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O filho do casal, de 19 anos, estava no local e conseguiu conter o pai enquanto a mãe correu até uma vizinha para ligar para o 190.
Segundo a polícia, pai e filho apresentavam hematomas pelo corpo. A família foi conduzida ao hospital e depois encaminhada ao plantão policial.
Após ouvir os fatos, o delegado registrou o caso de agressão e violência doméstica e o homem ficou preso. A faca usada por ele também ficou apreendida.
De acordo com informações da corporação, o caso ocorreu por volta das 8h15, na unidade situada no Parque Itália.
O paciente é ostomizado (usa bolsa para fezes ou urina) e tinha uma consulta agendada na unidade. No entanto, ele teria chegado alterado e deu um soco no rosto do vigilante, que caiu no chão, bateu a cabeça e acabou perdendo a consciência.
A própria equipe da unidade socorreu a vítima e depois a encaminhou para o Hospital Ouro Verde. Ele vai passar por uma avaliação oftalmológica por causa de um corte no supercílio.
O vigilante registrou o caso no 1º Distrito Policial, enquanto os guardas conduziram o paciente para prestar esclarecimentos.
Ainda segundo a corporação, o agressor já tinha sido detido por vandalizar o Paço Municipal e quebrar placas de publicidade de dois pontos de ônibus, na Rua Conceição e na Avenida Júlio Mesquita.
De acordo com informações apuradas pelo Policial Padrão, a Polícia Militar (PM) atendeu um chamado sobre briga de casal na Rua Um e seguiu para o local.
Os policiais encontraram uma mulher ferida que alegou ter sido agredida pelo próprio companheiro. Segundo a vítima, a golpeou com um pedaço de madeira no braço e na cabeça.
A equipe socorreu a vítima até a Unidade de Pronto Atendimento 29, no bairro Estádio, onde ela ficou sob cuidados médicos.
O suposto autor do crime não foi localizado.
Conforme apuração do Policial Padrão, o rapaz alugou um apartamento em um condomínio na Avenida Leonardo Antônio Schiavinatto, região do Parque Residencial Regina.
O inquilino contou à polícia que há alguns dias, a proprietária de 59 anos havia pedido para ele deixar o local, descumprindo o acordo entre os dois. Como ele não saiu, a mulher o contatou nesta quinta-feira dizendo que tinha enviado pessoas para invadir o apartamento e tirar as coisas dele do imóvel.
O rapaz rapidamente foi para casa, mas não encontrou sinais de invasão. No entanto, ao sair do condomínio, ele foi abordado por um desconhecido que o ameaçou e alegou ser dono do apartamento.
Segundo o relato da vítima, o homem estava armado com uma pistola cromada, desferiu uma coronhada na cabeça dele e o ameaçou. Após o ocorrido, o rapaz chamou a polícia.
A equipe teve acesso as imagens de câmeras de segurança do condomínio que registraram o agressor agindo ao lado da proprietária do apartamento. A PM questionou a mulher sobre os fatos, mas ela se recusou a dar depoimento e foi autuada como autora indireta no caso.
O agressor fugiu do local em Chevrolet Zafira e até o momento não foi detido. Ele era um homem branco, de aproximadamente 50 anos, cerca de 1,75 metros, careca e com cavanhaque.
Conforme apuração do Policial Padrão, a agressão aconteceu por volta das 23h, na casa da vítima. Ao chegar em casa, ele foi surpreendido pelo cunhado que sem motivo algum o esfaqueou.
A esposa da vítima conseguiu tirar o agressor de cima dele e o autor fugiu do local.
O casal chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que encaminhou a vítima para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vila Cristina, no bairro Jaraguá. Ninguém foi detido.
De acordo com apuração do Policial Padrão, os envolvidos no caso moram na Rua João Narezzi, no bairro Jardim Morada do Sol. Por volta das 9h30, a vítima saiu de casa e encontrou o vizinho na rua, um mecânico de 36 anos.
Os dois teriam se encarado e discutido por esse motivo. Segundo a vítima, o mecânico colocou a mão na cintura fazendo menção de estar armado e ela o confrontou, mandando que sacasse a arma. Os dois se empurraram e o mecânico sacou uma faca e partiu para cima da vítima que caiu ao recuar.
Já no chão, o mecânico teria esfaqueado a perna do vizinho e deixado a faca cair. A vítima pegou a arma e se afastou até a chegada da Polícia Militar (PM).
O homem ferido foi socorrido até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro e levou cinco pontos.
Uma testemunha confirmou a versão da vítima e os dois envolvidos foram encaminhados ao 1º Distrito Policial. O mecânico foi autuado por agressão, mas ficou em liberdade. A faca foi apreendida.
Conforme apuração do Policial Padrão, por volta das 3h30, um comerciante encontrou as vítimas feridas na Rua Limeira e as socorreu até o Hospital Afonso Ramos. O hospital comunicou o caso à Polícia Militar (PM) que foi até a unidade pegar o depoimento das vítimas.
Os rapazes, de 18 e 22 anos, contaram que estavam em uma boate quando o mais velho discutiu com um homem desconhecido por ciúmes de uma mulher.
Segundo o relato das vítimas, os dois deixaram o local após a discussão, mas o homem os seguiu em posse de uma garrafa quebrada e os atingiu.
O rapaz de 18 anos sofreu um corte no braço esquerdo, enquanto o outro teve uma lesão na mão direita. Eles receberam atendimento e passam bem.
Como o agressor não foi identificado, a polícia apenas registrou o caso em um boletim de ocorrência.
