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Locais fiscalizados
19:40 – Casa de Massagem
Rua Hermínio Sacilotto.
Autuado. Local sem documentação para funcionamento e pessoas consumindo bebidas e não utilizando máscaras. Encerrou as atividades.
20:25 – Bull
Rua Gonçalves Dias
Autuado. frequentadores no local sem fazer o uso de máscara, além de um processo de interdição ainda em vigor. Todos os frequentadores foram evacuados, encerrando as atividades do local.
22:00 – Major Lounge
Rua Ettore Gobbo
Autuado por não cumprimento do horário de funcionamento do Decreto estadual, encerrando as atividades.
22:26 – Santomé
Av. Brasil
Sem pessoas no interior do estabelecimento, mas o mesmo comercializava bebidas para consumo na parte externa. Autuado, encerrando as atividades.
22:46 – Conveniência posto
Av. Brasil em frente ao Clube do Bosque
Autuado por Descumprimento Decreto e orientado sobre a forma de funcionamento do local.
00:50 – Bar
Rua Elizete Cardoso
Local autuado por descumprimento do decreto, tendo as atividades encerradas.
01:15 – Conveniência posto
Av. Saudade, 677
Atendente se recusou a fornecer qualquer indenticação ou documentos, onde o local acabou sendo autuado e fechado.
De acordo com a corporação, houve a lacração devido aglomerações e som alto, que estava gerando incômodos aos moradores. O responsável foi orientado sobre as medidas que foram tomadas.
O Arena 7 foi lacrado sob todos os âmbitos judiciais e administrativos competentes a leis do município.


Policiais militares dispersaram cerca de 150 torcedores, que se aglomeravam em um posto de combustíveis e em parte da avenida Brasil, para comemorar o título do São Paulo Futebol Clube no campeonato Paulista, na noite deste domingo(23).
Segundo a corporação, após serem acionados por conta de aglomeração, diversas equipes da PM seguiram para a Avenida Brasil no cruzamento com a Rua Florindo Cibim, no local, onde há um posto de combustíveis os militares encontraram cerca de 150 torcedores promovendo grande algazarra, consumindo bebidas alcoólicas e, por vezes, soltando fogos de artifício, sem que seus autores pudessem ser identificados.
Com o emprego das equipes de Força Tática, equipes setoriais e de Comando de Força, foi possível com a simples presença ostensiva da tropa em formação, inibir a soltura dos fogos e dispersar os torcedores em aglomeração sem a necessidade de “ação de controle de multidões”.
O local foi liberado e todos se dispersaram minutos depois. O caso foi registrado como Infração de Medica Sanitária.
]]>De acordo com a Guarda Civil Municipal (GCM), a corporação recebeu várias denúncias sobre um possível “mandelão” na Rua Jorge Juventino de Aguiar. Equipes se deslocaram até o local, onde foi constatado grande número de pessoas, bem como veículos obstruindo a via, motocicletas sem os sinais de identificação e consumo de entorpecente.
Durante a tentativa de dispersar a multidão, várias garrafas de vidro foram lançadas contra a equipe que efetuou alguns disparos de munição de impacto e assim conseguiu terminar com a aglomeração. Ninguém ficou ferido.


Subinspetoria da Guarda Municipal de Americana (GAMA) após tomar conhecimento de várias ligações informando sobre uma grande aglomeração de pessoas na Rua Amélio Ettore Gobbo, entroncamento com Av. Brasil, com possivelmente cerca de 1000 pessoas.
Além disso, as denúncias falavam sobre veículos com direção perigosa, som alto e motociclistas trafegando sem o uso do capacete.
Diante disso, as viaturas de apoio se reuniram e foram ao local, onde foram recebidos com pedras e garrafas lançadas por indivíduos não identificados, sendo necessário disparos de munição anti-motim para dispersar a multidão e reestabelecer a ordem.
Até o termino do serviços, não haviam informações sobre pessoas feridas durante a intervenção. Fatos apresentados a central de polícia Judiciária (CPJ) pela equipe dos Guardas Civis Roque e Bruno.
Outro caso:
As esquipes da GAMA agiram também sobre outro ponto de aglomeração, poluição sonora e descumprimento de decreto na Rua das Rosas.
O estabelecimento fechado e a aglomeração foi dispersada com a chegada das equipes. Sanadas todas as irregularidades no local, foi necessário uma intervenção na praça Oscar Inácio de Souza, pois algumas pessoas migraram para aquele local.

