive seu filho a viver e andar com suas próprias pernas, permita que seus filhos caiam seus próprios tombos, contudo, mostre-os as pedras de tropeço para que não caiam onde você já caiu, para que não sucumbam onde você já conhece o caminho e armadilhas, pois as pedras poderão ser as mesmas, ciclo após ciclo, relacionamentos mal vividos, amizades mal escolhidas, parceiros mal apresentados, profissionais mal formados, famílias mal sustentadas, crenças mal resolvidas.

Absorva cada fase, cada ciclo, para que lá no final possamos ter a dignidade de um lindo girassol, ainda que velhos, aparentemente secos e sem vida, se observados mais de perto e com mais atenção, será perceptível a doação de uma vida toda, para que uma nova e bela geração possa crescer e florescer levando nosso legado, nosso nome, nossa crença, nossa coragem e nossa própria vida avante.

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E agora, estou triste ou depressivo? https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/05/06/2020/e-agora-estou-triste-ou-depressivo/ Sat, 06 Jun 2020 02:39:17 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/05/06/2020/e-agora-estou-triste-ou-depressivo/ Em meio a tantas preocupações, sentimentos e desassossego muitas pessoas carregam no silencio da mente a dúvida:- “Será que estou com depressão ou é “só” tristeza”.

Muitas pessoas relatam sentir uma tristeza repentina, angústia ansiedade, choro repentino, medo de sair às ruas, medo excessivo de contaminação, medo “do nada” ou “medo de tudo”, muitas vezes sem explicação ou motivo aparente.

Analisemos de forma resumida e simples a Tristeza:

É um sentimento comum, em determinados momentos até salutar, exemplo clássico está na experiência do luto, quando ocorre uma perda significativa de um familiar ou amigo querido é natural sentir-se triste, é o que chamamos de luto.

A experiência do luto tem cinco estágios (Imagem ilustrativa)

Toda experiência de luto deverá passar por cinco estágios:

Negação, Raiva, Barganha, Tristeza e Aceitação, neste momento trataremos do quarto e quinto estágio, ou seja, tristeza e aceitação.

O estágio da tristeza é um grande problema, porque muitas pessoas sucumbem a este período e não conseguem prosseguir e partir para o próximo e último passo do luto que é a aceitação.

Quando cultivamos em demasia a tristeza e não buscamos dar mais um passo em busca da superação e aceitação, podemos transformar a tristeza em algo maior, patinar nas emoções e sucumbir ao início da depressão; mas veja bem! Logo agora? No quarto estágio, faltando apenas um passo para completar o ciclo do luto? Agora é preciso aceitar, acolher, acreditar que podemos e voltar à vida.

Aceitar, acolher, acreditar que podemos voltar à vida não significa esquecer a perda repentina ou irreparável, não! Não é isso! significa aceitar o fato, não se sentir desesperado, enxergar a realidade das limitações “naturais” da vida e seguir, ainda com o coração cheio de saudades, mas também gratidão pelo dom da vida que permanece.

Importante dizer que a experiência do luto não está relacionada apenas aos casos de morte, mas qualquer outro fato que tenha a sensação de perda repentina e irreparável ainda que momentânea perda do emprego, separação de um relacionamento, etc.

A depressão o assunto é vasto e quase inesgotável, a cada dia especialistas apresentam novas experiências e pesquisas relacionadas ao tema, já que o diagnóstico da depressão é clínico.

O diagnostico será singular a cada indivíduo, pois a mente é fonte única e inesgotável de recursos, razões e experiências, casos leves poderão ser tratados com acompanhamento profissional, contudo sem prescrição médica, o que não ocorre em pacientes diagnosticados com patologia grave ou profunda.

A alteração química no cérebro, que distorce a maneira de pensar e sentir emoção, devido à falta de hormônios como serotonina, dopamina, noradrenalina, que são neurotransmissores responsáveis pela comunicação das células nervosas no cérebro, pode ser causas dos sintomas depressivos, na falta ou “baixa” destes hormônios é afetada diretamente a capacidade de sentir a sensação da felicidade, daí a importância do acompanhamento profissional para prescrição médica e reposição “hormonal”.

A depressão não é displicência, desleixo, preguiça, não é má vontade, ou simplesmente preguiça, repito, “é uma alteração química no cérebro que deve ser diagnosticada, tratada e acompanhada”.

