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Os animais foram destinados à Mata Ciliar, em Jundiaí (SP). O suspeito vai recorrer em liberdade e responder por crime ambiental.
Em Valinhos, há a Lei Ordinária nº 5.769, de 4 de janeiro de 2019, que prevê o Programa Municipal de Soltura de Animais Silvestres no Município de Valinhos e visa estimular a entrega voluntária de animais silvestres mantidos em cativeiro, sem previsão de sanção.
Ainda durante o período de Carnaval, a Guarda Civil Municipal também atendeu uma vítima de violência doméstica, na noite de sábado (10). A Patrulha Maria da Penha atuou na ocorrência e a mulher foi acolhida no Projeto Acolhe, da Avon, com encaminhamento do suspeito ao plantão policial.
Já na sexta-feira (9) duas jovens foram detidas no Jardim Primavera após solicitação via telefone 153, após denúncia por perturbação do sossego. Com elas foram encontrados entorpecentes. A ação aconteceu próximo à Praça Quintino Bocaiuva. As duas foram encaminhadas ao plantão policial, onde foi ratificado o indiciamento por porte de entorpecentes.
Durante fiscalização de trânsito, os policiais abordaram uma moto motocicleta Kawasaki Ninja 250R, com placa de Leme (SP). Duas pessoas ocupavam o veículo e na mochila da passageira, a equipe encontrou um macaco sagui e uma cobra-do-milho.
O macaco estava em uma gaiola e a cobra em um pote de plástico com furos.
Diante dos fatos, a dupla recebeu voz de prisão por suspeita de tráfico de animais e maus-tratos.
Os animais e a dupla foram levados para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Limeira (SP), onde o caso será registrado.
A ação teve participação da Polícia Ambiental que tomou as medidas administrativas cabíveis.
Segundo o relatório policial, a equipe foi acionada via rádio para atender a ocorrência. Ao chegar ao local, os policiais constataram a presença de um balão caindo em uma árvore, sem chamas. Durante a operação, um morador local informou ter visto cinco suspeitos em um Fiat Argo vermelho, tentando invadir a propriedade. O Corpo de Bombeiros, foi acionado para a retirada segura do balão.
Apesar da situação preocupante devido o aeroporto da cidade ser proximo e a area verda, não houve danos materiais e nenhum suspeito foi localizado nas imediações. O Delegado Dr. Robson, da Polícia Judiciária, dispensou a perícia no local.
]]>Durante a diligência, as autoridades identificaram um caminhão tanque e outros veículos suspeitos no interior de um imóvel. A inspeção revelou um odor forte de diesel e gasolina, indicativo de atividades ilícitas. A entrada foi autorizada pelo ocupante do local, onde se constatou a existência de tanques de armazenamento e equipamentos utilizados na adulteração de combustível.
Além dos tanques contendo etanol e gasolina armazenados de maneira irregular, foram encontrados lacres de transporte de combustíveis, notas fiscais, solventes e aditivos usados no processo de adulteração. Veículos presentes no local, incluindo uma motocicleta e um automóvel VW Gol, foram apreendidos e encaminhados ao pátio municipal.
Dois indivíduos foram detidos e conduzidos ao plantão policial, onde foram autuados em flagrante por crimes ambientais e contra a ordem econômica relacionados à adulteração de combustível. A operação marca um passo importante na luta contra atividades criminosas que afetam tanto o meio ambiente quanto a economia da região.
]]>De acordo com a polícia, os agentes foram ao local após uma denúncia. Na casa, a equipe encontrou dois periquitões-maracanã em uma gaiola.
As aves não possuíam qualquer tipo de identificação ou autorização de órgão ambiental. Por conta disso, os policiais multaram a criadora em R$ 1 mil, por manter aves nativas em cativeiro sem autorização.
Apesar da irregularidade, as aves permaneceram com a mulher devido ao estado de domesticação, até avaliação do caso pelo setor de atendimento ambiental de Rio Claro (SP).
