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Equipes especiais da Polícia Militar precisaram ser acionadas e retiraram duas granadas do apartamento para detonação em local adequado. Todos os moradores do prédio precisaram ser retirados do local e 37 pessoas tiveram ferimentos leves.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a Polícia Civil investiga o caso por meio de inquérito policial instaurado pelo 1º Departamento de Polícia de Campinas.
O proprietário do imóvel, um coronel reformado identificado como Virgílio Parra Dias de 69 anos, possui, segundo o Exército, registro válido como atirador, caçador e colecionador (CAC), que permite a posse e armazenagem de armas de fogo e munições. A instituição aguarda o laudo pericial para apontar se todas as armas possuíam autorização.
Parra Dias foi internado na madrugada desta terça-feira (27) após ser encontrado em uma praça do Jardim Chapadão, com um ferimento no pescoço. O coronel foi levado ao Hospital Municipal Doutor Mário Gatti e está inconsciente. O estado de saúde é estável.
A Polícia Militar apurou que Virgílio estava na casa de outro coronel do Exército. Segundo o boletim de ocorrência, ele se ausentou e foi encontrado pelo colega, sentado em um banco, com um corte no pescoço provocado por ele mesmo e muito sangue.
Além da PM, o Corpo de Bombeiros também foi acionado. Parra Dias foi atendido e levado ao Pronto-Socorro do Hospital Santa Tereza. Na sequência, precisou ser transferido ao Mário Gatti, onde passa por procedimentos e segue sem previsão de alta.
A Polícia Científica esteve no local e realizou perícia. Um canivete foi apreendido e o caso registrado como não criminal. Além disso, uma viatura do Exército esteve no Mário Gatti para verificar a situação de Virgílio, que é militar da reserva.
Embora não seja considerado suspeito, o coronel era procurado pela Polícia Civil para prestar esclarecimentos sobre a explosão do apartamento e explicar se tinha permissão para ter tantas armas. No entanto, ele não era visto desde o ocorrido.
A existência da minuta, encontrada na residência de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro, durante uma operação de busca e apreensão realizada pela PF em janeiro do ano passado, apontava para uma intervenção no Poder Judiciário com o objetivo de obstruir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a convocação de novas eleições. Além disso, a minuta já havia sido mencionada nas delações do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da presidência.
As investigações da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal (STF) se estendem para além do discurso e da minuta, incluindo o ataque ao sede dos Três Poderes em Brasília em 8 de janeiro de 2023. Outros elementos sob escrutínio incluem um vídeo de uma reunião no Palácio da Alvorada, em julho de 2022, onde auxiliares do ex-presidente e um grupo de militares discutiram alternativas de ataque ao sistema eleitoral eletrônico e à eleição presidencial daquele ano, evidenciando para o STF a complexidade e a gravidade das investigações em curso.
]]>Conforme informação da própria PF, o homem é um morador da região e teria errado o caminho para casa. O suspeito ainda prestará mais informações em depoimento.
O carro teria desrespeitado o bloqueio, mas sem conseguir se aproximar do palácio, cuja portaria fica a cerca de 400 metros de distância do edifício. Em seguida, o indivíduo fugiu do local no próprio automóvel usado na tentativa de invasão.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja Silva estavam na residência no momento da ocorrência, mas em segurança.
Sem dar detalhes sobre o ocorrido, a PF disse, em nota, que aguarda informações do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, responsável pelos bloqueios e abordagens nas imediações dos prédios e residências oficiais do presidente e vice.
À Agência Brasil, o GSI informou que houve tentativa de furar o bloqueio na via que dá acesso aos palácios Jaburu – residência do vice-presidente Geraldo Alckmin – e Alvorada.
Após desobedecer à ordem de parada no bloqueio e prosseguir na via, o automóvel teve os pneus furados pelo dispositivo com perfuradores de metal usado para evitar o avanço de veículos não autorizados. Os seguranças efetuaram disparos com arma de fogo, mas, apesar disso, o motorista conseguiu deixar o local sem ser detido.
A identidade do detido não foi divulgada. De acordo com o ministério, ele já foi condenado por roubo e participação em organização criminosa e tinha um mandado de prisão em aberto.
A Ficco/AC é um grupo de trabalho permanente, composto por representantes das polícias Federal (PF), Rodoviária Federal (PRF) e Penal, além das polícias Militar e Civil do Acre. Entre as atribuições do grupo está o compartilhamento de informações e a realização de operações conjuntas de enfrentamento às organizações criminosas
Em nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que policiais chegaram até o homem preso esta manhã enquanto investigavam a fuga de seu irmão do presídio de segurança máxima. Ele foi detido em sua residência, sem oferecer resistência.
Os dois fugitivos da penitenciária federal, Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento, são naturais do Acre. Investigações preliminares indicam que os dois usaram ferramentas que encontraram largadas dentro do presídio para abrir o buraco por onde fugiram de suas celas individuais, no último dia 14.
