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No endereço monitorado, a equipe da DISE encontrou os dois “zeladores” do entreposto em meio a sacos de cocaína e material para embalo e refino da droga. A ação resultou na apreensão de mais de 210 quilos de cocaína em estado bruto, além de porções prontas para venda e substâncias químicas utilizadas para aumentar o volume da droga, incluindo um produto importado da China e de venda controlada no Brasil.
Os agentes também apreenderam duas armas de fogo calibre 9 milímetros, com carregadores, e um revólver calibre 38, aumentando a gravidade das acusações contra o trio. Ao todo, a operação resultou na apreensão de mais de 330 quilos de cocaína.

Os três indivíduos foram indiciados por tráfico e associação ao tráfico de drogas, posse ou porte de arma de fogo de uso restrito e por integrarem organização criminosa, demonstrando o comprometimento das autoridades na luta contra o tráfico de drogas e a criminalidade organizada na região da Baixada Santista.
]]>O primeiro confronto teve lugar por volta das 2h20, no bairro Vila Zilda, quando uma equipe da PM, em patrulhamento, identificou duas motocicletas em alta velocidade. Apesar das ordens de parada, os condutores, de 32 e 26 anos, não acataram e, após uma perseguição, abriram fogo contra os policiais na Avenida Professor Rafael Vitiello. Na troca de tiros, ambos foram atingidos e confirmados mortos pelo resgate. Com eles, foram apreendidos um revólver e uma pistola, e o incidente foi registrado no Distrito Policial Sede de Guarujá.
Já durante a noite, no bairro Sítio Paecara, policiais em patrulha se depararam com dois homens em atitude suspeita. Ao tentarem a abordagem, foram recebidos a tiros, resultando na morte dos dois criminosos, de 56 e 44 anos, após o confronto. Um terceiro suspeito conseguiu fugir. No local, foram encontrados um revólver e 12 frascos de lança-perfume. O episódio também foi encaminhado para investigação como morte decorrente de intervenção policial.
Esses eventos seguiram o lamentável assassinato do soldado Marcelo Augusto da Silva, baleado na Rodovia dos Imigrantes, em Cubatão, na madrugada de sexta-feira (26), quando retornava para casa. Silva, que atuava no 38º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano de São Paulo e participava da Operação Verão em Praia Grande, teve sua morte investigada sem que, até o momento, houvesse informações sobre o autor do crime.
A 7ª Operação Escudo, implantada em resposta ao crescente desafio de segurança na região, reforça o empenho das autoridades em garantir a ordem pública e buscar justiça para os atos contra agentes da lei. O site Policial Padrão, lamenta as perdas dos agentes de segurança demonstra nesta postagem seu apoio sobre as ações de revide e combate ao crime organizado.
]]>Imediatamente após o ocorrido, o delegado foi socorrido e submetido a uma cirurgia em um hospital da cidade. Ele teve boa evolução nessas primeiras 24 horas e atualmente está em recuperação na Unidade de Terapia Intensiva.
A Polícia Federal está oferecendo todo o suporte necessário ao servidor ferido e aos seus familiares neste momento delicado.
No desenrolar da operação, a polícia deteve dois criminosos em posse de uma submetralhadora, uma pistola, dinheiro e substâncias ilícitas. Eles foram conduzidos à Delegacia de Polícia Federal em Santos, onde foram formalmente autuados por tentativa de homicídio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.
A Polícia Federal emitiu um comunicado condenando qualquer ato de violência direcionado a seus servidores enquanto desempenham suas funções. Além disso, se comprometeu a empreender todos os esforços necessários para esclarecer plenamente o ocorrido e garantir que os envolvidos sejam devidamente responsabilizados.
]]>“Todo atentado contra a vida e a integridade física de um de seus servidores é um ataque contra a sociedade como um todo e requer a devida resposta do estado brasileiro”
diz trecho do comunicado.
De acordo com a PM, os policiais foram surpreendidos por tiros disparados por criminosos que estavam na favela Vila Zilda. Eles revidaram e, durante o confronto, os dois militares acabaram atingidos.
O soldado Patrick Bastos Reis, de 30 anos, foi atingido no tórax enquanto o cabo Fabiano Oliveira Marin Alfaya foi ferido na mão. Os policiais foram socorridos ao Pronto Atendimento Municipal da Rodoviária (PAM), mas o soldado Reis não resistiu aos ferimentos.
Os policiais faziam parte de um reforço enviado para o litoral para combater a criminalidade na região, com foco no tráfico de drogas e roubos de cargas. Guarujá viveu uma onda de violência, com roubos, arrastões e assassinatos, nos primeiros meses deste ano.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, confirmou a morte do policial Patrick Bastos Reis nas redes sociais, por volta das 7h15 desta sexta-feira (28). De acordo com o secretário, a Polícia Militar iniciou a Operação Escudo, com o objetivo de capturar os criminosos responsáveis pela ação contra os agentes. Ao todo cerda de 600 policiais participam da ação.

A Polícia Militar já prendeu dois criminosos suspeitos de envolvimento no assassinato. Um terceiro bandido foi morto em confronto com a Rota.
Os policiais alegaram que houve resistência armada e o suspeito recebeu vários tiros. Outras pessoas com possível envolvimento no ataque foram identificadas e eram procuradas no início da noite.
O secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, foi de São Paulo ao Guarujá para acompanhar a operação. Ele confirmou que foram identificados quatro envolvidos.
“Três já estão qualificados, inclusive o que atirou. Dois deles estão presos. Em um outro ponto do Guarujá, houve confronto com a Rota e um criminoso morreu. Não vamos descansar enquanto não prendermos todos”
afirmou o secretário.
Derrite informou que o autor dos disparos, já identificado, será indiciado por homicídio doloso [quando há a intenção de matar] e associação ao tráfico de drogas.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) lamentou a morte do policial da Rota e disse que a ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil.
Os perfis da Polícia Militar de São Paulo nas redes sociais declararam luto pela morte de Patrick Bastos Reis.
Em nota, a PM informou que o soldado ingressou na corporação em dezembro de 2017 e exerceu suas funções “com grande dedicação e zelo com o que lhe era confiado, sendo um profissional dedicado, amigo e exemplar”. O policial deixa esposa e um filho de 2 anos.
No primeiro semestre deste ano, cinco policiais militares morreram em serviço, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo. No mesmo período do ano passado, foram três ocorrências e, no ano anterior, nenhuma morte foi registrada no primeiro semestre.
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