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Julgamento – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br O minuto seguinte Thu, 22 Feb 2024 11:39:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://policial.dmxdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/12/elementor/thumbs/favicon-policial-padrao-pzvo9ojij1aynmjma6hwq5zhwo02zu5ybto48tbjka.png Julgamento – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br 32 32 Daniel Alves é condenado a 4 anos e 6 meses por estupro na Espanha https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/22/02/2024/daniel-alves-e-condenado-a-4-anos-e-6-meses-por-estupro-na-espanha/ https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/22/02/2024/daniel-alves-e-condenado-a-4-anos-e-6-meses-por-estupro-na-espanha/#respond Thu, 22 Feb 2024 11:39:57 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=46836 O lateral-direito brasileiro Daniel Alves foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão por estupro na Espanha. A sentença foi comunicada na manhã desta quinta-feira (22), em Barcelona, na Espanha e o jogador terá ainda que pagar 150 mil euros (cerca de R$ 800 mil) para a vítima.

Daniel Alves já passou um ano na prisão, tempo que será descontado da condenação. Depois que for liberado, terá que cumprir um período de cinco anos de liberdade vigiada, além da proibição de se aproximar a menos de mil metros do domicílio ou do local de trabalho da vítima por nove anos e seis meses.

“O tribunal considera provado que o acusado segurou bruscamente a denunciante, jogou-a no chão e evitando que ela pudesse se mover, penetrou-a vaginalmente, ainda que a denunciante dissesse que não, que queria ir embora”, diz o Tribunal Superior de Justiça da Catalunha em um comunicado.

“Com isso, está cumprido o tipo de ausência de consentimento, uso da violência e acesso carnal.”

O julgamento

O julgamento do lateral-direito Daniel Alves, acusado de agredir sexualmente uma mulher em uma boate de Barcelona em dezembro de 2022, terminou no dia 7 de fevereiro e durou três dias. Foram ouvidas testemunhas, a vítima, peritos e o acusado.

O Tribunal de Barcelona decidiu manter o julgamento mesmo com o pedido da defesa do atleta para que houvesse uma suspensão por violação de direitos como o da presunção de inocência.

Os magistrados consideraram que nenhum direito foi violado. O tribunal disse que Daniel Alves contou com a presença de uma advogada desde o momento em que foi preso, o que não caracteriza violação de direitos.

Em depoimento, o jogador chorou, alegou uso excessivo de bebida alcóolica e negou que tenha praticado estupro. Na época, a vítima tinha 23 anos. Ela acusa o jogador de agressão sexual.

Como fica a situação de Daniel Alves?

Daniel Alves ainda pode apelar a outro tribunal. A esta sentença cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça de Catalunha, e teria a última apelação ao Tribunal Supremo, em Madri.

O jogador deve cumprir a pena na Espanha, pelo crime ter acontecido e sido julgado em território espanhol. Caso o brasileiro queira cumprir a sentença em seu país, deveria fazer uma petição à Justiça.

Com informações da CNN Brasil
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STF define pena de mais cinco réus condenados por atos golpistas https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/13/11/2023/stf-define-pena-de-mais-cinco-reus-condenados-por-atos-golpistas/ https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/13/11/2023/stf-define-pena-de-mais-cinco-reus-condenados-por-atos-golpistas/#respond Mon, 13 Nov 2023 14:24:13 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=44060 O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu entre 13 anos e 16 anos e seis meses de prisão as penas de mais cinco condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas. 

Os réus já haviam sido condenados na última terça-feira (7), quando se encerrou o julgamento no plenário virtual do Supremo, em que os ministros votam de forma remota, sem debate direto. Entretanto, na ocasião não houve consenso sobre a dosimetria das penas – o cálculo que leva à sentença final. 

Na noite de sexta-feira (10) foi publicada decisão média, que fez uma ponderação entre os diferentes entendimentos, resultando na pena final. Todos os cinco réus foram presos no Palácio do Planalto, em flagrante, pela Polícia Militar. 

Cada um foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de associação criminosa armada, abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e depredação de patrimônio protegido da União. 

Com mais essas condenações, chega a 25 o número de condenados pelo Supremo por envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. 

