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A polícia informou que assim que equipes chegaram no trecho, o protesto se dissipou e não foi possível identificar os responsáveis.
Segundo a Rota das Bandeiras, concessionária que administra o trecho, a chegada da polícia e dos bombeiros ajudou a liberar a pista, por volta das 6h. O trânsito já flui normalmente pela região.
A manifestação seria organizada por comunidades indígenas contra o Projeto de Lei 490, de 2007, que teve urgência aprovada na última quarta-feira (24) e que pode ser votado nesta terça (30) pela Câmara dos Deputados.
Também houve protesto na capital paulista, que interditou a Rodovia dos Bandeirantes, na altura do km 20, em Jaraguá (SP).
O projeto de lei prevê que terras indígenas são aquelas que já estavam ocupadas no dia 5 de outubro de 1988, dia da promulgação da Constituição Federal. Este mecanismo é conhecido como marco temporal.
Atualmente, a lei prevê que para demarcar uma área é necessária a abertura de um processo administrativo na Fundação Nacional do Índio (Funai). Uma equipe multidisciplinar deve redigir, então, um relatório de identificação e delimitação, mas a comprovação de posse em data específica, no entanto, não é necessária.
O PL que tramita na Câmara proíbe ainda que terras demarcadas previamente sejam ampliadas. Outro trecho do texto prevê a flexibilização do contato com povos isolados.
Em caso de aprovação, as terras em processo de demarcação deverão comprovar a ocupação antes da promulgação da Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.
]]>De acordo com informações apuradas no local, manifestantes bloquearam a rodovia em ambos os sentidos, na altura do quilômetro 150.
A rodovia só foi desbloqueada pela Polícia Militar (PM) na madrugada desta segunda-feira (9).
]]>A invasão começou neste domingo (8), após a barreira formada por policiais militares na Esplanada dos Ministério, que estava fechada, ter sido rompida.
O Congresso Nacional foi o primeiro a ser invadido, com os manifestantes ocupando a rampa e soltando foguetes. Depois eles quebraram vidro do Salão Negro do Congresso e danificaram o plenário da Casa.
Após a depredação no Congresso, eles invadiram o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF). No STF, quebraram vidros e móveis.
As imagens mostram que o efetivo de policiais militares que estava nas proximidades do Congresso Nacional usou sprays de pimenta em uma tentativa sem sucesso de conter os manifestantes que entoavam palavras de ordem golpistas.
Via redes sociais, o ministro da Justiça, Flávio Dino, disse que “essa absurda tentativa de impor à vontade pela força não vai prevalecer”. Ele acrescentou ter ouvido do governo do Distrito Federal que o efetivo seria reforçado. “As forças de que dispomos estão agindo. Estou na sede do Ministério da Justiça”, escreveu o ministro.
Ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro e atual secretário de Segurança Pública do Governo do Distrito Federal, Anderson Torres, que se encontra nos Estados Unidos, disse, via Twitter, ter determinado ao setor de operações “providências imediatas para o restabelecimento da ordem no centro de Brasília”.
O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, disse nas redes sociais, que tem certeza que a maioria dos brasileiros quer união e paz para que o Brasil siga em frente. “Essa manifestação é de uma minoria golpista que não aceita o resultado da eleição e que prega a violência. Uma minoria violenta, que vai ser tratada com o rigor da lei”.
Presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco disse repudiar “veementemente esses atos antidemocráticos”, que, segundo ele, deverão “sofrer o rigor da lei com urgência”.
A Polícia Legislativa também está no local, na tentativa de conter a invasão.
“Conversei há pouco, por telefone, com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, com quem venho mantendo contato permanente. O governador me informou que está concentrando os esforços de todo o aparato policial no sentido de controlar a situação”, disse Pacheco.
O presidente da Câmara publicou nas redes sociais que o Congresso Social jamais negou “voz a quem queira se manifestar pacificamente”. “Mas nunca dará espaço para a baderna, a destruição e vandalismo.”
Na postagem, Lira diz que os responsáveis que “promoveram e acorbetaram esse ataque à democracia brasileira e aos seus principais símbolos devem ser identificados e punidos na forma da lei”.
“A democracia pressupõe alternância de poder, divergências de pontos de vista, mas não admite as cenas deprimentes que o Brasil é surpreendido nesse momento. Agiremos com rigor para preservar a liberdade, a democracia e o respeito à Constituição”, escreveu Lira.
O presidente Lula assinou um decreto de intervenção federal na segurança do Distrito Federal.

A medida foi tomada após terroristas bolsonaristas invadirem o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).
A intervenção está prevista para durar até o dia 31 de janeiro.
O interventor vai ser Ricardo Garcia, secretário-executivo do Ministério da Justiça.