Podemos de maneira simples diferenciar assim:

Quando o paciente consegue identificar o motivo da tristeza ele está passando por uma experiência de luto e não de depressão.

Quando o sentimento de tristeza é contínuo, com crise de ansiedade, sem motivo aparente, acompanhado de crise de choro ou não, já pode estar evoluindo para um sintoma depressivo e requer cuidados.

A depressão é uma doença silenciosa, perigosa, sorrateira, que apresenta sintomas pontuais, específicos e perigosos, necessita de cuidados diários e não deve ser ignorada.

A tristeza é um sentimento “normal” e pode até ser saudável, benigno e salubre se entendermos os estágios do luto.

Definitivamente a tristeza não é depressão!

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E AGORA, PSICÓLOGO OU PSIQUIATRA? https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/21/05/2020/e-agora-psicologo-ou-psiquiatra/ Thu, 21 May 2020 15:34:52 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/21/05/2020/e-agora-psicologo-ou-psiquiatra/ É comum a dúvida quanto a buscar ajuda de um profissional quando o assunto é a complexidade dos problemas da mente. Qual profissional poderá fornecer diagnóstico, prescrever receituário, suporte ou acompanhamento? Um profissional da área da psicologia ou da psiquiatria? Um psicólogo ou um psiquiatra?

Saiba diferenciar (Imagem Ilustrativa / VeranoVerde)

Você certamente já desejou ter uma pessoa confiável, em quem possa ter total liberdade para expor tudo que sente, tudo que incomoda, tudo que assusta? Inclusive aqueles pensamentos sombrios que por vezes causam calafrios e o mais importante, com a certeza de não ser ignorado, criticado, julgado, tão pouco condenado?

Pois bem! Digo que esta pessoa existe, ela é real, está a seu alcance e atua na área da saúde com total discrição e atende pela alcunha de “psicólogo”.

Este profissional por mais competente e conhecimento que tenha, como Ricardo Avelar, Cássia Mercadante, Inglede Paiva, Elinaldo Pita, Jeferson Guedes entre tantos outros, este profissional não tem “competência legal” para transcrever uma receita médica para reposição de hormônios tão importantes no equilíbrio das emoções de nossa mente.

Por isso, na constatação da necessidade de prescrição médica o paciente será encaminhado a um médico psiquiatra, que nada mais é que um especialista no complexo mundo da mente.

Neste ponto do processo de transição de profissionais, deparamos com um grande e recorrente problema, o paciente agarrado ao preconceito, tabu e paradigma ultrapassado sai do consultório do psicólogo com a recomendação de procurar um médico psiquiatra para reposição hormonal, logo, o paciente não vai ao psiquiatra e não volta mais no psicólogo, sob a forte, decidida, determinada e exata afirmação “eu não sou louco”.

Claro que não é louco, isto não está em questão, este diagnóstico sequer foi cogitado ou trazido à baila profissional, além do seu próprio julgamento preconceituoso e muitas vezes cultural.

Sim, cultural! Pois quando saímos de uma consulta médica com um clínico geral, cumpre-se fielmente o encaminhamento ao cardiologista, ortopedista, dermatologista, fisioterapeuta etc.

Então porque não cumprir o encaminhamento do psicólogo, que aqui representa o “clínico geral” e que nos encaminhou para um psiquiatra que nada mais é que um especialista da área da qual fomos buscar ajuda?

Inclusive, decididamente o profissional de Psiquiatria, não é médico de louco, não, não é!

Na verdade é uma ferramenta de apoio técnico, profissional e que legalmente vai transcrever receitas específicas para pacientes que precisam ter restabelecido, entre tantos outros diagnósticos os hormônios serotonina, dopamina, noradrenalina que são neurotransmissores que atuam diretamente nas células nervosas do cérebro que são os responsáveis pelos “sintomas” da sensação da felicidade.

Entenda! Ajuda psicológica é bom, e é bom para todos! Para mim e para você!

É muito comum indicarmos os amigos e familiares para buscá-la, e quando a necessidade é pessoal nos automedicamos sob a alegação “eu não preciso”, “eu não quero”, “eu não gosto”, “eu não vou”.

Consulte um psicólogo e apresente todos os seus medos, receios, imperfeições e qualidades, é possível que você não precise de medicação e neste caso terá acompanhamento deste profissional.

Quebre as barreiras do preconceito, é hora de cuidar da saúde, do corpo e da mente.