Confira abaixo a pena recebida por cada um dos cinco condenados

  • Fabricio de Moura Gomes, de 45 anos e origem em São Paulo; recebeu pena de 16 anos e seis meses. 
  • Moisés dos Anjos, 61 anos, de São Paulo; pena de 16 anos e seis meses
  • Jorginho Cardoso de Azevedo, de 62 anos, proveniente de São Paulo; pena 16 anos e seis meses 
  • Rosana Maciel Gomes, 50 anos, de Goiás; pena de 13 anos e seis meses
  • Osmar Hilbrand, de 53 anos, origem em Minas Gerais; pena de 13 anos e seis meses 
Com informações da Agência Brasil
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STJ retoma julgamento que pode restabelecer condenação de Ustra https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/07/11/2023/stj-retoma-julgamento-que-pode-restabelecer-condenacao-de-ustra/ https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/07/11/2023/stj-retoma-julgamento-que-pode-restabelecer-condenacao-de-ustra/#respond Tue, 07 Nov 2023 17:39:05 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=43945 O Superior Tribunal de Justiça (STJ) retoma nesta terça-feira (7) o julgamento de um recurso para restabelecer a condenação do ex-coronel do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra a indenizar a família do jornalista Luiz Eduardo Merlino, assassinado em julho de 1971, durante a ditadura militar.

O processo começou a ser julgado em junho deste ano, quando foi formado placar de 1 a 1 na votação. Após sucessivos adiamentos, o caso voltará a julgamento na Quarta Turma do tribunal.

O colegiado analisa a legalidade da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que derrubou a decisão de primeira instância que condenou os herdeiros de Ustra a pagarem R$ 100 mil para a viúva, Ângela Mendes de Almeida, e a irmã de Merlino, Regina Almeida, além de reconhecer a participação do então coronel nas sessões de tortura que mataram o jornalista.

O relator, ministro Marco Buzzi, votou pela anulação da decisão do tribunal paulista e determinou que a primeira instância julgue o caso novamente.

Buzzi entendeu que os crimes atribuídos a Ustra podem ser considerados contra a humanidade. Dessa forma, a pretensão de reparação às vítimas e seus familiares não prescreve.

O ministro acrescentou que a Lei de Anistia, aprovada em 1979 para anistiar crimes cometidos durante a ditadura, não impede o andamento das ações indenizatórias, que são de matéria cível.

Em seguida, a ministra Maria Isabel Galotti votou para manter a decisão da justiça paulista que considerou o caso prescrito.

Faltam os votos dos ministros João Otávio de Noronha, Antonio Carlos Ferreira e Raul Araújo.

Integrante do Partido Operário Comunista à época, Merlino foi preso em 15 de julho de 1971, em Santos, e levado para a sede do DOI-Codi, onde foi torturado por cerca de 24 horas e morto quatro dias depois.

Com informações da Agência Brasil

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Supremo chega a 12 condenados por atos golpistas de 8 de janeiro https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/19/10/2023/supremo-chega-a-12-condenados-por-atos-golpistas-de-8-de-janeiro/ https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/19/10/2023/supremo-chega-a-12-condenados-por-atos-golpistas-de-8-de-janeiro/#respond Thu, 19 Oct 2023 12:41:04 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=43516 O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, por maioria, mais seis réus por envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas. Com isso, chega a 12 o número de condenados com relação ao episódio. 

Todos foram denunciados pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado ao patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado. O julgamento virtual foi finalizado às 23h59 de terça-feira (17). 

Os condenados foram Reginaldo Carlos Begiato Garcia (SP), Claudio Augusto Felippe (SP), Jaqueline Freitas Gimenez (MG), Marcelo Lopes do Carmo (GO), Edineia Paes da Silva Dos Santos (SP) e Jorge Ferreira (SP). 

Ao final, prevaleceu o entendimento do relator, ministro Alexandre de Mores, que votou pela condenação de cada um pela pena de 17 anos de prisão, com exceção de Jorge Ferreira, que recebeu sentença de 14 anos.

Acompanharam Moraes os ministros Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux. Os ministros Cristiano Zanin e Edson Fachin divergiram em parte, aplicando penas mais brandas, enquanto os ministros Luís Roberto Barroso, André Mendonça e Nunes Marques divergiram em maior extensão, absolvendo os réus de alguns dos crimes imputados. 

As diferenças nas penas ocorrem por que elas são calculadas pelos ministros com base na análise individualizada da conduta dos réus. Nessa leva, a maior parte dos condenados foi presa no interior do Palácio do Planalto. Somente Reginaldo Garcia foi preso dentro do plenário do Senado.

Ao todo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou cerca de 1,4 mil denúncias relativas ao 8 de janeiro. A grande maioria diz respeito aos militantes bolsonaristas presos em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília. 

