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Além disso, a PF deu sequência à Operação Denarius, focada na luta contra a disseminação de notas falsas no comércio local e nas redes sociais, evidenciando a abrangência da atuação dos grupos criminosos, que se estendia para além das fronteiras estaduais.
Paralelamente, as ações se estenderam até o Guarujá (SP) e Marabá (PA), onde foram executados três mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Naruto. Essa investigação, iniciada após a prisão de um homem com cédulas falsas em Santos (SP) em dezembro de 2021, revelou a existência de um grupo em um aplicativo de mensagens dedicado à negociação e troca de notas falsas. Durante as buscas, foram apreendidos celulares, cartões em branco e equipamentos possivelmente utilizados para clonagem e estelionato.
Os indiciados, acusados de associação criminosa e falsificação de moeda, enfrentam penas que podem chegar a 15 anos de prisão, ressaltando a gravidade das infrações e a importância das operações realizadas pela Polícia Federal. Estas ações sublinham o comprometimento das autoridades na luta incessante contra o crime organizado, visando garantir a segurança pública e a integridade do sistema financeiro e de armas no país.
]]>Segundo a Agência Brasil, apesar da mobilização de aproximadamente 500 agentes de segurança e a utilização de equipamentos de última geração, o ministro destacou as dificuldades impostas pela complexidade do terreno e pelas recentes chuvas, que têm apagado possíveis rastros dos foragidos, Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento. As autoridades estimam que eles ainda estejam escondidos num raio de 15 quilômetros a partir da penitenciária.
As investigações revelaram que a fuga foi facilitada pelo uso de uma barra de ferro, retirada de uma das paredes da cela, levantando questões sobre a manutenção das instalações. Além disso, suspeita-se que ferramentas de uma obra mal administrada no presídio tenham sido utilizadas para cortar o alambrado, permitindo a fuga dos detentos.
Atualmente, duas investigações estão em curso: uma administrativa, focada em apurar as responsabilidades internas pela fuga, e outra conduzida pela Polícia Federal, destinada a investigar possíveis envolvimentos criminais que facilitaram a ação dos fugitivos.
O ministro da Justiça do Brasil Lewandowski, mantendo a cautela, evitou especular sobre a conivência de funcionários ou terceiros na fuga, reiterando que a presunção de inocência é um pilar do regime democrático brasileiro. Contudo, o presidente Lula, em coletiva na Etiópia, indicou a possibilidade de que os presos tenham contado com apoio externo para sua fuga.
Com um prazo legal de 30 dias para a conclusão do inquérito policial, extensível conforme a necessidade, as autoridades trabalham incessantemente para recapturar os foragidos e esclarecer as circunstâncias que permitiram essa fuga sem precedentes.
]]>A operação, que está em sua sexta edição e foi iniciada em outubro de 2022, resultou no cumprimento de 16 mandados de prisão e outros dez de busca e apreensão, sequestro de bens e valores, além do bloqueio judicial de ativos financeiros. As diligências ocorreram em Recife (PE), São Paulo e Santo André (SP).
Romano Costa, diretor de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi/Senasp/MJSP), destacou o total apoio do MJSP e celebrou o sucesso da operação. “Conseguimos articular as ações de forma eficiente e rápida, causando significativo prejuízo ao crime organizado”, ressaltou Costa.
Na operação, atuaram cerca de cem policiais civis, assessorados pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (Dintel) e pelo Laboratório de Lavagem de Dinheiro (LAB/PCPE), vinculados à Diretoria Integrada Especializada (Diresp). A presidência da operação ficou a cargo do delegado Álvaro Grako, titular da Delegacia de Polícia de Roubos e Furtos (DPRF), unidade integrante do Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri).
Esta ação representa mais um passo importante na luta contra o crime organizado, enfatizando a importância da integração e cooperação entre diferentes forças policiais e instituições de segurança pública.
]]>Agentes estaduais do batalhão de ações especiais intensificou o patrulhamento após receber informações detalhadas sobre um veículo suspeito, um GM Vectra GT preto, identificado em imagens de câmeras de segurança relacionadas ao roubo a casa do colega PM. O veículo tinha características distintas: uma roda dianteira direita preta, as outras prateadas e um farol esquerdo queimado.
Durante a operação, o veículo foi localizado por volta das 17:48 e abordado. O condutor, de 34 anos, com várias passagens criminais, e a passageira, de 30 anos, com histórico de roubo e furto, estavam no carro. Uma busca veicular revelou um revólver calibre 22, marca Rossi, com numeração suprimida, escondido sob o banco do passageiro. O condutor confessou ser o proprietário da arma e admitiu sua participação no roubo à residência do policial militar. Além disso, ele indicou o local de um dos comparsas no roubo, no Jardim Pavioti.
Em uma busca na residência do abordado, foram encontrados dois tabletes prensados de maconha, totalizando 1,356 kg, escondidos sob o colchão. O condutor declarou que revendia a droga devido a problemas financeiros. Após a detenção, outro participante do roubo, o menor, de 17 anos, foi localizado e reconhecido pelas vítimas.
