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As equipes se deslocaram para o local indicado, onde observaram, através de uma inspeção visual, a existência da destilaria ilegal. No barraco, foram apreendidos 200 litros de whisky, várias embalagens, e 400 vasilhames. Autoridades policiais e peritos foram acionados para documentar a cena e proceder com as investigações.
O material apreendido foi conduzido ao Centro de Polícia Judiciária (CPJ) para as devidas providências legais. O menor foi ouvido e liberado, enquanto as investigações prosseguem para identificar outros envolvidos no esquema, incluindo o suposto proprietário do local.
]]>Um homem de 38 anos, proprietário de uma adega localizada na cidade de Rio das Pedras, no interior de São Paulo, foi detido na manhã desta quarta-feira (21) em uma operação conjunta entre as polícias civis e militares da cidade de Piracicaba-SP.
Os policiais civis da 2ª DISE-DEIC de Piracicaba-SP receberam informações de que a adega era utilizada como fachada para a prática de tráfico de drogas. Durante as investigações, foram constatadas movimentações suspeitas no local, típicas do tráfico de entorpecentes.
Com o apoio das equipes da 1ª DIG, 3º DHPP, GOE e Canil do 10º BAEP de Piracicaba-SP, foram cumpridos mandados de busca e apreensão.
Na adega, foram apreendidas cerca de vinte e seis garrafas de whisky que eram comercializadas no local, algumas delas contendo impurezas visíveis ‘boiando’ dentro da garrafa e outras com erros grotescos de ortografia nos rótulos.
Na residência de outro indivíduo relacionado ao proprietário da adega, foi encontrado um aparelho celular com mensagens relacionadas ao tráfico de entorpecentes.
Já no imóvel do proprietário do estabelecimento comercial, onde também está instalada a adega, foi localizada uma carta oriunda do sistema penitenciário, cujo teor indica que, de fato, o homem de 38 anos integra uma facção criminosa. Ao perceber a presença dos policiais, o homem tentou danificar um celular e escondê-lo sob um tapete no banheiro.
Dentre as bebidas apreendidas, duas garrafas de whisky se destacaram na falsificação, pois eram de uma grande marca, cujo sabor sequer existe no mercado na forma original, ou seja, não há no catálogo da empresa fabricante o sabor comercializado na adega.
Diante das circunstâncias, ficou preso em flagrante delito o proprietário da adega.
O homem de 38 anos responderá pelos crimes inafiançáveis de “Corromper, adulterar, falsificar ou alterar substância ou produto alimentício destinado a consumo, tornando-o nocivo à saúde ou reduzindo-lhe o valor nutritivo”, cuja pena é de reclusão e pode chegar até 8 anos de prisão.
Segundo apurado, o proprietário da adega possui passagens criminais e já respondeu por tentativa de homicídio, quatro vezes por tráfico de entorpecentes e três vezes por associação ao tráfico.
]]>Após denúncia, policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana (SP) e representantes da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) seguiram para um galpão localizado, na Rua Werner Habig.
Foram apreendidas cerca de 20 mil garrafas de whisky vazias, caixas de papelão, bebidas e rótulos falsos. Também havia equipamentos, produtos químicos, embalagens e outros objetos.
O proprietário do local onde era feita a falsificação das bebidas e outras três pessoas foram presas em flagrante.
Os homens foram encaminhados para a sede da DIG e a autoridade policial determinou o flagrante por crimes ambientais e associação criminosa.
]]>De acordo com a polícia, a ação envolveu equipes do 2º e 3º Distritos Policiais da cidade.
Na casa, alvo do mandado, os policiais encontraram pares de tênis, bolsas, celulares e outros objetos falsificados.
A equipe encaminhou o responsável pelo local para o 2º DP, mas ele pagou a fiança no valor de R$ 1,4 mil para responder em liberdade.
]]>De acordo com as investigações, Simone Martins Ferreira usava, há pelo menos dois anos, o número do Conselho Regional de Medicina (CRM) de uma médica dermatologista que também é professora da Universidade Federal Fluminense (UFF).
A falsa médica chegou a ser presa por resistência em agosto de 2022 durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, mas pagou fiança e foi liberada.
