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Nesta terça-feira, os investigadores deflagraram a Operação Chemical e abordaram um caminhão, assim que ele deixou o galpão. No veículo, havia vários sacos com produtos químicos.
Logo em seguida, os policiais vistoriaram o local investigado e abordaram quatro homens.
Além disso, encontraram diversos sacos com produtos químicos com rótulos adulterados, dezenas de tambores de 200 litros e outros materiais.
A polícia também apreendeu dois carros e uma empilhadeira. Segundo a equipe, tudo está avaliado em cerca de R$ 43 milhões.
Equipes da Polícia Técnica, fiscais do Ibama e do Ministério da Agricultura estiveram no galpão para verificar a procedência e análise do material.
A polícia suspeita de contrabando e de que a carga que estava no caminhão seria distribuída nos estados do Mato Grosso e Goiás.
O caso foi apresentado na sede da DIG, junto com todos os detidos. O grupo vai responder por armazenamento e transporte de agrotóxicos em desacordo com a Lei de Crimes Ambientais, contrabando e associação criminosa.
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A carga era composta por diversos pacotes em pó, bem como vasilhames líquidos de agrotóxicos, sendo constatado que eles eram de origem chinesa e paraguaia, todos sem registro para serem comercializados no Brasil.
As embalagens encontradas estavam sem qualquer tipo de informação sobre os produtos, com escritos à mão com o nome do agrotóxico na parte externa, em total desconformidade com as normas de comércio dos órgãos fiscalizadores.
O preso, após a lavratura do auto de prisão em flagrante foi encaminhado para o sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça para responder pelos crimes de contrabando, cuja pena pode chegar a 5 (cinco) anos de prisão (art. 334-A, 1º, II, Decreto Lei 2.848/1940), pelo crime previsto no art. 15, da Lei 7.802/1989 (Lei de produtos agrotóxicos), cuja pena pode chegar a 4 (quatro) anos de prisão, e pelo crime previsto no art. 56, da Lei 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), cuja pena pode chegar a 4 (quatro) anos.
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