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ajuda – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br O minuto seguinte Fri, 14 May 2021 03:10:01 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://policial.dmxdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/12/elementor/thumbs/favicon-policial-padrao-pzvo9ojij1aynmjma6hwq5zhwo02zu5ybto48tbjka.png ajuda – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br 32 32 Nosso modesto apoio aos agentes da lei https://policial.dmxdesign.com.br/vanderlei-de-lima/14/05/2021/nosso-modesto-apoio-aos-agentes-da-lei/ Fri, 14 May 2021 03:10:01 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/14/05/2021/nosso-modesto-apoio-aos-agentes-da-lei/ Charles de Foucauld (1858-1916), eremita e sacerdote no Saara, foi, na juventude, militar francês e, nesta condição, serviu na África. Ora, voltando para lá como pobre eremita, em 1901, reencontrou antigos amigos militares que lhe demonstraram grande apreço e foram pontos de referência no seu modo de viver no deserto.

Antoine Chatelard, por exemplo, nos conta que nosso anacoreta esteve, logo que chegou ao continente africano, com o comandante Lacroix, seu ex colega de Saint-Cyr, com os generais em Ain-Sefra, aí se hospedando na residência dos oficiais. Assim, nesses inícios de caminhada por terras africanas, “ver-se-ia rodeado de uma escolta e os militares árabes beijaram seu albornoz [tipo de manto – nota nossa]” (Charles de Foucauld: o caminho rumo a Tamanrasset. São Paulo: Paulinas, 2009, p. 140). Mais: sua relação com os militares era tão próxima que Foucauld os usa como exemplo para nos despertar maior zelo pela causa de Deus. Eis o que diz: “Vedes que os soldados da terra, esses homens, não temem a estação. Que sirvam eles de exemplo a nós, soldados de Deus, e não permitamos que o nosso Mestre novamente ouça ‘Os filhos deste mundo são mais sagazes que os filhos da luz’” (idem, p. 181).

Partindo desse apreço de Foucauld pelos militares, o eremita tenta imitá-lo também neste ponto. Como fazer isso, no entanto, se em sua região não houver nenhuma instituição militar (Exército, Marinha ou Aeronáutica)? – Não há nenhum problema. Basta estender sabiamente o apreço do grande mestre francês aos policiais militares, civis e guardas civis municipais de sua cidade. Assim, tentará fazer o bem a eles por meio da oração diária (eis nosso apoio espiritual) e de escritos ou palestras de conteúdo religioso ou técnico a fim de encorajar esses homens e mulheres que dão a própria vida, se preciso for, para defender o próximo…, próximo que, na grande maioria das vezes, eles sequer conhecem (eis nosso apoio moral).

Importa dizer ainda que graças a pessoas de bem – a ampla maioria da sociedade – outros apoios têm ocorrido nos últimos anos: doações de aquecedores, termômetros digitais, aparelhos de aferir a pressão arterial, galões térmicos e até uma geladeira, em 2019, a uma dessas instituições. No entanto, ficaram muito conhecidos os “atendimentos” via whatsapp ou telefone a agentes da lei que passam por um momento difícil em sua vida e o “Cafezinho da noite”. Em que consiste ele? – Consiste em deixar, num espaço acessível da casa (no hall de entrada, por exemplo), uma garrafa térmica de café e um potinho de bolachas a fim de que os agentes de serviço, à noite, sintam-se apoiados em seu nobre trabalho. Óbvio é que se os benfeitores doarem mais ingredientes (mortadela, bolo, fruta etc.) eles também serão disponibilizados.

Como se organiza esse “Cafezinho da noite”? – Organiza-se sob dois aspectos: 1) da parte dos amigos dos agentes da lei que nos procuram desejando fazer parte da lista de doadores mensais ou semanais e 2) da parte dos próprios policiais. A melhor forma de se organizar é por meio de um grupo de whatsapp para PMs, outro para GCMs e outro ainda aos PCs. Isso permite avisar se terá ou não café em determinada noite. Afinal, imprevistos podem ocorrer.

