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Colunista – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br O minuto seguinte Sat, 06 May 2023 21:03:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://policial.dmxdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/12/elementor/thumbs/favicon-policial-padrao-pzvo9ojij1aynmjma6hwq5zhwo02zu5ybto48tbjka.png Colunista – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br 32 32 Caso “voadora” em PM de Nova Odessa https://policial.dmxdesign.com.br/colunista-lucas-pereira/16/03/2021/caso-voadora-em-pm-de-nova-odessa/ Tue, 16 Mar 2021 15:20:06 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/16/03/2021/caso-voadora-em-pm-de-nova-odessa/ Uma ocorrência na cidade de Nova Odessa (SP), vizinha de Americana(SP), teve grande repercussão nas mídias e nas redes sociais, por conta de uma “voadora” que um policial militar levou de um homem no domingo (14).

Os policiais militares, fardados e em cumprimento do seu dever, faziam operação contra aglomeração na cidade, quando em uma abordagem começaram a ser hostilizados pelos que estavam na praça em desacordo com a fase emergencial decretada em todo o estado.

Dentre eles, dois estavam mais alterados e teriam partido para cima dos agentes da lei, sendo um dos policiais atingido até mesmo por uma “voadora” em determinado momento.

Vídeo gravado na hora da ação policial, na aglomeração em plena fase emergencial. (Foto: Divulgação)

Agora o questionamento que quero levar para essa postagem como colunista: você, leitor, acha que essas atitudes contra nossos policiais/ guardas municipais, são esporádicas? Pois é, não são. A sorte destes policiais foi que a pessoa que filmou a fez desde o inicio da abordagem e não apenas na hora que o policiais fizeram o uso progressivo da força para conter o agressor, o que daria a entender que os agentes agrediram um “inocente” sem motivo algum.

E para quem não sabe, o “uso progressivo da força” está documentado em procedimentos das forças de segurança, sendo de extrema necessidade o seu uso para conter injustas agressões, como o ocorrido neste domingo contra nossos agentes da lei e muito mais ainda para a injusta agressão a sociedade, afinal, nós policiais militares, estamos fazendo o que juramos fazer para a sociedade de bem.

Incorporando-me à Polícia Militar do Estado de São Paulo, prometo cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado, respeitar os superiores hierárquicos, e tratar com atenção os irmãos de armas, e com bondade os subordinados; dedicar-me integralmente ao serviço da pátria, cuja honra, integridade, e instituições, defenderei, com o sacrifício da própria vida.

Então devem saber, se a policia militar, civil e guarda municipal chegarem em uma ocorrência, pode ter certeza que o objetivo para qual fomos chamados para resolver, será feito, dentro dos meios legais, sendo que o começo, o meio e o fim da ocorrência, quem escolhe será o agressor da sociedade e da ordem pública.

Como dizia minha vó: passarinho que come pedra sabe o ** que tem. Não adianta querer agredir os policias, pois eles não vão se afastar, vão usar gás de pimenta, tonfa, força, pedir apoio de mais policias, uso de elastômero, taser e até mesmo arma de fogo, mas vão cumprir suas missões de restabelecer a ordem e defender a população de bem, até mesmo com o sacrifício da própria vida.

Aproveito essa postagem para parabenizar os policiais da cidade de Nova Odessa e dizer que estamos, a sociedade de bem, sempre com vocês.

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“Sistema de gerenciamento de incidentes e crises” https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/14/03/2021/sistema-de-gerenciamento-de-incidentes-e-crises/ Sun, 14 Mar 2021 19:28:51 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/14/03/2021/sistema-de-gerenciamento-de-incidentes-e-crises/ Eis o título de um livro recém-lançado pela Ícone Editora. Tem por subtítulo “Atirador ativo. Múltiplos ataques coordenados”. A esta obra de grande valor dedicamos o presente artigo.

Escrito a oito mãos por destacados oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo – Coronel PM Wanderley Mascarenhas de Souza, Coronel PM Márcio Santiago Higashi Couto, Tenente-Coronel PM Valmor Saraiva Racorti e Major PM Paulo Augusto Aguilar – o livro foi considerado um “compêndio” (p. 3) ou “um verdadeiro manual” (p. 4) pelo General João Camilo Pires de Campos, secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo. De nossa parte, concordamos com o General e julgamos que a obra em foco deveria ser lida, estudada e divulgada amplamente.