Caso a avaliação necessite uma visita ao médico psiquiatra, vá livre, leve e solto, com um grande sorriso como iria a qualquer outro profissional da saúde, vá sem tabus ou paradigmas e restabeleça ou mantenha sua saúde mental sã, saudável, forte e equilibrada.

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E AGORA, O QUE FAZER COM AS FRUSTRAÇÕES? https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/14/05/2020/e-agora-o-que-fazer-com-as-frustracoes/ Thu, 14 May 2020 14:43:40 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/14/05/2020/e-agora-o-que-fazer-com-as-frustracoes/ Hoje um tema atual e recorrente, traz a inquietação traduzida na preocupação do pós-pandemia e as sequelas psicológicas que ela poderá trazer as pessoas após um bombardeio de informações e contrainformações, de verdades e mentiras, de ataques e defesas, de certo ou errado, de tradicional ou de inovador, de direita ou de esquerda.

Tudo isso aliado e acrescido a uma população já exaurida dos próprios problemas “modernos” e as vidas perfeitas dos amigos, vizinhos, parceiros, e até quem nem conhece pessoalmente, explicitamente expostas nos perfis do Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp.

Seria um devaneio, uma utopia imaginar que a vida real é análoga ou semelhante à vida virtual, bem por isso, alertam os experts “a vida virtual não existe, ela é de mentira”, ironicamente podemos chamar a vida virtual de “fake-news”, na vida real todos temos nossas jaquetas vermelhas.

Alusão a Mary, em “O menino que acreditava em milagres” (Imagem Ilustrativa)

E qual é a sua jaqueta vermelha?

Uma garotinha chamada Mary, chega à sala de aula, tira sua jaqueta vermelha e joga no chão e vai sentar-se em seu lugar.

A professora vê a cena, vai até Mary e pede para que ela pegue sua jaqueta vermelha e a pendure no local apropriado. Mas Mary retruca que a jaqueta não é sua.

A professora então diz: “Mary, eu vi você entrar e jogar a jaqueta no chão, não estou brava ou chateada com você, só quero que pegue sua jaqueta e pendure atrás da porta”, mas Mary insiste e dispara: “eu não gosto desta jaqueta, nunca gostei desta jaqueta e ela não é minha”!

A saga de Mary prossegue no livro “O menino que acreditava em milagres” do escritor John O´leary.

O fato de Mary ignorar o caso e não assumir, omitindo a propriedade da jaqueta vermelha, não afasta ou isenta, tão pouco posterga dela o problema de a jaqueta lhe pertence, concorda? Pois bem! E quanto a nós? O que podemos aprender com a história simples e casual de Mary?

Observe que de fato quando ignoramos, postergarmos ou preterimos nossos problemas, não conseguimos fazer com que simplesmente não existam! Dai a importância de encará-los e identificá-los, para responder:

“Qual a sua jaqueta vermelha”?

Via de regra, nossa jaqueta vermelha sempre eclodirá de forma discreta e ponderada, revestida sutilmente de problemas cotidianos que vamos “varrendo para debaixo do tapete” sem perceber que estamos contrapondo, abdicando e negando soluções, para problemas que são propriamente nossos, e assumem diversas formas.

Uma separação mal resolvida! O medo de não ser aceito ou amado! O medo das cicatrizes e erros do passado ou mesmo do presente! Uma decisão crucial e difícil, mas necessária! Uma ruptura profissional! Um relacionamento familiar difícil com o filho, com os pais ou companheiro! Uma dependência química!

Tenha a convicção que sempre teremos a opção da escolha entre sofrer sozinhos ou buscar a alternativa de dividi-lo com alguém que confiamos. Caso julgue, de fato, não ter uma opção próxima ou familiar que possa ajudar, pode-se buscar ajuda profissional de um psicólogo, por exemplo.

Em última instância, mas não menos importante, podemos contar com os profissionais do Centro de Valorização da Vida, através do telefone 188, um serviço excepcional e gratuito, com total discrição e sigilo absoluto na orientação de um caminho seguro a seguir.

É importante aspirar e entender que não importa qual o seu problema, ele é de extrema importância, é evidente, e não deve ser esquecido ou ignorado, mas decididamente precisa ser enfrentado, deliberado, solucionado, descoberto e quando o fizer, certamente ouvirá de alguém que nem imagina: “Nossa! você também passa por isso?”.