Mesmo após a prisão, a suspeita continuou atuando como médica e, por isso, a polícia continuou a investigação.
Ela tinha uma suposta empresa de home care e fazia atendimento a domicílio na região de Campinas. A mulher prescrevia exames e remédios.
A polícia apreendeu com ela receituários de controle especial, carimbos, equipamentos médicos e uma credencial da Federação Paulista de Futebol (FPF), que a investigação vai apurar se é falsa.
O delegado responsável pela investigação afirmou que foi muito difícil chegar até a falsa médica porque ela mudava constantemente de endereço, o que deu a entender que não atendia mais fisicamente.
Na segunda-feira (22), uma mulher pediu para que um policial acompanhasse um atendimento ao pai dela e, por isso, foi possível fazer o flagrante enquanto Simone assinava e carimbava uma receita.
A mulher foi indiciada pelos crimes de falsidade ideológica, estelionato tentado e exercício ilegal da medicina. Ela foi transferida para a Cadeia Pública de Paulínia e vai passar por audiência de custódia nesta terça-feira (23).
]]>De acordo com informações da corporação, a equipe apreendeu 269 peças que incluem lâmpadas, velas de ignição e kits de embreagem.
Um representante da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF) acompanhou a operação. Foi ele quem constatou irregularidades tanto nas peças, quanto nas embalagens.
O caso foi registrado na 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) em Campinas (SP). Já o responsável pelo local ficou detido na delegacia de Indaiatuba, enquanto aguarda a audiência de custódia.
]]>O Tático Ostensivo Rodoviário fazia patrulhamento no quilômetro 8 da Rodovia José Roberto Magalhães Teixeira (SP-083), quando avistou um veículo Fiat Siena, com dois homens a bordo, trafegando com o vidro do parabrisa trincado e sem o retrovisor direito externo. Isso motivou uma abordagem.
Durante a busca no veículo foram encontradas as garrafas de whisky falsificado de diversas marcas armazenadas em caixas. Haviam sinais de adulteração nos rótulos e lacres.
Os homens alegaram que pagaram R$2,8 mil pelas bebidas mas não tinham nota fiscal. A mesma quantidade de whisky original custa cerca de R$10 mil.
A dupla foi detida e levada até à delegacia de Valinhos, onde a ocorrência foi apresentada.
]]>De acordo com a polícia, o estabelecimento fica na Avenida Carlos Lacerda, no Jardim Santa Lúcia. No local, os investigadores constataram condições precárias de armazenamento e encontraram seringas usadas e frascos vazios pelo chão.
Um barbeiro de 22 anos admitiu que guardava e fazia a aplicação dos anabolizantes. Já o proprietário do espaço, de 40 anos, alegou que desconhecia a prática ilícita, mas a versão não convenceu a polícia.
Com isso, os dois homens foram detidos pelo crime e vão responder por “falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais”.
]]>Os investigadores realizaram uma operação no bairro Jardim Alice e encontraram as garrafas de cerveja falsificadas.
O proprietário disse que não sabia sobre a falsificação e que inclusive possui a nota fiscal da compra. Ele contou que adquiriu os produtos em uma distribuidora em Espírito Santo do Pinhal (SP).
Agentes da Polícia Civil seguiram até a distribuidora que fica no Largo São João. No local, eles apreenderam garrafas de whisky sem nota fiscal, além de duas armas de fogo.
De acordo com informações iniciais, o dono da distribuidora foi detido.
]]>A Operação foi denominada “Aletheia”. Os mandados foram cumpridos nos bairros Jardim Bela Vista, CDHU Amarais e Padre Anchieta em Campinas (SP). Um dos mandados foi cumprido no bairro Jardim São Lucas em Sumaré (SP).
Os policiais conseguiram localizar materiais já impressos que eram utilizados na falsificação, além de equipamentos de impressão.
Em um dos endereços foi encontrada uma estufa de pintura para falsificar as tampas das bebidas. Foi confirmado que em cada local os criminosos faziam uma parte da produção das bebidas falsificadas, para ai sim serem enviadas para o estoque que ficava em Sumaré (SP).
Três pessoas foram detidas durante a Operação. A ocorrência está sendo apresentada na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas (SP).
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