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Os cães são especialistas na localização de drogas e armas de fogo. Com faro apurado, eles atuam no patrulhamento e prestam apoio a operações da GCM, Polícia Militar, Polícia Civil e da Polícia Rodoviária e participam de atividades educativas em escolas.
Os cães são selecionados para o Canil logo após o nascimento, com base em critérios como personalidade, porte físico, sociabilidade, adaptabilidade, presença de impulsos e genética.
Aos 2 meses, começam a vivenciar diferentes situações, andam nas viaturas, passam por locais com aglomeração de pessoas, entram em contato com outros animais e são expostos tanto aos ruídos naturais (chuva) quanto aos provocados pelas atividades humanas.
“Tomamos a iniciativa de criar o grupamento do Canil por meio de lei, como forma de reforçar operações específicas da GCM. O trabalho vem sendo excepcional, como demonstram os resultados nas ações que envolvem principalmente o aspecto das drogas”, relatou Botion. “O treinamento destinado aos cães é um trabalho relevante e o grupamento é usado em diversas atividades, como nas ações preventivas da GCM“, observou o secretário de Segurança Pública e Defesa Civil, Wagner Marchi.
Treinamento
Quando atingem 8 meses, os cães iniciam de fato o treinamento, em uma área dentro do próprio Canil, no bairro Nossa Senhora do Amparo.
Segundo o comandante da GCM, André Hailer, a preparação baseia-se nos impulsos de caça (hunt drive), de perseguir a presa em movimento (prey drive), de brincar (play drive) e de motivação por comida (food drive).
O processo leva em torno de 90 dias, quando é feita a transição para os ambientes não controlados, ou seja, as ruas. Paralelamente, o cão participa de sessões de condicionamento físico, que envolvem exercícios de natação, corrida na esteira e até mesmo escalada. “Farejar é uma das atividades que mais exigem preparo físico dos cães”, pontuou Hailer.

Para apurar o faro do animal, os GCMs utilizam um produto denominado Nose, elaborado com partículas das substâncias que o cão precisará identificar, no caso, drogas e explosivos. O frasco com o Nose é escondido em algum local (dentro do carro ou em uma área verde), quando o animal “descobre” a substância, senta-se e olha para seu condutor, sinalizando a suspeita. Nesse momento, o cão recebe uma “recompensa”, a brincadeira com a bolinha.
A jornada de atividade dos cães é de, no máximo, 6 horas por dia. No restante do tempo, eles passeiam, brincam ou simplesmente descansam. “Quanto maior é o bem-estar do animal, melhor será o desempenho nas ruas”, frisou o comandante da GCM. Já a aposentadoria é instituída após 8 anos de serviços prestados, quando, então, o cão é doado ao seu condutor ou a outro integrante da GCM.
Após o “expediente de trabalho”, Bono segue para a casa de seu companheiro da Corporação, o GCM Ragonha. O GCM frisou que Bono é um integrante da família e que o cão o acompanha a todos os locais, até mesmo em atividades sociais. “Ele me ensinou muita coisa, o cão não guarda ressentimento, só vive o presente”, afirma Ragonha, que tatuou a imagem de Bono no braço esquerdo.

Só em 2023 o Canil da GCM de Limeira prestou auxílio a 436 ocorrências. Uma das operações de maior destaque ocorreu em março, quando o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e o Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) solicitaram o apoio do Canil para uma grande operação em Araraquara. Bono foi levado à área rural daquele município e conseguiu farejar 100 quilos de pasta base, enterrados em dois tambores.
Na semana passada, a Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) e o Canil da GCM deflagraram uma ação que resultou na prisão de quatro indivíduos por tráfico de drogas, no Parque Nossa Senhora das Dores. Na ocorrência, novamente o cão Bono demonstrou seu faro habilidoso e detectou mais de 250 pedras de crack, 28 porções de maconha e 64 pinos de cocaína.

O comandante da GCM enfatizou que os cães oferecem apoio importante no combate ao tráfico de drogas, pois o olfato canino é muito superior ao do homem. “Eles identificam narcóticos escondidos em lugares onde os policiais jamais conseguiriam encontrar”, afirmou.
Outro aspecto citado pelo comandante é o poder intimidatório dos cães durante as abordagens policiais. “O cenário da ocorrência muda completamente com a presença dos animais, as pessoas se afastam, pois o cão causa impacto psicológico semelhante a 11 policiais armados”, comentou Hailer.
Também integram o Canil da GCM, o subcomandante Ângelo, o subinspetor Jonas, e os GCMs Sobrinho (condutor do Apolo), Silva (condutor da Safira), Brazolotto e Hugo.
De acordo com a Delegacia de Investigações Gerais (DIG/Deic), a prisão foi em um imóvel no bairro Barão Geraldo.
Policiais civis por meio do Setor de Proteção Animal, realizaram uma operação com o objetivo de proteger e combater maus-tratos a animais. A equipe, através de denúncias, foi ao local e deteve o suspeito, que alegava ser adestrador de cães.
A equipe observou que o ambiente era impróprio para a criação dos cães, dois sem raça definida, um Dog Alemão, um Pastor Belga de Malinois e um Husky Siberiano. Os animais foram encaminhados a duas ONGs de proteção.
O homem permaneceu à disposição da Justiça. O caso foi registrado como crime de abuso a animais pela 1ª DIG de Campinas.
]]>De acordo com informações da polícia, a equipe recebeu a denúncia sobre o caso e foi até a residência na Avenida América.
No local, os policiais encontraram uma veterinária e voluntários da ONG Animais têm Voz. A mulher relatou que na segunda-feira (9), eles já haviam resgatado um cachorro maltratado no local, mas o animal estava muito debilitado e não resistiu.
Com apoio da PM, foi possível retirar outros seis cães que estavam na casa. Havia três filhotes de aproximadamente 5 meses e três adultos, com idades entre 2 e 4 anos.
A polícia ainda constatou que o local era totalmente insalubre, não havendo sequer potes para água ou alimento. Os animais estavam sujos, infestados de carrapatos e com dificuldades de locomoção.