A unidade estava passando por uma reforma interna e os equipamentos não foram guardados adequadamente, facilitando o acesso dos detentos.
Um processo administrativo e um inquérito da Polícia Federal foram instaurados para apurar as circunstâncias e responsabilidades pela fuga.
Na quarta-feira (21), a PF prendeu três pessoas, entre elas um suspeito de ajudar Mendonça e Nascimento, e cumpriu a nove mandados judiciais de busca e apreensão em busca de provas que ajudem as autoridades a esclarecer os fatos. Os mandados foram cumpridos nas cidades de Mossoró, Quixeré (CE) e Aquiraz (CE), distante mais de 200 quilômetros da Penitenciária Federal em Mossoró.
Os cerca de 500 policiais federais, rodoviários federais e militares do Rio Grande do Norte e do Ceará empenhados nas buscas ganham, a partir de hoje, o reforço de 111 agentes da Força Nacional de Segurança Pública. Os primeiros 58 agentes da tropa federativa chegaram a Mossoró, no oeste potiguar, na madrugada desta sexta-feira (23).
Os primeiros 58 dos 111 agentes da Força Nacional de Segurança Pública autorizados a ajudar nas buscas aos dois detentos que escaparam da Penitenciária Federal em Mossoró (RN) chegaram à cidade do oeste potiguar, a meio caminho entre Natal (RN) e Fortaleza (CE), na madrugada desta sexta-feira. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os outros 53 agentes devem chegar à cidade ainda hoje.
De acordo com a nota da Polícia Federal, os mandados foram expedidos pelo STF em dois endereços localizados na cidade de Santa Bárbara d’Oeste (SP). Os mandados são cumpridos no âmbito da investigação que apura os crimes de injúria, perseguição e desacato praticados contra o ministro na sexta-feira (14), em Roma.
As buscas foram feitas na residência do empresário Roberto Mantovani Filho e sua esposa, Andrea Mantovan. O empresário Alex Zanatta também é alvo de buscas.
O caso de agressão contra o ministro e sua família foi divulgado no último fim de semana pela imprensa. Segundo as reportagens, o grupo teria chamado o ministro de “bandido e comunista”. Ao questionar os insultos, o filho do ministro foi agredido por um dos acusados. Moraes estava na Itália para participar de uma palestra na Universidade de Siena.
Desde então, a Polícia Federal tem ouvido depoimentos para investigar o caso. No domingo (16), Alex Zanatta prestou depoimento e negou ter proferido ofensas ao ministro.
Nesta terça-feira, a Polícia Federal em Piracicaba ouviu depoimentos do empresário e de sua esposa Andreia Munarão, que também estão envolvidos no episódio. A Polícia Federal não deu informações sobre os depoimentos.
Em entrevista a jornalistas que aguardavam por informações do lado de fora do prédio da Polícia Federal sobre os depoimentos, o advogado Ralph Tórtima, que defende o casal, disse que Mantovani negou ter havido um empurrão.
“Em um depoimento realmente muito esclarecedor, o senhor Roberto [Mantovani] deixou claro que jamais proferiu, em momento algum, qualquer ofensa direcionada ao ministro. Ele reconheceu que houve um entrevero com um jovem que estava no local e que este jovem, ele sequer sabia quem era. Somente quando desembarcaram [no Brasil] e foram abordados pela Polícia Federal no aeroporto é que tomaram conhecimento que se tratava de um filho do ministro”, disse o advogado.
“Ele nega ter havido um empurrão. Ele diz que, em razão de ofensas que eram proferidas à sua esposa, ele afastou essa pessoa [filho de Moraes], que ele sequer sabia quem era. Mas era uma pessoa que fazia ofensas bastantes pesadas, muito desrespeitosas, à sua mulher”, disse o advogado.
Após o episódio, a defesa do casal Mantovani negou qualquer agressão ao ministro. “Roberto Mantovani Filho e sua esposa lamentam, sinceramente, todo o acontecido, estando convictos da existência de equívoco interpretativo em torno dos fatos. Esclarecem que as ofensas atribuídas como se fossem de Andréa ao ministro Alexandre de Moraes foram, provavelmente, proferidas por outra pessoa, não por ela”, declarou a defesa.
Em nota enviada à imprensa, já à noite, a defesa acrescentou que o casal e o filho reiteram estarem seguros de que as imagens do aeroporto evidenciarão o que disseram no depoimento, “especialmente a mais absoluta inexistência de qualquer ato que pudesse, sequer levemente, atingir a imagem pública do Ministro Alexandre de Moraes”.
Com informações da Agência Brasil
]]>De acordo com informações da prefeitura, os casos têm acontecido em uma área verde situada no final da Rua Ângelo Príncipe Padela, no Parque Fabrício.
