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A delegada da Polícia Federal, Estela Beraquet Costa, afirmou que o homem planejava vender o conteúdo criminoso em chats e salas de bate-papo.
Os locais alvos de mandados foram identificados pela polícia como “pontos digitais de compartilhamento de arquivos com conteúdo de sexo explícito envolvendo menores de idade”, por meio de aplicativos em smartphones e salas de bate papo na internet.
A Operação Infância Protegida foi desenvolvida pela Polícia Federal em Campinas (SP) no ano de 2023, em conjunto com os órgãos centrais da PF em Brasília (DF).
Os investigados podem receber pena de 18 anos de prisão, relacionadas aos crimes de produção, posse e transmissão de arquivos ilícitos envolvendo exploração sexual infantil.
Em nota, a Polícia Federal afirmou que mantém na Delegacia em Campinas um grupo permanente de investigação de crimes dessa natureza, para tentar acabar com o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.
]]>Quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Campinas (SP, Indaiatuba (SP), Vinhedo (SP) e Mogi Guaçu (SP) foram cumpridos simultaneamente.
Nesta investigação, realizada pelo Núcleo de Inteligência da 1ª DIG/DEIC de Campinas, já foram identificados material de pornografia infantil através dos IP´s dos investigados.
Hoje, os cumprimentos dos mandados tem como objetivo apreender computadores, aparelhos de telefonia celular, pen-drivers, HD’s externos, cartões de memórias, CD’s e DVD’s que possam conter fotografias, vídeos ou outros registros de cenas de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança e/ou adolescentes.
Além dos policiais da 1ª DIG, participaram os policiais da Delegscia Seccional de Mogi Guaçu e da Policia Técnico Cientifica, além da importante colaboração da Policia Federal de Piracicaba.
A ocorrência será apresentado na 1ªDIG da DEIC de Campinas.
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Vinte HDs e celulares que continham as imagens ilegais foram apreendidas. A PF cumpriu dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Federal de Americana.
Os criminosos vão responder por dois artigos do Estatuto da Criança e Adolescente. Segundo a Polícia Federal, se condenados, eles poderão cumprir penas que variam de 1 a 4 anos de reclusão por armazenamento.

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A partir de acompanhamentos realizados por equipe especializada, foi instaurada apuração e, após diligências, representado por mandado de busca e apreensão. A Justiça Federal de Americana autorizou a medida, a qual foi cumprida com todas cautelas devidas, apesar da pandemia causada pelo COVID-19.
Em razão do armazenamento de arquivos, o investigado, de 49 anos, foi preso em flagrante. Foram localizados aproximadamente 2,5G de arquivos contendo arquivos de imagens pornográficas de crianças e adolescentes e apreendidos 04 HDs. Ele responderá pelo crime previsto no artigo 241-B da Lei 8069/90 e, se condenado, poderá cumprir pena que varia de 1 a 4 anos de reclusão.
BALANÇO DE INVESTIGAÇÕES DE COMBATE À EXPLORAÇÃO SEXUAL INFANTIL
Neste mês foram cumpridos na região sete mandados de busca e apreensão, tendo sido envidado esforços para realização de tais medidas no mês de maio, conhecido como “maio laranja”, devido ao fato de no dia 18/5 ser celebrado o dia de combate à exploração sexual infantil, instituído pela Lei 9970/2000.
Neste ano, a Polícia Federal realizou, em Piracicaba, 9 apurações distintas, o cumprimento de 12 mandados de busca, culminando em 7 prisões em flagrante, sendo uma prisão preventiva, devido a indícios de abuso sexual contra a própria filha. Trata-se de um número muito superior aos anos anteriores graças à dedicação de equipe especializada no combate a esse tipo de delito. Em 2020, houve cumprimento de 7 MBAs, com 6 prisões em flagrante e, em 2019, de 4 MBAs, com 2 prisões em flagrante.
Em 2020, a Polícia Federal cumpriu, no Brasil, 213 mandados de busca e apreensão e, em 2021, já foram 114 mandados.
