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De forma violenta, a dupla roubou o celular da vítima e obrigou que ela fizesse duas transferências via PIX no valor de R$ 500 cada. Após cerca de 30 minutos, o vigilante ouviu que seria posto no porta-malas do próprio carro e aproveitou um descuido dos criminosos para fugir.
A vítima conseguiu chamar a polícia que usou o rastreamento do celular roubado para localizar os bandidos. A dupla estava em uma praça no Jardim Samambaia e tentou fugir quando a Polícia Militar (PM) chegou.
A PM deteve os dois ladrões. Um deles estava com um revólver calibre .38 e o celular da vítima, enquanto o outro portava uma réplica de pistola.
A equipe também conseguiu identificar a pessoa que recebeu o PIX realizado pela vítima. Ele foi detido em casa e todos os três encaminhados para o Distrito Policial.
Os envolvidos no assalto ficaram presos por roubo qualificado e extorsão. Já o rapaz que recebeu a transferência, foi qualificado como investigado e liberado.
Segundo relatos da vítima, ele havia visitado uma casa no Jardim Itatinga, onde, ao final de sua estadia, foi surpreendido com uma cobrança de R$ 3 mil por uma bebida que afirmou não ter consumido. Sem o dinheiro necessário, os donos do estabelecimento retiveram seu carro, exigindo o pagamento para sua liberação. Sob pressão, a vítima foi levada pelos proprietários do local até um hotel no Centro, com a intenção de obter mais dinheiro.
Aproveitando um momento de distração dos extorsionários, a vítima conseguiu contatar a Guarda Municipal. Ao chegarem no hotel, os agentes encontraram apenas a vítima, pois os responsáveis pela extorsão já haviam fugido. A equipe da Guarda Municipal, em seguida, dirigiu-se à casa no Jardim Itatinga, onde deteve três pessoas, incluindo o dono do estabelecimento.

Os detidos, juntamente com a vítima, foram encaminhados para a 2ª Delegacia Seccional para a apresentação da ocorrência. Na casa, foram encontradas garrafas de bebidas vazias avaliadas em cerca de R$ 6 mil, além de documentação e dinheiro, que também foram levados à delegacia.
]]>De acordo com a Polícia Militar (PM), a equipe foi acionada para uma ocorrência de averiguação de atitude suspeita. No local, dentro do estabelecimento indicado, o pintor foi submetido a busca pessoal. Com ele, os policiais encontraram R$ 57 e o homem não soube informar a origem do dinheiro.
Em contato com o proprietário do estabelecimento, o homem informou ter conhecido o pintor no sábado e desde então, sofria ameaças. Hoje, o suspeito foi mais uma vez até o comércio e exigiu R$ 50.
As partes foram conduzidas até o plantão policial, onde o pintor permaneceu preso. A Polícia Civil (PC) investiga qual foi o motivo da extorsão.
]]>De acordo com o boletim de ocorrência, a menina estava em um grupo de WhatsApp com uma jovem de 24 anos e um homem de 49. Nele, a adolescente recebeu a oferta de presentes como lingerie e um colar, caso tivesse relações com o homem.
A mulher, ainda teria dado dinheiro para que a menina comprasse drogas em um ponto de tráfico.
O caso foi registrado na delegacia e será investigado.
]]>Segundo apurado pelo Policial Padrão, a vítima, que é de Paulínia, foi abordada por um casal próximo da Avenida Alberto Sarmento em Campinas (SP).
A Polícia Civil informou que os indivíduos chegaram até o empresário por meio de um anúncio da venda de um carro. Eles se passaram por compradores, fizeram uma oferta e marcaram o local para uma suposta vistoria. Nesse encontro, eles renderam o empresário.
Já o terceiro sequestrador, dirigia um outro veículo, no qual a vítima foi levada. Ainda de acordo com a Polícia Civil, o empresário teria sofrido diversas coronhadas enquanto esteve sob poder dos sequestradores.
A GCM foi acionada e recebeu informações sobre a placa do veículo dos sequestradores. Assim que o carro entrou em Paulínia, o sistema de monitoramento levou os guardas até o local. Houve um acompanhamento até o momento da prisão.
Foram apreendidas duas armas, 150 munições, uma faca e algemas de plástico. A Polícia Civil apura a informação de que o trio tinha alugado um local para manter o empresário enquanto faria a extorsão para obter valores. Pelo menos um dos presos tinha passagem por roubo e porte ilegal de arma.
A ocorrência foi registrada no Distrito Policial de Paulínia.
]]>A Polícia Militar foi acionada após receber a informação via Copom que um veículo estava sendo desmontado. Os policiais foram até o local e quando entraram na Rua Joelson Menezes Ribeiro, no bairro Chácara São José, em Campinas (SP), avistaram algumas pessoas saindo correndo sentido a uma área de matagal. Um dos fugitivos foi detido pela equipe. O abordado, menor de idade, foi reconhecido como sendo o autor de diversos roubos seguidos de sequestro na região.
Durante busca pessoal foi encontrada a chave de um carro, um celular e um cartão de banco, no qual o adolescente informou ser da irmã dele e que usa a conta dela para fazer transações de práticas infracionais que comete com os comparsas.
O jovem foi levado para a 2ª Delegacia Seccional, onde o proprietário do carro roubado encontrado reconheceu o detido como sendo um dos autores do roubo, que teve a participação de mais duas pessoas.
No dia do crime a vítima foi abordada próxima da casa dela por três pessoas, sendo que um deles portava uma réplica de pistola, que anunciaram o assalto. A vítima foi agredida com coronhadas e obrigada a passar os cartões e senhas para os criminosos fazerem transações bancária. A vítima teve um prejuízo de cerca de 10 mil reais.
O delegado ratificou o ato infracional por roubo, extorsão e receptação
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Segundo a polícia, na noite de terça-feira (26), familiares procuraram a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) para registrar o desaparecimento do autor e apresentaram indícios de que ele poderia ter sido vítima de sequestro.
A família recebeu mensagem via WhatsApp do telefone da suposta vítima, como se fosse enviada pelo sequestrador exigindo a quantia de R$ 10 mil como resgate.
Após a coleta das informações, os investigadores da DIG passaram a acompanhar o caso e monitorar as ligações e contatos realizados.
Na manhã desta quarta, os policiais conseguiram identificar o local de origem das ligações, que era a residência de outro familiar, morador no São Domingos e que apenas o autor tinha contato.
Com a descoberta de que tudo era uma armação, o homem tentou fugir do imóvel, mas foi detido em flagrante e confessou tudo.
Ele foi apresentado na sede da DIG e autuado pelo crime de extorsão, sendo posteriormente encaminhado para a Cadeia Pública de Sumaré (SP).
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