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Com base na descrição, a equipe identificou o suspeito no local, mas ele correu e se trancou no banheiro do comércio.
Os policiais conseguiram entrar e mandaram o suspeito sair com as mãos para cima. O homem acatou a ordem e a equipe encontrou uma réplica de arma (airsoft) que ele tinha escondido, dentro da caixa acoplada do vaso sanitário.
O homem alegou que comprou a arma do filho como forma de proteção, pois ele estava alugando o objeto para outras pessoas cometerem crimes. Além da réplica, o suspeito estava com três porções de cocaína e foi conduzido à delegacia.
O delegado registrou a apreensão de objeto e porte de drogas, e liberou o suspeito.
De acordo com a corporação, o trio foi abordado em frente a uma casa. No imóvel, havia diversas baterias de ônibus elétrico da marca BYD, com claros sinais de procedência ilícita.
Nenhum dos abordados tinha alguma documentação que comprovasse a compra ou venda dos produtos e todos se recusaram a dizer onde tinham adquirido os objetos.
O trio foi detido e será investigado. O caso foi repassado para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) que deve para dar continuidade ao andamento dos fatos. Os suspeitos ficaram em liberdade após prestarem depoimento.
]]>A polícia informou que um morador que preferiu não se identificar, denunciou que um homem estava com a réplica na rua, efetuando disparos com esferas (possivelmente de airsoft) e ameaçando populares.
A PM localizou o suspeito na Rua Maria José Pesse Cerri e ao notar a viatura, ele jogou o objeto e tentou fugir antes de ser detido.
Questionado sobre a denúncia, o homem disse ser o dono da réplica e confirmou que estava efetuando os disparos.
Com isso, a PM conduziu ao plantão policial para maiores esclarecimentos. Ele prestou depoimento e foi liberado. Já o objeto ficou apreendido.
]]>De acordo com a corporação, os agentes estavam em patrulhamento preventivo quando receberam a informação sobre objetos abandonados na região da Avenida Doutor Ênio Pires De Camargo.
A equipe foi averiguar e encontrou o material embaixo de uma lona preta. Entre os itens havia ferramentas, bolsa, instrumento musical, botijão de gás, bancos e taças de vidro.
O material furtado foi recolhido e apresentado na delegacia de polícia para providências cartorário e devolvido aos proprietários. Ninguém foi detido.

De acordo com a corporação, o suspeito estava em um posto de molas próximo à Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332), emparelhado a outros dois veículos.
Quando os agentes se aproximaram, os condutores fugiram em alta velocidade. A equipe perseguiu e conseguiu abordar um dos carros no bairro Bela Vista IV.
O motorista alegou que estava sendo vítima de roubo e que os ocupantes dos veículos que fugiram estavam armados. No entanto, a versão não convenceu os agentes, que viram todos conversando momentos antes da fuga.
No interior do carro, a equipe encontrou dois celulares, mas o abordado assumiu a posse de apenas um deles, dizendo que o outro tinha sido colocado no carro.
Durante a abordagem, os guardas consultaram o histórico criminal do suspeito e descobriram passagens por roubo de combustível, porte ilegal de arma e receptação de veículos.
O homem foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos e depois liberado. Já o carro e os celulares ficaram apreendidos.
]]>A ausência do armamento foi notada no dia 10 de outubro durante uma inspeção. A notícia fez com que o Comando Militar do Sudeste determinasse o aquartelamento dos militares da unidade e uma investigação foi aberta para apurar os fatos.
Há, no momento, cerca de 160 militares aquartelados – impedidos de sair do local – no Arsenal de Guerra. Até agora, nenhum militar foi preso, de acordo com o Comando Militar do Sudeste.
O Arsenal de Guerra de São Paulo é uma unidade técnica de manutenção. Ela recebe armamentos inservíveis, que passam por uma avaliação para saber se a recuperação é viável economicamente. Caso o reparo não seja indicado, é iniciado o processo de desfazimento e destruição.
A polícia apreendeu quatro das 13 metralhadoras calibre .50 que haviam desaparecido. São armas capazes de derrubar aeronaves. A Polícia Civil do Rio recuperou também quatro das oito metralhadoras calibre 7,62 que foram furtadas.
