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A mãe da criança relatou à polícia que estava em outro cômodo cozinhando e ao ir para o quarto, flagrou a mãe fazendo sexo oral no próprio neto. Em choque, ela ligou para o 190.
As partes envolvidas foram enviadas para a Santa Casa para avaliação médica. Há informações de que a avó faz uso de medicamentos e não conseguiu esclarecer o motivo do ocorrido.
O Conselho Tutelar foi acionado e acompanhou o registro da ocorrência de estupro de vulnerável. A avó ficou detida à disposição da Justiça.
O episódio ocorreu em Dumka, no estado de Jharkand, no nordeste do país. O casal tem uma página nas redes sociais com milhares de seguidores onde compartilham imagens viajando de moto em diferentes países do mundo. Desde julho do ano passado, os dois vêm percorrendo a Índia.
Eles denunciaram o ocorrido à polícia local. Segundo noticiado pela imprensa local, quatro envolvidos no crime já foram presos. As vítimas também receberam atendimento médico no país. “Minha boca está destruída”, contou o homem espanhol em vídeo gravado no hospital e divulgado pela internet.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que a embaixada do Brasil em Nova Delhi está prestando assistência à turista brasileira. “Seguiremos acompanhando todos os desdobramentos do caso, em estreita coordenação com as autoridades da Espanha e da Índia”.
A pasta acrescenta ainda que em respeito ao direito à privacidade e em observância aos dispostos legais, não são fornecidas informações adicionais sobre casos individuais de assistência a cidadãos brasileiros.
Em suas redes sociais, a embaixada da Espanha na Índia compartilhou uma mensagem sobre o episódio. “Devemos estar unidos em nosso compromisso pela eliminação da violência contra a mulher em todo o mundo”.
A GCM foi acionada no momento do crime e seguiu até a Rua Avelina Ferreira da Cunha, onde notou diversas pessoas agredindo um homem, que rapidamente deixaram o local.

Os agentes constataram que o agredido tinha acariciado um menino e através de imagens das câmeras de um estabelecimento confirmaram o ato.
O autor estava bem ferido e foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vila Cristina para cuidados médicos. O caso foi registrado como estupro de vulnerável.
Daniel Alves já passou um ano na prisão, tempo que será descontado da condenação. Depois que for liberado, terá que cumprir um período de cinco anos de liberdade vigiada, além da proibição de se aproximar a menos de mil metros do domicílio ou do local de trabalho da vítima por nove anos e seis meses.
“O tribunal considera provado que o acusado segurou bruscamente a denunciante, jogou-a no chão e evitando que ela pudesse se mover, penetrou-a vaginalmente, ainda que a denunciante dissesse que não, que queria ir embora”, diz o Tribunal Superior de Justiça da Catalunha em um comunicado.
“Com isso, está cumprido o tipo de ausência de consentimento, uso da violência e acesso carnal.”
O julgamento do lateral-direito Daniel Alves, acusado de agredir sexualmente uma mulher em uma boate de Barcelona em dezembro de 2022, terminou no dia 7 de fevereiro e durou três dias. Foram ouvidas testemunhas, a vítima, peritos e o acusado.
O Tribunal de Barcelona decidiu manter o julgamento mesmo com o pedido da defesa do atleta para que houvesse uma suspensão por violação de direitos como o da presunção de inocência.
Os magistrados consideraram que nenhum direito foi violado. O tribunal disse que Daniel Alves contou com a presença de uma advogada desde o momento em que foi preso, o que não caracteriza violação de direitos.
Em depoimento, o jogador chorou, alegou uso excessivo de bebida alcóolica e negou que tenha praticado estupro. Na época, a vítima tinha 23 anos. Ela acusa o jogador de agressão sexual.
Daniel Alves ainda pode apelar a outro tribunal. A esta sentença cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça de Catalunha, e teria a última apelação ao Tribunal Supremo, em Madri.
O jogador deve cumprir a pena na Espanha, pelo crime ter acontecido e sido julgado em território espanhol. Caso o brasileiro queira cumprir a sentença em seu país, deveria fazer uma petição à Justiça.
Conforme apuração do Policial Padrão, após uma solicitação do pai da vítima, a Polícia Militar (PM) localizou a estudante desorientada em uma estrada rural, na região do Jardim Empyreo.
A jovem reclamou de dores na região genital e disse que acreditava ter sido vítima de estupro. Segundo o relato da vítima, dois homens a abordaram no Jardim Residencial Santa Carolina e mandaram ela entrar em um carro.
Já no interior do veículo um deles teria injetado algo na coxa esquerda dela fazendo com que perdesse os sentidos. A jovem ainda contou que antes de ‘apagar’ ouviu um deles dizer a frase: “isso é para vc aprender a não mexer mais com a família dos outros”.
Horas depois, ela acordou sozinha na estrada rural em outro bairro da cidade e ligou para o pai pedindo ajuda.
