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Tem de existir, portanto, o Além para saciar esse desejo inato de vida sem fim, presente em todo homem ou mulher, independente da época, local ou cultura em que esteja inserido. Entretanto, como dizer isso se todos nos defrontaremos com a morte?
Aqui, a resposta da nossa fé católica é mais completa do que a da importante, mas limitada razão humana (campo da Filosofia). Pois bem, A Fé, partindo da Revelação de Deus a nós, garante que “a morte não constitui o momento final da existência humana, mas apenas um ponto de passagem; a vida humana prolonga-se para além da morte e é só na fase sucessiva à atual que a nossa vida atinge a plena e definitiva realização” (Battista Mondin. Antropologia Teológica. 3ª ed. São Paulo: Paulinas, 1986, p. 372).
Mais: “com a sua morte, Jesus Cristo derrotou a nossa morte e com a sua ressurreição antecipou a nossa ressurreição. […] Depois da morte e da ressurreição de Cristo, temos uma garantia de que a morte física não marcará o fim de nossa vida e que uma existência melhor nos espera, onde também o nosso corpo sofrerá uma transformação profunda, uma real transfiguração. Só se obterá uma libertação plena e perfeita pela ressurreição gloriosa, porque ainda nos achamos atualmente ‘suspirando pela redenção do nosso corpo’ (Rm 8,232)” (idem, p. 374).
Ora, isso é muito importante, mas pouco ensinado. Infelizmente! Daí a razão de ser do nosso livro “Para ser feliz nesta e na outra vida. Brevíssimo tratado de Escatologia” (Cultor de Livros, 2021, 124 páginas). Contém ele a síntese segura do que a Igreja ensina e de como Ela ensina.
Distingue o que é de fé do que, embora importante, não ultrapassa a opinião de teólogos. Tudo isso bem fundamentado na Bíblia e na Tradição interpretadas pelo Magistério da Igreja e calçado na opinião de renomados teólogos, além de elucidativas notas de rodapé.
A divisão livro é a tradicional da Igreja ao tratar da Escatologia (parte da Teologia que estuda as últimas – novissima, no latim, e scatá, no grego – coisas da vida). Começa abordando a vida neste mundo e o sofrimento humano (I).
Passa aos acontecimentos que dizem respeito a cada pessoa em particular: a morte, o juízo após a morte, o céu, o purgatório, o inferno, o debatido limbo das crianças e a vida consciente da alma separada do corpo no além (II).
Chega aos eventos que se referem ao fim da história do universo ou ao fim dos tempos. Por conseguinte, afeta a todos os seres humanos. Aí, se estuda a ressurreição da carne, o juízo universal na segunda vinda gloriosa de Cristo e o fim do mundo (III).
Isso posto, faz-se oportuno tratar também de alguns temas complementares; com esse nome entendemos os assuntos ligados à Escatologia por uma concatenação lógica de ideias, mas que não fazem parte do tratado em si.
Aqui, abordamos a reencarnação, a evocação dos mortos e a invocação dos santos, a expressão de fé “Fora da Igreja não há salvação”, Deus, a religião e a Igreja Católica, a essência da Igreja que é, ao mesmo tempo, divina e humana, as indulgências e a existência ou não de vida em outros planetas, à luz da ciência e da fé (IV).
Em Apêndice, a famosa aposta de Blaise Pascal, filósofo francês do século XVII, com o título: “É melhor crer ou não crer?”.
Em suma, conhecer a morte – cujo medo demasiado é patológico assim como também o é (salvo casos muito especiais) não sentir temor algum dela – e o seu depois, faz com que sejamos mais confiantes e tranquilos. Isso é o que muito bem nos lembra Dom Fernando A. Rifan, Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, no belo prefácio à obra.
Queira, pois lê-la e divulgá-la. Ajudará a muitas almas aflitas. Muito grato!
]]>Antes do mais, aproveito para agradecer, de público, ao Dr. Ives o belo Prefácio ao livro “Papa Bento XVI: aspectos polêmicos do seu pontificado” (ainda inédito) e o breve, mas substancioso parecer que deu à obra “Obedecer antes a Deus que aos homens: a objeção de consciência como direito humano fundamental” (Cultor de Livros, 2021), ambas escritas por este irmão que assina o presente artigo.
