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Como o resgate demorou a chegar, os próprios pais levaram a criança até um hospital da cidade. Durante o atendimento, as equipes realizaram manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) por cerca de 35 minutos, mas o bebê não resistiu.
O pai do bebê relatou à polícia, que a piscina era cercada e não sabe como ele teve acesso.
O caso foi registrado como morte suspeita na Delegacia Seccional.
O sepultamento aconteceu na tarde desta segunda-feira (11), no Cemitério Parque de Limeira.
Conforme informações da Guarda Municipal, um casal que passava pela Estrada Municipal Basílio Vieira de Godoy viu a criança e chamou o resgate.
Quando os agentes chegaram, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já estava atendendo o bebê. A equipe levou o recém-nascido para o hospital e ele passa bem.
O caso foi registrado na delegacia da cidade e até a publicação desta reportagem, os responsáveis não haviam sido localizados.
No último domingo (20), uma mulher acionou a Guarda Municipal após encontrar um bebê no estacionamento de uma igreja no bairro Vila Industrial, em Campinas (SP). A criança foi levada à Maternidade da cidade e passou por exames.
Nesta terça-feira (22), as duas mulheres suspeitas de terem deixado o bebê no local foram detidas. A polícia apura o motivo do abandono.
De acordo com informações da corporação, a mulher disse aos guardas que encontrou o menino na Rua Maria Soares e decidiu o levar para casa, onde deu banho e o vestiu.
Nesta segunda-feira, a equipe buscou a criança e a encaminhou à Maternidade de Campinas, onde deve passar por exames. Os responsáveis não foram localizados.
O caso será registrado no 3º Distrito Policial da cidade.
Segundo relatos da mulher, o homem a ameaçou com uma faca e acertou um soco na filha dela, que estava nos braços da vítima no momento das agressões. A mulher, mesmo após o ocorrido, dispensou atendimento médico tanto para si quanto para a filha.
O agressor não estava mais no local quando os policiais chegaram, mas a equipe conseguiu apurar algumas informações sobre ele.
Apesar das agressões, as vítimas não se feriram. Após o atendimento policial, a mulher foi orientada a comparecer à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) para solicitar uma medida protetiva.
O caso será investigado.
]]>O atendimento ocorreu após os pais pediram socorro para uma equipe que estava estacionada próximo a Câmara Municipal, no Jardim Santa Luiza.
O casal chegou desesperado, pois a menina se engasgou durante a amamentação e não estava conseguindo respirar. Eles disseram que tentaram socorrer a filha em casa, mas não conseguiram.
Como sabiam que uma viatura ficava naquele local, eles correram em busca de ajuda.
Os agentes prontamente realizaram a manobra de Heimlich para desobstruir as vias aéreas. A bebê expeliu o que a estava engasgando e voltou a respirar.
Após o procedimento, a família foi conduzida ao Hospital Humanitária para receber atendimento médico. A criança, chamada Júlia, passa bem.

A mãe do bebê acionou a equipe na Base Comunitária do Jardim Ipiranga e contou aos policiais que ele não estava respirando.
Rapidamente, foi feita a manobra Heimlich para desobstruir as vias respiratórias da criança, que voltou a respirar em seguida.
Após o primeiro atendimento, o bebê foi levado ao pronto-socorro da cidade, onde permaneceu em observação.
]]>A PM estava em patrulhamento pela cidade, quando, por volta das 15h42, foi acionada para atender uma ocorrência de bebê recém-nascido abandonado em um canavial da Estrada Duzentos Réis, no bairro rural do Pau Queimado.
No local, o solicitante contou que estava passando pelas proximidades, quando viu um aglomerado de pessoas e parou para ver o que estava acontecendo. Ele conta que assim que desembarcou do seu veículo, ouviu o choro de uma criança.
O bebê estava abandonado no solo, sob condições climáticas desgastantes e de temperatura elevada. Além disso, a criança ainda estava sangrando pelo cordão umbilical que não havia sido clampeado.
O bebê foi socorrido imediatamente até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Vila Cristina, onde recebeu atendimento médico emergencial. Na sequência, ela foi encaminhada à Santa Casa da cidade, onde também compareceu uma conselheira tutelar para acompanhar o atendimento médico.
A ocorrência foi apresentada no Plantão Policial da cidade, onde o delegado elaborou um boletim de ocorrência de abandono de incapaz. O caso será apurado.
]]>Assim que a PM tomou conhecimento de que um bebê recém-nascido havia se engasgado, uma equipe rapidamente foi até a residência da família para prestar apoio. Os policiais encontraram o bebê já bastante debilitado no colo da mãe.
Os policiais efetuaram a manobra de Heimlich no bebê e, assim, ele voltou a respirar. Na sequência, a equipe o socorreu até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Cervezão, onde a criança recebeu o restante do atendimento. O quadro de saúde é estável.
]]>Conforme apuração do Site Policial Padrão, o acidente aconteceu por volta das 21h30, na Avenida da Amizade.
A mãe disse a polícia que a irmã saia de casa quando o bebê acabou indo para rua e um carro o atingiu.
O motorista parou para prestar socorro e levou a vítima até o Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Matão. Após o primeiro atendimento, a UPA encaminhou o bebê para o Hospital Estadual.
A criança sofreu apenas escoriações, mas ficou internada sob observação médica.
A mãe do bebê não soube informar os dados do condutor e do veículo envolvido. No entanto, alegou que não pretende tomar medidas contra o responsável, pois ele prestou socorro à criança.
]]>A Polícia Militar (PM) informou que a mãe entrou em contato com o 190 para pedir ajuda. Os policiais foram até a casa da família, encontraram o bebê desfalecido e deram início à Manobra de Heimlich, fazendo-o voltar a respirar.
Na sequência, o bebê foi levado até um hospital da cidade, onde passou por atendimento médico e foi liberado. O recém-nascido passa bem.
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