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Os menores deram versões semelhantes sobre o caso, alegando que compraram as armas de um desconhecido por um total de R$ 7,5 mil, mas sem a intenção de fazer mal a alguém.
Além disso, um dos adolescentes contou que escondeu as armas no sítio de outra irmã, sem que ela ou cunhado soubessem.
A PM foi até lá e localizou em uma área de mato, um revólver calibre .22, uma pistola calibre 7,65 e seis munições calibre .32 intactas.
Após a apreensão dos objetos, a polícia conduziu os adolescentes ao plantão policial. Eles foram indiciados pelo ato infracional de posse irregular de arma e liberados à responsável legal.
De acordo com a polícia, a equipe fazia patrulhamento pelo Autoposto Benfica na altura do km 117 quando notou o vigilante armado.
O homem estava com um rifle calibre .22 carregado com um carregador de dez munições. No entanto, não possuía registro e nem autorização para porte de arma.
O objeto foi apreendido e o vigilante vai responder por porte ilegal.
O caso aconteceu por volta das 21h30, na Rua Vinícius de Moraes. A PM viu um homem prestes a entrar em um Ford Focus, que interrompeu a ação e caminhou para o sentido contrário do veículo quando a viatura se aproximou.
A atitude suspeita motivou a abordagem. O suspeito não tinha nada ilícito, mas ao ser questionado sobre o que havia no carro, ele admitiu ter drogas e arma.
Na busca veicular, a polícia encontrou um pacote com 24 pinos de cocaína e um revólver calibre .38 no porta-luvas.
O dono do carro vai responder por tráfico de drogas e porte ilegal de arma.
Segundo relato do pedestre, o homem estava em uma Honda Bros preta e com baú, vestindo uma camisa cinza e bermuda jeans. Depois de mostrar a arma, ele fugiu sentido ao Jardim dos Lírios.
Assim que soube dos fatos, a PM iniciou buscas e localizou um suspeito que batia com a descrição. No momento da abordagem ele não estava com nada ilegal, mas confessou que tinha uma arma em casa, no Jardim Mirandola.
Na residência, a polícia encontrou um revólver Taurus calibre .38. A arma estava em nome do aposentado, porém, com o registro vencido desde 2013.
O caso foi apresentado no Distrito Policial, onde o aposentado foi autuado por posse ilegal de arma. Ele ficou em liberdade após prestar depoimento e o revólver ficou apreendido.
O trabalho de investigação, que se estendia por semanas, revelou a existência de uma residência no Guarujá utilizada para armazenar grandes quantidades de entorpecentes, distribuídos posteriormente em vários pontos da Baixada Santista. A operação de sábado começou com a interceptação de um veículo no sistema Anchieta-Imigrantes, momento em que os policiais apreenderam cerca de 70 tabletes de cocaína com um dos suspeitos, que confessou estar a caminho do Guarujá para entregar a substância.
No endereço monitorado, a equipe da DISE encontrou os dois “zeladores” do entreposto em meio a sacos de cocaína e material para embalo e refino da droga. A ação resultou na apreensão de mais de 210 quilos de cocaína em estado bruto, além de porções prontas para venda e substâncias químicas utilizadas para aumentar o volume da droga, incluindo um produto importado da China e de venda controlada no Brasil.
Os agentes também apreenderam duas armas de fogo calibre 9 milímetros, com carregadores, e um revólver calibre 38, aumentando a gravidade das acusações contra o trio. Ao todo, a operação resultou na apreensão de mais de 330 quilos de cocaína.

Os três indivíduos foram indiciados por tráfico e associação ao tráfico de drogas, posse ou porte de arma de fogo de uso restrito e por integrarem organização criminosa, demonstrando o comprometimento das autoridades na luta contra o tráfico de drogas e a criminalidade organizada na região da Baixada Santista.
]]>Em posse da descrição do suspeito, os policiais seguiram até o local indicado por volta das 21h. Quando chegaram na Rua João da Silva, a equipe viu o homem, mas ele tentou fugir por uma área verde.
Os policiais acompanharam o suspeito e o viram descartar a arma, o abordando logo em seguida. A arma descartada era um revólver Taurus calibre .32 com três munições intactas e duas deflagradas.
