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O relatório final da investigação foi encaminhado ao Poder Judiciário no dia 8 de fevereiro, informou a corporação. Agora, cabe ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) analisar o caso e decidir se oferece denúncia contra ambos para que se instaure um processo penal na Justiça.
Ainda no ano passado, foi realizada uma operação policial de busca e apreensão contra os acusados.
O inquérito apontava, de acordo com os investigadores, “para a existência de uma associação criminosa cuja estratégia para obter indevida vantagem econômica passa pela inserção de um terceiro, ‘testa de ferro’ ou ‘laranja’, para se ocultar o verdadeiro proprietário das empresas de fachada ou empresas ‘fantasmas’, utilizadas pelo alvo principal e seus comparsas”.
A Operação Nexum foi conduzida pelo Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor) da Polícia Civil do DF.
Com informações da Agência Brasil
As investigações que culminaram na Operação Hades começaram em março de 2021 pela Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) da Polícia Civil de Alagoas, em estreita colaboração com a Secretaria de Estado da Segurança Pública. Inicialmente, a atividade criminosa de quatro pessoas foi o foco, expandindo-se à medida que as investigações progrediram para revelar a complexidade e abrangência das operações das organizações, incluindo movimentações financeiras que ultrapassaram a marca de R$ 300 milhões.
Dentro do escopo do MJSP, a operação contou com o essencial suporte da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Diopi/Senasp) através do Projeto I.M.P.U.L.S.E., parte do Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Enfoc). Este projeto busca fortalecer o combate e desmantelamento de organizações criminosas por meio de uma maior integração entre as forças policiais de todo o Brasil.
A Operação Hades representa um passo significativo no enfrentamento às redes de criminalidade que operam em múltiplas frentes, destacando a importância da cooperação interagencial e do compartilhamento de inteligência no combate ao crime organizado no país.
]]>A polícia cumpriu cinco mandados de busca e apreensão na chamada “Operação Infortúnio”, que foi deflagrada pelo Setor Especializado de Combate aos Crimes de Corrupção, Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro da Deic de Campinas. Segundo a polícia, o objetivo das investigações foi desarticular uma quadrilha especializada neste tipo de jogos de azar.
O Relatório de Inteligência Financeira do COAF apontou que o grupo movimentou cerca de R$ 14 milhões em um espaço de tempo muito curto.
O delegado Luiz Fernando Oliveira, da Deic, explicou em entrevista à CBN Campinas, que há fortes indícios de lavagem de dinheiro, uma vez que toda essa movimentação não era compatível com as informações declaradas aos órgãos fiscais.
O casal investigado, de 21 e 31 anos, veio do estado do Ceará há algum tempo, sediou residência na cidade de Indaiatuba e passou, por meio das redes sociais, a divulgar esse jogo. Eles ostentavam nas redes uma vida de luxo, com carros importados, viagens internacionais e diversos imóveis.
Na operação, a polícia apreendeu aparelhos celulares, quatro veículos de luxo, eletrônicos e documentos. O material vai ser analisado pela equipe de investigação e pelo Instituto de Criminalística.
O Fortune Tiger, conhecido como o “jogo do tigrinho”, é um jogo eletrônico do tipo caça-níquel que promete ganhos em dinheiro. O jogo é considerado ilegal porque vai contra a Lei de Contravenções Penais, que considera crime os jogos de azar em que o ganho ou a perda dependem da sorte.
]]>A Guarda Civil Municipal estava em patrulhamento quando um popular parou a viatura e informou que no supermercado Atacadão dois homens e duas mulheres estariam usando o caixa eletrônico de maneira suspeita.
A equipe foi até o local e realizou a abordagem. Em busca pessoal foram localizados 13.300 reais com o grupo, além de cinco mil dólares, dez cartões de crédito de diversos bancos e cinco aparelhos celulares.
Os abordados informaram que seria depositada uma quantia de 10% do valor para ele, enquanto repassavam o restante do dinheiro para um motorista que estaria próximo dali.
O caso foi levado para o Plantão Policial. Os quatro detidos vão responder por lavagem de dinheiro.
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