]]>O mandado de busca e apreensão foi expedido pela Justiça Federal de Americana e cumprido com todas cautelas devidas, apesar da pandemia causada pelo COVID-19.

Em razão do compartilhamento dos arquivos, o investigado foi preso em flagrante. Foram localizados mais de 300 arquivos de imagens pornográficas de crianças e adolescentes.
Ele responderá pelos crimes previstos nos artigos 241-A e/ou 241-B da Lei 8069/90 e, se condenado, poderá cumprir penas que variam de 1 a 4 anos de reclusão por armazenamento, somada a penas que variam de 3 a 6 anos, devido aos compartilhamentos.
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O mandado foi expedido pela Justiça Federal de Americana e cumprido com todas cautelas devidas, apesar da pandemia causada pelo COVID-19.
Em razão do armazenamento dos arquivos, o investigado, de 52 anos, foi preso em flagrante. Foram localizados 22 gigas em mais de 450 arquivos de imagens e vídeos pornográficos de crianças e adolescentes.
Ele responderá pelo crime previsto no artigo 241-B da Lei 8069/90 e, se condenado, poderá cumprir pena que varia de 1 a 4 anos de reclusão.
Fonte: Polícia Federal
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O indivíduo foi preso durante uma operação montada para o caso, chamada “Operação Lençóis Floridos”, pois o abuso sexual foi filmado em uma cama com lençóis vermelhos floridos.
As investigações tiveram início em Brasília, no Núcleo de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil pela Internet (Nurcop) e as informações chegaram para a Polícia Federal de Piracicaba em dezembro do ano passado.
O autor e a vítima, que hoje está com 11 anos, foram identificados em menos de dois dias. Além do abuso, foi encontrado material pedopornográfico no celular do acusado.
Ele então foi enquadrado em três artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente e um do Código Penal, podendo ficar preso por até 16 anos.
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219 mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, a megaoperação tinha como foco localizar casos de abusos infantis em arquivos na internet.
A Polícia Federal participou da operação no estado do Rio de Janeiro. O objetivo era encontrar e apreender arquivos de abusos sexuais de crianças, que são encontrados na Deepweb, também conhecida como “internet invisível”, onde o anonimato permite que pedófilos publiquem, curtam e compartilhem atividades ilegais, evitando que a polícia aja.
A investigação desta megaoperação se iniciou em 2018, quando um suspeito de pedofilia estava tentando vender sua sobrinha para outros pedófilos na Rússia.
A intenção do homem era levar a menina a um parque da Disney, deixá-la com os traficantes e alegar que ela teria se perdido. Com isso, a investigação se intensificou, localizando essa rede de pedófilos na Deepweb, que produzem, vendem e compram vídeos de abusos de menores.
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A operação “Luz da Infância” em combate à pedofilia está em andamento em todo o Estado de São Paulo e em outros oito estados e quatro países, contando com a força-tarefa internacional.
Nessa sexta-feira (06), a Delegacia de Investigações Gerais de Americana deu início a operação nas cidades de Sumaré e Santa Bárbara d’Oeste. Até o momento dessa publicação, um indivíduo já havia sido detido com indícios de pedofilia digital.
Além disso, dois mandados de busca também já estavam sendo cumpridos. No estado do Rio de Janeiro, um homem foi preso em flagrante na Taquara, Zona Oeste.
Nesse mesmo estado, os agentes saíram para cumprir sete mandados de busca e apreensão nos bairros de Jacarepaguá, Lins de Vasconcelos e Vargem Pequena, na capital, e Centro e Santa Luiza, em São Gonçalo.
Caso encontrados materiais pornográficos nesses lugares, os responsáveis serão presos em flagrante. Nessa etapa da operação, a justiça brasileira conta com a participação das polícias da Argentina, Panamá, Paraguai e Estados Unidos.
Os estados alvos dessa operação no Brasil serão São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, Pará, Mato Grosso, Goiás, Ceará e Alagoas. No total, há 137 mandados de busca e apreensão a serem cumpridos.
Por enquanto sem mais informações.
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