O livro traz um contexto geral dos problemas enfrentados pela Polícia no dia a dia e busca expor o que pode motivar a ação do atirador (ou agressor = se age sem arma de fogo) ativo (cf. p. 8), facções criminosas, o novo cangaço no Brasil (cf. p. 9), os tipos diversos de incidentes (cf. p. 28), as chacinas (cf. p. 152) etc. A doutrina norteadora da obra é a norte-americana (cf. p. 19), ainda que, é claro, os fatos nela tratados possam ocorrer em qualquer parte do mundo (cf. p. 6 e 100-152).

Apresenta também o nascimento do GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais), em 1987, e sua doutrina consolidada em 1995 (cf. p. 15-16), as táticas de negociação, se há reféns (p. 6) e a importância da atuação primeira e rápida dos policiais de rádio patrulha num incidente (cf. p. 73-75). Por fim, trata, em todo o longo capítulo 4, do atirador (ou do agressor) ativo e das formas de tentar se prevenir dele (cf. p. 161). Com ele já em ação, há também meios de o povo em geral se precaver (cf. p. 165-170) e a forma correta de a Polícia agir (cf. p. 172). Ainda: um bom glossário no final da obra (cf. p. 191-208) muito ajuda o leitor interessado.

Feito esse trajeto, a voo de pássaro, pela obra, desejamos destacar três pontos. O primeiro é a falta de um maior interesse no estudo de incidentes para melhorar a doutrina policial nesta área (cf. p. 18). Essa triste constatação não requer longo debate. Basta fazer duas perguntas a seus próximos: 1) Você gosta de ler? 2) Se gosta, prefere ficção – ainda que baseada em fatos reais – ou uma obra doutrinária apta a ajudá-lo no dia a dia em seu trabalho? O segundo tópico é a importância que os autores dão aos transtornos mentais em geral, mas em especial à psicopatia (cf. p. 95-97). Aqui, faremos uma modesta observação aos renomados autores. Dizem eles que psicopata quer dizer “mente doente”.

Embora não seja de definição unânime, a Dra. Ana Beatriz Silva diz que “o termo psicopata pode dar a falsa impressão de que se trata de indivíduos loucos ou doentes mentais. A palavra psicopata literalmente significa doença da mente (do grego, psyche = mente; e pathos = doença). No entanto, em termos médico-psiquiátricos, a psicopatia não se encaixa na visão tradicional das doenças mentais. Esses indivíduos não são considerados loucos, nem apresentam qualquer tipo de desorientação. Também não sofrem de delírios ou alucinações (como a esquizofrenia) e tampouco apresentam intenso sofrimento mental (como a depressão ou o pânico, por exemplo).

Ao contrário disso, seus atos criminosos não provêm de mentes adoecidas, mas sim de um raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos pensantes e com sentimentos” (Mentes perigosas, 2008, p. 37). O terceiro é que, na página 191, o glossário aparece como Apêndice 1, mas deveria ser apenas Apêndice, visto não haver o 2.

Estas pequenas observações em nada depreciam, porém, o trabalho em foco. A obra traz – é certo – dados muito atuais e necessários para a vida de nossos dias. Deveria ser estudada na formação dos oficiais e praças da Polícia Militar. Parabéns aos renomados autores. Que este excelente livro encontre, pois, o apreço merecido!

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O Mundo Virtual não é real! https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/13/07/2020/o-mundo-virtual-nao-e-real/ Mon, 13 Jul 2020 19:13:50 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/13/07/2020/o-mundo-virtual-nao-e-real/ É com sentimento de frustração que inicio este artigo, e relato:

Eu já aguardava na sala de espera do consultório odontológico, quando, observo adentrar uma mulher muito jovem acompanhada de seu filho com aproximadamente 10 anos.

Ela vai até o balcão de atendimento e o garoto segue em linha reta. Com a cabeça baixa, atento ao movimento do celular, senta-se na primeira cadeira disponível, sem, contudo, olhar para os lados…

Sua mãe depois de resolver a burocracia com a recepcionista, senta-se ao lado da criança. Ela ainda está alheia, absorta, indiferente ao mundo externo, compenetrado apenas em seu aparelho celular.