Voltando ao tema da participação do PM de folga no ato do dia 7 de setembro, dei, de início, o meu modesto entendimento ao Dr. Ives: “A meu ver, ele [o PM] pode ir, desde que o ato seja pacífico e ordeiro, ainda que a favor de Bolsonaro, como poderia ir a favor de Lula ou de outros eventuais políticos. A medida proibitiva, seja do governador, seja do alto Comando da PM, parece afrontosa a vários incisos do artigo 5º da CF de 88” (Mensagem eletrônica de 30/08/2021).
No mesmo dia, o consagrado jurista respondeu com sua nobre e clara linguagem jurídica culta: […] “Infelizmente, estou sem condições, por falta de tempo, de elaborar um parecer. Considero, entretanto, que a Constituição não proíbe a presença de qualquer eleitor em manifestações pacíficas. Ora, como o militar pode votar e, nas condições do artigo 14 da CF/88, até ser elegível, entendo que, à paisana, fora do horário do trabalho, não ostentando sua condição de militar, mas de mero cidadão, pode, pacificamente, assistir manifestações populares” (Mensagem eletrônica de 30/08/2021).
Eis porque a proibição de o policial militar de folga participar, de modo pacífico, com sua família e amigos, da manifestação de 7 de setembro nos soa despropositada.
]]>Tais Vilas, como as que já existem para as Forças Armadas, trariam, certamente, muitos benefícios a cada policial, a seus familiares e à sociedade em geral. Sim, ao policial porque ficaria mais confiante quanto à segurança de sua família e, deste modo, trabalharia, psicologicamente, melhor. Ora, tal ganho, como se vê, não é apenas do Pm em serviço, mas de toda a sociedade.
Mais: a família colocada em um ambiente de proteção e calmaria, fica menos apreensiva e desestressada. Em consequência, o convívio dentro do lar é melhor para o policial que volta da “batalha diária” a um ambiente harmônico, calmo e acolhedor. A autoestima tende, assim, a melhorar muito. No próximo turno de trabalho, a Corporação e o povo em geral terá um agente, realmente, descansado, atento e motivado para mais bem atuar ante os desafios impostos.
A referida Vila contará, ainda, com área de lazer com quadra, campo de futebol ou outras modalidades de esportes, inclusive academia de musculação e artes marciais, aptas a complementar a formação recebida na Polícia e manter o PM bem preparado sob vários aspectos. Para as crianças, a Vila terá Colégio Militar aberto também a quem, de fora, nele queira estudar. Pergunta-se: por que um Colégio Militar?
Porque, no complicado sistema público de ensino brasileiro, os colégios militares têm – junto às escolas técnicas – se sobressaído na qualidade da educação, de modo que seus alunos obtém, via de regra, as elevadas notas do ENEM. Sem falar na boa disciplina: aí impera a ordem, porém não o autoritarismo.
É certo que a Vila contemplará todos os PMs – especializado, de área, ambiental e bombeiro – cuja residência e demais benefícios estarão disponíveis enquanto o policial servir naquela unidade. Cremos, no entanto, que tal moradia há de ser opcional e que exista ainda o princípio de subsidiariedade, ou seja, cada um mantenha, dentro do padrão geral da Vila, a sua casa como é do seu agrado. Afasta-se, desse modo, o modelo comunista no qual o Estado sufoca a livre iniciativa da pessoa.
Alguém poderia – com isenção de ânimo – calcular, amigo(a) leitor(a), o valor de um militar que arrisca a própria vida para salvar a sua ou a de um ente querido seu em um acidente ou incidente de qualquer magnitude? Que, enquanto todos podem (e devem) se trancar dentro de casa diante de tiros disparados na rua, ele se põe a caminho do endereço do qual vêm os tiros a fim de evitar um mal maior à população?
É certo que, avaliado apenas no aspecto frio e financeiro, alguém poderia dizer: “Ele ganha para isso. Escolheu a profissão porque quis ou gosta. Fosse fazer outra coisa menos arriscada”. Tudo isso é verdadeiro. Contudo, pensando em nível mais amplo, a pergunta pode ser repetida: quanto, realmente, vale alguém assim? Não merece ele todo apoio possível da sociedade que defende?