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Após receber denúncias, varias equipes se deslocaram até a Rua dos Cravos e Rua das Rosas devido aglomerações de pessoas, na maioria jovens e interdição de via. Onde nos dois locais, foram feitas intervenções, dispersando as pessoas e desbloqueando a via pública.
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Equipe dos Guardas Civis Padilha e Alessandro efetuou a interdição da rua Maranhão x Avenida São Paulo e Antônio Lúcio x Pará, ambas de acesso a orla da praia azul, buscando assim evitar aglomerações no local.
Devido a fase vermelha resultante da pandemia do covid-19, mesmo com as vias fechadas, diversos motoristas entraram o local utilizando as ruas Brasil e rua Jurandir leite de Camargo. No entanto, ambas são de sentido proibido para quem se dirige a orla, sendo necessário a autuação dos condutores.
Foram elaborados 4 auto de infrações de trânsito.
]]>Os policiais militares, fardados e em cumprimento do seu dever, faziam operação contra aglomeração na cidade, quando em uma abordagem começaram a ser hostilizados pelos que estavam na praça em desacordo com a fase emergencial decretada em todo o estado.
Dentre eles, dois estavam mais alterados e teriam partido para cima dos agentes da lei, sendo um dos policiais atingido até mesmo por uma “voadora” em determinado momento.

Agora o questionamento que quero levar para essa postagem como colunista: você, leitor, acha que essas atitudes contra nossos policiais/ guardas municipais, são esporádicas? Pois é, não são. A sorte destes policiais foi que a pessoa que filmou a fez desde o inicio da abordagem e não apenas na hora que o policiais fizeram o uso progressivo da força para conter o agressor, o que daria a entender que os agentes agrediram um “inocente” sem motivo algum.
E para quem não sabe, o “uso progressivo da força” está documentado em procedimentos das forças de segurança, sendo de extrema necessidade o seu uso para conter injustas agressões, como o ocorrido neste domingo contra nossos agentes da lei e muito mais ainda para a injusta agressão a sociedade, afinal, nós policiais militares, estamos fazendo o que juramos fazer para a sociedade de bem.
Incorporando-me à Polícia Militar do Estado de São Paulo, prometo cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado, respeitar os superiores hierárquicos, e tratar com atenção os irmãos de armas, e com bondade os subordinados; dedicar-me integralmente ao serviço da pátria, cuja honra, integridade, e instituições, defenderei, com o sacrifício da própria vida.
Então devem saber, se a policia militar, civil e guarda municipal chegarem em uma ocorrência, pode ter certeza que o objetivo para qual fomos chamados para resolver, será feito, dentro dos meios legais, sendo que o começo, o meio e o fim da ocorrência, quem escolhe será o agressor da sociedade e da ordem pública.
Como dizia minha vó: passarinho que come pedra sabe o ** que tem. Não adianta querer agredir os policias, pois eles não vão se afastar, vão usar gás de pimenta, tonfa, força, pedir apoio de mais policias, uso de elastômero, taser e até mesmo arma de fogo, mas vão cumprir suas missões de restabelecer a ordem e defender a população de bem, até mesmo com o sacrifício da própria vida.
Aproveito essa postagem para parabenizar os policiais da cidade de Nova Odessa e dizer que estamos, a sociedade de bem, sempre com vocês.
]]>Controle da Guarda Civil Municipal (GCM) de Nova Odessa recebeu uma informação de perturbação do sossego e aglomeração de pessoas em dois lugares distintos, sendo uma tabacaria localizada na Rua Tamboril, Jd. Capuava e uma chácara localizada na Rua Natália Klava Muth, Parque Residencial Lopes Iglesias.
Diante disso, foi elaborado uma ação conjunta entre a GCM e a PM (Polícia Militar). Primeiramente, as equipes se deslocaram até a tabacaria no Jardim Capuava e foi confirmado uma grande aglomeração de pessoas na rua e no interior do estabelecimento, além de som abusivo vindo do interior do local.
De imediato, as pessoas que estavam na rua foram dispersadas, e em seguida o proprietário da tabacaria foi qualificado e orientado sobre a aglomeração e perturbação do sossego.
O mesmo foi orientado a dispersar as pessoas que estavam no interior do local e encerrar as atividades, haja visto os Decretos Estadual e Municipal em vigor, que versam sobre o período de quarentena devido a pandemia do Covid-19, além do alvará do local restringir o horário de funcionamento somente até às 23h00.
O proprietário do local acatou a ordem e fechou o estabelecimento.

Logo em seguida, as equipes se deslocaram até a chácara no bairro Parque Residencial Lopes Iglesias, onde estava ocorrendo uma festa, também com grande aglomeração de jovens e som abusivo.
Feito contato com o responsável, o mesmo após receber todas as orientações, dispensou os convidados e encerrou o evento. Em ambos os locais foram constatadas diversas infrações de trânsito, onde foram tomadas as devidas providências.

O estabelecimento e os organizadores sofreram autuações pelo funcionamento do local na fase vermelha do Plano São Paulo, permitindo permitirem aglomerações e frequentadores sem máscaras na festa.
Com o descumprimento das regras, o estabelecimento e os responsáveis pela organização da festa foram autuados com base no Código Sanitário, que prevê multa de até R$ 276 mil. Pela aglomeração de pessoas e a falta do uso de máscara, a multa é de R$ 5 mil.
A Vigilância Sanitária estadual já realizou mais de 110 mil inspeções e 1,2 mil autuações desde 1º de julho, até a primeira quinzena do mês de dezembro.
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