A mãe por sua vez, senta-se, abre a bolsa, saca seu aparelho celular e também passa a manuseá-lo. Não trocam nenhuma palavra, nenhum olhar, nenhum toque, nada!

O tempo passa, cerca de 15 minutos depois fui chamado para adentrar ao consultório. A cena era a mesma, nada mudou e eu fiquei ali a observar o exemplo a não ser seguido da relação que devemos ter com nossos filhos, nossos pais, netos e familiares.

O mundo virtual não é real
O mundo virtual não é real (Imagem: Tofanello Comunicação)

Ilusão

O que podemos observar nesta cena tão corriqueira e cotidiana por vezes dentro de nossas casas, salas, quartos, veículos e afins, é que estamos em um nível de êxtase total por esse minúsculo aparelho, estamos conectados com quem está longe e deixando escapar quem está perto.

Não importa o que aquele garoto fazia em seu aparelho, não era real, o mundo virtual não é real.

Embora aparentemente fosse um jogo, ele estava intensamente envolvido naquele mundo, que nada mais fazia sentido fora daquele universo. Nem mesmo a presença física de sua mãe, que por sua vez, estreitava os relacionamentos com entes queridos e amigos distantes, e não usufruía da companhia física e real do filho que estava ali, ao seu lado, tão próximo e tão distante.

É obvio que não tenho a intenção, e nem vou tentar negar, a importância e os benefícios dos aparelhos, da internet, dos smartphones, das redes sociais, etc.

Seria um retrocesso total, e claro que a evolução sempre foi o objetivo do homem moderno, esse é um caminho sem volta, poderíamos parafrasear: “Para o futuro e avante”!

O preço

Mas qual o preço do avanço se você não impuser seus próprios limites à educação dos filhos e terceirizar para um aparelho “online”?

Quantas crianças vemos sendo educadas pelos aparelhos nas mesas de restaurantes, nos supermercados e locais públicos onde as crianças estão à disposição do aparelho e não o contrário?

Quantos parques, parquinhos e áreas de brincadeiras estão vazios enquanto as áreas comuns de pontos de Wi-Fi estão lotadas?

O que estamos fazendo com nossas crianças?

Precisamos usar sim nossos aparelhos com chamadas de vídeo para nos aproximar dos familiares que não estão presentes, trocar mensagens e manter um elo de carinho e amor, mas não podemos perder o elo e contato físico com aqueles que estão ao nosso lado.

Nosso aparelho pode até ser imprescindível nos dias atuais ou ainda uma babá perfeita, mas precisamos cuidarmos para que não venha a ser um vilão. Ele não nos aproxima só do bem ou pessoas boas, mas muitas vezes nos escancara o mal e pessoas mal intencionadas.

Isso inclusive para nós adultos, quantas armadilhas e artimanhas escondidas nas entrelinhas da minúscula tela.

Para os jovens, fica o sentimento de que a vida do amigo próximo ou distante sempre é bela e perfeita, sem problemas e atropelos.

Ledo engano, pois a mesma tela que engana crianças, pais e avós, também apresenta a farsa da vida alheia perfeita.

Não é real!

O vida virtual NÃO É REAL, não se encante em demasia com ela. O provedor deste perfil só edita o que lhe convém, logo aquele sorriso escancarado e virtual não é o sorriso real.

Aproveite mais as pessoas fisicamente que estão a seu lado. Não deixe este minúsculo e sorrateiro mundo virtual agir como vilão e levar de você o que tem de mais importante “a companhia, a existência, a presença, o calor humano”.

Vamos brindar ao que é vivido e não compartilhado.

 

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O Ciclo da Vida! https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/28/06/2020/o-ciclo-da-vida/ Sun, 28 Jun 2020 19:06:54 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/28/06/2020/o-ciclo-da-vida/ Observando uma plantação de girassóis que outrora fora linda e cheia de vida, hoje, já não possui nenhum glamour, toda plantação esta murcha, seca, sem vida e todas as flores estão voltadas para o chão.

Imagem: https://maestrovirtuale.com/

Podemos até nos compadecer, sentir pena ou dó! Mas, espere um pouco, aproxime-se de uma das plantas, sutilmente levante sua “face” e observe quantos novos grãos estão prontos a eclodir vida abundante de novo, se observarmos ainda com mais atenção podemos fazer um paralelo com nossas próprias vidas.