Não escolha sofrer sozinho, quebre as barreiras do anonimato e dê nome a seus fantasmas, tire as máscaras e identifique suas jaquetas vermelhas, até jogue algumas fora, livre-se delas, tome coragem, reconheça sua posse, em alto e bom tom proclame:

“Não vou mais usar isto, Sim! Era minha; mas NÃO me pertence mais”.

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OS HERÓIS ANÔNIMOS E INVISÍVEIS https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/04/05/2020/os-herois-anonimos-e-invisiveis/ Tue, 05 May 2020 01:49:05 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/04/05/2020/os-herois-anonimos-e-invisiveis/ A cada dia fica mais evidente quem são os verdadeiros heróis anônimos em nossa sociedade, aqueles que exercem atividades essenciais a nossa rotina, enquanto nós, em nosso total e egoísta estado absorto, seguimos alheios até que de modo súbito e inesperado, de improviso deparamos com o surto, contágio, flagelo, praga, com o famigerado vírus Covid-19.

Foto: Semanaon / Heróis Anónimos

Não vamos falar neste momento do tripé anônimo dos Policiais, dos Agentes de Saúde e dos Caminhoneiros que anos a fio dedicam suas vidas e o convívio familiar para servir a sociedade, até porque neste momento essas classes tem recebido o apoio da população, inclusive, em alguns estados com hora marcada para salva de palmas.

O apoio vem da população, já o governo segue em sua total inércia e apatia com o servidor, seria de extrema necessidade e sensatez, neste momento de reflexão, traduzir os anseios da população, transformando suas palmas em melhorias no trabalho, na remuneração, nos EPIs, na carga horária, enfim, no reconhecimento. (Prometo no momento oportuno escrever algo específico para essa classe).

Mas vamos mencionar os heróis anônimos e invisíveis que devido à correria do dia a dia, muitas vezes não os percebemos, são eles:

Os Frentistas: conhecidos também como “profissão perigo”, os riscos vão além da exposição diária a ladrões e baderneiros, vivem expostos aos solventes da gasolina (benzeno, tolueno, xileno) que evaporam durante o abastecimento sendo absorvidos pela respiração e através da pele, podem ainda causar: câncer, anemia, dor de cabeça, infecção pulmonar, problemas neurológicos, entre outros. Mas estão ali, na linha de frente, a postos, em suas bombas para nos atender e servir.

Os Padeiros: estes bravos guerreiros perdem o precioso convívio familiar, pois precisa ser os primeiros a dormir, para serem os primeiros a acordar, ás 02h30min, seguindo para seu posto de trabalho para deixar o pão quentinho as 05h00min aos exigentes clientes: -“quero este mais moreninho” ou “pega os mais branquinhos”, também sempre a postos e não podem ficar em casa durante a pandemia.

Os Operadores de caixas de supermercados e padarias: arrisco a dizer que, frente à pandemia, são os profissionais que mais enfrentam carga excessiva de trabalho, além de conflitos diários em seu ambiente de trabalho, a pressão dos clientes, muitas vezes a incompreensão e o suporte inadequado, etc. Mas estão ali, firmes e fortes a servir: -“pode digitar o CPF, por favor?”.

Os Motociclistas e entregadores: o “renegado, execrado e repelido” motoboy de ontem, devido às ultrapassagens e maneira versátil de conduzir uma motocicleta, hoje a “estimado, apreciado e destemido” pelos mesmos motivos. Assim, continuam arriscando suas vidas para que possamos degustar nosso pedido quentinho e dentro dos padrões de qualidade, pois com pandemia ou sem pandemia continuamos exigentes no paladar, esse é mais um profissional que não fica em casa, para nos servir.

Podemos acrescentar á nossa lista de heróis invisíveis, os diversos atendentes, os coletores de lixo, os garis, os pastores, os padres e seus diversos auxiliares que levam a Palavra em meio à pandemia, os assistentes sociais, os repositores, os vigilantes, os vigias, os porteiros, e tantos outros.

Decididamente, não foi citado aqui os heróis do futebol e seus garbosos e bem nutridos salários, com todo respeito à classe e profissão, parece ainda não ter feito falta em meio à pandemia, também não cito os “guerreiros” do falido BBB, com seus maus exemplos e ócio, totalmente alheios à ocupação.

Que possamos perceber, entender e valorizar tantas profissões que pressupomos não existir, simplesmente por servir humildemente nossa exigente rotina cotidiana e que possamos agradecer e reconhecer os verdadeiros heróis anônimos e invisíveis da sociedade.

