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Ao chegar na imobiliária para finalizar o contrato, a vítima notou discrepâncias nos documentos apresentados e imediatamente notificou a DIG de Americana. A rápida resposta dos policiais impediu que a vítima transferisse seu veículo, frustrando o golpe.
No local, imobiliária Brasil, localizada na rua Primo Pícoli, foram presos dois auxiliares administrativos e um empresário, sendo um deles flagrado portando uma pistola calibre 9mm. Além da arma, foram apreendidos carregadores, munições, documentos falsificados, equipamentos eletrônicos e um veículo utilizado pelo grupo.
Investigações adicionais revelaram que os detidos estavam envolvidos em diversos casos similares de estelionato, com o líder do grupo vendendo imóveis sem autorização e lucrando indevidamente às custas de múltiplas vítimas, chegando até a vender o mesmo imóvel para diferentes pessoas.
Após serem conduzidos à sede da DIG, a autoridade policial confirmou a prisão em flagrante do trio, que foi encaminhado à cadeia pública de Sumaré, permanecendo à disposição da Justiça. A ação eficiente da DIG de Americana destacou-se por evitar um prejuízo significativo à vítima e desarticular um esquema de fraude imobiliária na região. Caso alguém tenha sido vítima do grupo criminoso, deve comparecer a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana (SP).
]]>De acordo com a PF, a 1ª Vara Federal de Campinas (SP) expediu três mandados de busca e apreensão. Os três endereços são residenciais e estão ligados ao principal investigado.
A investigação demonstrou que, por meio de um site, o homem disponibilizava, sem a devida licença ou qualquer autorização dos titulares do direito de transmissão de sinal televisivo, uma assinatura de acesso a uma lista IPTV, pela qual é possível assistir diversos canais de televisão, além de facultar a compra de créditos para revenda.
A tecnologia IPTV é um método de transmissão de sinal de televisão via internet que permite seu envio por meio de conversores eletrônicos, possibilitando ao usuário adquirente acessar o conteúdo de um canal de TV fechada por meio de um computador, smartphone, SmartTV, tablet ou TV Box, desde que equipados com softwares destinados a esta finalidade.
A pena prevista para este crime é de quatro anos, além de multa.
]]>Diante das circunstâncias, condutor e passageiro foram abordados. Em busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado; no entanto, durante a entrevista, os indivíduos confessaram aos militares que faziam parte de uma quadrilha especializada em adulterar combustíveis na região.
Com base nessas informações, os militares, com o apoio do Comando Força Patrulha, deslocaram-se até a chácara informada, onde encontraram quatro indivíduos que tentaram fugir, mas foram detidos. Na referida chácara, foram localizadas carretas carregadas com o produto utilizado para adulterar o combustível, além de dois caminhões atrelados às carretas.
No total, foram apreendidos aproximadamente 60 mil litros de combustível já adulterados, além de uma caminhonete Amarok, uma moto Honda CB 300 e uma Honda Titan 160.
A perícia foi acionada ao local dos fatos, assim como o delegado, que constataram a prática delituosa. Todos os indiciados permaneceram presos, e os veículos, juntamente com o combustível, foram apreendidos.
]]>De acordo com a polícia, autoridades surpreenderam os suspeitos quando eles tentavam receber um montante aproximado de R$ 108 mil em uma agência bancária. O valor era proveniente das atividades fraudulentas.
Os investigados estão sendo indiciados pelos crimes de estelionato previdenciário majorado e associação criminosa, com o esclarecimento de que outras infrações possam ser apuradas ao longo das investigações em curso.
]]>De acordo com a polícia, a investigação revelou que o suspeito tinha no celular fotografias usando o uniforme e distintivo da Polícia Federal, acompanhado de colete tático e arma de fogo.

Além disso, o falso policial utilizava fotos tiradas nas proximidades da Superintendência da PF no Rio de Janeiro para reforçar sua falsa narrativa. Usando indevidamente dos símbolos da instituição, o criminoso enganou terceiros para subtrair dinheiro e até mesmo um veículo de suas vítimas.
Durante a execução do mandado, os agentes da Polícia Federal apreenderam diversos itens, incluindo um celular, algemas, calça tática, coturno, colete tático com insígnia da PF e a inscrição “Polícia Federal”, duas camisas com emblemas da instituição, coldres, simulacro de arma de fogo, dois rádios comunicadores, além de outros acessórios.
O homem investigado enfrentará acusações relacionadas ao crime de Falsificação de Selo ou Sinal Público, cuja pena pode chegar a seis anos de prisão. Além disso, outras acusações poderão surgir conforme o avanço das investigações.
A ação da Polícia Federal destaca a importância de coibir ações fraudulentas que buscam se aproveitar da confiança e do prestígio de instituições públicas.
A instituição reafirma seu compromisso em proteger a sociedade contra fraudadores que tentam manipular símbolos oficiais para fins ilícitos.
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A Operação Nefertum, que é o nome de entidade egípcia relacionada aos perfumes, é realizada por policiais da 1ª Delegacia DIG (Antipirataria). As equipes realizam ações em endereços nos Jardins Maria Luiza, Maria Antônia, Recanto do Sonhos e Dal’Orto, em Sumaré (sp). Também no Parque Novo Mundo, na cidade de São Paulo.
O combate contra a falsificação de perfume visa proteger a população devido à produção sem controle das substâncias utilizada nas fórmulas. Procedimentos que pode colocar em risco a saúde da população.
]]>De acordo com a corporação, os policiais Cb PM Faé e Sd PM Medeiros foram acionados para atender uma ocorrência, onde um individuo estaria
em atitude suspeita no interior da agência bancária, mexendo nos caixas eletrônicos.
No local o adolescente foi abordado e acabou confessando que estava realizando pesquisas de contas bancarias, utilizando CPF de
pessoas diversas, com o intuito de sacar o dinheiro das contas com algum meio fraudulento, tendo o
apoio de outra pessoa que estaria em contato via internet.
O caso foi encaminhado à Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde após prestar depoimento o menor infrator foi liberado aos responsáveis.
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Segundo a polícia, em outubro de 2019, uma ocorrência de roubo de uma carga de 18 toneladas de resma de papel, foi comunicada pelo motorista, que alegou ter sido rendido por quatro pessoas armadas, na Rodovia Castello Branco, na altura do quilômetro 59, em Araçariguama.
O caso foi encaminhado para a delegacia de polícia de Araçariguama e, após a investigação que durou cerca de cinco meses, foi descoberta uma das fraudes do motorista. Ele desviava as cargas que transportava, e depois, dava queixa de roubo.
Com isso, a polícia emitiu um mandado de busca e apreensão que foi cumprido nesta quarta, na cidade de Santa Bárbara, onde o investigado reside.
Após a abordagem, o homem foi levado para Araçariguama para interrogatório.
Ele segue à disposição da Justiça na cadeia pública de São Roque (SP), onde o caso ainda está sob investigação.
Segundo a Polícia Civil, por conta de diversas ocorrências semelhantes, a suspeita é que o golpe venha sendo aplicado pelo criminoso a pelo menos um ano.
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