Ontem, muitas pessoas visitavam a plantação de girassóis que irradiava beleza, vida, algo indescritível sob um verde e amarelo que acompanhava o nascer até o por sol.

Incontáveis perfis nas redes sociais foram alterados com seus orgulhosos proprietários exibindo aquela planta linda, de incomparável beleza, quantas fotos, vídeos, stories e bumerangs foram produzidos ali em meio à plantação com e sem efeitos especiais, afinal, o maior efeito especial é a simplicidade do momento de estar e permanecer ali por alguns momentos inesquecíveis.

Ciclo da vida
Girassol. Foto: Getman / Shutterstock.com

Mas hoje, já sem vida, sem glamour e sem visitantes os belos e plenos girassóis seguem o Ciclo da vida, morrem para dar vida a novas e mais belas plantações.

Assim como os girassóis, nós seguimos nossa vida sem perceber que cada fase é um ciclo que se completa para que outro possa iniciar, não podemos iniciar um ciclo sem, contudo secar, fechar, morrer, para o ciclo anterior.

Por isso precisamos aproveitar cada fase de nossa vida de forma única, para no momento derradeiro, termos a sensibilidade de um girassol, morrer para dar vida ao ciclo seguinte.

Quantas vezes nos pegamos choramingando:- “ser criança que é bom, não se preocupa com nada…”, ok! De fato é bom ser criança, mas, passou, seguimos em frente, vamos viver nossa adolescência plena para só depois na fase seguinte e já adultos entendermos que não sabíamos tudo, que muitos tombos, socos, pontapés, escorregões e rasteiras poderiam ter sido evitados, mas tudo bem, seguimos em nossas fases e ciclos, vivendo e aprendendo ou poderíamos dizer vivendo, caindo, levantando, sofrendo e aprendendo

Qual ciclo você floresce hoje? Talvez já na fase dos “enta” ( quarenta, cinquenta…), quem sabe a melhor idade? Não importa sua idade, assuma seu ciclo e viva intensamente, quando digo intensamente é você que determina o ritmo, talvez o seu ou o meu intenso, signifique apenas a motivação da vida, do aconselhamento aos jovens, da oração, da meditação, este intensamente não tem relação com intensidade, velocidade ou viagens exuberantes, mas de satisfação, agrado e alegria pessoal, profissional, familiar, emocional.

Viva! Viva! Viva! Incentive seu filho a viver e andar com suas próprias pernas, permita que seus filhos caiam seus próprios tombos, contudo, mostre-os as pedras de tropeço para que não caiam onde você já caiu, para que não sucumbam onde você já conhece o caminho e armadilhas, pois as pedras poderão ser as mesmas, ciclo após ciclo, relacionamentos mal vividos, amizades mal escolhidas, parceiros mal apresentados, profissionais mal formados, famílias mal sustentadas, crenças mal resolvidas.

Absorva cada fase, cada ciclo, para que lá no final possamos ter a dignidade de um lindo girassol, ainda que velhos, aparentemente secos e sem vida, se observados mais de perto e com mais atenção, será perceptível a doação de uma vida toda, para que uma nova e bela geração possa crescer e florescer levando nosso legado, nosso nome, nossa crença, nossa coragem e nossa própria vida avante.

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E agora, estou triste ou depressivo? https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/05/06/2020/e-agora-estou-triste-ou-depressivo/ Sat, 06 Jun 2020 02:39:17 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/05/06/2020/e-agora-estou-triste-ou-depressivo/ Em meio a tantas preocupações, sentimentos e desassossego muitas pessoas carregam no silencio da mente a dúvida:- “Será que estou com depressão ou é “só” tristeza”.

Muitas pessoas relatam sentir uma tristeza repentina, angústia ansiedade, choro repentino, medo de sair às ruas, medo excessivo de contaminação, medo “do nada” ou “medo de tudo”, muitas vezes sem explicação ou motivo aparente.

Analisemos de forma resumida e simples a Tristeza:

É um sentimento comum, em determinados momentos até salutar, exemplo clássico está na experiência do luto, quando ocorre uma perda significativa de um familiar ou amigo querido é natural sentir-se triste, é o que chamamos de luto.

