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No hospital, a médica que atendeu o bebê constatou lesões de maus-tratos e possível abuso sexual e chamou a Polícia Militar (PM).
O bebê de oito meses teve uma parada respiratória e acabou não resistindo aos ferimentos.
Os policiais avisaram a mãe da criança, de 19 anos, que, segundo eles, entrou em desespero. Já o padrasto, teria reagido à notícia de forma agressiva.
Os dois foram levados para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). A mãe foi liberada e deve responder em liberdade. Já o companheiro dela ficou preso e deve passar por exame de corpo de delito.
Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Campinas (SP) descartou preliminarmente sinais de abuso sexual no bebê.
O legista destacou que os sinais apontados pela médica “são de um fenômeno natural do corpo” em casos de mortes violentas – o bebê morreu por trauma crânio encefálico, por conta de uma queda.
Apesar do apontamento, ainda serão realizados outros exames laboratoriais, mas em princípio, a Polícia Civil descartou a violência sexual e registrou o caso como maus-tratos.
Após o laudo, o padrasto teria confessado que deixou a criança cair da cama e bater a cabeça durante a noite. Porém, não disse nada à mãe do bebê até que de madrugada notou que a criança não estava respirando.
Diante dos fatos apurados pela Polícia Civil, o caso é investigado como maus-tratos seguido de morte, e por isso houve a prisão em flagrante do padrasto, que foi encaminhado para a cadeia pública e será apresentado em audiência de custódia nesta quarta (6).
]]>A prisão aconteceu em um condomínio no bairro Jardim Portugal. Policiais militares foram acionados para acompanhar um representante do Conselho Tutelar após receber uma denúncia de maus-tratos no local.
Ao entrarem na casa, as equipes encontraram a criança apenas de fralda, em situação degradante. Segundo os agentes, ela estava desnutrida, com ossos à mostra.
O acusado, pai da menina, também estava debilitado e disse aos policiais que tanto ele quanto a criança não se alimentavam corretamente há cerca de 40 dias e que não procurou ajuda por não ter familiares na cidade.
Os dois foram encaminhados para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Jardim Cherveson. Após ser medicado, ele foi levado para a delegacia. A criança permanece internada.
De acordo com as informações apuradas pelo Policial Padrão, a mãe da criança faleceu pouco depois do parto e a avó materna, tenta na Justiça a guarda da menina.
O caso foi registrado como maus-tratos em pessoa menor de 14 anos no plantão da Delegacia Seccional de Rio Claro.
]]>Segundo a denúncia, o pai notou lesões no garoto quando o pegou para passar o feriado de Páscoa.
Em depoimento à Polícia Civil, o homem contou que não é a primeira vez que nota lesões pelo corpo do filho. Disse também que não questionou a ex-mulher, pois em ocasiões anteriores, ela provocou confusões e brigas ao ser perguntada sobre a situação da criança.
O menino foi levado ao Pronto-Socorro (PS) da Vila Cristina com dores pelo corpo.
Exames mostraram que ele tinha diversas lesões como mordidas, hematomas antigos no rosto, além de ferimentos em fase de cicatrização provocados por algum tipo de objeto cortante.
Além disso, uma lesão na cabeça do garoto indicou a falta de cuidados necessários e pontuais.
O pai da criança perguntou ao menino quem seria o responsável pelas lesões. Foi então que o garoto afirmou que teriam sido provocadas tanto pela mãe quanto pelo padrasto.
O registro do caso aponta que a criança se nega a permanecer com a mãe, em função dos recorrentes episódios de maus-tratos.
Ainda segundo o registro, o pai do menino afirma também que a ex-esposa não passa detalhes sobre os cuidados do garoto, por exemplo, a escola em que estuda e se frequenta outros lugares considerados inapropriados para o menino.
A Polícia Civil solicitou exame de corpo de delito e o caso foi registrado no Plantão da Delegacia Seccional de Piracicaba.
]]>De acordo com a Polícia Militar (PM), populares acionaram os policiais para atender uma ocorrência de maus tratos na Rua Francisco Rodrigues.
No local a testemunha declarou que estava dentro de casa quando ouviu o choro de um bebê, ao sair para fora viu a mulher brigando com a criança e dando socos na cabeça para ela parar de chorar.
A moradora foi até a autora e pediu para ela parar as agressões, porém ela respondeu que estava procurando a chupeta e disse ” vocês me pagam”.
Os militares foram até o local onde a mulher estava com o bebê, onde foram recebidos com palavras de baixo calão. A mulher ameaçou a equipe dizendo que não tinha medo de policiais militares e que bateriam em todos.
O caso foi encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde a mulher foi presa lesão corporal e maus tratos, já a criança foi entregue ao Concelho Tutelar.
A Delegada Dra. Nathalia Cabral publicou nas redes sociais lamentando o caso. Veja:

Segundo a Guarda Municipal, no local havia 38 pacientes. Todos eles foram entrevistados para apurar informações. O local passou por uma vistoria e documentações foram analisadas.
Os policiais constataram irregularidades e cinco pacientes foram levados para a delegacia para prestar esclarecimentos e queixa contra a clínica.
Um Boletim de Ocorrência foi registrado e o caso seguirá sendo investigado.

