acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131powerkit domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131wp-graphql domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131wpgraphql-acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131A equipe, com os agentes estaduais, interceptou um veículo de transporte coletivo com itinerário São Paulo-SP a São Luís-MA.
Durante a vistoria do veículo, identificado placas, os agentes descobriram um compartimento oculto repleto de aparelhos celulares de várias marcas e modelos, todos sem a devida documentação fiscal. Esta descoberta evidenciou um caso claro de descaminho, uma prática ilegal de importação de mercadorias.
Após a constatação, a equipe do TOR contatou a Delegacia da Polícia Federal em Piracicaba.
O Delegado Júlio Sávio Monfardini, responsável pelo caso, orientou a apresentação das partes envolvidas, do veículo e dos objetos apreendidos para registro da ocorrência. Na delegacia, foram formalmente apreendidos os 591 celulares e ouvido o então proprietário dos produtos irregulares, que posteriormente foi liberado.
]]>De acordo com a polícia, a ação acontece em conjunto com a Receita Federal e com a cooperação do Ministério do Trabalho. O alvo da investigação é uma organização criminosa que atua na falsificação e contrabando de cigarros de marcas paraguaias.
A Justiça realizou um bloqueio de bens contra 38 pessoas físicas e 28 pessoas jurídicas, num total de R$ 20 milhões.
Mais de 165 policiais federais estão cumprindo 11 mandados de prisão preventiva, 13 mandados de prisão temporária e 35 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da Justiça Federal. Confira os locais da operação:
A partir de investigação realizada pela Polícia Federal e acompanhamento do esquema criminoso pela Receita Federal foi possível identificar toda a cadeia de produção dos cigarros clandestinos na região de Divinópolis, além de toda a organização criminosa envolvida no esquema de fabricação de cigarros paraguaios falsos.
Foi revelado que a quadrilha, chefiada por um empresário de Barueri (SP), cooptava trabalhadores no Paraguai. Depois, ele os levava para fábricas clandestinas no Brasil, na região de Divinópolis (MG).
Essas pessoas eram submetidas a condições de trabalho análogas à escravidão, permanecendo reclusos, sob vigilância, e incomunicáveis, por vários meses, no interior dos estabelecimentos.
Tinham, ainda, seus telefones confiscados e eram impedidos de ter qualquer acesso ou contato com o mundo exterior. Eles sequer sabiam o local em que se encontravam, pois eram conduzidos até as fábricas com olhos vendados.

A distribuição dos cigarros falsos era feita em caminhões com a ocultação destes produtos, atrás de cargas de calçados produzidos na região de Nova Serrana (MG).
Os presos responderão por um ou mais dos seguintes crimes elencados com as respectivas penas máximas:
De acordo com a polícia, a abordagem aconteceu por volta das 22h30, na altura do km 123 da Rodovia Governador Doutor Adhemar Pereira de Barros (SP-340).
O suspeito estava em um Fiat Strada e mudou de cabine ao ver os policiais na altura da praça de pedágio. A atitude suspeita motivou a abordagem.
Na vistoria do veículo, a equipe encontrou diversos produtos sem nota fiscal. O material incluía cigarros eletrônicos, roupas e diferentes acessórios para o consumo de narguilé. Também havia R$ 170 e 35 euros.

O abordado, de origem síria, afirmou que os produtos estavam vindo de São Paulo e que ele possui uma loja de tabacos em Jaguariúna (SP).
A polícia apreendeu todas as mercadorias e comunicou a ocorrência no plantão da Polícia Federal de Campinas. O homem vai responder pelo contrabando em liberdade.
]]>A ação policial foi desencadeada a partir de uma denúncia anônima que alertou sobre a presença de um caminhão carregado com cigarros contrabandeados, seguindo pela cidade de Sumaré em direção a Jundiaí.
Com as informações, os investigadores passaram a monitorar de perto o caminhão, realizando um acompanhamento cuidadoso do veículo. Em uma tentativa desesperada de escapar das autoridades, o motorista chegou a tentar desviar a rota, porém acabou sendo interceptado pelos policiais.
Ao revistar o veículo, os policiais encontraram caixas de cigarros escondidas sob uma camada de fardos de papel higiênico.

