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21 armas – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br O minuto seguinte Wed, 28 Feb 2024 20:12:39 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://policial.dmxdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/12/elementor/thumbs/favicon-policial-padrao-pzvo9ojij1aynmjma6hwq5zhwo02zu5ybto48tbjka.png 21 armas – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br 32 32 Militares e civis são denunciados por furto de metralhadoras em quartel de Barueri https://policial.dmxdesign.com.br/furto/28/02/2024/militares-e-civis-sao-denunciados-por-furto-de-metralhadoras-em-quartel-de-barueri/ https://policial.dmxdesign.com.br/furto/28/02/2024/militares-e-civis-sao-denunciados-por-furto-de-metralhadoras-em-quartel-de-barueri/#respond Wed, 28 Feb 2024 20:12:38 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=47195 O Ministério Público Militar (MPM) denunciou quatro militares e quatro civis pelo furto de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra de São Paulo, em Barueri (SP), em setembro do ano passado.

De acordo com a Justiça Militar, além dos civis, os denunciados são um tenente-coronel, um oficial responsável pelo setor de informações do arsenal e dois praças.

Desde o dia 23, os dois praças foram presos preventivamente. “O processo encontra-se em segredo de Justiça, com investigações ainda em curso, com a possibilidade de envolvimento de novos agentes, tanto civis, quanto militares”, informou a Justiça Militar, em nota.

De acordo com o Exército, a investigação sobre o furto das metralhadoras foi concluída no dia 16. Os militares e civis indiciados foram responsabilizados por furto, peculato, receptação e extravio de armas.

Se forem considerados culpados, os militares poderão receber penas de até 50 anos de prisão e ser expulsos do Exército.

Das 21 metralhadoras furtadas, 19 foram recuperadas e duas ainda são procuradas.

Parte das armas recuperadas (Foto: Polícia Civil)

Segundo o Comando Militar do Sudeste, as armas furtadas não têm condições de uso.

Com informações da Agência Brasil
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General responsabiliza militares por furto de armas em Barueri https://policial.dmxdesign.com.br/furto/02/11/2023/general-responsabiliza-militares-por-furto-de-armas-em-barueri/ https://policial.dmxdesign.com.br/furto/02/11/2023/general-responsabiliza-militares-por-furto-de-armas-em-barueri/#respond Thu, 02 Nov 2023 12:56:31 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=43846 Em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (1º), o chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Sudeste, Maurício Vieira Gama, responsabilizou parte dos militares que atuavam no Arsenal de São Paulo, em Barueri, no interior paulista, pelo furto de 21 armas do quartel. Dezenove militares foram presos como medida disciplinar.

O fator responsável por esse episódio foram as pessoas que deixaram de fazer o que deveriam fazer. Isso está muito bem diagnosticado. Essas pessoas foram sancionadas disciplinarmente e podem também estar criminalmente envolvidas. E aí o inquérito criminal militar é que vai chegar a essa conclusão

disse o general.

Maurício Vieira Gama defendeu o sistema de segurança aplicado pelo Exército na guarda das armas, mas reconheceu que os protocolos poderão ser revistos.

O processo [de segurança], desde o dia em que houve esse episódio, está sendo revisto, as pessoas estão sendo responsabilizadas, processos aperfeiçoados, mas todo nosso processo, em qualquer quartel, ele é muito eficiente. Tem câmeras, alarmes, toda sistemática para segurança do armamento.”

O general reforçou que o Exército já sabia, desde quando foi constatado o furto das armas, que a ação tinha contado com a participação de militares. “Quando descobrimos que esse armamento foi subtraído, já sabíamos que tinha participação do pessoal do quartel.”

Não foi uma ação externa, de fora para dentro. Foram pessoas nossas que colaboraram para essa subtração. Agora, os processos dependem de pessoas, por isso, existe a responsabilização daqueles que negligenciaram na execução no processo de controle e fiscalização do armamento

acrescentou.

Até o momento, não há nenhum militar preso criminalmente.

O Exército e a Polícia Civil do Rio recuperaram, na madrugada desta quarta, mais duas armas que haviam sido furtadas do Arsenal de Guerra de São Paulo. Até agora, foram recuperadas 19 das 21 armas subtraídas do quartel.

Em nota, o Comando Militar do Sudeste disse que “o Exército considera o episódio inaceitável e seguirá realizando todos os esforços necessários para a recuperação de todo o armamento no mais curto prazo e a responsabilização de todos os autores”.

O Exército e a Polícia Militar cumpriram nesta quarta, mandados de busca e apreensão em quatro endereços no Jardim Galvão, no município de Guarulhos, na Grande São Paulo. Foram apreendidos equipamentos eletrônicos, como celulares, para auxiliar na investigação.

Com informações da Agência Brasil

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Exército reduz militares aquartelados após furto de armas em Barueri https://policial.dmxdesign.com.br/furto/18/10/2023/exercito-reduz-militares-aquartelados-apos-furto-de-armas-em-barueri/ https://policial.dmxdesign.com.br/furto/18/10/2023/exercito-reduz-militares-aquartelados-apos-furto-de-armas-em-barueri/#respond Wed, 18 Oct 2023 23:09:56 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=43506 O Comando Militar do Sudeste informou que o Arsenal de Guerra de São Paulo, em Barueri (SP) passou na terça-feira (17) da situação do estado de prontidão para sobreaviso, o que significa uma redução do efetivo da tropa aquartelada. “A investigação segue em curso e está sob sigilo”, disse o comando.

