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O motorista, de 30 anos, ficou nervoso durante a abordagem e chamou a atenção dos policiais. Eles vistoriaram o carro e encontraram a carga de 225 celulares estrangeiros, avaliada em mais de R$ 200 mil.
A polícia apreendeu o veículo e os aparelhos e apresentou o caso na Delegacia da Receita Federal, em Presidente Prudente (SP). Já o motorista foi indiciado e responderá em liberdade pelo crime de descaminho.

A equipe, com os agentes estaduais, interceptou um veículo de transporte coletivo com itinerário São Paulo-SP a São Luís-MA.
Durante a vistoria do veículo, identificado placas, os agentes descobriram um compartimento oculto repleto de aparelhos celulares de várias marcas e modelos, todos sem a devida documentação fiscal. Esta descoberta evidenciou um caso claro de descaminho, uma prática ilegal de importação de mercadorias.
Após a constatação, a equipe do TOR contatou a Delegacia da Polícia Federal em Piracicaba.
O Delegado Júlio Sávio Monfardini, responsável pelo caso, orientou a apresentação das partes envolvidas, do veículo e dos objetos apreendidos para registro da ocorrência. Na delegacia, foram formalmente apreendidos os 591 celulares e ouvido o então proprietário dos produtos irregulares, que posteriormente foi liberado.
]]>De acordo com a polícia, a ação acontece em conjunto com a Receita Federal e com a cooperação do Ministério do Trabalho. O alvo da investigação é uma organização criminosa que atua na falsificação e contrabando de cigarros de marcas paraguaias.
A Justiça realizou um bloqueio de bens contra 38 pessoas físicas e 28 pessoas jurídicas, num total de R$ 20 milhões.
Mais de 165 policiais federais estão cumprindo 11 mandados de prisão preventiva, 13 mandados de prisão temporária e 35 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da Justiça Federal. Confira os locais da operação:
A partir de investigação realizada pela Polícia Federal e acompanhamento do esquema criminoso pela Receita Federal foi possível identificar toda a cadeia de produção dos cigarros clandestinos na região de Divinópolis, além de toda a organização criminosa envolvida no esquema de fabricação de cigarros paraguaios falsos.
Foi revelado que a quadrilha, chefiada por um empresário de Barueri (SP), cooptava trabalhadores no Paraguai. Depois, ele os levava para fábricas clandestinas no Brasil, na região de Divinópolis (MG).
Essas pessoas eram submetidas a condições de trabalho análogas à escravidão, permanecendo reclusos, sob vigilância, e incomunicáveis, por vários meses, no interior dos estabelecimentos.
Tinham, ainda, seus telefones confiscados e eram impedidos de ter qualquer acesso ou contato com o mundo exterior. Eles sequer sabiam o local em que se encontravam, pois eram conduzidos até as fábricas com olhos vendados.

A distribuição dos cigarros falsos era feita em caminhões com a ocultação destes produtos, atrás de cargas de calçados produzidos na região de Nova Serrana (MG).
Os presos responderão por um ou mais dos seguintes crimes elencados com as respectivas penas máximas:
De acordo com a polícia, a abordagem aconteceu por volta das 22h30, na altura do km 123 da Rodovia Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros (SP-340).
O suspeito estava em um Fiat Strada e mudou de cabine ao ver os policiais na altura da praça de pedágio. A atitude suspeita motivou a abordagem.
Na vistoria do veículo, a equipe encontrou diversos produtos sem nota fiscal. O material incluía cigarros eletrônicos, roupas e diferentes acessórios para o consumo de narguilé. Também havia R$ 170 e 35 euros.

O abordado, de origem síria, afirmou que os produtos estavam vindo de São Paulo e que ele possui uma loja de tabacos em Jaguariúna (SP).
A polícia apreendeu todas as mercadorias e comunicou a ocorrência no plantão da Polícia Federal de Campinas. O homem vai responder pelo contrabando em liberdade.
]]>A ação policial foi desencadeada a partir de uma denúncia anônima que alertou sobre a presença de um caminhão carregado com cigarros contrabandeados, seguindo pela cidade de Sumaré em direção a Jundiaí.
Com as informações, os investigadores passaram a monitorar de perto o caminhão, realizando um acompanhamento cuidadoso do veículo. Em uma tentativa desesperada de escapar das autoridades, o motorista chegou a tentar desviar a rota, porém acabou sendo interceptado pelos policiais.
Ao revistar o veículo, os policiais encontraram caixas de cigarros escondidas sob uma camada de fardos de papel higiênico.