Ainda: rebatamos um erro lógico: há quem diga que a Polícia é uma instituição corrupta, dado que o policial X ou Y agiram de má-fé, de forma reiterada. Ora, há aí o que conhecemos por “generalização apressada”, ou, em linguagem popular, “pela parte (alguns maus PMs) se julga o todo (a instituição Polícia Militar)”. É uma grosseria mental que não resiste ao crivo da Lógica.
Quem desejar combater a Polícia, terá, portanto, de encontrar outro argumento. Em contrário, todavia, aquele(a) que aspira ajudá-la poderá, certamente, em seus meios, defender o bom trabalho da PM e debater sobre a importância de Vilas Militares em nosso Estado.
Vanderlei de Lima é eremita, filósofo pela PUC-Campinas e escritor; Luiz Roberto Moraes é Tenente Coronel PMESP Reserva.
]]>Esta Carta Aberta tem por objetivo lembrá-lo do pedido que, já há algum tempo, faço: que V. Excelência permita no Regulamento de Uniformes (RU) da Polícia Militar do Estado de São Paulo, na cor própria do uniforme, um gorro simples de lã a proteger a cabeça e os ouvidos do PM, ficando a face descoberta.
Tal pedido visa, se concretizado, graças ao seu bom-senso e até mesmo à sua compaixão (= sofrer com), oferecer, de modo humanitário, uma maior sensação de conforto ao policial em serviço, pois tem de patrulhar com os vidros da viatura abertos para, no jargão interno, “sentir as ruas”, o que pode prejudicar os ouvidos com o vento frio a formar corrente. Observação semelhante vale ao policial fora da viatura exposto ao frio intenso.
Ora, tem-se como verdade que “o frio favorece a contração dos músculos e tecidos que envolvem o canal do ouvido e deixa a pele mais sensível. Essa contração é o que provoca a dor. Não se trata de otite (infecção de ouvido), apenas dor no canal auditivo. A dica é se agasalhar, usar gorro” (cf. Dráuzio Varella. In: https://drauziovarella.uol.com.br/otorrinolaringologia/5-mitos-e-verdades-sobre-dor-de-ouvido/, acesso em: 05/06/2020). No conforto, trabalha-se melhor.
Óbvio é que a referida proteção seria optativa, ou seja, ficaria a critério do policial, para uso noturno e diurno, no período de inverno e nos demais dias frios a, eventualmente, ocorrerem também em outras épocas do ano e nos quais cada um se protege como pode.
É de se indagar qual a grande razão para que, nos dias de frio rigoroso, todos possamos – e até devamos – nos agasalhar com gorro, mas os policiais militares em serviço não possam? É sumamente importante rever isso como já ocorre em alguns Estados. Importa valorizar o nobilíssimo trabalho desses homens e mulheres de farda cinza. Afinal, eles dão a própria vida, se preciso for, para salvar a de tantos cidadãos que sequer conhecem.
Este apelo vem de um religioso católico sem, é óbvio, nenhuma pretensão político-partidária. Traz apenas a preocupação de quem mantem amplo contato com a opinião pública e a ouve.
Ademais, os PMs – embora votem – não podem fazer greve nem reclamar de quase nada. Todavia, nós, que ainda vivemos num país tido por democrático, podemos – na internet, em alguns jornais ou nas igrejas, ruas, praças etc. – dizer uma palavra a favor deles. Palavra que, com a graça de Deus, chega a milhares e milhares de famílias.

Daí o nosso respeitoso pedido público ser bastante simples: Sr. Governador, permita, de modo optativo, que os policiais desejosos de usar gorro, na cor do uniforme, possam fazê-lo sem sofrer quaisquer sanções. É um ato de humanidade.
Tal pedido cabe aos fiéis católicos fazerem, uma vez que a Igreja “vivendo na história, deve estar atenta aos sinais dos tempos e interpretá-los à luz do Evangelho. Comungando nas melhores aspirações dos homens e sofrendo de os ver insatisfeitos, deseja ajudá-los a alcançar o pleno desenvolvimento e, por isso, propõe-lhes o que possui como próprio: uma visão global do homem e da humanidade” (Paulo VI. Populorum Progressio, n. 13); mas não só aos católicos. Também o cabe aos irmãos das demais Igrejas, Comunidades cristãs ou não cristãs que sabem ser impossível amar a Deus sem amar o próximo (cf. 1Jo 4,20-21). Mesmo quem não é religioso poderá sentir-se apoiador desta causa simples, mas nobre, pois compartilha conosco da dignidade da natureza humana que nos é comum.