Pelo menos 480 militares permaneciam aquartelados como medida administrativa, após a constatação de que 21 metralhadoras haviam sumido. Desse total, 13 são de calibre .50 – capazes de derrubar aeronaves – e oito de calibre 7,62.

A falta do armamento foi notada no dia 10 de outubro durante uma inspeção do arsenal. Imediatamente, segundo o comando, foram tomadas todas as providências administrativas para apurar as circunstâncias do fato e instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM).

A tropa aquartelada está sendo ouvida como parte das investigações, com o objetivo de identificar dados relevantes para a investigação.

Os armamentos são inservíveis e estavam no arsenal, que é uma unidade técnica de manutenção, responsável também por iniciar o processo desfazimento e destruição dos armamentos que tenham sua reparação inviabilizada.

Busca pelo armamento

A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo informou, por meio de nota, que as polícias Civil e Militar estão se esforçando para auxiliar na localização das armas, além de identificar e prender os autores do furto.

“Por meio do Muralha Paulista [rede de segurança que interliga câmeras e radares], estão sendo analisados registros digitais sobre veículos e pessoas nas vias próximas e de acesso ao local do crime com o objetivo de identificar alguma anormalidade de interesse policial”, informou a secretaria, acrescentando, no entanto, que o caso está sendo investigado pelo Exército.

Levantamento do Instituto Sou da Paz aponta que o sumiço das metralhadoras em Barueri é o maior furto de armas do Exército desde 2009. O maior desvio até então ocorreu em 2009, quando sete fuzis foram roubados de um quartel em Caçapava, no Vale do Paraíba. Posteriormente, os sete fuzis foram encontrados.

Com informações da Agência Brasil

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Exército investiga o furto de 21 armas do quartel em Barueri https://policial.dmxdesign.com.br/furto/15/10/2023/exercito-investiga-o-furto-de-21-armas-do-quartel-em-barueri/ https://policial.dmxdesign.com.br/furto/15/10/2023/exercito-investiga-o-furto-de-21-armas-do-quartel-em-barueri/#respond Sun, 15 Oct 2023 20:19:48 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=43383 O Exército investiga o furto de 21 armas do quartel em Barueri, na Grande São Paulo, nesta semana. A tropa de 480 militares está impedida de sair do quartel desde a terça-feira (10).

O Exército informou que uma “discrepância no controle” apontou o sumiço das armas: 8 de calibre 7,62 e 13 metralhadoras de calibre .50 – uma das mais potentes armas de guerra. Até a última atualização desta reportagem, não havia informação sobre a localização das armas.

Em nota, o Comando Militar do Sudeste confirmou o furto ocorrido no dia 10 de outubro, detectado após uma inspeção do Arsenal de Guerra de São Paulo. Não estavam no quartel de Barueri 13 metralhadoras calibre.50 e oito de calibre 7,62.

De acordo com o Exército, eram “armamentos inservíveis que foram recolhidos para manutenção.” O comunicado diz ainda que “os armamentos estavam no Arsenal, uma unidade técnica de manutenção, responsável também para iniciar o processo de desfazimento e destruição dos armamentos que tenham sua reparação inviabilizada”.

O Exército informou que já “foram tomadas todas as providências administrativas com o objetivo de apurar as circunstâncias do fato, sendo instaurado um Inquérito Policial Militar.” Desde que foi dada a falta das armas, a tropa de 480 homens foi aquartelada com ordem de prontidão. Eles não podem deixar o quartel e os celulares foram apreendidos.

O comando do Sudeste esclarece que os militares não estão presos, apenas alojados e recolhidos para serem ouvidos e que isso é fundamental para a investigação.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo lamentou o furto das armas e afirmou que, até o momento, a Polícia Civil não foi procurada para registro da ocorrência.

O secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite, publicou nas redes sociais neste sábado (14):

Lamento o furto das 13 armas antiaéreas do Arsenal de Guerra do Exército. Nós da segurança de São Paulo não vamos medir esforços para auxiliar nas buscas do armamento e evitar as consequências catastróficas que isso pode gerar a favor do crime e contra segurança da população.”

Sobre os armamentos

Metralhadoras calibre .50 são equipamentos de alto interesse de grupos criminosos organizados, como o Primeiro Comando da Capital (PCC), que é conhecido por “alugar” armas de alto calibre para assaltos a carros-fortes, transportadoras e agências bancárias.

Em 2016, o assassinato do megatraficante Jorge Rafaat Toumani, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, foi realizado com uso desse armamento pesado.

Já o fuzil automático leve (FAL) de calibre 7,62 é adotado pelo Exército como armamento padrão de combate desde a década de 1960.

“O FAL utiliza a munição 7,62x51mm NATO, que concede ao armamento uma alta precisão no engajamento dos alvos e grande letalidade”, descreve um estudo da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Rio.

A análise acrescenta que a partir de 2017 teve início uma substituição gradual do FAL por um armamento de calibre 5,56 mm.

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