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No local, foram constatadas precárias condições de higiene, armazenamento inadequado, com carnes colocadas ao chão e temperatura ambiente.
“Eles compravam uma carne de segunda categoria, miúdos, e produziam carne moída, hambúrgueres, almôndegas. Esses produtos não podem ser feitos com qualquer tipo de carne. É proibido o uso de miúdos. Foi encontrado até coração moído […] sacos de 5 kg, 10 kg, que eram distribuídos para restaurantes de Campinas e municípios da região como Indaiatuba”, explicou
Tereza explicou que os supostos responsáveis foram levados pela polícia para prestar esclarecimentos na delegacia. O caso deve ser apurado pelo 11º Distrito Policial.
O espaço não tinha aval do SIM-POA, responsável por inspecionar produtos de origem animal destinados ao consumo humano. Além de inutilização dos alimentos, o espaço foi interditado e outras medidas devem ser tomadas, segundo Tereza. “Um processo administrativo deve ser aberto, os responsáveis têm prazo para defesa, e podem receber outras penalidades”.
Denúncias sobre alimentos de origem duvidosa, sem identificação ou sem selos de inspeção podem ser feitas pelo telefone 156.
Após investigações, a equipe acompanhou um dos suspeitos e flagrou o momento em que ele retirava uma caixa do porta-malas de um transporte por aplicativo. Na caixa, havia um tipo de esteroide usado para tratamento de anemia severa.
Diante dos fatos, a polícia apreendeu o celular do investigado e apresentou o caso no 2º Distrito Policial de Campinas. Ele vai responder por crime contra a saúde pública.
]]>De acordo com a GCM, agentes seguiram até um imóvel na Rua Antônio de Campos Machado, após denúncia sobre comércio de linha-cortante.
Eles falaram com o morador e o homem admitiu a comercialização mesmo sabendo que era proibido. O morador entregou à equipe 71 carretéis com linha e disse que busca o material na capital paulista para revender.
Os agentes apreenderam as linhas e apresentaram o caso na Central de Polícia Judiciária (CPJ). O funcionário público foi multado em R$ 2.480,62 e liberado.
No Estado de São Paulo, a Lei 17.201/2019 proíbe o uso, posse, a fabricação e a comercialização de linhas cortantes. A linha chilena é um tipo de cerol extremamente cortante e perigoso, feito com pó de quartzo e óxido de alumínio.
]]>De acordo a polícia, amostras de combustíveis foram coletadas para análise e algumas bombas lacradas.
Em um dos postos, as equipes localizaram tanques clandestinos com mais de 7 mil litros de etanol, possivelmente destinado à mistura com demais substâncias e venda do combustível adulterado ao consumidor.
A polícia prendeu o responsável pelo local flagrante e ele vai responder por crime contra as relações de consumo. Além da prisão, as equipes apreenderam aparelhos celulares e máquinas de cartão.
Policiais civis da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Campinas e da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí (SP) comandaram a ação. Ao todo, participaram 42 policiais e 15 viaturas.
A operação teve o apoio do Núcleo de Perícias Técnicas do Instituto de Criminalística de Campinas, da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ), do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), Instituto de Pesos e Medidas (IPEM), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Companhia Ambiental (CETESB).
]]>De acordo com informações da Guarda, quatro fiscais chegaram no estabelecimento comercial para averiguar a denúncia e foram recebidos de forma hostil por três pessoas que estavam na adega.
“Os funcionários tentaram até tirar os produtos que estavam sendo vistoriados das mãos dos fiscais”, disse a Comandante da Guarda Municipal de Campinas, Maria de Lourdes Soares.
Em seguida, os responsáveis deixaram a equipe do Procon presa no local e fugiram. Eles chegaram até a esvaziar dois pneus do veículo oficial do transporte da equipe de fiscalização.
Os fiscais ligaram para a Guarda Municipal que compareceu ao estabelecimento comercial e liberou a equipe do cárcere. O proprietário da adega não foi encontrado.

Outra equipe foi até uma filial deste mesmo estabelecimento, mas o local estava fechado.
Na adega, havia produtos com data de validade vencida, mercadorias sem identificação da procedência e alguns galões de água, mas que continham em seu interior um líquido com odor de álcool.
A ocorrência foi apresentada na 2ª Delegacia Seccional.
No estabelecimento, os agentes da Vigilância Sanitária e do Procon encontraram iogurtes e ovos vencidos, além de carnes e outros produtos impróprios para o consumo.
O homem foi multado e vai responder por crime contra as relações de consumo. A ocorrência foi registrada no 1° Distrito Policial (DP) de Indaiatuba.
]]>O mercado foi interditado e o proprietário foi conduzido à delegacia, tendo um prazo de dez dias para apresentar a defesa. Caso seja comprovada a infração, ele poderá ser multado em até R$ 6,4 mil.
Alerta
É importante que os consumidores estejam atentos às datas de validade dos alimentos. Segundo o artigo 7º, inciso IX da Lei 8.137/90, que trata dos crimes contra a ordem tributária, econômica e as relações de consumo, a venda de produtos vencidos é considerada uma infração grave.
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Através de uma denúncia anônima, os policiais chegaram até o estabelecimento que fica na Rua Virgílio da Silva Fagundes.
De acordo com o boletim de ocorrência, os produtos estavam expostos à venda. O material incluía cigarros eletrônicos, acessórios para manutenção, maços de cigarro de origem estrangeira, essências para os eletrônicos e para narguilé.

Ao todo, a polícia apreendeu mais de mil produtos sem notas fiscais.
O dono do estabelecimento foi levado ao Distrito Policial do município, onde permaneceu preso.
]]>De acordo com informações da polícia, o barracão fica no distrito do Matão e foi descoberto durante uma operação contra roubos e furtos.
No local, a equipe descobriu uma linha de produção de canudos de doce de leite que funcionava em um ambiente sem as mínimas condições de higiene.
Ainda segundo a polícia, os doces eram distribuídos em diversas cidades da região.
No barracão também havia várias peças de carro desmontadas.
A Vigilância Sanitária foi chamada e constatou que o local não tinha condições necessárias para a fabricação de alimentos. Após o trabalho da perícia, todos os equipamentos foram apreendidos.
O dono da fábrica foi detido e encaminhado para o plantão policial. O delegado estipulou uma fiança no valor de R$ 20 mil, que não foi paga. Por conta disso, o homem ficou detido.
]]>Segundo a Agência, os combustíveis tinham mais de 50% de etanol anidro na composição, sendo que a legislação permite no máximo 27%
O percentual da substância nas gasolinas comum e aditivada eram de 61% e 54%, respectivamente.
Além disso, existe a suspeita de que a quantidade de metanol no etanol hidratado esteja irregular. O laboratório fará a análise.
No total, 12 bicos de quatro tanques foram interditados. A ANP informou que as interdições são uma medida cautelar para proteger o consumidor, e não formas de punição.
Os autuados vão passar por um processo administrativo. Podem ser multados em até R$ 5 milhões, além de ter o funcionamento do posto suspenso e revogado em caso de reincidência, desde que as irregularidades sejam comprovadas.
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