A Guarda Municipal de Artur Nogueira estava em patrulhamento preventivo ambiental de rotina, quando foi solicitada por uma veterinária que recebeu uma solicitação referente um cão que gritava aparentando dor em uma chácara no bairro Jardim das Palmeiras, sem moradores e com muro alto.
Com ajuda de uma escada, foi visualizado um cão de pequeno porte, magro e debilitado preso em um outro portão. Segundo os agentes, o animal foi resgatado do local, onde foi possível ver um grande tumor em sua barriga, falta de pelos em várias partes do seu corpo e muitas pulgas.
O recipiente, onde seria colocado a alimentação para o animal, estava vazio e em um pote de sorvete uma quantidade de arroz já velho e com moscas. O balde que era utilizado para a água estava sujo e com água imprópria para o consumo.
O cão foi conduzido até unidade de vigilância em Zoonose e foi constatado ser uma fêmea de cerca de dez anos sem raça definida, a cachorra de nome Lica foi medicada e permanece em atendimento médico veterinário. Com a identificação do proprietário da chácara, a ocorrência foi registrada na Delegacia de Artur Nogueira como maus-tratos.

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De acordo com o Boletim de Ocorrência, a ONG Cadeia para Maus Tratados Contra Animais foram acionados para verificar um um animal estaria em situação de abandono e maus tratos.
Na residência, localizada na Rua Bráulio Pio, constaram que havia um cachorro da raça Pitbull filhote, sendo que este estava sem agua, comida, o local estava muito sujo e além disso, as duas orelhas estavam mutiladas.
No local não havia ninguém, sendo que o imóvel estava vazio. O animal será encaminhado para ONG localizado no endereço Rua Joaquim Guimarães, n.° 50, Butantã, em São Paulo.
O caso foi registrado no Plantão Policial, onde o caso será investigado.
]]>De acordo com a corporação, os militares receberam uma solicitação e seguiram para uma residência, na Rua da Prosperidade.
No local, os bombeiros foram informados que uma cadela deu à luz a onze filhotes, porém três deles estavam em um cano para escoamento de água da chuva.
A equipe realizou algumas técnicas de salvamento e os filhotes foram resgatados.
O animais apresentavam um quadro de parada cardiorrespiratória e os socorristas realizaram procedimentos e salvaram dois filhotes, mas um não resistiu.
O responsável pelos cachorros foi orientado a procurar um veterinário.
]]>Após uma denuncia de Maus Tratos, uma equipe do Grupo de Proteção Ambiental, com os agentesEdmar e Neide se deslocaram a Rua Vicente Sarra e constataram a denuncia.
O animal se encontrava caído em uma área pública e muito debilitado. O responsável pelo animal foi localizado, porém, foi constatado que o mesmo se encontrava em dificuldades para manter sua própria sobrevivência e teve que ser apenas orientado.
Equipes de apoio da GAMA, voluntários e a equipe do Deputado Delegado Bruno Lima acompanhados de uma veterinária, deram início a procedimentos para hidratar e alimentar o cavalo, vindo a reabilitar o animal que permaneceu provisoriamente sob os cuidados da solicitante, até que seja possível ser feito um transporte adequado ao equino.

Os agentes municipais, Rosângela e Thiago chegaram na residência e avistaram do lado de fora um cachorro da raça Pit Bull a qual já não esboçava nenhum sinal de vida.
Os guardas então fizeram contato com os vizinhos e conseguiram chegar até o proprietário da casa, solicitando a presença dele no local. Ao chegar na casa foi questionado pelos guardas sobre maus tratos e confessou que não aparecia em seu imóvel há duas semanas.

Além do cachorro no quintal que já estava sem vida, no interior havia um gato sem água e comida e foram encontradas diversas cápsulas de cafeína, porções de cocaína e analgésico de uso animal.
A Associação Limeirense de Proteção a Animais (ALPA) esteve no local com o a presidente da instituição e o veterinário Valter Frezza, da clínica Invetenter, constatando maus-tratos por falta de alimento, água e o óbito do cachorro, que se encontrava anêmico e com grande quantidade de carrapatos.
A Polícia Ciêntifica também compareceu e fez seu trabalho, levando o animal para ser submetido a necropsia e enviando os dados pericial para compor o processo criminal.
O tutor dos animais foi detido e encaminhado à Delegacia de Investigações Gerais (DIG), permanecendo preso pelo crime de maus-tratos. O felino passara por cuidados do veterinário depois será encaminha para doação através da ALPA.
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