A PM conduziu a vítima ao pronto-socorro da Santa Casa, onde exames constataram apenas a lesão na coxa devido a aplicação da injeção. Ela foi devidamente medicada e liberada.
O caso de estupro foi registrado em um boletim de ocorrência, mas ninguém foi detido.
De acordo com a PM, uma equipe abordou o médico que caminhava pela Rua Goiás após notar uma atitude suspeita. A situação do idoso foi descoberta durante a pesquisa criminal.
Segundo os dados, o idoso foi condenado por estupro de vulnerável e tem uma pena de 12 anos a ser cumprida em regime fechado.
A polícia conduziu o procurado até a Central de Polícia Judiciária (CPJ) e após o registro da ocorrência, ele ficou preso para cumprir a pena.
]]>O denunciante, preocupado, informou que, um homem de 24 anos, estava envolvido com o tráfico de drogas e indicou a residência. Ao entrarem no quarto dos fundos com autorização de um dos moradores, os policiais se depararam com uma cena alarmante: uma mulher de 44 anos, deitada em uma cama e, em outro cômodo, o denunciado, em atos libidinosos com uma menor de 12 anos.
A busca no quarto resultou na descoberta de substâncias ilícitas e materiais relacionados ao tráfico de drogas. Foram apreendidos 1,290 kg de maconha, 0,021 kg de cocaína, dois “tijolos” e 52 porções menores de maconha, 106 “pinos” de cocaína, duas folhas de contabilidade do tráfico, além de dois rolos de plástico filme. A mulher, de 44 anos confirmou que as drogas pertenciam ao abordado.
Dada a gravidade da situação, foi realizada a prisão, com os procedimentos legais e uso de algemas, devido ao fundado receio de fuga. Ele foi conduzido ao Plantão Policial e permanece à disposição da justiça, enfrentando acusações por tráfico de drogas e estupro de vulnerável.
]]>Operação Adaga, identificou um veículo Fiat Uno prata, com dois passageiros exibindo comportamento suspeito. A abordagem foi realizada, e os ocupantes, o primeiro passageiro de 26 anos, e o segundo 58 anos, ambos portadores de RG emitido em Minas Gerais. Embora nada ilícito tenha sido encontrado com eles no momento da abordagem, verificações de antecedentes revelaram que os dois respondiam ao processo de estupro de vunerável, e possuíam mandados de prisão preventiva expedidos contra eles.
O motorista do veículo, identificado como, foi liberado no local após a verificação de que não estava envolvido nos crimes em questão.
Após a confirmação das identidades e dos mandados de prisão, ambos criminosos foram conduzidos ao Plantão Policial de Piracicaba (SP), onde ficaram detidos à disposição da Justiça.
]]>O primeiro crime ocorreu em frente à delegacia local, onde a companheira do suspeito foi encontrada caída com várias perfurações pelo corpo. Apesar dos esforços de socorro feitos pela equipe médica da Santa Casa, a vítima não sobreviveu aos ferimentos.
Enquanto realizava buscas pela área, a PM surpreendeu o criminoso cometendo outro ato violento: o estupro de uma segunda mulher, que relatou ter sido ameaçada com uma faca. O homem foi prontamente detido e encaminhado para a delegacia, onde se encontra à disposição da Justiça.
A Polícia Civil de Ilha Solteira agora conduz as investigações para esclarecer todos os aspectos dos crimes. Informações adicionais da PM revelam que o detido já possuía passagens criminais e estava em liberdade condicional desde junho de 2023, após condenação por roubo com uso de faca.
]]>Na tarde desta sexta-feira (5), a Polícia Militar (PM) deteve um homem acusado de estupro de vulnerável e lesão corporal, no bairro Jardim Dibi, em Leme (SP). O suspeito, foi apreendido após perseguir e agredir uma vítima menor de idade.
De acordo com o relatório policial, a ocorrência teve início quando a mãe da vítima, alegou que um homem não conhecido começou a segui-los enquanto retornavam do supermercado. O agressor, passou a ameaçar e fazer gestos obscenos para a família. Próximo à residência da vítima, o criminoso agarrou o menor por trás, realizando atos libidinosos e causando lesões físicas.
A situação escalou rapidamente quando a mãe tentou intervir, resultando em uma luta física entre ela e o agressor. Um pedestre que passava pelo local tentou ajudar, o que levou o suspeito a fugir. Ele foi posteriormente detido por populares e entregue à Polícia Militar.
Autor foi encaminhado para exame de corpo de delito na Santa Casa e, posteriormente, à Central de Polícia Judiciária. O delegado responsável pela ocorrência, Dr. Otavio Volpini Silva, ouviu os relatos da mãe, vítima e criminoso, ratificando a prisão. O suspeito foi acusado de estupro de vulnerável, lesão corporal, ameaça e vias de fato, permanecendo à disposição da justiça na cadeia de Limeira, SP.
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