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No total, as equipes cumpriram dois mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela Juíza Federal Valdirene Ribeiro de Souza falcão, titular da 9ª Vara Federal em Campinas, nas cidades de Rio Claro (SP) e Taboão da Serra (SP).
Os alvos são endereços residenciais de quatro homens e duas mulheres apontados como aliciadores, fornecedores da droga, financiadores de despesas referentes às viagens e responsáveis pela lavagem do dinheiro obtido ilicitamente.
Durante a investigação, foi possível catalogar outras 12 viagens internacionais realizadas por indivíduos aliciados pelo mesmo grupo criminoso.
Além das buscas e prisões, foram determinados o sequestro de veículos e o bloqueio de contas bancárias das pessoas físicas investigadas e da pessoa jurídica, com sede na cidade de Santa Luzia, interior do estado do estado do Maranhão, utilizada para lavagem de capitais, até o limite de R$ 720 mil. A empresa tem sede neste município, mas não tem sede física no endereço.
Os investigados responderão, na medida de suas condutas, aos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas podem chegar a 45 anos de prisão.
De acordo com a polícia, em 2018 a Dise prendeu um homem apontado como chefe do tráfico no local. No entanto, investigações revelaram que o filho de 24 anos dele teria reativado o ponto e dado sequência as atividades ilícitas.
Após coletar informações, a polícia descobriu a residência que ele usava para armazenar as drogas na Rua Josaphat Gomes de Oliveira e obteve um mandado de busca.
Nesta segunda, equipes cumpriram a ordem judicial e surpreenderam a dona do imóvel de 25 anos. Na busca, a polícia encontrou uma mochila e uma mala recheada com porções de crack, cocaína e maconha, além de embalagens para armazenamento.
Ao todo, havia sete tijolos e 144 porções de maconha, 256 porções de cocaína e 793 de crack.
Os policiais deram voz de prisão à mulher e a conduziu juntamente com as drogas até a sede da Dise. Ela ficou detida por tráfico.
A polícia não localizou o alvo das investigações, mas ele já foi indiciado pelo crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Ao todo, a polícia cumpre seis mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pela Quarta Vara Criminal da Comarca de Campinas. Os alvos estão em cidades dos estados de Amapá, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul.
A investigação começou a partir da prisão em flagrante de um passageiro no dia 24 de março, em voo de Manaus (AM) para Campinas. Durante fiscalização conjunta da Polícia Federal e Receita Federal em Viracopos, as equipes encontraram10,7 kg de skunk (maconha) na bagagem dele.
A análise de dados da ocorrência revelou uma consistente rota de drogas (skunk) do Norte para o Sul do país, utilizando voos oriundos de Manaus, com conexão em Viracopos e destino final em Joinville (SC). O mapeamento constatou que a associação criminosa é altamente estruturada.
Somente um dos investigados movimentou quase um milhão de reais em apenas quatro meses, não havendo atividade registrada que dê sustentação às operações de crédito e débito em suas contas bancárias.
O objetivo das buscas e prisões desta quinta-feira, é colher provas contra todos os investigados que, de alguma forma estão ligados às atividades ilícitas do grupo.
Os investigados, até este momento, responderão pelos crimes de tráfico de drogas interestadual e associação para o tráfico, cuja soma das penas podem chegar a 35 anos de prisão.
A fiscalização no terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Viracopos foi intensificada pela Polícia Federal e Receita Federal, em 5 de março.
Desde então, os agentes já flagraram 20 passageiros – 13 mulheres e 7 homens –embarcando ou desembarcando em Viracopos com drogas.
Ao todo, as equipes apreenderam mais de 140kg de drogas (sendo 36kg de cocaína e 107kg de maconha). A operação Campinas Connection é resultado desse trabalho.
]]>De acordo com informações da PM, uma equipe em patrulhamento pela Rua Abrão José flagrou a negociação das drogas. Os policiais viram um morador entregar algo pela grade do portão para um suspeito que estava na calçada.

Ainda segundo a polícia, no local funcionava um bar, mas desde a desativação do comércio, houve diversas denúncias sobre tráfico no imóvel.
Quando a viatura se aproximou, o suposto comprador fugiu. A equipe notou que o portão estava aberto e abordou o morador. Ao lado dele, havia três pinos com cocaína.
O abordado deu respostas evasivas sobre as drogas e disse que não tinha nada ilegal na casa.
A companheira dele também estava no imóvel e acompanhou a vistoria.
Durante as buscas, a equipe encontrou 18 porções de maconha e 26 pinos com cocaína, semelhantes as já apreendidas. Além das drogas, havia duas máquinas de cartões e cerca de R$ 3,1 mil.
Com a descoberta, o homem alegou que estava traficando para pagar uma dívida com uma facção criminosa, no valor de R$ 10 mil. Já a mulher, ficou em silêncio.
O casal foi encaminhado ao plantão policial de Piracicaba (SP), onde o delegado determinou a apreensão do material e prisão dos detidos.
]]>Durante a ‘Operação Gavião’, os policiais fizeram campana na rua de mesmo nome para observar a movimentação dos investigados.
No momento da abordagem, a dupla estava com porções de maconha e dinheiro, e perto dela havia mais drogas.
Ao todo, a equipe apreendeu 59 porções de maconha, R$ 449 e três celulares.
A polícia apresentou o caso na sede da Dise e os dois homens ficaram presos por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
]]>De acordo com a polícia, por volta das 18h50, a equipe foi investigar uma denúncia anônima no Jardim Nova América. A informação era que dois suspeitos tinham escondidos drogas em uma árvore na Rua Floresta.
Com base na descrição, os policiais abordaram dois homens de 23 e 33 anos. Um deles estava com cinco porções de cocaína e nos galhos da árvore perto dele havia uma sacola recheada de drogas.
No total, a equipe apreendeu seis porções de crack, 45 de maconha, 136 de cocaína e R$ 240.
Por fim, a PM apresentou os suspeitos no plantão de Polícia Judiciária e eles vão responder por tráfico e associação para o tráfico.
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