Após orientação do Setor de Zoonoses, uma moradora registrou a ocorrência junto à Polícia Civil, para que o provável crime seja devidamente investigado e os responsáveis, identificados e encaminhados para a Justiça.
Há cerca de duas semanas, uma equipe de Zoonoses esteve no local, a pedido de moradores próximos, e localizou um gato adulto com sintomas de envenenamento.
Com apoio da Associação Amigos dos Animais de Nova Odessa (AAANO), o animal foi encaminhado para uma clínica veterinária local, onde recebeu tratamento.
No entanto, segundo os moradores, outros seis ou sete animais já teriam morrido nas proximidades recentemente, com os mesmos sintomas.
A Polícia Civil solicita que se alguém tiver informações sobre quem seria o responsável, com provas, filmagens ou testemunhas da ação do criminoso, pode procurar a delegacia de Nova Odessa com garantia de sigilo.
]]>De acordo com o boletim de ocorrência, a menina estava em um grupo de WhatsApp com uma jovem de 24 anos e um homem de 49. Nele, a adolescente recebeu a oferta de presentes como lingerie e um colar, caso tivesse relações com o homem.
A mulher, ainda teria dado dinheiro para que a menina comprasse drogas em um ponto de tráfico.
O caso foi registrado na delegacia e será investigado.
]]>O grupo criminoso liderado por Magrelo surgiu em Rio Claro (SP). A região virou palco de uma disputa pelo controle do tráfico de drogas. Somente em 2022, foram registrados 33 homicídios.
Na quarta-feira (17), o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e o Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) realizaram a Operação Oposição, para cumprir oito mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão contra integrantes dessa organização criminosa.
Durante a ação, Magrelo conseguiu fugir por uma passagem secreta na mansão em que morava, em um condomínio de luxo de Ipeúna, município vizinho a Rio Claro.
No momento da prisão, na tarde desta terça-feira, o líder da facção estava com documentos falsos.
Ele foi levado para a Cadeia Pública de Novo Horizonte. Posteriormente, Magrelo será encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de São José do Rio Preto (SP).
Relembre o caso:
Após trabalho investigativo da Polícia Civil (PC) que envolveu diligências, oitivas e captura de imagens, equipes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), chegaram até um indivíduo que no dia do crime se desentendeu com Eliel pela manhã. Ambos já se conheciam de longa data e tinham uma relação familiar.
Através de câmeras de monitoramento, os policiais identificaram um veículo Fiat Palio, de onde desembarcou o autor do crime. O sistema de monitoramento da cidade acusou que o carro havia entrado em Rio Claro, perto do horário do crime, e depois, deixou a cidade pegando uma rodovia sentido Limeira (SP).
Com as informações e o pedido de prisão temporária do autor em mãos, os policiais civis conseguiram localizá-lo e prendê-lo no Parque São Jorge.
As investigações seguem com o objetivo de localizar o veículo e o comparsa que auxiliou o autor durante a fuga.
O crime
O crime aconteceu no dia 19 de fevereiro, por volta das 00h30. No local, a Polícia Militar (PM) encontrou o homem caído ao solo com um orifício de entrada na boca e saída na cabeça, e aparentemente, um segundo orifício na bochecha da vítima, além de projéteis que foram apreendidos pela perícia.
A esposa da vítima relatou que eles estavam em uma chácara no bairro São Caetano. Por volta da meia-noite, ela decidiu ir embora, mas Eliel quis ficar mais tempo no local. Chegando na residência dela, a mulher contou que ouviu aproximadamente cinco barulhos, que pareciam ser de arma de fogo.
Já pela manhã, uma amiga contou à mulher que tinha ouvido falar que Eliel estava ferido. A esposa, então, passou a procurar pelo esposo nas unidades de saúde da cidade.
Ela ainda relatou que quando bebia, a vítima entrava em confusões e tinha desavenças com alguns parentes.
]]>De acordo com informações da PM, o motorista de um caminhão viu duas pessoas encapuzadas saindo do carro e correndo em direção a um matagal. Logo em seguida, ele chamou a polícia.
Com apoio da Polícia Rodoviária e do helicóptero Águia, a corporação fez busca pela região, mas não encontrou os suspeitos.
O carro abandonado tinha queixa de roubo. Nele havia cinco placas de colete balístico, uma capa de colete, um fuzil .556, três carregadores de fuzil municiados e a chave do veículo.

Tudo foi apreendido e passará por perícia a fim de confirmar se foram os mesmos usados no dia do crime.
O crime aconteceu na tarde de sexta-feira (20) em um bar no bairro Cidade Jardim. As vítimas são Luis Henrique Peres da Fe de 25 anos e Maxsoel Adriano Lima de 44 anos.
Dois homens encapuzados saíram de um Corolla, com calça tática, coturno, colete a prova de balas e armas de grande porte. Logo depois, foram em direção às vítimas e efetuaram diversos disparos.
Nenhum outro cliente que estava no comércio se feriu.
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