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Na análise do vídeo, a polícia constatou o agressor chegando em um carro e parando em frente ao local. Ele sai do veículo e se abaixa próximo ao portão, onde usa o pedaço de madeira pontiagudo para golpear o cão várias vezes e depois foge.
Após identificar o autor do crime, a equipe deu cumprimento a uma ordem de busca e apreensão na casa dele nesta sexta-feira. Segundo a polícia, o homem confessou a agressão e disse que fez isso porque o cachorro teria matado sua gata de estimação.
A versão, no entanto, foi desmentida pelo tutor do animal ferido, que esclareceu que nunca saiu para passear com qualquer um de seus cães pelas ruas, já que possui um grande espaço no quintal para eles se exercitarem.
Ele ainda alega, que outros moradores relataram terem sido acusados e ameaçados pelo agressor, que também usou a suposta morte da gata como motivo.
O agressor já possui passagens criminais por ameaça, lesão corporal, violência doméstica e desacato. Ele foi conduzido para a delegacia da especializada e vai responder em liberdade por maus-tratos e pelas lesões causadas ao cão, já que não houve flagrante.
Durante fiscalização de trânsito, os policiais abordaram uma moto motocicleta Kawasaki Ninja 250R, com placa de Leme (SP). Duas pessoas ocupavam o veículo e na mochila da passageira, a equipe encontrou um macaco sagui e uma cobra-do-milho.
O macaco estava em uma gaiola e a cobra em um pote de plástico com furos.
Diante dos fatos, a dupla recebeu voz de prisão por suspeita de tráfico de animais e maus-tratos.
Os animais e a dupla foram levados para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Limeira (SP), onde o caso será registrado.
A ação teve participação da Polícia Ambiental que tomou as medidas administrativas cabíveis.
De acordo com a Delegacia de Investigações Gerais (DIG/Deic), a prisão foi em um imóvel no bairro Barão Geraldo.
Policiais civis por meio do Setor de Proteção Animal, realizaram uma operação com o objetivo de proteger e combater maus-tratos a animais. A equipe, através de denúncias, foi ao local e deteve o suspeito, que alegava ser adestrador de cães.
A equipe observou que o ambiente era impróprio para a criação dos cães, dois sem raça definida, um Dog Alemão, um Pastor Belga de Malinois e um Husky Siberiano. Os animais foram encaminhados a duas ONGs de proteção.
O homem permaneceu à disposição da Justiça. O caso foi registrado como crime de abuso a animais pela 1ª DIG de Campinas.
]]>De acordo com informações da polícia, a equipe recebeu a denúncia sobre o caso e foi até a residência na Avenida América.
No local, os policiais encontraram uma veterinária e voluntários da ONG Animais têm Voz. A mulher relatou que na segunda-feira (9), eles já haviam resgatado um cachorro maltratado no local, mas o animal estava muito debilitado e não resistiu.
Com apoio da PM, foi possível retirar outros seis cães que estavam na casa. Havia três filhotes de aproximadamente 5 meses e três adultos, com idades entre 2 e 4 anos.
A polícia ainda constatou que o local era totalmente insalubre, não havendo sequer potes para água ou alimento. Os animais estavam sujos, infestados de carrapatos e com dificuldades de locomoção.

Os tutores, uma idosa de 64 anos e um homem de 52, foram detidos pelo crime de maus-tratos contra animais.
O casal foi encaminhado para a Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde a autoridade determinou o flagrante. Já os animais foram encaminhados para uma clínica veterinária.
De acordo com a Polícia Rodoviária, uma equipe interceptou um carro com oito aves, na altura do km 132 da Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros (SP-340).
Os pássaros, que incluíam sete Trinca-ferro e um Tico-tico, estavam no banco do veículo.
Os três homens foram indiciados por transporte e maus-tratos de animais silvestres e multados em R$ 168 mil. Eles pagaram o valor para responder ao crime em liberdade.
As aves apreendidas foram soltas em uma mata ciliar de Jundiaí (SP).
]]>Ainda segundo a polícia, o resgate aconteceu após denúncias recebidas pelo Setor de Investigações Gerais (SIG). A ação contou com apoio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e da Guarda Civil de Capivari.
No local indicado, os agentes encontraram o cão em condições deploráveis. O animal estava sem acesso a alimentação e água, além de estar cercado por sujeira e um forte mau cheiro.
O cão foi examinado por uma veterinária do CCZ, que constatou que o animal tinha ectoparasita (pulgas e carrapatos). O pitbull estava abaixo do peso regular para o porte e continha lesão na pele.
Conforme o registro do caso, o responsável pelo animal já havia sido denunciado ao CCZ e não o levou ao veterinário após a devida orientação.
O homem foi levado à Delegacia de Polícia de Capivari e ficou à disposição da Justiça.
]]>Os agentes cumpriram o mandado de busca e apreensão em um canil clandestino de cães das raças Lulu da Pomerânia e Chihuahua que estava abandonado.
Após análise da perícia, o caso foi registrado na 1ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Infrações contra o Meio Ambiente (DIICMA) e segue em investigação.
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De acordo com a denúncia, o cão estava ferido no local e havia a suspeita de que os ferimentos tivessem sido causados por arma de fogo. No entanto, após uma análise mais detalhada, os guardas perceberam que os ferimentos eram resultado de maus-tratos.
A GCM acionou o setor de bem-estar animal e o e o cão, que não possuía uma raça definida, foi recolhido para receber tratamento veterinário.

Segundo relatos de vizinhos, a casa onde o animal foi encontrado está abandonada. A antiga moradora, uma cadeirante, foi retirada do local por familiares, que deixaram o cão no imóvel.
Ainda conforme os moradores, os familiares levam comida para o cão ferido e para outros dois cachorros que permanecem na residência abandonada. Porém, ninguém cuidou dos ferimentos do cão que foi resgatado.
A ocorrência foi encaminhada para o 3º Distrito Policial. A Delegacia de Investigações Criminais (DIG) vai abrir um inquérito para apurar as responsabilidades dos tutores.
Os suspeitos foram abordados na Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332). Quatro galos-índios foram encontrados no porta-malas do veículo. Um dos homens confessou que os animais eram utilizados em rinhas.
A corporação apreendeu os animais e outros apetrechos utilizados nas rinhas, além de R$ 2,2 mil em espécie.
Os homens foram encaminhados ao Distrito Policial (DP) de Paulínia e depois de serem ouvidos foram liberados para responder ao processo em liberdade.

Segundo a corporação, os policiais receberam uma denúncia anônima e foram até o endereço indicado.
No local, a denunciante disse que tentou contato com o morador, pois viu o cão em estado de desnutrição e várias fezes no imóvel.
Um representante do meio ambiente e qualidade de vida foi acionado e tomou as medidas cabíveis.