Para que ninguém se sinta receoso de participar do “Cafezinho da noite” importa dizer que Charles de Foucauld se autodenominou “o irmão universal”, ou seja, de todos, de modo que a condição básica para aderir ao “Café” é ser agente da lei, independente de credo religioso, localidade, posição social etc. O que se pede é que se algum passante (pessoa em situação de rua, por exemplo) pedir café ou bolacha deve ser atendido.

Eis, neste site de grande alcance, um duplo convite: aos possíveis benfeitores desta causa a fim de que ajudem e aos agentes da lei para que participem do Cafezinho da noite e também saibam que podem contar com nossa oração, amizade e apoio moral. Deus os proteja sempre para bem protegerem a sociedade!

Nosso contato é: (19) 995649949 (Identifique-se em sua mensagem).

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O Gui cresceu e precisa da sua ajuda, compartilhe! https://policial.dmxdesign.com.br/acao-social/28/04/2021/o-gui-cresceu-e-precisa-da-sua-ajuda-compartilhe/ Wed, 28 Apr 2021 03:51:33 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/28/04/2021/o-gui-cresceu-e-precisa-da-sua-ajuda-compartilhe/ NOTA: gostaríamos de agradecer a todos, pelas doações, compartilhamento e mensagens positivas, já chegamos no valor pretendido para a campanha de arrecadação. A mãe do Guilherme, agradeceu cada um que participou.

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Iniciamos essa semana com o pedido de uma mãe que, devido às dificuldades da pandemia, necessita de ajuda para que seu filho Guilherme possa ter uma cadeira nova e adaptada para sua idade, visto que já tem 13 anos e usa a mesma cadeira desde os sete anos.

Aos cinco anos de idade, essa criança teve uma convulsão dormindo e após uma bronco aspiração, teve uma parada cardiorrespiratória, ficando 60 dias na UTI, onde foi constatado uma paralisia cerebral e sequelas irreversíveis.

Uma criança saudável, feliz e inteligente que do dia para noite, estava totalmente acamada, sem estímulos, sem movimentos e contato. – diz Nathalia Fernanda

O Gui iria passar por uma cirurgia por conta de uma escoliose severa que se deu pelo tempo acamado, mas devido a pandemia e por ser uma cirurgia de grande porte, foi cancelada. A única alternativa momentânea que poderia ajudá-lo a superar o desconforto e a dor, seriam cadeiras adequadas para seu tamanho e necessidade, que são feitas sob medida na cidade de Campinas-SP.

Antes e depois do Gui ter a convulsão. Foto: Divulgação.

A cadeira de rodas custa R$5.850,00 e a cadeira para banho R$1.391,50, dando um total de R$7.241,00.

O desabafo e pedido da mãe circula pelas redes sócias e conta com a ajuda de todos para conseguir o valor total e poder ajudar seu filho e a avó, cuidadora da criança nos horários em que os pais estão no serviço.

Alguns amigos irão se lembrar que há pouco mais de 1 ano, fiz uma postagem sobre a ida do Gui há AACD, por conta da escoliose severa q ele estava, lá foi diagnosticado que a única alternativa para uma possível solução seria uma grande cirurgia, porém logo após entramos nesse pesadelo de pandemia, onde tudo foi adiado e com isso a escoliose do Gui só foi aumentando e causando cada vez mais desconforto e dor! Contudo o mínimo que podemos fazer por ele, é adaptar tudo a sua necessidade momentânea! Por isso venho através deste post pedir ajuda!  – escreveu Nathalia Fernanda.

Os canais de doação são através de depósitos em bancos ou pix na conta da avó Cleusa Liocadia da Silva, com os dados abaixo:

Banco SantanderAgencia: 4502Conta Corrente: 01022843-3CPF: 600.807.791-15

Ou

Pix, com a chave: 600.807.791-15

Ah! Não esqueça de compartilhar para os amigos e em suas redes sócias, o Gui precisa muito de todos nós.