Lula também disse que os terroristas envolvidos no ataque à democracia neste domingo devem ter “punição exemplar”.
“Se houve omissão de alguém do governo federal que facilitou isso, também será punido”, continuou o presidente.
Fonte: Agência Brasil e G1]]>

Com o pedido de isolamento vertical, os manifestantes tinham como principal alvo o prefeito de São Paulo, Bruno Covas e o governador do estado, João Doria, portando inclusive caixões com as imagens dos políticos.
A fila de caminhões chegou a ter três quadras de extensão e, antes, houve carreata de vans. Havia vários adesivos com a mensagem “fora Doria”, além de reivindicações contra o novo rodízio que começou a valer nesta segunda, na capital.
Um dos seguidores do Site Policial Padrão, enviou um vídeo com a movimentação que antecedeu o encontro dos caminhoneiros. Parte do grupo se reuniu em Barueri, onde cerca de 30 caminhões aguardavam o início da manifestação.
CONFIRA O VÍDEO:
A Polícia Militar (PM) negociou para que os manifestantes deixassem o local às 15h30, quando seriam escoltados até deixar a cidade. No entanto, um grupo se recusou a dispersar, alegando que respeitar o prazo da PM seria acatar as ordens de João Doria.
Em nota, a Secretaria de Logística e Transportes do governo do estado informou que “não há restrições por parte do governo de São Paulo ao trabalho dos caminhoneiros”.
“Contudo, a Secretaria lamenta que a manifestação seja contra o isolamento social em um momento em que o novo coronavírus já matou 3.743 pessoas no estado. A manutenção da quarentena é essencial para que o sistema de saúde comporte a demanda de pacientes e não aconteçam ainda mais óbitos”, diz o texto.
Durante entrevista coletiva, o governador disse que não é contra manifestações, mas declarou que não aceita o fechamento de vias. Em protesto dez dias atrás, o prefeito de São Paulo afirmou que iria multar manifestantes que buzinassem nas imediações de hospitais.
Com informações da FolhaPress
]]>O encontro serviu para que poder público e sociedade civil pudessem alinhar um discurso junto ao governo.
Estiveram presentes no encontro Wagner Aparecido Armbruster, presidente daAssociação Comercial e Industrial de Americana (Acia); Luciana Rando, presidente da Associação dos Engenheiros, Agrônomos e Arquitetos de Americana (AEAA); Evandro Figueiredo Forti, presidente da Associação das Empresas de Serviços Contábeis de Americana (Aescon); Cleber Renato de Oliveira, diretor da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Americana); Geraldo Bueno, presidente do Sindicato dos Contabilistas de Americana, Sumaré, Nova Odessa, Santa Barbara d´Oeste e Hortolândia (Sincoam); e Vitor Fernandes (Sindicato dos Lojistas e do Comércio Varejista de Americana, Nova Odessa e Santa Bárbara d’Oeste).
Na conversa, em que a situação econômica do município foi abordada, foi esclarecido pelo secretário de negócios jurídicos, que hoje o município não tem poderes para reabrir o comércio, uma vez que a decisão estadual não pode ser abrandada.
Também foi destacado que os municípios que tomaram a decisão de reabrir tiveram de recuar ou foram obrigados pela Justiça.
“Nada disso impede, no entanto, que nós possamos juntar forças para buscar um meio termo junto ao Governo Estadual. Não se trata de um debate entre abertura discriminada e nem o fechamento total, mas sim de um debate em busca de uma solução viável economicamente, sem colocar a saúde em risco”, disse Niuri.
Ficou definida a elaboração de um documento em busca de se poder debater as determinações do governador, João Doria, diante de um quadro diferente em relação à Capital.
“Ninguém aqui está se posicionando contra a quarentena, mas precisamos entender que a realidade de Americana e de muitos municípios é diferente da capital, por exemplo, e a economia vive uma situação extremamente preocupante. Tenho certeza de que, com diálogo, há uma forma de se encontrar o meio termo”, completou Niuri.
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O encontro foi marcado para às 10 h na Rua da Agricultura, em frente à loja Havan, em Santa Bárbara d’Oeste.
Os carros seguiram pela Avenida São Paulo, Avenida Carmine Feola, até o portal de entrada da cidade, na Avenida Antônio Pinto Duarte.
A Avenida Santa Bárbara teve as vias fechadas pelos condutores durante a carreata, com direito a buzinaço.
RESPOSTA AO GOVERNADOR
Nesta semana, o governador João Doria, minizou o último movimento organizado em Americana, que aconteceu na segunda-feira (13). Doria disse em coletiva que “uma carreata com duas dúzias de veículos e pessoas gritando, não parece exatamente uma representação majoritária daquelas pessoas que vivem em Americana”.
A carreata deste sábado, é descrita como uma resposta as falas do Governador.
QUARENTENA
O Governo de São Paulo ampliou, nesta sexta-feira (17), a quarentena em todo o estado até 10 de maio. O governador João Doria disse que a decisão está amparada pelo comitê médico e pelo grupo de contingência ao novo coronavírus.
Doria enfatizou que o governo estadual não toma “medidas irresponsáveis, precipitadas ou fundamentadas no achismo ou ideologias ou no que pensa o governador ou o que pensa o prefeito”.
O governador anunciou que o índice de isolamento na capital e em todo o estado caiu para 49%. Ele afirmou que a abertura do comércio se dará quando a contaminação estiver controlada e o sistema de saúde tiver condições de atender a todos.
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