Nesse caso, acusação foi mais branda, de associação criminosa e incitação à animosidade das Forças Armadas contra os Poderes instituídos, e Moraes autorizou o Ministério Público Federal (MPF) a fechar acordos para encerrar o caso.

Aproximadamente outras 250 denúncias, que tratam de crimes mais graves, dizem respeito a pessoas presas em flagrante no interior ou no entorno do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional ou da sede do Supremo Tribunal Federal.

Com informações da Agência Brasil

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Maioria do STF vota pela condenação de seis réus pelo 8 de janeiro https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/17/10/2023/maioria-do-stf-vota-pela-condenacao-de-seis-reus-pelo-8-de-janeiro/ https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/17/10/2023/maioria-do-stf-vota-pela-condenacao-de-seis-reus-pelo-8-de-janeiro/#respond Tue, 17 Oct 2023 13:45:50 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=43462 O Supremo Tribunal Federal (STF) formou, nesta segunda-feira (16), maioria de votos pela condenação de mais seis réus pelos atos golpistas de 8 de janeiro. Apesar do entendimento, a pena dos acusados ainda não foi definida.

Até o momento, seis dos 11 ministros votaram pela condenação dos réus pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e dano qualificado. O julgamento virtual será finalizado às 23h59.

A condenação atinge os réus Reginaldo Carlos Begiato Garcia, Claudio Augusto Felippe, Jaqueline Freitas Gimenez, Marcelo Lopes do Carmo e Edineia Paes da Silva Dos Santos.

Com base nos votos que já foram proferidos, a pena dos acusados deve ficar em torno de 17 anos de prisão. A pena do réu Jorge Ferreira deve ficar em 14 anos.

Pela modalidade virtual, os ministros inserem os votos no sistema eletrônico e não há deliberação presencial. O julgamento é aberto com o voto do relator. Em seguida, os demais ministros passam a votar até o horário limite estabelecido pelo sistema.

Com informações da Agência Brasil

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Tenente-coronel da Polícia Militar é condenado por assediar soldado https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/estado-de-sao-paulo/02/10/2023/tenente-coronel-da-policia-militar-e-condenado-por-assediar-soldado/ https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/estado-de-sao-paulo/02/10/2023/tenente-coronel-da-policia-militar-e-condenado-por-assediar-soldado/#respond Mon, 02 Oct 2023 11:01:30 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=42952 O Tribunal de Justiça Militar de São Paulo (TJM-SP) manteve a condenação do tenente-coronel Cássio Novaes a um ano e cinco meses de prisão em regime aberto pelo crime de assédio sexual contra a ex-soldado Jéssica Paulo do Nascimento. A decisão, da qual não cabe mais recurso, aconteceu na quarta-feira (27).

A vítima denunciou o militar após sofrer assédio sexual e ameaças de morte em mensagens de aplicativo fora do horário de serviço, além de perseguição no trabalho. A condenação saiu em outubro do ano passado, mas o acusado entrou com recurso de apelação, que foi negado em julho deste ano.

No julgamento, os juízes integrantes do caso seguiram o voto do relator, mantendo na integra a sentença que condenou o oficial a pena de 1 anos e 5 meses de detenção, em regime aberto, no caso em questão foi aplicada a suspensão condicional da pena pelo prazo de dois anos.

No voto do TJM-SP, ficou demostrado que a conduta criminosa do acusado ultrapassou todos os limites e não atingiu somente a liberdade sexual, o acusado se valeu de sua posição hierárquica para obter vantagens perante a soldado.

Para o juiz relator Fernando Pereira, ficou claro que “se esse tipo de conduta se revela repugnante e intolerável em qualquer ramo de atividade profissional, a sua gravidade alcança ainda maior relevância quando praticada em uma instituição organizada com base na hierarquia e na disciplina, conforme preceito constitucional.”

Para a vítima fica a sensação de Justiça que encoraja a todos a denunciarem sempre.

Entenda o caso

Em abril de 2021, Jéssica Paulo do Nascimento denunciou o superior Cássio Novaes por assédio sexual e ameaças de morte. Na época da denúncia, ela estava lotada no 45° Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), em Praia Grande, no litoral de São Paulo, mas a denúncia se referia à época que ela atuava na capital.

A militar negou o convite, inclusive destacando ao comandante o fato de ambos serem casados. Por conta disso, a vítima passou a sofrer assédio mais intenso, o que a motivou a pedir transferência.

Com toda a situação e proporção que o caso tomou a soldado desenvolveu diversos transtornos de ordem psíquica, fato que a levou a pedir exoneração em maio de 2021. Segundo a vítima, ela não denunciou de imediato o acusado pelo assédio sexual porque seria a palavra dela contra a de um comandante.