Ao todo, a equipe apreendeu 600 caixas de cigarros que totalizaram 300 mil maços, cuja comercialização é proibida no Brasil, sendo esses produtos de origem paraguaia.
Diante das evidências, o homem foi indiciado e o caso foi oficialmente registrado como contrabando na DIG de Jundiaí, representando mais um golpe significativo no combate ao comércio ilegal de cigarros no país.
]]>Durante uma operação os policiais do Grupo Tático Ostensivo Rodoviário do 2º Batalhão de Polícia Militar Rodoviário abordaram um caminhão que trafegava em alta velocidade. O motorista ao ser questionado informou que transportava caixas de cigarros vindas do Paraguai.
Na mesma ocasião os policiais também viram outro caminhão, com as mesmas características que o primeiro, em alta velocidade, que estacionou em um posto de combustível em Penápolis, no interior de São Paulo. Um homem foi abordado e em seu calçado os policiais encontraram a chave do veículo.
O motorista confessou o crime e contou que junto com outro caminhoneiro levariam 950 caixas para Minas Gerais. A dupla foi presa em flagrante e encaminhada para a Polícia Federal de Araçatuba.
]]>Por volta das 16h30, a equipe abordou um veículo na Rua Maestro Silvio Bianchi e descobriu a carga irregular na vistoria.
O motorista não tinha nada ilegal. Já no carro, havia 199 pacotes de cigarros, possivelmente de origem estrangeira, caixas de rojões e de bombas, além de outros objetos.
A equipe apreendeu todo o material e registrou o caso na Central de Polícia Judiciária (CPJ). A autoridade determinou a apreensão da mercadoria e liberou o condutor do veículo após o registro da ocorrência.
De acordo com a polícia, a equipe parou um carro na rodovia para fiscalização como parte da ‘Operação Tiradentes‘.
Na abordagem, os policiais encontraram uma grande quantidade de caixas de cigarro de origem estrangeira e sem nenhum tipo de documentação fiscal.

A polícia apreendeu o material e enviou o caso para a Receita Federal. O motorista do carro será autuado pelo crime de descaminho.
]]>Segundo a corporação, durante patrulhamento a equipe abordou um veículo suspeito que era ocupado pelo casal. Durante as buscas, foi encontrado um pacote de cigarros.
O homem alegou que o cigarro é contrabandeado e que fez entregas na cidade de Limeira (SP). Na residência dele, além dos cigarros, haviam bebidas falsificadas. Já a passageira, alegou que apenas ajuda nas entregas e recebe o valor de R$ 70.
Os policiais foram até a casa do suspeito e encontraram mais 75 pacotes de cigarros, 72 garrafas de uísque falsificado e 61 caixas individuais para uísque.
O caso foi apresentado na Polícia Federal, onde o casal foi ouvido e liberado.
]]>De acordo com informações apuradas pelo Policial Padrão, os objetos seriam vendidos no município de Araras (SP).
A abordagem dos dois veículos onde estavam os produtos, aconteceu na praça de pedágio do quilômetro 181 da rodovia. Cada carro era ocupado por duas pessoas. O quarteto, segundo a polícia, se conhecia.
Os policiais militares do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) encontraram os aparelhos eletrônicos, de diversos tipos e sem procedência, nos porta-malas de ambos os veículos. Haviam ainda bebidas, também de origem duvidosa.
Os ocupantes dos carros contaram que retornavam de Foz do Iguaçu (PR), onde fizeram uma série de compras para revender o material em Araras, onde todos residem.
As equipes policiais encontraram ainda dois mil dólares com os indivíduos, mas a quantia não foi apreendida por estar dentro limite legal.
O caso foi registrado na Delegacia de Rio Claro. Os materiais foram apreendidos pela Receita Federal. Os suspeitos devem responder por descaminho.
]]>De acordo com informações da Polícia Civil, a equipe investigava o local desde dezembro do ano passado. A suspeita era de que criminosos estavam usando o galpão para armazenar materiais de origem duvidosa.
Nesta terça-feira, os investigadores deflagraram a Operação Chemical e abordaram um caminhão, assim que ele deixou o galpão. No veículo, havia vários sacos com produtos químicos.
Logo em seguida, os policiais vistoriaram o local investigado e abordaram quatro homens.
Além disso, encontraram diversos sacos com produtos químicos com rótulos adulterados, dezenas de tambores de 200 litros e outros materiais.
A polícia também apreendeu dois carros e uma empilhadeira. Segundo a equipe, tudo está avaliado em cerca de R$ 43 milhões.
Equipes da Polícia Técnica, fiscais do Ibama e do Ministério da Agricultura estiveram no galpão para verificar a procedência e análise do material.
A polícia suspeita de contrabando e de que a carga que estava no caminhão seria distribuída nos estados do Mato Grosso e Goiás.
O caso foi apresentado na sede da DIG, junto com todos os detidos. O grupo vai responder por armazenamento e transporte de agrotóxicos em desacordo com a Lei de Crimes Ambientais, contrabando e associação criminosa.
]]>