Ao todo, a equipe apreendeu 600 caixas de cigarros que totalizaram 300 mil maços, cuja comercialização é proibida no Brasil, sendo esses produtos de origem paraguaia.
Diante das evidências, o homem foi indiciado e o caso foi oficialmente registrado como contrabando na DIG de Jundiaí, representando mais um golpe significativo no combate ao comércio ilegal de cigarros no país.
]]>Durante uma operação os policiais do Grupo Tático Ostensivo Rodoviário do 2º Batalhão de Polícia Militar Rodoviário abordaram um caminhão que trafegava em alta velocidade. O motorista ao ser questionado informou que transportava caixas de cigarros vindas do Paraguai.
Na mesma ocasião os policiais também viram outro caminhão, com as mesmas características que o primeiro, em alta velocidade, que estacionou em um posto de combustível em Penápolis, no interior de São Paulo. Um homem foi abordado e em seu calçado os policiais encontraram a chave do veículo.
O motorista confessou o crime e contou que junto com outro caminhoneiro levariam 950 caixas para Minas Gerais. A dupla foi presa em flagrante e encaminhada para a Polícia Federal de Araçatuba.
]]>De acordo com a polícia, após apurar uma denúncia a equipe conseguiu um mandado de busca e apreensão para vistoriar o local situado no Jardim Colina.
No comércio, os policiais encontraram 10.234 unidades de cigarros eletrônicos. Como a comercialização desse tipo de produto é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2009, o dono do local foi detido.
]]>A Polícia Civil começou a investigar o influenciador após as diversas postagens de vídeos debochando das instituições.
Os policiais constataram que o influencer teve uma ascensão patrimonial não condizente com sua realidade e não declarada.
Tal fato, motivou o pedido de um mandado de busca e apreensão na casa do investigado.
No local, as equipes encontraram diversas peças de motos que ele revendia, sem comprovação de origem lícita e peças com o sinal identificador apagados.
Além disso, os investigadores constataram que ele realizava rifas ilegais pela internet.
Durante a operação, as equipes ainda apreenderam três motocicletas e um carro de luxo.
O influencer e a esposa dele foram presos pelos crimes de descaminho, adulteração de sinal identificador e contravenção penal.
]]>Por volta das 16h30, a equipe abordou um veículo na Rua Maestro Silvio Bianchi e descobriu a carga irregular na vistoria.
O motorista não tinha nada ilegal. Já no carro, havia 199 pacotes de cigarros, possivelmente de origem estrangeira, caixas de rojões e de bombas, além de outros objetos.
A equipe apreendeu todo o material e registrou o caso na Central de Polícia Judiciária (CPJ). A autoridade determinou a apreensão da mercadoria e liberou o condutor do veículo após o registro da ocorrência.
A abordagem ocorreu no quilômetro 124 da Rodovia Anhanguera (SP-330). Segundo a polícia, durante a vistoria no ônibus, os policiais encontraram um pacote escondido no compartimento da lixeira, próximo ao banheiro, com cerca de 20 aparelhos celulares de diversas marcas, todos embalados e armazenados em sacos plásticos.
Também conforme a corporação, o ônibus saiu de São Paulo com destino ao estado do Piauí e três motoristas se revezavam na direção do veículo.
Um deles informou que tinha conhecimento do transporte dos aparelhos, mas não tinha as notas fiscais e que se tratava de uma encomenda. Ele alegou não saber os dados do proprietário da mercadoria.
Ao realizar a busca no compartimento de bagagem do ônibus e próximo da cabine do motorista, foram localizadas diversas malas e caixas com mais aparelhos celulares e acessórios, todos sem notas fiscais, totalizando 494 smartphones.
O caso foi apresentado na Delegacia da Polícia Federal de Piracicaba, onde os três motoristas foram indiciados pelo crime de descaminho, com pena de um a quatro anos de prisão.
O trio pagou a fiança estipulada no valor de um salário mínimo para cada um, para responder em liberdade.
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