O advogado da vítima informou que a soldado ajuizará ação de dano moral e também material contra o Estado, devido à conduta do réu.

Segundo o representante da vítima, os assédios chegaram ao limite do sustentável, que levaram a vítima a pedir exoneração e renunciar à sua promissora carreira nas fileiras da Corporação.

Em outubro de 2022, o tenente-coronel se tornou réu pelos crimes de assédio sexual e ameaça, ambos praticados diversas vezes. Ele foi condenado a um ano e cinco meses de prisão pela Justiça Militar de São Paulo.

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Justiça Federal condena o hacker Delgatti a 20 anos de prisão https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/22/08/2023/justica-federal-condena-o-hacker-delgatti-a-20-anos-de-prisao/ https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/22/08/2023/justica-federal-condena-o-hacker-delgatti-a-20-anos-de-prisao/#respond Tue, 22 Aug 2023 14:42:55 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=41696 A Justiça Federal condenou nesta segunda-feira (21) o hacker Walter Delgatti a 20 anos de prisão no processo da Operação Spoofing, deflagrada pela Polícia Federal em 2019. A sentença foi proferida pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal em Brasília. Cabe recurso contra a decisão.

Delgatti foi preso em 2019 por suspeita de invadir contas de autoridades no Telegram, entre elas, de integrantes da força-tarefa da Lava Jato, como o ex-procurador Deltan Dallagnol.

Sentença

Além de Delgatti, mais seis acusados também foram condenados pelas invasões de celulares. Além dos ex-procuradores da Lava Jato, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, o ex-ministro da Economia Paulo Guedes e conselheiros do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) também tiveram mensagens acessadas ilegalmente.

Na decisão, o juiz disse que Delgatti tinha a intenção de vender as conversas hackeadas da Lava Jato por R$ 200 mil à imprensa e rebateu declarações do hacker, que, durante as investigações, declarou que violou as conversas para “combater injustiças” que teriam sido cometidas durante a operação.

“Só após perceber a resistência de jornalistas a pagarem para ter acesso a este material é que houve um esfriamento inicial no ânimo de Walter de obter numerário pela troca do material”, escreveu o juiz.

Além da participação no hackeamento de autoridades, a sentença diz que Walter Delgatti obtinha dados bancários de diversas vítimas e comercializava as informações obtidas em chats especializados em crimes.

“Para melhor compreensão das técnicas de fraudes empreendidas por Walter, houve a degravação de um diálogo em que Walter se apresenta como responsável pela área técnica e segurança de uma instituição financeira e orienta um cliente de entidade bancária a realizar uma atualização em seu computador de forma a instaurar um programa malicioso”, concluiu o juiz.

Prisão

No início deste mês, Delgatti foi preso pela Polícia Federal (PF) em função de outra investigação, a invasão aos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Os policiais investigam se o ato foi promovido por Delgatti a mando da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). De acordo com as investigações, o hacker teria emitido falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.

Com informações da Agência Brasil

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Justiça condena homem que tentou explodir bomba em Brasília https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/19/08/2023/justica-condena-homem-que-tentou-explodir-bomba-em-brasilia/ https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/19/08/2023/justica-condena-homem-que-tentou-explodir-bomba-em-brasilia/#respond Sat, 19 Aug 2023 13:22:25 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=41622 A Justiça do Distrito Federal condenou nesta sexta-feira (18) mais um acusado de participar da tentativa de explosão de uma bomba perto do Aeroporto Internacional de Brasília, na véspera do Natal de 2022.

Conforme a sentença, Wellington Macedo de Souza foi condenado a 6 anos de prisão em regime fechado. Ele foi acusado de expor a integridade física da população mediante uso de explosivo, que foi colocado próximo a um caminhão-tanque que estava estacionado nos arredores do aeroporto. Welligton está foragido da Justiça.

Em maio, outros dois acusados de participação na tentativa de explosão foram condenados.

A Justiça apenou o empresário George Washington de Oliveira Sousa a 9 anos e 4 meses de prisão. Já Alan Diego dos Santos Rodrigues foi condenado a 5 anos e 4 meses.

As condutas envolvem os crimes de explosão, causar incêndio e posse arma de fogo sem autorização.

De acordo com o juiz do caso, antes da tentativa de explosão, os dois acusados se conheceram no acampamento montado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro em frente ao quartel do Exército em Brasília.