O Exército informou que o diretor do Arsenal de Guerra de São Paulo, responsável pelo quartel do Barueri, o tenente-coronel Rivelino Barata de Sousa Batista, será exonerado de sua função, mas não será expulso da Força. A decisão da exoneração foi do comandante do Exército, Miguel Ribeiro Paiva.
Em entrevista coletiva em São Paulo, o general de Brigada Maurício Vieira Gama, chefe do Estado Maior do Comando Militar do Sudeste, confirmou que pode haver militares envolvidos no furto dos armamentos e que “dezenas” deles receberam o formulário de apuração disciplinar e estão em prazo para apresentar suas defesas.

“Todos os processos do Arsenal estão sendo revisados para verificar onde ocorreu o erro. E, como nós falamos, esses militares que falharam nessa conferência serão responsabilizados”, disse Gama.
A integridade do local onde estavam as armas foi conferida em 6 de setembro e depois somente em 10 de outubro, quando o furto foi descoberto.
De acordo com Gama, os militares envolvidos no furto serão expulsos da Força, no caso dos temporários, e os de carreira serão encaminhados a um conselho de sanções. Os responsáveis responderão ainda na esfera criminal na Justiça Militar.
Ao todo, foram apreendidas quatro metralhadoras MAG 7.62 e quatro metralhadoras .50. As investigações continuam para identificar e responsabilizar todos os envolvidos no crime.
De acordo com informações da corporação, uma equipe seguiu até a Rua dos Lírios após a denúncia de que um idoso de 70 anos, estaria cometendo abusos contra mulheres e crianças.
Os agentes conversaram com o suspeito e segundo à GCM, ele não negou o fato, mas disse que teriam que provar tal denúncia.
A equipe seguiu investigando a casa e localizou uma espingarda de calibre 36, dois facões, celulares e cadernos desenhados por crianças. Ainda conforme a denúncia, o suspeito usava os cadernos como atrativo para que as vítimas menores entrassem no quarto dele.
Todos os objetos foram apreendidos e o idoso apresentado na Central de Polícia Judiciária (CPJ). Ele prestou depoimento e foi liberado. Os casos de abuso, deverão ser apurados pela Polícia Civil.
]]>De acordo com a PM, por volta das 22h30, a corporação recebeu a denúncia sobre três homens tentando roubar um Fiat Toro na Avenida Brasil.
Uma equipe foi ao local e encontrou um trio em uma área de mata, que batia com a descrição dos suspeitos. Na abordagem, os policiais encontraram uma réplica de arma.
O trio negou a tentativa de roubo, mas foi encaminhado ao plantão policial. Eles prestaram depoimento e foram liberados após o registro de apreensão do objeto.
]]>Conforme apuração do Policial Padrão, um pedestre que não quis se identificar denunciou que havia armamentos em uma casa na Rua Bilbao.
A PM foi ao local e falou com o morador, um programador de 44 anos. Ele contou que aluga a casa há quase seis anos e que não sabia nada a respeito das armas.
A polícia fez buscas na área indicada e encontrou uma pistola calibre .380 e três espingardas calibres 12, 22 e 28. Também havia 1.080 de calibres diversos, incluindo de fuzil, algumas delas já estavam deflagradas.
Após a descoberta, a polícia questionou novamente o morador. Ele alegou que o armamento poderia ser do dono do imóvel, mas o homem mora nos Estados Unidos.
A PM apreendeu todo o armamento e apresentou o caso na unidade da Polícia Civil. A autoridade de plantão liberou o morador após ele prestar depoimento.
]]>De acordo com a corporação, por volta das 02h, a equipe estava em patrulhamento quando avistou dois veículos próximos ao alambrado de uma empresa. Quando os guardas se aproximaram, os suspeitos rapidamente entraram nos veículos e saíram sentido bairro Antônio Zanaga.
Um dos veículos foi abordado com grande quantidade de cobre. Os ocupantes desse carro, alegaram que acharam o material descartado e que iriam vender o cobre, em um ferro velho localizado no Bairro Profilurb, próximo da casa onde moravam.
A mulher de 33 anos e o homem de 51, foram conduzidos até a Central de Polícia Judiciária (CPJ) juntamente com o veículo. Depois de serem ouvidos, os suspeitos foram liberados.
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