A experiência do luto tem cinco estágios (Imagem ilustrativa)

Toda experiência de luto deverá passar por cinco estágios:

Negação, Raiva, Barganha, Tristeza e Aceitação, neste momento trataremos do quarto e quinto estágio, ou seja, tristeza e aceitação.

O estágio da tristeza é um grande problema, porque muitas pessoas sucumbem a este período e não conseguem prosseguir e partir para o próximo e último passo do luto que é a aceitação.

Quando cultivamos em demasia a tristeza e não buscamos dar mais um passo em busca da superação e aceitação, podemos transformar a tristeza em algo maior, patinar nas emoções e sucumbir ao início da depressão; mas veja bem! Logo agora? No quarto estágio, faltando apenas um passo para completar o ciclo do luto? Agora é preciso aceitar, acolher, acreditar que podemos e voltar à vida.

Aceitar, acolher, acreditar que podemos voltar à vida não significa esquecer a perda repentina ou irreparável, não! Não é isso! significa aceitar o fato, não se sentir desesperado, enxergar a realidade das limitações “naturais” da vida e seguir, ainda com o coração cheio de saudades, mas também gratidão pelo dom da vida que permanece.

Importante dizer que a experiência do luto não está relacionada apenas aos casos de morte, mas qualquer outro fato que tenha a sensação de perda repentina e irreparável ainda que momentânea perda do emprego, separação de um relacionamento, etc.

A depressão o assunto é vasto e quase inesgotável, a cada dia especialistas apresentam novas experiências e pesquisas relacionadas ao tema, já que o diagnóstico da depressão é clínico.

O diagnostico será singular a cada indivíduo, pois a mente é fonte única e inesgotável de recursos, razões e experiências, casos leves poderão ser tratados com acompanhamento profissional, contudo sem prescrição médica, o que não ocorre em pacientes diagnosticados com patologia grave ou profunda.

A alteração química no cérebro, que distorce a maneira de pensar e sentir emoção, devido à falta de hormônios como serotonina, dopamina, noradrenalina, que são neurotransmissores responsáveis pela comunicação das células nervosas no cérebro, pode ser causas dos sintomas depressivos, na falta ou “baixa” destes hormônios é afetada diretamente a capacidade de sentir a sensação da felicidade, daí a importância do acompanhamento profissional para prescrição médica e reposição “hormonal”.

A depressão não é displicência, desleixo, preguiça, não é má vontade, ou simplesmente preguiça, repito, “é uma alteração química no cérebro que deve ser diagnosticada, tratada e acompanhada”.

Podemos de maneira simples diferenciar assim:

Quando o paciente consegue identificar o motivo da tristeza ele está passando por uma experiência de luto e não de depressão.

Quando o sentimento de tristeza é contínuo, com crise de ansiedade, sem motivo aparente, acompanhado de crise de choro ou não, já pode estar evoluindo para um sintoma depressivo e requer cuidados.

A depressão é uma doença silenciosa, perigosa, sorrateira, que apresenta sintomas pontuais, específicos e perigosos, necessita de cuidados diários e não deve ser ignorada.

A tristeza é um sentimento “normal” e pode até ser saudável, benigno e salubre se entendermos os estágios do luto.

Definitivamente a tristeza não é depressão!

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A BUSCA LIBIDINAL DO SER HUMANO https://policial.dmxdesign.com.br/josuel-constante/11/05/2020/a-busca-libidinal-do-ser-humano/ Mon, 11 May 2020 23:13:16 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/11/05/2020/a-busca-libidinal-do-ser-humano/ A palavra libido pode parecer um tanto que estranha para algumas pessoas, porém o sentido da palavra muitas vezes deturpada pela conotação sexual não é apenas o sentido natural da palavra, libido vem do latim, significando “anseio ou desejo”, e é exatamente sobre este anseio, este desejo que pretendo me referir.

O ser humano diferentemente das demais espécies apresenta um telencéfalo pensante, não que eu esteja dizendo que os animais não pensem, porém no mundo animal existe a limitação do pensar.

Neste momento de crise econômica em que as pessoas estão com muitas incertezas sobre o futuro e ansiosas pelo fim desta pandemia que gerou uma quarentena, para muitos parece não ter fim, nos gera questionamentos, qual é a sua busca libidinal neste momento? Qual é o seu anseio? Qual é o seu desejo?