A todos vocês, que não puderam ficar no conforto e refúgio do lar, no aconchego e amparo familiar, mas, contrariando a Organização Mundial da Saúde tem o dever e necessidade de sair todos os dias para trabalhar e garantir o sustento, restando o compromisso de voltar para casa com a hesitação e incerteza da contaminação, fica nosso profundo respeito e gratidão a sua existência e seu dom, aptidão e capacidade de servir.

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O FENÔMENO BOLSONARO https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/26/04/2020/o-fenomeno-bolsonaro/ Mon, 27 Apr 2020 01:28:37 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/26/04/2020/o-fenomeno-bolsonaro/ Vivemos a era “Fenômeno Bolsonaro”, aquela, que todos desenvolvemos o hábito de acompanhar a vida política do país, alguns mais exaltados de extrema direita, outros mais exaltados extrema esquerda ou ainda aqueles do “centrão” o fato é que todos estão antenados ao desenrolar do futuro político do país.

Foto: Robson Vilalba/Thapcom


Vejo com bons olhos o amadurecimento e interesse da população pela vida pública, pois ainda que muitos dizem: política não se discute! nossas vidas estão diretamente ligadas às medidas relacionadas a decisões tomadas pelos homens que elegemos, eleitos democraticamente pelos mesmos que dizem não gostar de política, assim elegíamos homens e mulheres e nos esquecíamos deles até a próxima eleição, sem cobranças, sem fiscalização, sem compromisso, sem ideal e isso parece estar mudando, talvez pelo efeito “Fenômeno Bolsonaro”!

Vejamos: Você se lembra quem foi o último ministro da saúde? Ou os últimos ministros da justiça na última gestão presidencial? É provável que não! Por isso lembremos:

No ministério da saúde o penúltimo ministro foi Gilberto Occhi que é um advogado e permaneceu na pasta por 08 (oito) meses, seu sucessor foi Ricardo Barros um engenheiro que permaneceu na pasta por dois anos, ou seja, um advogado e um engenheiro foram os dois últimos ministros da saúde e não questionamos á época ou cobramos por conhecimentos técnicos.


No ministério da justiça está mais complicado, mas vamos lá, quem mais permaneceu na pasta foi José Eduardo Cardoso que assumiu a pasta em 2011, embora advogado e jurista era também deputado filiado ao PT, deixou a pasta em 2016 devido desgastes com a Polícia Federal e Operação Lava Jato.


Seu sucessor foi Wellington Cesar Lima, que permaneceu na pasta por 11 (onze) dias, sim, está correto, 11 (onze) dias e foi sucedido por Eugênio Aragão que permaneceu na pasta por 2 (dois) meses, mas neste período conseguiu dizer que tinha poder supremo sobre a Polícia Federal e que a operação Lava Jato traria forte e desnecessária crise a economia brasileira, com a posse de Michel Temer foi sucedido pelo então ministro Alexandre de Moraes que dispensa apresentação.


O que quero dizer com o Fenômeno Bolsonaro é que hoje aprendemos que existe ministro da justiça, da educação, da saúde, da cultura, etc. Que depois do ministro tem o diretor e cobramos conhecimentos técnicos de tal indicação, mas lembro que o primeiro a fazer esta avaliação foi a atual gestão, buscando um médico para a saúde, um juiz federal para a justiça, um astronauta para a ciência e tecnologia, etc. Quando não vimos o mesmo em gestões anteriores, onde ministros eram nomeados pelo partido que são filiados e até achávamos que era normal, devido á tamanha leviandade e costume.


Hoje conseguimos ficar 50 (cinquenta) minutos assistindo um pronunciamento de ministro ou ex-ministro, ficamos na torcida se o ministro vai ou se o ministro fica, opinamos se o ministro deve ser exonerado a pedido ou se deve ser demitido pelo presidente, ou seja, algo mudou em nós e estamos participando de fato da vida pública de nosso país, não podemos neste momento tomar partido baseado em reportagens tendenciosas da imprensa para esse ou para aquele lado, continue a tirar suas próprias conclusões, assista sim os pronunciamentos e fique do lado que melhor lhe convencer da verdade real.


Uma coisa é fato! Algo em nós mudou e mudamos para melhor por influência negativa ou positiva do Fenômeno Bolsonaro!

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