Por volta das 22h22, a equipe da PM foi acionada via sistema para atender um caso de agressão na Rua Dom Luiz Antônio de Souza. No local, encontraram um jovem caído ao solo com ferimentos na cabeça. Apesar de várias perguntas, ele não relatou quem o agrediu. Testemunhas no local informaram que viram ele correndo pela rua sendo perseguido por 12 pessoas armadas com pedaços de madeira. Após a agressão, os agressores fugiram em dois carros, cujas placas não foram identificadas.
A vítima, que é morador do bairro onde o caso aconteceu foi socorrida pela unidade de serviço do Corpo de Bombeiros, e levada ao PS São José. As investigações sobre o caso continuam, na tentativa de identificar e localizar os agressores. A motivação do ataque ainda é desconhecida, e a polícia busca mais informações com possíveis testemunhas e câmeras de segurança na área.
]]>De acordo com a Guarda Civil, o caso aconteceu por volta das 17h30 na Alameda Faustina Franchi Annicchino. Um morador denunciou que um homem com faca estava agredindo uma mulher nas proximidades e a equipe foi até lá.
Os guardas fizeram a abordagem, mas assim que parou de agredir a mulher, o suspeito partiu para cima da equipe e ameaçou os agentes.
Com uso de força moderada, a equipe conseguiu conter o agressor e deu voz de prisão pelo crime. Além da faca, os guardas apreenderam uma porção de maconha que estava com o detido.
Autor e vítima foram encaminhados para o Pronto-Socorro da Santa Casa para exames cautelares e posteriormente, apresentados na Central de Flagrantes em Piracicaba (SP).
O delegado ouviu as partes e determinou a prisão em flagrante do agressor.
]]>De acordo com o reitor da Unicamp, Antonio José de Almeida Meirelles, o processo será conduzido pela Comissão Processante Permanente (CPP) e poderá culminar com a exoneração do docente. O prazo para a conclusão dos trabalhos da CPP é de 60 dias, com possibilidade de prorrogação por igual período.
Meirelles explicou que a Reitoria decidiu adotar o PAD por conta “da materialidade verificada e a autoria definida”. Segundo ele, o relatório elaborado pela Secretaria de Vivência nos Campi (SVC) – órgão responsável pela segurança na Universidade – revela que o professor portava a arma e o spray quando abordou o aluno.
“O que aconteceu foi de extrema gravidade. É inadmissível, sob qualquer ponto de vista. Na verdade, um dos episódios mais tristes da história da Unicamp”, disse o reitor.
“A gente tem de lamentar, mas não apenas lamentar. Temos de tomar providências para garantir que episódios como esses jamais voltem a acontecer”, acrescentou.
Meirelles pede a compreensão da comunidade para o andamento do processo.
“Reconheço a legitimidade do movimento estudantil e respeito seus pleitos, mas a instituição deve seguir protocolos e prazos. Quero deixar claro, contudo, que não será usado, nesse processo, nenhum expediente protelatório”, garantiu o reitor.
O Conselho Interdepartamental do Instituto de Matemática Estatística e Computação Científica (IMECC), por sua vez, havia anunciado ontem o afastamento do docente de suas atividades didáticas.
De acordo com o diretor do IMECC, professor Ricardo Martins, o afastamento vigora até o final do ano, período no qual, segundo ele, deverá estar concluída a sindicância interna que apurará responsabilidades.
Segundo Martins, Leão ministrava duas disciplinas no instituto – uma na graduação e outra na pós-graduação. No primeiro caso, a turma será assumida por um professor que leciona a mesma disciplina em outra turma. No âmbito da disciplina de pós-graduação, a substituição ainda está sendo articulada.
Para o diretor, a decisão que culminou no afastamento do docente evidencia o repúdio do Imecc a atos de violência e, ao mesmo tempo, garante a execução do processo interno de apuração, com o devido respeito aos direitos de defesa e ao contraditório.
“Nós entendemos que os estudantes queiram uma resposta rápida, mas podemos garantir que tudo será apurado dentro do que prevê o regimento interno da Universidade e o respeito aos prazos”, disse o diretor.
“A vida acadêmica é feita por três categorias – docentes, estudantes e servidores – e todos precisam aprender a conviver de forma harmoniosa, pacífica. A vida acadêmica precisa ser integrada”, avalia o professor. “É muito triste que isso tenha ocorrido. É lamentável”, finalizou.

A confusão na universidade aconteceu por volta das 7h de terça-feira (3). O estudante Gustavo Bispo, de 20 anos, afirma que foi agredido pelo professor e ameaçado com uma faca ao solicitar a ele a liberação dos alunos da sala.
No dia, parte da Universidade estava mobilizada em protestos contra as medidas do governo do Estado e o IMECC já havia sugerido aos professores a suspensão das aulas, o que não foi acatado por Leão.
Depois da confusão com Bispo, o também estudante João Gabriel Cruz afirma que foi ameaçado pelo docente com spray de pimenta. É ele quem aparece junto com o docente em vídeo que circula nas redes sociais. Após essa briga, Leão foi contido por seguranças.

Já o professor alega que foi ameaçado e agredido por um grupo quando ele chegava na sala para ministrar aula. Admite que sacou a faca, mas a guardou em seguida. Ele ainda alega que usou o spray de pimenta para afastar a multidão, pois teve receio de ser linchado.
O advogado de Leão afirma que o docente caiu no chão e teve lesão no quadril. Segundo a defesa, o professor carrega faca e spray de pimenta na Unicamp, pois já foi ameaçado por estudantes.
O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Campinas como lesão corporal e incitação ao crime. Rafael é apontado como vítima, cuja ação foi caracterizada como legítima defesa. Gustavo é indicado como autor.