Nós somos movidos por expectativas em nossa vida desde que tomamos consciência de nossa existência na terra como seres pensantes, alguns tem a expectativa de ter uma família se casar, outros querem ter sucesso no trabalho, sucesso financeiros.

Não importa qual seja a sua pulsão de vida o importante é que não nos desanimemos neste momento tão difíceis em que filhos e netos estão separados fisicamente. Porém existem alguns aprendizados nestes momentos de quarentena.

Podemos notar filhos conhecendo pais que só voltavam para a casa para dormir, esposas conversando mais com filhos e maridos, maridos aprendendo a cozinhar e ajudando suas esposas nos afazeres domésticos, enfim podemos tirar alguns acalentos dessa tragédia.

A busca libidinal do ser humano se traduz na busca dos desejos e funciona como se fosse uma mola propulsora para todos nós, podemos ver casos de suicídios que vem se tornando algo tão frequente na nossa sociedade.

O nosso cérebro funciona por recompensas ou se não dizer o prazer, o ser humano não pode deixar de sonhar, talvez a solução para tantas tragédias não seja algo tão simples de resolver?

Por exemplo se nós temos um sonho de comprar um carro do ano e lutamos para isso, economizamos e acabamos por fim a realizar este desejo, então encontramos o ápice da libido. Quando este libido foi satisfeito é natural o decaimento da sensação de prazer, então temos que nos reinventar e começar um novo sonho, um novo objetivo e nisso se configura à busca libidinal do ser humano.

Estudo nos demonstram que apenas 10% dos brasileiros têm objetivos na vida e objetivo leva ao sucesso, porém o sucesso é esporte para poucos, e não confundam sucesso com dinheiro, dinheiro é riqueza, sucesso é realização.

Devemos dar importância na vida para aquilo que realmente tem valor e isto é um fator subjetivo de cada um, mas podemos destacar 12 áreas na vida que realmente tem valor.

1. espiritualidade, 2. saúde e disposição, 3. desenvolvimento intelectual, 4. realização e propósito, 5. finanças, 6. contribuição social, 7. família, 8. relacionamentos, 9. vida social, 10. criatividade, 11. plenitude, 12 felicidade.

Procure mensurar estes setores na sua vida e viva feliz, pontue as áreas de sua vida atribuindo valores de 0 a 10 e veja o que você precisa mudar para ser feliz e sonhe e invista nesse ponto. Ao satisfazer um objetivo, dê sentido a outros, pois o ser humano precisa de propósito de vida.

Muito obrigado pela atenção e paciência e até em breve.

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O SILÊNCIO DO HOMEM https://policial.dmxdesign.com.br/josuel-constante/30/04/2020/o-silencio-do-homem/ Thu, 30 Apr 2020 05:57:47 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/30/04/2020/o-silencio-do-homem/ Já ouvimos muitos dizeres de que o homem, vive dentro de sua caixinha, muitos homens enfrentam problemas em se comunicar quando se trata de sentimentos, pois o homem foi educado dentro de uma sociedade em que o fato do homem manifestar emoções ou sentimentos, era visto como sinal de fraqueza.

Quantas vezes nossos pais nos diziam “Homem não chora!”, “Homem tem que ser o mais forte!”, “Isso não é coisa de homem!” … essas frases que foram construindo um caráter social que faz com que os homens da atualidade encontrem muita dificuldade de expressar seus sentimentos que acabam sendo canalizados para outras áreas da vida.

Foto: Freepik

O desenvolvimento de vícios como o alcoolismo e o tabagismo, bem como o uso de outros tipos de drogas, e a violência, se mostram como escape, a fuga para sentimentos reprimidos.

Será que não está na hora de criarmos cuidados de saúde voltado para esses homens que guarda as pressões econômicas e amorosas e sociais para si?

O olhar para o interior do ser humano nos revela muito mais do que aparências rebuscadas em sucesso, lazer, viagens e culto ao corpo tão disseminadas nas redes sociais.

Agora, se você caro leitor, me perguntar o porquê este simples colunista está escrevendo sobre este tema, a explicação para tudo isto estão nos números assustadores de casos de suicídios com vítimas masculinas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mostram que cerca de 800 mil pessoas cometem suicídio no mundo, que é a segunda maior causa de morte em jovens de 15 a 29 anos, 79% dos casos acontecem em países de baixa e média renda, e 76% destas mortes ocorrem em homens até os 45 anos de idade.