 

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E AGORA, O QUE FAZER COM AS FRUSTRAÇÕES? https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/14/05/2020/e-agora-o-que-fazer-com-as-frustracoes/ Thu, 14 May 2020 14:43:40 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/14/05/2020/e-agora-o-que-fazer-com-as-frustracoes/ Hoje um tema atual e recorrente, traz a inquietação traduzida na preocupação do pós-pandemia e as sequelas psicológicas que ela poderá trazer as pessoas após um bombardeio de informações e contrainformações, de verdades e mentiras, de ataques e defesas, de certo ou errado, de tradicional ou de inovador, de direita ou de esquerda.

Tudo isso aliado e acrescido a uma população já exaurida dos próprios problemas “modernos” e as vidas perfeitas dos amigos, vizinhos, parceiros, e até quem nem conhece pessoalmente, explicitamente expostas nos perfis do Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp.

Seria um devaneio, uma utopia imaginar que a vida real é análoga ou semelhante à vida virtual, bem por isso, alertam os experts “a vida virtual não existe, ela é de mentira”, ironicamente podemos chamar a vida virtual de “fake-news”, na vida real todos temos nossas jaquetas vermelhas.

Alusão a Mary, em “O menino que acreditava em milagres” (Imagem Ilustrativa)

E qual é a sua jaqueta vermelha?

Uma garotinha chamada Mary, chega à sala de aula, tira sua jaqueta vermelha e joga no chão e vai sentar-se em seu lugar.

A professora vê a cena, vai até Mary e pede para que ela pegue sua jaqueta vermelha e a pendure no local apropriado. Mas Mary retruca que a jaqueta não é sua.

A professora então diz: “Mary, eu vi você entrar e jogar a jaqueta no chão, não estou brava ou chateada com você, só quero que pegue sua jaqueta e pendure atrás da porta”, mas Mary insiste e dispara: “eu não gosto desta jaqueta, nunca gostei desta jaqueta e ela não é minha”!

A saga de Mary prossegue no livro “O menino que acreditava em milagres” do escritor John O´leary.

O fato de Mary ignorar o caso e não assumir, omitindo a propriedade da jaqueta vermelha, não afasta ou isenta, tão pouco posterga dela o problema de a jaqueta lhe pertence, concorda? Pois bem! E quanto a nós? O que podemos aprender com a história simples e casual de Mary?

Observe que de fato quando ignoramos, postergarmos ou preterimos nossos problemas, não conseguimos fazer com que simplesmente não existam! Dai a importância de encará-los e identificá-los, para responder:

“Qual a sua jaqueta vermelha”?

Via de regra, nossa jaqueta vermelha sempre eclodirá de forma discreta e ponderada, revestida sutilmente de problemas cotidianos que vamos “varrendo para debaixo do tapete” sem perceber que estamos contrapondo, abdicando e negando soluções, para problemas que são propriamente nossos, e assumem diversas formas.

Uma separação mal resolvida! O medo de não ser aceito ou amado! O medo das cicatrizes e erros do passado ou mesmo do presente! Uma decisão crucial e difícil, mas necessária! Uma ruptura profissional! Um relacionamento familiar difícil com o filho, com os pais ou companheiro! Uma dependência química!

Tenha a convicção que sempre teremos a opção da escolha entre sofrer sozinhos ou buscar a alternativa de dividi-lo com alguém que confiamos. Caso julgue, de fato, não ter uma opção próxima ou familiar que possa ajudar, pode-se buscar ajuda profissional de um psicólogo, por exemplo.

Em última instância, mas não menos importante, podemos contar com os profissionais do Centro de Valorização da Vida, através do telefone 188, um serviço excepcional e gratuito, com total discrição e sigilo absoluto na orientação de um caminho seguro a seguir.

É importante aspirar e entender que não importa qual o seu problema, ele é de extrema importância, é evidente, e não deve ser esquecido ou ignorado, mas decididamente precisa ser enfrentado, deliberado, solucionado, descoberto e quando o fizer, certamente ouvirá de alguém que nem imagina: “Nossa! você também passa por isso?”.

Não escolha sofrer sozinho, quebre as barreiras do anonimato e dê nome a seus fantasmas, tire as máscaras e identifique suas jaquetas vermelhas, até jogue algumas fora, livre-se delas, tome coragem, reconheça sua posse, em alto e bom tom proclame:

“Não vou mais usar isto, Sim! Era minha; mas NÃO me pertence mais”.

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