A equipe checou os antecedentes do abordado e descobriu que ele tinha saído da prisão há pouco tempo, onde cumpria pena por três homicídios.
Diante das evidências, ele foi detido em flagrante por porte ilegal de arma e retornou ao sistema prisional.
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]]>De acordo com a corporação, o suspeito conduzia um Fiat Argo pela Avenida Rodolfo Kivitz e aumentou consideravelmente a velocidade ao notar a viatura. A ação suspeita motivou a abordagem, mas o motorista ignorou a ordem de parada e os sinais sonoros e luminosos.
Houve perseguição por diversas ruas da região, até que ao acessar o Parque Residencial Klavin, o suspeito perdeu o controle da direção e bateu em outros veículos.
A GCM fez abordagem e encontrou no interior do veículo, um revólver calibre .38 carregado com seis munições. Além disso, o carro estava com as placas trocadas e após pesquisas, os agentes descobriram uma queixa de furto registrada em Franca (SP).
O homem foi preso em flagrante por receptação e porte ilegal de arma de fogo.
De acordo com informações do 10º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), por volta das 6h30, uma equipe deu cumprimento a um mandado de busca e apreensão em uma residência na Rua Carlos Zanelatto.
O alvo da Justiça era um homem de 23 anos que não estava no local. A companheira do investigado alegou que não sabia onde ele estava, mas admitiu que sabia sobre o envolvimento do homem com o tráfico de drogas.
No quarto da jovem, a polícia apreendeu cerca de R$ 5,5 mil em espécie e celulares. Já no telhado da casa, encontrou um revólver calibre .22 com três munições intactas e um tijolo e meio de maconha.
Diante das evidências, a abordada que está grávida de seis meses, foi conduzida à Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba (SP).
Após o registro de um boletim de ocorrência por tráfico e posse ilegal de arma, a gestante permaneceu à disposição da Justiça.
]]>Batizada como ‘Operação Rajada’, a ação visava desarticular um esquema de distribuição de drogas a partir de um imóvel de Paulínia para a região do Antônio Zanaga, em Americana.
Durante as investigações, a polícia identificou a participação do motorista no esquema, e dois endereços relacionados a ele, incluindo uma adega no bairro Alto de Pinheiros, onde ocorreram as apreensões.
O investigado foi detido e na adega situada na Rua Cláudia Tagliaferri Bosso, os investigadores localizaram uma pistola Glock calibre .45 com seletor de rajada, 30 munições .45, um carregador e um celular. No entanto, não havia nenhuma droga no local.
Por fim, o motorista recebeu voz de prisão em flagrante e vai responder por posse ilegal de arma e munições.
]]>A investigação começou quando a vítima, interessada em vender um veículo para financiar a compra de um imóvel, entrou em contato com um suposto responsável pela venda. A transação evoluiu até que a vítima, suspeitando da legitimidade do negócio, verificou a propriedade do imóvel e descobriu a tentativa de fraude.
Ao chegar na imobiliária para finalizar o contrato, a vítima notou discrepâncias nos documentos apresentados e imediatamente notificou a DIG de Americana. A rápida resposta dos policiais impediu que a vítima transferisse seu veículo, frustrando o golpe.
No local, imobiliária Brasil, localizada na rua Primo Pícoli, foram presos dois auxiliares administrativos e um empresário, sendo um deles flagrado portando uma pistola calibre 9mm. Além da arma, foram apreendidos carregadores, munições, documentos falsificados, equipamentos eletrônicos e um veículo utilizado pelo grupo.
Investigações adicionais revelaram que os detidos estavam envolvidos em diversos casos similares de estelionato, com o líder do grupo vendendo imóveis sem autorização e lucrando indevidamente às custas de múltiplas vítimas, chegando até a vender o mesmo imóvel para diferentes pessoas.
Após serem conduzidos à sede da DIG, a autoridade policial confirmou a prisão em flagrante do trio, que foi encaminhado à cadeia pública de Sumaré, permanecendo à disposição da Justiça. A ação eficiente da DIG de Americana destacou-se por evitar um prejuízo significativo à vítima e desarticular um esquema de fraude imobiliária na região. Caso alguém tenha sido vítima do grupo criminoso, deve comparecer a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana (SP).
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