Os tutores, uma idosa de 64 anos e um homem de 52, foram detidos pelo crime de maus-tratos contra animais.
O casal foi encaminhado para a Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde a autoridade determinou o flagrante. Já os animais foram encaminhados para uma clínica veterinária.
A ficha de inscrição está disponível no site da Gama. O tutor interessado deve acessar o site e clicar em “Inscrição Gama Adestra” na parte superior da página.
Será permitida a participação de apenas um cão por inscrição, e os animais deverão passar por exames veterinários, que deverão ser custeados pelo próprio tutor.
O programa terá a duração de seis aulas, sendo quatro teóricas e duas práticas, com início em 23 de setembro, sempre aos sábados, no Centro de Cultura e Lazer (CCL), das 9 às 11 horas.
“O objetivo do programa é ensinar, de forma gratuita, os tutores a adestrarem seus próprios cães, levando informação e conscientização, melhorando a relação entre o animal e seu dono“, disse o comandante da Gama, Marco Aurélio da Silva.
]]>Segundo informações apuradas pelo Policial Padrão, os gestores da ONG receberam denúncias de que animais estavam sendo sacrificados e os corpos deixados às margens de uma estrada.
No local apontado na denúncia, os protetores encontraram três cães mortos com as patas e cabeças decepadas. Havia ainda, diversos crânios de outros cães, bem como, ossadas de outros animais. Um cão da raça rottweiler foi encontrado morto no local, mas sem nenhuma marca de violência.
Em outro ponto da mesma estrada, os voluntários da ONG encontraram mais animais mortos como galinhas e um bode.
A Polícia Civil, abriu um inquérito policial para investigar o caso. A investigação será feita pelo 4° Distrito Policial (DP) de Limeira.
]]>De acordo com informações da corporação, os animais eram mantidos em situação insalubre, em um local pequeno e sem higiene. Eles estavam magros e pareciam doentes.

Entre os animais resgatados, havia cinco cães adultos e quatro filhotes, das raças pastor belga de malinois, pastor alemão, dobermann e husky siberiano.
Os agentes apresentaram o caso na unidade de Polícia Civil, onde a autoridade autuou o tutor em flagrante pelo crime.
Já cachorros ficaram sob a responsabilidade da clínica veterinária da Organização Não Governamental (ONG) Animais Tem Voz.

De acordo com o Baep, a equipe seguiu com os cães da corporação até a Rua José Joaquim Novaes, onde suspeitos estariam atuando no tráfico.
Um suspeito usando uma camisa de futebol estava no local e fugiu correndo para uma área de mata quando os policiais chegaram. Pelo trajeto ele jogou uma sacola plástica e uma pochete.
A polícia conseguiu alcançá-lo e recuperou os objetos que continham porções de maconha, cocaína, crack e lança-perfume, além de R$ 141.
O suspeito confessou o tráfico e disse que ganha em média cerca de R$ 600 a R$ 800 por dia.
Apesar de negar que havia mais drogas pela área, a equipe liberou os cães para o trabalho de faro. Uma caixa de isopor e uma mochila recheada de drogas também estavam na mata.
Com isso, o suspeito recebeu voz de prisão e ficou detido pelo crime.
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As feiras acontecem aos sábados, das 9h ao 12h. Por conta da pandemia, os eventos tiveram que ser reduzidos, e muitos animais ainda estão esperando por um lar.
Um dos cachorros esperando atende pelo nome de Spike, tem cerca de seis anos de vida e está há cinco anos no canil, sem saber como é ter uma família que cuide dele e lhe dê carinho.
Quem tiver interesse em adotar, precisa comparecer à Feira com RG e comprovante de endereço, também é preciso ser maior de idade.
O retorno das feiras será no ano que vem, e a data será informada pela página de Instagram @adocaoccz.
Fonte: Portal de Americana
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A Secretaria de Segurança e a Defesa Civil de Limeira informaram que após denúncias de maus tratos de animais, o Pelotão Ambiental da Guarda Civil Municipal de Limeira se deslocou até a Rua General Rondon.
De acordo com os Guardas Civis Corrêa e Castro Silva, ao chegarem no local se depararam com nove cães em estado de abandono, sem alimentos, sem água e sem as mínimas condições de higiene, em um local com muitas fezes.
Foi solicitado então a presença de uma representante do setor de Bem Estar Animal. Cinco filhotes e uma cadela que estava com os ossos das costela e da coluna aparentes de tanta magreza, foram recolhidos pelo órgão.
Após passarem pelos cuidados de um veterinário, será encaminhado um laudo para a polícia civil, que será acrescentado ao inquérito. Além disso, três animais foram deixados no local na responsabilidade do proprietário.
Foi realizado um auto de infração por parte do fiscal de meio ambiente e o proprietário responderá por maus tratos.
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