]]>Após denúncia, policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana (SP) e representantes da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) seguiram para um galpão localizado, na Rua Werner Habig.
Foram apreendidas cerca de 20 mil garrafas de whisky vazias, caixas de papelão, bebidas e rótulos falsos. Também havia equipamentos, produtos químicos, embalagens e outros objetos.
O proprietário do local onde era feita a falsificação das bebidas e outras três pessoas foram presas em flagrante.
Os homens foram encaminhados para a sede da DIG e a autoridade policial determinou o flagrante por crimes ambientais e associação criminosa.
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De acordo com a GCM, o acusado estava fazendo o descarte de entulhos. Após o flagrante, viaturas Pelotão Ambiental e agentes de trânsito foram ao local.
O abordado estava em uma caminhonete Chevrolet S-10 que não possuía documentação e nem placa traseira. Por conta disso, o veículo ficou apreendido.

O homem confessou que estava fazendo descarte irregular no local pela segunda vez. Horas antes, ele foi denunciado de forma anônima, porém, conseguiu deixar a área sem ser flagrado.
Fiscais do Meio Ambiente informaram que o homem é reincidente. O acusado já teria recebido várias multas por ocorrência semelhante.
O caso foi apresentado no 3º Distrito Policial de Limeira.
]]>Conforme a polícia, as investigações começaram depois que balões caíram dentro do Aeroporto Internacional de Viracopos, em maio deste ano.
A suspeita é de que a confecção desses artefatos tenha acontecido na fábrica fechada nesta terça, instalada em uma casa.
No endereço, os policiais apreenderam cinco balões de aproximadamente dez metros de comprimento cada um e 15 quilômetros de linha cortante.
A Polícia Civil ainda informou que já identificou suspeitos de integrar grupos que fabricam e soltam os balões. No entanto, ainda não houve prisões.
Quem for flagrado soltando balão pode responder ao artigo 261 do Código Penal Brasileiro, que trata da exposição de perigo a embarcações ou aeronaves próprias ou de terceiros, bem como de qualquer ato que dificulte ou impeça a navegação marítima, fluvial ou aérea. Nesse caso, a pena de reclusão varia de dois a cinco anos.
Fabricar, vender, transportar e soltar balões também é crime previsto no artigo 42 da Lei nº 9.605/98, dos crimes contra a flora: “fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação, áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano”.
A pena é de prisão de 1 a 3 anos, ou multa, ou ambas, cumulativamente. Vale ressaltar que crimes ambientais são inafiançáveis.
De acordo com informações da corporação, o Centro de Operações e Inteligência (COI) da Guarda Civil Municipal (GCM) desempenhou papel crucial na identificação e prisão do criminoso.
A ação teve início quando o homem entrou na cidade e câmeras de segurança instaladas na Rodovia Von Zuben capturaram a placa do veículo dele.
O alarme foi emitido no COI e uma viatura da equipe da Ronda Ostensiva Municipal (Romu) realizou a abordagem, por volta das 19h, na Avenida 11 de agosto.
Conforme o registro, a Justiça decretou a prisão preventiva do homem em outubro de 2022. Ele responde por envolvimento em crime ambiental em Rondonópolis, no estado do Mato Grosso, por falsificação de documento público, envolvendo notas fiscais referentes a compra de madeira.
Desde então, ele estava sendo procurado pelas autoridades responsáveis e foi capturado graças à muralha digital e resposta rápida do COI e da equipe de rua.
O criminoso será encaminhado ao sistema judiciário para responder pelos seus atos e enfrentar as punições previstas.
]]>No local, havia 28 aves silvestres nativas mantidas em cativeiro sem autorização do órgão ambiental competente e sem anilhas.
Diante dos fatos, a polícia multou o morador por crime ambiental no valor de R$ 14 mil.
A equipe também apreendeu as aves e as encaminhou para a base da Polícia Militar Ambiental, na cidade de Americana (SP).
Posteriormente, elas serão enviadas para o Centro de Recuperação de Animais Silvestres localizado do Parque Ecológico do Tietê (CRAS-PET).
