acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131powerkit domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131wp-graphql domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131wpgraphql-acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131O sequestro desencadeou uma operação de inteligência após o patrão da vítima receber chamadas de vídeo, evidenciando o motorista em cárcere privado e sob ameaça de criminosos armados. Os sequestradores exigiam um resgate de R$ 40 mil para sua liberação. As diligências levaram à localização do cativeiro na cidade de Cubatão, onde a vítima, de 42 anos, foi encontrada e libertada sem o pagamento do resgate.
Informações levantadas pelo site Policial Padrão de que o caso teve início quando o Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) foi notificado sobre o sequestro, com informações fornecidas pela empresa Transul. Colega de trabalho da vítima, também conhecido como Chocolate, participou ativamente do processo, mantendo contato com os policiais e a empresa durante o ocorrido.
A operação destaca a eficiência e a colaboração entre as forças de segurança no combate ao crime organizado na região, com a Polícia Civil prosseguindo nas investigações para capturar os envolvidos no sequestro. A identificação e a prisão dos criminosos permanecem como prioridade para garantir a segurança e o bem-estar da população local.
]]>O trabalho de investigação, que se estendia por semanas, revelou a existência de uma residência no Guarujá utilizada para armazenar grandes quantidades de entorpecentes, distribuídos posteriormente em vários pontos da Baixada Santista. A operação de sábado começou com a interceptação de um veículo no sistema Anchieta-Imigrantes, momento em que os policiais apreenderam cerca de 70 tabletes de cocaína com um dos suspeitos, que confessou estar a caminho do Guarujá para entregar a substância.
No endereço monitorado, a equipe da DISE encontrou os dois “zeladores” do entreposto em meio a sacos de cocaína e material para embalo e refino da droga. A ação resultou na apreensão de mais de 210 quilos de cocaína em estado bruto, além de porções prontas para venda e substâncias químicas utilizadas para aumentar o volume da droga, incluindo um produto importado da China e de venda controlada no Brasil.
Os agentes também apreenderam duas armas de fogo calibre 9 milímetros, com carregadores, e um revólver calibre 38, aumentando a gravidade das acusações contra o trio. Ao todo, a operação resultou na apreensão de mais de 330 quilos de cocaína.

Os três indivíduos foram indiciados por tráfico e associação ao tráfico de drogas, posse ou porte de arma de fogo de uso restrito e por integrarem organização criminosa, demonstrando o comprometimento das autoridades na luta contra o tráfico de drogas e a criminalidade organizada na região da Baixada Santista.
]]>De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), o homem não atirou contra os PMs, mas resistiu a ordem de parada dos oficiais, que investigavam uma denúncia de transporte de armas.
São 19 os mortos pela PM no litoral paulista desde o dia 2 de fevereiro, quando o oficial Cosmo foi assassinado em serviço.
No sábado, os policiais receberam a denúncia de que um envolvido com facção criminosa transportava armas em um Jeep Compass. Quando foram interceptar o veículo, o criminoso jogou o carro contra a viatura e foi atingido pelos policiais. Ele foi levado para a Santa Casa, mas não resistiu.
Um fuzil calibre 556 foi apreendido, conforme informado pela SSP-SP.
Allan de Morais Santos, de 36 anos, era conhecido como “príncipe do PCC” e acumulou penas de 22 anos e 10 meses por crimes como tráfico de drogas e tentativa de homicídio.
Segundo a secretaria, ocorrem duas fases simultâneas da Operação Verão, com reforço das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e do Comando de Operações Especiais (COE). O foco da operação são ações de combate aos crimes no litoral durante o verão e o carnaval. Está em vigência também uma Operação Escudo, para identificar o responsável pela morte de Samuel Cosmo.
“Do início da Operação Verão até este sábado (10), 569 pessoas foram detidas, entre elas, 206 procurados pela Justiça. Todos os casos são rigorosamente investigados pela 3ª Delegacia de Homicídios da Deic de Santos, com o acompanhamento do Ministério Público e do Poder Judiciário”, afirmou, em nota, a SSP-SP.
Estado de SP, Operação Verão, Operação Escudo, sobrinho do líder do PCC, bandido morto, Rota, Samuel Wesley Cosmo, SSP,
Conforme informações da PM, o soldado realizava um patrulhamento com uma equipe da Rota em apoio a Operação Verão na Baixada Santista quando, nas imediações da Avenida Brigadeiro Faria Lima, foi surpreendido por um ataque de criminosos.