Diante dos fatos, os envolvidos foram presos e conduzidos ao plantão policial. O delegado plantonista formalizou o flagrante de tráfico de drogas e porte irregular de arma de fogo, e os indiciou no boletim de ocorrência do roubo à residência. O condutor do veículo permaneceu detido à disposição da justiça.
A operação resultou na apreensão de um revólver calibre 22, três munições do mesmo calibre, 1,356 kg de maconha e um telefone celular Moto G2.
]]>Em resposta a essa onda de violência, o Secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, declarou que nenhum ataque a policial ficará impune. A instituição já está em plena operação para enfrentar esses desafios. A Operação Escudo foi deflagrada em três pontos críticos de ataques, juntamente com um trabalho intensivo de investigação da Polícia Civil, visando a identificação e prisão dos criminosos envolvidos nesses atentados.
A Polícia Militar desencadeou várias frentes da Operação Escudo nas regiões afetadas. A 2ª Operação Escudo ocorre na área do CPA/M-6, abrangendo Santo André; a 3ª na área do CPA/M-10, na região sul da capital, em sequência ao assassinato da soldado PM Sabrina; a 4ª na área do CPI-9, que cobre Piracicaba; e a 5ª na região de Guarulhos, sob a área do CPA/M-7.
Essas operações são uma resposta firme do Estado aos atos criminosos que visam diretamente os agentes de segurança. O principal objetivo é reestabelecer a ordem pública e fortalecer a sensação de segurança na comunidade local, além de capturar e responsabilizar os autores dessas ações contra os policiais paulistas. A PM reforça que a Operação Escudo é um procedimento padrão em situações onde há ataques diretos contra o Estado e seus agentes, demonstrando o compromisso contínuo da Segurança Pública com a proteção e o bem-estar da população.”
]]>Durante o procedimento de consulta aos ocupantes , descobriu-se que um dos passageiros, que cumpria pena por tráfico de drogas e era beneficiado pela saída temporária, estava fora do município de Piracicaba, violando assim os requisitos da sua liberação.
Segundo apurado pela equipe, o criminoso estaria supostamente em visita familiar, o que vai contra aos requisitos impostos para concessão do benefício.
Diante dessa constatação, o infrator foi prontamente encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Limeira, onde permaneceu recolhido.
]]>De acordo com a Polícia Civil (PC), vários veículos foram furtados em cidades da região e durante o trabalho investigativo com o auxílio do setor de inteligência da Guarda Municipal de Americana (Gama), os policiais identificaram um Celta, que era utilizado nos crimes.
O Poder Judiciário expediu mandados de busca e apreensão que foram cumpridos em Limeira (SP). Os agentes localizaram a proprietária do carro, que admitiu que emprestava o veículo para o irmão e o namorado, porém, alegou que não sabia que o carro era usado nos crimes. O namorado da mulher, já havia sido preso pela Polícia Militar (PM) com uma motocicleta adulterada.
Ainda durante a ação, no Parque João Ometto, os agentes detiveram três homens por tráfico. Várias porções de drogas e outros objetos foram apreendidos. O trio foi encaminhado para a sede da DIG em Americana e permaneceu preso.
]]>Os policiais estiveram em um desmanche de veículos na Rua da Agricultura, no Jardim Pérola, e encontraram seis cintos de segurança, três vidros, duas carcaças de veículos e um eixo traseiro.
De acordo com a PC, os acessórios estavam em desacordo com a legislação em vigor.
O proprietário do comércio foi encaminhado para o 2º DP, onde permaneceu preso.
]]>De acordo com a Polícia Civil, o trabalho investigativo começou após o crime mais recente, ocorrido no dia 17 de maio. Na ocasião, bandidos invadiram um sítio na cidade de Dourado (SP) e furtaram 23 bovinos.
Os investigadores conseguiram identificar duas pessoas envolvidas no crime, além de alguns veículos usados pelos criminosos.
A equipe passou a monitorar áreas rurais na região de Sumaré (SP) e nesta quinta-feira, interceptou dois veículos suspeitos na Avenida Fuad Assef Maluf. Um caminhão que transportava três bovinos furtados em Dourado e um Ford Ecosport que fazia a escolta do veículo.

A ação teve apoio da Polícia Militar (PM) e deteve quatro criminosos na abordagem, que residem em Sumaré e Nova Odessa (SP).
De acordo com a polícia, um dos criminosos tem vários antecedentes como roubo a banco, homicídio, porte ilegal de arma, tráfico e organização criminosa.
Por fim, a equipe encaminhou o grupo para a sede da DIG, onde os quatro ficaram presos em flagrante por receptação e associação criminosa. Já o gado será devolvido ao proprietário.
]]>De acordo com informações da polícia, a equipe abordou o casal na frente da casa na Rua Jácomo Calheiros. A mulher de 27 anos e o homem de 36, confessaram que havia drogas no imóvel.
Ao todo, a polícia apreendeu um pedaço e 75 porções de maconha, e outro pedaço e mais 77 pedras de crack. Também havia uma balança de precisão, embalagens para armazenamento das drogas e dois celulares.

Os investigadores encaminharam as drogas e o casal para a sede da Dise. Eles vão responder por tráfico e associação ao tráfico.