Foi esta grande parcela de 76% dos casos de suicídios ocorrendo entre homens que me levou a escrever este texto, vamos dar ouvidos aos nossos filhos, aos nossos pais, aos nossos avós, pois quem sofre em silêncio sofre dobrado.

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O FENÔMENO BOLSONARO https://policial.dmxdesign.com.br/vilson-berlanda/26/04/2020/o-fenomeno-bolsonaro/ Mon, 27 Apr 2020 01:28:37 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/26/04/2020/o-fenomeno-bolsonaro/ Vivemos a era “Fenômeno Bolsonaro”, aquela, que todos desenvolvemos o hábito de acompanhar a vida política do país, alguns mais exaltados de extrema direita, outros mais exaltados extrema esquerda ou ainda aqueles do “centrão” o fato é que todos estão antenados ao desenrolar do futuro político do país.

Foto: Robson Vilalba/Thapcom


Vejo com bons olhos o amadurecimento e interesse da população pela vida pública, pois ainda que muitos dizem: política não se discute! nossas vidas estão diretamente ligadas às medidas relacionadas a decisões tomadas pelos homens que elegemos, eleitos democraticamente pelos mesmos que dizem não gostar de política, assim elegíamos homens e mulheres e nos esquecíamos deles até a próxima eleição, sem cobranças, sem fiscalização, sem compromisso, sem ideal e isso parece estar mudando, talvez pelo efeito “Fenômeno Bolsonaro”!

Vejamos: Você se lembra quem foi o último ministro da saúde? Ou os últimos ministros da justiça na última gestão presidencial? É provável que não! Por isso lembremos:

No ministério da saúde o penúltimo ministro foi Gilberto Occhi que é um advogado e permaneceu na pasta por 08 (oito) meses, seu sucessor foi Ricardo Barros um engenheiro que permaneceu na pasta por dois anos, ou seja, um advogado e um engenheiro foram os dois últimos ministros da saúde e não questionamos á época ou cobramos por conhecimentos técnicos.


No ministério da justiça está mais complicado, mas vamos lá, quem mais permaneceu na pasta foi José Eduardo Cardoso que assumiu a pasta em 2011, embora advogado e jurista era também deputado filiado ao PT, deixou a pasta em 2016 devido desgastes com a Polícia Federal e Operação Lava Jato.


Seu sucessor foi Wellington Cesar Lima, que permaneceu na pasta por 11 (onze) dias, sim, está correto, 11 (onze) dias e foi sucedido por Eugênio Aragão que permaneceu na pasta por 2 (dois) meses, mas neste período conseguiu dizer que tinha poder supremo sobre a Polícia Federal e que a operação Lava Jato traria forte e desnecessária crise a economia brasileira, com a posse de Michel Temer foi sucedido pelo então ministro Alexandre de Moraes que dispensa apresentação.


O que quero dizer com o Fenômeno Bolsonaro é que hoje aprendemos que existe ministro da justiça, da educação, da saúde, da cultura, etc. Que depois do ministro tem o diretor e cobramos conhecimentos técnicos de tal indicação, mas lembro que o primeiro a fazer esta avaliação foi a atual gestão, buscando um médico para a saúde, um juiz federal para a justiça, um astronauta para a ciência e tecnologia, etc. Quando não vimos o mesmo em gestões anteriores, onde ministros eram nomeados pelo partido que são filiados e até achávamos que era normal, devido á tamanha leviandade e costume.


Hoje conseguimos ficar 50 (cinquenta) minutos assistindo um pronunciamento de ministro ou ex-ministro, ficamos na torcida se o ministro vai ou se o ministro fica, opinamos se o ministro deve ser exonerado a pedido ou se deve ser demitido pelo presidente, ou seja, algo mudou em nós e estamos participando de fato da vida pública de nosso país, não podemos neste momento tomar partido baseado em reportagens tendenciosas da imprensa para esse ou para aquele lado, continue a tirar suas próprias conclusões, assista sim os pronunciamentos e fique do lado que melhor lhe convencer da verdade real.


Uma coisa é fato! Algo em nós mudou e mudamos para melhor por influência negativa ou positiva do Fenômeno Bolsonaro!

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