Samuel foi atingido e socorrido para a Santa Casa de Santos, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.
Após o crime, a Polícia Civil e Militar começaram uma operação conjunta que prendeu três suspeitos. Segundo as corporações, a operação permanece em vigor até o esclarecimento por completo dos fatos.
O governador do Estado de São Paulo, Tarcisio de Freitas, prestou solidariedade à família do soldado e afirmou que irá trabalhar para identificar e prender os autores do crime.
O Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo, Guilherme Derrite, também usou o X para informar o início da Operação.
A Operação Escudo foi iniciada em julho de 2023, após a morte do soldado da Polícia Militar, Patrick Bastos Reis, em um patrulhamento no Guarujá, litoral de São Paulo.
No total, a primeira fase da Operação Escudo deixou ao menos 28 pessoas mortas, 958 pessoas presas, sendo que 382 eram procuradas pela Justiça. Além disso, 117 armas de fogo e 977 quilos de drogas foram apreendidos. A ação durou 40 dias.
Essa nova operação é a oitava Operação Escudo desde julho de 2023 e é a sexta deste ano.
A policial foi baleada pelas costas enquanto fazia patrulhamento pela Operação Escudo em 1º de agosto. Após o crime ela passou várias semanas internada até se recuperar.
Nesta terça os PMs do 2° Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) estavam em patrulhamento na região quando viram um veículo em alta velocidade. Na abordagem foi localizada uma arma de fogo ilegal. O motorista foi detido e levado à delegacia.
Na unidade policial foi constatado que o motorista era procurado por tentativa de homicídio contra dois policiais durante a Operação Escudo, realizada na Baixada Santista. A ação policial tinha o objetivo de prender os criminosos que mataram o soldado Patrick Reis e combater o crime organizado naquela região.
Em 1º de agosto, após atirar na cabo Najara, ele e os comparsas fugiram em direção ao morro São Bento, onde atacaram uma viatura do Baep e balearam outro policial na perna. Na troca de tiros um dos criminosos foi baleado e morreu. Outros dois foram presos.
O caso foi registrado como captura de procurado e posse ou porte ilegal de arma de fogo no 1° Distrito Policial de Santos.
]]>Conforme o coronel Pedro Luiz de Souza Lopes, chefe da assessoria policial militar da Secretaria da Segurança Pública, o estado de saúde dos PMs requer cautela, apesar de a situação clínica ser estável.
A cabo Najara Gomes foi atingida com tiro de fuzil pelas costas durante patrulhamento no bairro Campo Grande. Ela foi socorrida e internada na Santa Casa da cidade.
A policial sofreu dois ferimentos nas regiões lombar e do ombro, com fratura de vértebra, que provocaram um sangramento interno atrás do abdômen. Najara passou por cirurgia ortopédica na chegada ao serviço e, desde então, é monitorada por meio de exames sequenciais de sangue e de imagem cotidianamente.
A preocupação da equipe médica é a de evitar uma infecção ou uma lesão que possa causar algum prejuízo futuramente à saúde da policial.
A cabo Najara, que é mãe de uma adolescente de 14 anos, já deu início à reabilitação e, por enquanto, foi descartada a remoção de quaisquer fragmentos do projétil.
O segundo caso é do soldado Pablo Uriel, do 8º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep). Ele também foi baleado em 1º de agosto, durante as buscas pelos criminosos que atacaram a cabo Najara. Houve troca de tiros com os bandidos no morro São Bento e o policial foi atingido.
O tiro que acertou a região da virilha lesou estruturas orgânicas importantes na transição para o abdômen, por isso, o soldado também foi operado assim que chegou ao Pronto-Socorro da Santa Casa de Santos.
Na quinta-feira (3), o soldado Uriel teve de ser submetido a uma nova cirurgia, na qual foi identificada e corrigida uma nova lesão. Ele continua sendo acompanhado por meio de exames.
O policial permanece internado, ainda sem previsão de alta, sob uso de antibióticos e dará início à reabilitação. A previsão é que o soldado passe por uma longa recuperação com a possibilidade de novos procedimentos cirúrgicos na tentativa de corrigir lesões na região do quadril causadas pela passagem do projétil.
]]>