Certo de sua humanidade, atenção e empatia, assino, esperançoso de ver, em breve, aqui publicada sua resposta. Deus o ilumine sempre na sua vida e missão!
]]>A definição de felicidade segundo o sábio filósofo Aristóteles (384-322 a.c), “consiste em uma atividade da alma conforme a virtude. É o bem supremo, que tem um fim em si mesmo, sendo almejado por todos. Sendo que o que constitui a felicidade são ações virtuosas e as atividades viciosas conduzem o contrário”. Perceba então que a felicidade é um estado de espírito e está diretamente ligada à ação virtuosa do agente ativo, ou seja, você! Sua felicidade não está relacionada e não depende de ninguém, a não ser de você mesmo e de suas virtudes. Não é Ser feliz, mas estar feliz! Sentir-se feliz com os momentos cotidianos e diários.
Quando essa prática for uma constante em sua vida, automaticamente o sentimento de felicidade estará presente com maior naturalidade em seu espírito, no seu dia a dia, por isso sorria mais, sorriso atrai felicidade. Agradeça mais, gratidão atrai felicidade. Procure ser justo, justiça atrai felicidade. Ame mais, amor atrai felicidade.
Ter objetivos, fazer planos, projetos profissionais e pessoais é muito importante para o seguimento e crescimento pessoal, uma pessoa feliz e grata consegue ver a felicidade no caminho, na construção, no dia a dia, na busca dos sonhos, ainda que ainda não os alcançou, ela sente que está no caminho certo, deita tranquila em seu travesseiro e consegue saborear a satisfação do passo a passo na busca do ideal. Enquanto uma pessoa que não entendeu o processo da simplicidade e do passo a passo torna o caminho da conquista uma luta diária, uma briga árdua, triste e por vezes insuportável.
Para Aristóteles “é mais feliz a pessoa que entende o processo do conhecimento do que a pessoa que atinge o objetivo sem entende-lo”, para ele como já citado, a felicidade está relacionada a 11 (onze) virtudes, domine estas onze virtudes e serás feliz, são elas: Coragem, Temperança, Generosidade, Magnificência, Humildade, Paciência, Verdade, Astucia, Simpatia, Vergonha e Justiça.
Sigamos mais adiante com as ideias de nosso saudoso filósofo, ele nos orienta que devemos atentar que para cada virtude, estará a ela vinculado, dois vícios por si só, cabe a nós a justa medida, o equilíbrio necessário entre a virtude e o vício, não é tão complicado, explico:
A virtude da Coragem! A Coragem deve ser obtida “na justa medida” para impulsiona-lo a frente da batalha e resolução do conflito, contudo não ao excesso de coragem para não se expor-se indevidamente ao perigo da linha de frente, também, não a falta de coragem para que não seja abatido como covarde. Entenda, como tudo é uma questão de “bom senso” em um trocadilho para os nossos dias.
A virtude da Justiça! A justiça deve ser aplicada “na justa medida” entre lidar de forma justa com os outros, está entre o egoísmo próprio e a abnegação alheia. Essa virtude também pode ser aplicada em diferentes situações da vida cotidiana, com empatia, afeição e afeto.
Poderíamos fazer esse exercício prático na aplicação da justa medida a todas as virtudes aplicadas por Aristóteles, o mais interessante é que ele deixa espaço para erros, para questionamentos, para aprendermos e melhorar sem nos condenar a ser pessoas más ou que não consigamos nos adaptar a proposta das virtudes e sermos felizes.
Por fim, existem dois dias que nunca poderemos ser felizes, um foi ontem e outro será o amanhã? Sinta-se grato e feliz agora pela tua vida, por estar consciente e lendo este breve artigo, respirando, pensando e quem sabe sentindo o aroma e sabor de um belo café.
Pare!
Respire fundo!
Sinta-se feliz por estar vivo HOJE!
É correta pois, realmente, os legítimos valores femininos hão de ser defendidos, de modo convicto e ardoroso. Basta ler A dignidade da mulher (1988) e Carta às mulheres (1995), de São João Paulo II, disponíveis no site do Vaticano, bem como o livro Por um novo feminismo, da Dra. Sueli Caramello Uliano, Editora Quadrante.
