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Segundo o Gaeco, as ações da nova fase investigam suspeitas de lavagem de dinheiro entre integrantes da quadrilha. No caso da cooperativa, as linhas de ônibus estariam sendo administradas por membros da organização criminosa e em nome de “laranjas”.
As autoridades cumpriram três mandados de prisões temporárias e nove de busca e apreensão. Duas pessoas também foram presas por porte ilegal de armas de fogo. Além disso, houve o sequestro de imóveis e veículos da organização criminosa, incluindo seis ônibus, dentre outras medidas patrimoniais.
Conforme o balanço final do Baep, foram apreendidas duas pistolas, três espingardas e 45 munições, sendo 10 deflagradas.
Por decisão judicial, os investigados foram proibidos, por si ou em nome de terceiros, de explorar linhas de transporte público em Campinas ou qualquer outra localidade.
A Operação Sumidouro recebeu esse nome pelo fato de os investigados usarem galerias pluviais da cidade para ocultar e comercializar os entorpecentes. As investigações são decorrentes de outra operação, esta deflagrada pelo Gaeco e pela PM em 20 de abril de 2022.
Na ocasião, houve a prisão do sobrinho de um sequestrador ligado à facção criminosa conhecida como PCC e a apreensão de cinco armas de fogo, munições, aparelhos de telefone celular, cadernos com contabilidade do tráfico de drogas na cidade de Campinas, documentos e a quantia aproximada de R$ 306 mil em espécie.
O homem preso durante os trabalhos foi denunciado pelos crimes de associação para o tráfico, porte de arma de fogo e corrupção ativa, sendo condenado a 16 anos e 8 meses de reclusão.
A partir daí, foi possível identificar diversos integrantes da organização criminosa liderada pelo réu, responsável por inúmeros pontos de venda de drogas em Campinas.
Participaram da operação desta sexta-feira, quatro promotores de Justiça, 12 servidores do Ministério Público e 65 policiais militares.

A operação recebeu o nome de “Sumidouro” e cumpre 26 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão. Os alvos são das cidades de Campinas, Paulínia, Hortolândia, Itatiba, Valinhos, Vinhedo e em Presidente Prudente, no oeste do Estado.
Em Campinas, as equipes cumpriram mandados nos bairros São Fernando, Jardim Itatiaia, Vila Formosa e Jardim Paranapanema.
A ação já apreendeu celulares, documentos e cadernos de contabilidade em alguns endereços.

O material será encaminhado à sede do Ministério Público na metrópole e os presos vão ser levados a distritos policiais.
]]>A ação de hoje é um desdobramento da Operação Biltre, deflagrada em 17/11/2020.
Policiais federais deram cumprimento a 6 mandados de busca e apreensão, em São Paulo/SP, Santana de Parnaíba/SP e Jundiaí/SP. Dois envolvidos foram cautelarmente afastados de suas funções na Ordem dos Advogados do Brasil.
A investigação teve início em setembro de 2020, após o recebimento da denúncia de um advogado, informando ter sido vítima de um grupo composto por um empresário e dois advogados, sendo um deles, à época, membro do Conselho Seccional da OAB/SP.
Com o avanço das investigações, foi possível verificar a verossimilhança dos fatos alegados, sendo constatado que o grupo solicitou contrapartida financeira para atuar junto ao Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/SP e encerrar processos disciplinares em tramitação naquele Tribunal, bem como retirá-los de pauta.
Como resultado da análise dos elementos de informação coletados na Operação Biltre, foi possível identificar indícios da prática dos crimes investigados, a existência de outros casos aparentemente análogos ao caso denunciado, bem como indícios da participação de Conselheiro Federal da OAB (atualmente licenciado da função) no esquema criminoso.
Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção passiva (art. 317 CP), corrupção ativa (art. 333 CP), tráfico de influência (art. 332 CP), advocacia administrativa (art. 321 do CP) e associação criminosa (art. 288 CP), com penas que podem alcançar 12 (doze) anos de reclusão.
Fonte: Governo Federal Brasileiro (gov.br)
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Documentos públicos e privados são falsificados por esse grupo, dentre eles estão certificados de ensino fundamental, médio e superior, diplomas de cursos profissionalizantes e de capacitação e carteiras do SESC/SENAC e SEST/SENAT.
Quatro mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária e sequestro de bens, estão sendo cumpridos, decorrentes da decisão da 2ª Vara Criminal de Aracaju.
A investigação, para que ocorresse essa operação, iniciou-se em 2016, quando uma carteira falsa de curso de condutor de veículo de passageiros foi apresentada à Polícia Rodoviária Federal, que apresentou o condutor à Polícia Federal.
Nessas investigações, foi possível identificar a estrutura do grupo, que se organiza em um líder, que comercializa os documentos, o filho do líder, que auxilia nos afazeres, e o dono de uma gráfica, que falsifica os documentos.
As penas para os crimes investigados, sendo os previstos nos artigos 288, 297 e 298 do Código Penal, podem totalizar, em seu patamar máximo, 21 anos de prisão.
Fonte: Governo Federal (gov.br)
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