Fonte: Agência Brasil

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Homem que espancou vizinha em Conchal pagará indenização de R$ 15 mil https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/piracicaba-regiao/15/08/2023/homem-que-espancou-vizinha-em-conchal-pagara-indenizacao-de-r-15-mil/ https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/piracicaba-regiao/15/08/2023/homem-que-espancou-vizinha-em-conchal-pagara-indenizacao-de-r-15-mil/#respond Tue, 15 Aug 2023 15:25:11 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=41466 A Justiça condenou um homem que espancou a vizinha de 59 anos, na cidade de Conchal (SP), a pagar uma indenização no valor de R$ 15 mil. O crime aconteceu em julho de 2018 e o julgamento do caso foi realizado no início de agosto.

Conforme o registro do caso, a mulher estava limpando a calçada da casa dela quando o vizinho a espancou, deixando ferimentos de natureza grave.

A motivação teria sido uma desavença anterior entre os dois, pela omissão de cautela do homem na guarda e condução de seu cachorro.

A vítima que prestava serviços como faxineira, fraturou o punho e ficou incapacitada para trabalhar por mais de 30 dias. No depoimento, ela alegou que sofreu danos físicos, psíquicos e morais.

O agressor foi condenado por lesão corporal de natureza grave. A sentença apontou inexistência de qualquer ânimo de perseguição ou incriminação gratuita por parte da mulher.

A condenação criminal facilitou, inclusive, o julgamento da ação indenizatória. Em primeira instância, o juiz Raphaello Alonso Gomes Cavalcanti acolheu somente o pedido de dano moral, fixado em R$ 8 mil. Porém, a vítima recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Valor aumentado

Na análise do recurso, o relator do caso, desembargador Francisco Loureiro, enfatizou que a “agressão física de homem maduro contra senhora de 59 anos de idade viola a não mais poder direito da personalidade e gera danos morais”.

De acordo com o desembagador, discussões corriqueiras entre vizinhos não podem resultar em agressão física.

O relator considerou que “nada justifica o comportamento ilícito, a receber severa reprimenda”. Ele acolheu o recurso da vítima e aumentou o valor da indenização por danos morais para R$ 15 mil.

O TJ-SP, no entanto, rejeitou o pedido de reparação por danos materiais por não haver demonstração da renda que a faxineira ganhava à época da agressão. Cabe recurso à decisão.

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Justiça condena a 20 anos de prisão homem que matou mulher em Limeira e avisou sogro por áudio https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/piracicaba-regiao/12/08/2023/justica-condena-a-20-de-anos-de-prisao-homem-que-matou-mulher-em-limeira-e-avisou-sogro-por-audio/ https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/piracicaba-regiao/12/08/2023/justica-condena-a-20-de-anos-de-prisao-homem-que-matou-mulher-em-limeira-e-avisou-sogro-por-audio/#respond Sat, 12 Aug 2023 13:56:10 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=41349 A Justiça condenou a 20 anos de prisão o homem que matou a companheira e avisou o sogro por áudio, em abril de 2020. O julgamento aconteceu na quinta-feira (10), em Limeira (SP).

O criminoso foi julgado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e posse de arma de fogo sem o registro obrigatório.

Após a exposição das teses pela acusação e defesa, o Conselho de Sentença do júri condenou o acusado pelos dois crimes, pela maioria dos votos.

A pena fixada foi de 20 anos de reclusão, em regime inicial fechado. Pelo último delito, ele recebeu, ainda, mais um ano de detenção, em regime aberto.

O autor, que está preso, pode recorrer contra a decisão.

O crime

O feminicídio ocorreu no dia 23 de abril de 2020 em uma residência na Rua João Gazzeta, no Jardim Novo Horizonte, em Limeira. No local, a autor teria tido uma discussão com a companheira, Maria Eliane de Souza Araújo, de 33 anos.

O homem sacou a arma de fogo e atirou contra a mulher, que estava dentro do quarto do casal. Um tiro atingiu a região acima da orelha esquerda e um segundo disparo perfurou a região acima da orelha direita. Também havia marca de um dos projéteis na parede do quarto.

Logo após o crime, o autor enviou um áudio para o pai da vítima, informando que eles haviam tido uma desavença e ela estava morta. Em seguida, ele fugiu da cidade.

Assim que recebeu a mensagem, o pai da vítima pediu ajuda para outro filho e eles seguiram até a casa de Maria Eliane. A casa estava com as luzes acesas e a TV estava ligada. O pai ligou para a Polícia Militar e entrou na residência, encontrando a filha morta no quarto.

A localização do autor do crime aconteceu apenas em setembro de 2021.

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