Bem outra, porém, é a ideologia subversiva feminista – contrária a Deus e à sua Lei natural moral – do século XX. Esta, em síntese, teve como grande propagadora Simone de Beauvoir (1909-1986) por meio de seu livro O segundo sexo.
Para compor essa obra, “Beauvoir baseou-se no princípio da luta de classes, arma que Marx inventou contra a ‘opressão’ dos ricos sobre os pobres, e estendeu o conceito à ‘opressão’ do homem sobre a mulher”, assegura Paulo Henrique Américo de Araújo na revista Catolicismo n. 813, setembro de 2018, p. 19. Aqui já se vê a origem marxista e esquerdista – portanto parcial e mentirosa – desse tipo pernicioso de feminismo.
Sim, a moral marxista é parcial e relativista, pois sua base é apenas o que interessa ao Partido, de modo que nela “os fins justificam os meios”. Expliquemos: na moral católica, os fins (pagar dívidas) não justificam os meios (roubar), mas no marxismo e nos partidos ou nas ideologias que o seguem, sim; daí, ser plenamente aceitável roubar, matar e, em especial, mentir para tomar o poder, nele permanecer ou a ele retornar.
“O mundo marxista é o reino das meias-verdades que se transformam em dogmas. Dogmas que os cidadãos hão de crer hoje e que amanhã serão renegados” (Dom Estêvão Bettencourt, OSB. Curso de Doutrina Social da Igreja. Rio de Janeiro: Mater Ecclesiae, 1992, p. 172).
O que afirmamos já explica a incoerência evidente de certas correntes feministas que – mesmo caindo no descrédito da opinião pública – só enaltecem mulheres que interessam à sua causa revolucionária, mas menosprezam verdadeiras heroínas de ontem e de hoje. Fiquemos com três exemplos recentes.
O primeiro é o de Katia Sastre, policial militar. À paisana, por estar de folga, reagiu a um assalto e eliminou um homem que, em 12 de maio de 2018, de arma em punho, aterrorizava mulheres e crianças, após festa escolar, visando roubá-las, feri-las ou até mesmo assassiná-las. Não mereceu o mínimo apoio feminista.
Ela é policial militar que, na distorcida visão esquerdista, talvez represente a “opressão” elitista, e não a ordem. Também agiu – ainda que indiretamente – segundo um princípio da Lei natural moral adotado, é óbvio, pela Igreja Católica a permitir (e até a exigir a quem de direito) defender a própria vida e a de outros, inclusive eliminando, se preciso for, o homicida em potencial, de acordo com o Catecismo da Igreja Católica n. 2263-2266. O povo, voltando as costas ao feminismo radical, elegeu Katia Sastre deputada estadual com 264.013 votos.
O segundo é o de Asia Bibi, uma mulher, esposa, mãe de cinco filhos e cristã paquistanesa, condenada à morte por “blasfêmia”, segundo a lei islâmica. Estava desde 2009 na macabra expectativa da morte. Foi, agora, libertada, mas até o momento em que escrevemos, corre risco de vida.
Nenhuma palavra de movimentos feministas. Não é para menos. Asia Bibi é ícone vivo do testemunho cristão frente ao relativismo comunista, à fidelidade matrimonial, à maternidade, qualidades tão combatidas pelo feminismo marxista e esquerdista. Ela, pelo simples fato de existir, é uma opositora da revolução contra a vida indefesa, a família, a religião etc.
O terceiro é Janaina Paschoal. Foi a deputada estadual mais votada da história com 2,06 milhões de votos. Não mereceu fortes elogios feministas. Afinal, ela não é só renomada profissional do Direito, mas também mulher direita e direitista que, por sinal, muito estorva parte da esquerda perdida na própria arapuca ilógica e impopular que criou.
Depois de todas essas parcialidades ideológicas esquerdistas evidentes, você, leitor(a), ainda acredita nesse feminismo revolucionário? – Nós não!
]]>A pergunta que fica após o episódio é: “você sentiu empatia por Lázaro Barbosa?” se sim, Não sinta-se culpado por este sentimento, pois ele tem nome e sobrenome, isso está muito próximo da Síndrome de Estocolmo (e pode ser explicado), mas o que isso significa?
