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Durante realização das buscas, eles apreenderam um celular, um HD e pen drives.
O material será encaminhado para perícia criminal, para aprofundamento da análise pericial.
Se condenado, o investigado pode responder pelos crimes de posse e compartilhamento de arquivos com conteúdo pornográfico infantojuvenil, que somadas podem chegar a dez anos de prisão.
O investigado já tem passagem por atentado violento ao pudor contra vítima menor de 14 anos e já foi preso no ano de 2006 por tal delito.
De acordo com as investigações, o suspeito vinha sendo investigado ativamente devido à constante atividade ilícita em meio virtual. Na casa dele, a equipe apreendeu um celular com diversos arquivos de vídeos e fotos armazenados, contendo cenas de abuso sexual infanto-juvenil.
Com o auxílio da equipe do Instituto de Criminalística, o aparelho foi verificado e além das imagens, os agentes encontraram indícios de que o investigado transmitia e distribuía os conteúdos por meio de um aplicativo de trocas de mensagens.
O suspeito foi encaminhado à 1ª Delegacia de Investigações Gerais de Campinas (SP). Se condenado, poderá pegar até 8 anos de reclusão.
Durante a ação, a polícia realizou buscas com o objetivo de apreender computadores, celulares e mídias de arquivos de informática que possam conter vídeos e ou imagens relacionadas a exploração sexual infantojuvenil que estejam armazenados ou disponibilizados na rede mundial de computadores.
A ações ocorreram nas cidades de Piedade, Aparecida, Bauru, Pindamonhangaba, Capivari, Valinhos, Auriflama, Três Fronteiras, Itu e Mauá. Todas localizadas no estado de São Paulo.
Em Capivari, a polícia prendeu um operador de máquinas de 41 anos. Na casa dele, a equipe encontrou conteúdo de abuso sexual infantil em dispositivos eletrônicos.
Por conta disso, ele foi preso em flagrante por posse de conteúdo pornográfico infantil e encaminhado para a Delegacia da Polícia Federal em Campinas (SP).
Já em Valinhos, um motorista de aplicativo de 61 anos foi detido.
Os suspeitos responderão criminalmente por armazenar e compartilhar na internet conteúdo relacionado a exploração sexual infantojuvenil, cujas penas podem chegar a 10 anos de prisão.
Em 2023 foram deflagradas pela Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, 93 operações e cumpridos 118 mandados de busca e apreensão em repressão aos crimes de exploração sexual infantojuvenil.
Um aumento de aproximadamente 45% em relação a 2022, e 125% em relação a 2021. Isso demonstra claramente que o combate aos crimes de exploração sexual infantil é uma prioridade para a Polícia Federal.
]]>De acordo com a polícia, a ação ocorre simultaneamente em oito países nas Américas, com participação do Ministério da Justiça.
Na casa do alvo em Sumaré, os policiais encontraram um computador que armazenava uma grande quantidade de imagens de pornografia infantil.

A moradora da casa disse que o computador pertencia ao filho e o rapaz foi detido.
A polícia encaminhou o suspeito para a sede da DIG, onde a autoridade policial o atuou em flagrante por armazenar conteúdo que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.
A autoridade ainda determinou uma fiança no valor de R$ 3.960 que foi paga pela família. Com isso, o rapaz vai responder ao crime em liberdade.
Já o computador apreendido será periciado.
A operação “Aliados pela Infância” tem o objetivo de prender suspeitos de armazenar e disponibilizar imagens de abuso sexual infantil e foi realizada simultaneamente em oito países nas Américas.
Apenas no estado de São Paulo são cumpridos 50 mandados de prisão e de busca e apreensão, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP). Na capital há ao menos 17 suspeitos já identificados na investigação, segundo o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Os demais suspeitos estão em outros 19 municípios, tanto da região metropolitana como do interior. Ao menos 11 pessoas foram presas em flagrante na manhã desta segunda no estado de São Paulo. O número total de presos ainda está sendo contabilizado.
Os crimes investigados constam no artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que proíbe distribuição, publicação, divulgação e transmissão ou armazenamento, por qualquer meio, de qualquer conteúdo pornográfico envolvendo criança ou adolescente.
A operação ocorre simultaneamente na Argentina, no Chile, no Equador, no Paraguai, no Panamá, em Porto Rico e nos Estados Unidos, segundo a SSP.
A ação é conduzida por autoridades da Embaixada dos Estados Unidos na Argentina, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos e o Ministério Público Fiscal da cidade de Buenos Aires, segundo o ministério.
]]>De acordo com a polícia, o objetivo foi reprimir a produção, compartilhamento e posse de mídias (fotos/vídeos) com conteúdo de abuso e exploração sexual infantil.
Durante as buscas, a equipe encontrou materiais armazenados no computador do investigado, o que resultou na prisão em flagrante.
O morador de Piracicaba vai responder por crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente. A pena varia de 1 a 4 anos de reclusão.
]]>A ação é resultado de uma investigação contra um jovem de 26 anos, suspeito de compartilhar pornografia infantil com uso de um aplicativo de celular e por meio de redes sociais. Até o momento, ninguém foi preso. O trabalho é continuação da “Operação Infância Protegida”, deflagrada este ano.
De acordo com a instituição, o mandado foi expedido pela 9ª Vara da Justiça Federal e a apuração teve início na Superintendência da PF do Amazonas, onde foi indicado que o suspeito compartilhava e vendia arquivos com conteúdo de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
A polícia confirmou que houve apreensão de um celular e um HD. Os equipamentos serão submetidos a exames periciais. Depois disso, o investigado prestará depoimento em data a ser definida.
]]>Segundo a Polícia Federal, trata-se da Operação PEDO 008, cujo objetivo foi o cumprimento de oito mandados em face de investigados que estariam, em tese, cometendo delitos de compartilhamento e armazenamento (Art. 241-A e Art. 241-B, ambos do Estatuto da Criança e do Adolescente), bem como a possível produção (art. Art. 240, ECA), de pornografia infantil.
Ao longo das investigações, foram identificados diálogos com o alvo principal, ocorrendo trocas de cenas pornográficas envolvendo criança.
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