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Além disso, a resolução determina que o uso de banheiros, vestiários e outros espaços segregados por gênero, quando existentes, deve ser de acordo com a identidade e/ou expressão de gênero de cada estudante.
Após a publicação, alguns deputados, como Nikolas Ferreira (PL-MG) e Filipe Barros (PL-PR), começaram a disseminar informações falsas sobre o assunto.
Em um vídeo publicado em uma rede social, Ferreira afirmou erroneamente que o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC) havia instituído banheiros unissex em todas as escolas do país, enquanto Barros alegou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia implementado essa medida no Brasil.
O MDHC esclareceu que a resolução visa garantir o uso dos banheiros, vestiários e outros espaços de acordo com a identidade de gênero de cada estudante. O órgão também mencionou medidas para minimizar o risco de violência e discriminação, incluindo a possibilidade de adoção de banheiros de uso individual, independentemente do gênero, além dos já existentes masculinos e femininos em espaços públicos.
A resolução também prevê a realização de campanhas de conscientização sobre o direito à autodeterminação de gênero das pessoas trans e suas garantias, bem como a fixação de cartazes informando que se trata de espaços seguros e inclusivos para todas as pessoas.
O Ministério esclareceu que a resolução não tem caráter legal ou de obrigatoriedade e não menciona banheiros unissex. Além disso, não existe nenhum decreto ou ordem de autoridade superior que obrigue o cumprimento da resolução sobre o tema. A resolução fornece apenas orientações para o reconhecimento institucional da identidade de gênero e sua implementação.
O ministro de Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Almeida, informou que acionou a Advocacia-Geral da União para investigar o caso e tomar as medidas legais cabíveis. “Quem usa a mentira como meio de fazer política, incentiva o ódio contra minorias e não se comporta de modo republicano tem que ser tratado com os rigores da lei. É assim que vai ser”, afirmou o ministro em uma rede social.
Após tomar ciência de que uma mulher havia acabado de ser agredida pelo marido no bairro Jardim Dalla Costa, os guardas foram até a residência para averiguar a denúncia.
No local, os guardas foram recebidos pela mãe do agressor, que negou qualquer agressão de seu filho. Ela também negou que ele estivesse na casa. Contudo, ainda no local, os guardas receberam a informação de que a vítima havia procurado por socorro em outra casa e que seu marido estaria sim na casa junto com sua mãe.
Novamente questionada, a mãe autorizou a entrada da equipe na casa, localizando o agressor em um dos quartos. Cientificado da denúncia, ele negou a agressão, mas concordou em ir até a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) para dar esclarecimento. Na delegacia, a delegada plantonista tomou conhecimento do ocorrido e deu voz de prisão em flagrante ao agressor.
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