“Síndrome de Estocolmo é um estado PSICOLÓGICO em que a pessoa submetida a intimidação, medo, tensão e até mesmo agressões, passa a ter empatia e sentimento de AMOR e amizade por seu AGRESSOR”.
O nome vem do primeiro caso registrado da síndrome na cidade de Estocolmo na Suécia, durante um roubo a banco uma jovem vítima de sequestro, passou tanto tempo com o sequestrador que acabou desenvolvendo sentimentos por seu algoz.
Ok, mas o que tenho com isso? Você pode questionar! Claro que para a Síndrome de fato ser diagnosticada, o contato pessoal deveria existir. Ocorre, que de certa forma todos fomos e somos reféns deste tipo de caso e ocorrências no Brasil. A imprensa cobre o fato de forma a “enaltecer”, “aplaudir”, “estimar” (ainda que para você de forma involuntária). As emissoras iniciam uma corrida para apresentarem a história de sua família, a infância, os amigos, o cotidiano do indivíduo. Assim, o telespectador começa a sentir simpatia, afeição, interesse, empatia pelo agressor já que não se apresenta mais seus crimes, mas sua história. Em alguns países a imprensa não divulga o nome do indivíduo em casos semelhantes, para o público não desenvolver este sentimento involuntário e assim o autor permanecer incógnito e anônimo.

Agora que conhecemos o básico da essência da Síndrome de Estocolmo, para sermos justos e imparciais, avaliemos com o mínimo de empatia também o lado humano do estado, o braço forte, o defensor do cidadão de bem, o Policial envolvido na mega operação. Lázaro não foi morto de qualquer jeito como alguns julgaram! Ele foi morto da maneira que ele próprio antepôs, com sua soberba, empáfia e brutalidade que apresentou durante sua vida e sua fuga.
Façamos uma experiência: imagine VOCÊ ser um policial aplicado, envolvido, comprometido e designado na busca, VOCÊ, policial, tem um fuzil na mão, sua família em casa e uma mata a frente, com um psicopata especialista em caçar, estuprar, matar e fugir!
Lembro que o assassino já era procurado pela justiça, após fugir do presídio onde cumpria pena por duplo homicídio, vivia tranquilo nas ruas de Brasília, acostumado com a tolerância de seus familiares e a sensação de impunidade da justiça, decidiu roubar mais uma família ( não se sabe ainda se por vontade própria ou a mando de alguém), matando o pai, os dois filhos e levando a mãe (vítima) consigo, matando-a também e deixando o corpo nu próximo a um riacho.
Na sequência da fuga, após tentativa de abordagem dos policiais, ele atirou e feriu dois policiais (seus parceiros, que poderiam ser você) com disparos de arma de fogo, sequestrando e ameaçando pessoas e caseiros humildes nas proximidades, dando um recado claro de que não seria preso sem revidar, dando o recado de que “vou mas levo comigo mais alguns”.
Lembre-se que VOCÊ (o policial) que está no encalço deste marginal (aquele que vive as margens da lei), após 20 dias ininterruptos, dois confrontos diretos, um jogo de gato e rato exaustivo, estará mais uma vez “cara a cara” com aquele que certamente “quer levar mais um” e se for da força do estado melhor. Pergunto: “Como será a abordagem?”, certamente é uma abordagem que foge à regra, é a exceção à regra, caso não seja enérgica o suficiente para a segurança da equipe a baixa é certa, a baixa é VOCÊ!
O fato é que todos temos direitos e também deveres, temos a lei do retorno, nada é castigo, mas tudo é consequência das escolhas, dos atos, das propensões. Temos o livre arbítrio de escolher como viver e até como morrer. Certo afirmar que todo este cenário circundou, cingiu e envolveu muita inquietação, ansiedade, comoção, emoção, aflição, angustia, medo, desassossego e adrenalina.
Agora você já conhece a síndrome de Estocolmo e também o mínimo da realidade de homens e mulheres policiais que dias a fio, sem interrupção e sem descanso deram o melhor de si em prol do sossego alheio e graças ao bom Deus voltaram para suas famílias incólumes, ilesos, salvos e íntegros, sabe por quê?
Porque está escrito:
“Se o ladrão for achado roubando, e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue”. (Êxodo 22-2).