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A região do estado com a maior queda de homicídios foi a Grande São Paulo, com 110 vidas poupadas (foram 607 registros em 2022 contra 497 em 2023).
Já a capital paulista vem em segundo lugar, com 481 casos notificados no ano passado, 14,1% a menos que em 2022, que teve 560 ocorrências.
Em ambas as regiões, a taxa de homicídios dolosos bateu recorde de queda desde o início da série histórica, com 5,24 mil mortes para cada grupo de 100 mil habitantes na região metropolitana e 4,01 para a mesma população da cidade de São Paulo.
O interior, por sua vez, reduziu as mortes intencionais em 6,5%, passando de 1.742 boletins em 2022 para 1.628 em 2023. A taxa de homicídios dolosos ficou em 6,81 para cada 100 mil habitantes, a terceira menor na série histórica, atrás apenas das registradas em 2019 (6,70) e 2020 (6,77).
As reduções consecutivas são resultado das políticas criadas pela gestão para combater este tipo de delito, como o Sistema de Informação e Prevenção aos Crimes Contra a Vida (SPVida).
Lançada em fevereiro, a plataforma automatiza os dados e auxilia as polícias a analisarem a dinâmica criminal dos crimes contra vida para que, desta forma, seja possível elaborar diagnósticos e planos de ações com o intuito de reduzir as mortes.
A ferramenta ainda permite que a população também tenha acesso aos dados e possa consultar, por exemplo, em quais locais as mortes ocorreram. O mecanismo amplia a transparência e dá ao cidadão participação ativa no processo para não só cobrar ações do poder público, mas ajudar com informações, vídeos e imagens que possam colaborar na elucidação dos fatos.
O sistema SPVida pode ser acessado neste link.
Além das mortes intencionais, o sistema também mapeia os latrocínios – roubos seguidos de morte.
Outra ação para combater a criminalidade foi o aumento do policiamento ostensivo com a Operação Impacto, que colocou 17 mil policiais nas ruas diariamente.
O combate aos crimes patrimoniais é uma das prioridades da atual gestão. Como resultado das diversas ações realizadas pela polícia para combater este tipo de delito, o Estado reduziu os roubos em geral, de carga, de veículos e os roubos a banco em 2023. Destaque para a Operação Impacto, que reforçou o policiamento nas ruas.
Os roubos em geral terminaram o ano passado com 228.028 registros, 6,2% de casos a menos em comparação com 2022, que teve 242.991 notificações.
Os roubos de veículo, por sua vez, começaram a recuar na somatória dos meses a partir de junho, chegando a encerrar o ano com 10,2% de casos a menos. Foram 4.250 de casos evitados em 2023.
As ações realizadas pelas forças de segurança também miram os roubos de carga, que terminaram com queda de 4,2% em 2023, registrando 6.063 ocorrências.
Já os roubos a banco bateram queda histórica no Estado em 23 anos. No ano passado, foram 10 delitos, seis a menos do que os registrados em 2022.
Os furtos em geral subiram 2,4% em 2023, com 576.278 notificações. Em contrapartida, os de veículo caíram 2,5%, passando de 96.662 casos para 94.258 no ano passado.
Os latrocínios recuaram 7,9% em 2023, com o registro de 164 boletins – número de casos alcançou queda recorde desde 2001, quando a série histórica começou.
O trabalho das forças de segurança resultou no aumento de produtividade em todo o estado. No ano passado, foram apreendidas 267,3 toneladas de drogas, 10,47% a mais do que as 242 toneladas recolhidas em 2022.
Além disso, o número de pessoas presas e apreendidas cresceu 6,8% em 2023, com 187.383 detenções. Já o número de carros recuperados foi de 41.927 em 2022 para 49.528 em 2023, alta de 18,1%.
As polícias ainda conseguiram retirar das ruas 11.754 armas de fogo nos últimos doze meses, 14,8% a mais do que no mesmo período de 2022.
]]>Os resultados mostraram que, em 2022, houve um total de 554.473 ocorrências registradas, das quais 170.984 foram de ameaças. A pesquisa destacou que apenas 18,66% das Delegacias de Atendimento às Mulheres (Deams) operavam em plantão 24 horas, uma realidade que deve mudar com a vigência da Lei 14.541/2023.
No que diz respeito à investigação de narcóticos, 44% das unidades especializadas estão situadas no Sudeste, enquanto 23% se encontram no Nordeste. A Amazônia Legal, que compreende 59% do território nacional, conta com 15% destas unidades.
Em relação às forças de segurança, o levantamento indicou um aumento de 0,6% no número de policiais militares ativos em comparação a 2021. Foi registrado também um crescimento no efetivo feminino nas polícias militares, com um aumento de 1,6% em 2022. Quanto à distribuição racial, a maioria dos policiais militares se declara branca (39,2%), seguida por pardos (31,8%) e pretos (5,2%).
No setor das polícias civis, houve um aumento de 1% no efetivo, equivalente a 1.017 profissionais a mais que em 2021. O perfil racial dos policiais civis mostra que 58,9% se declaram brancos e 26,6% pardos.
Os corpos de bombeiros militares tiveram um incremento de 0,9% em seu efetivo, enquanto o número de peritos aumentou 6,5% em 2022 em relação ao ano anterior. O levantamento também destacou uma diminuição de 1,7% no número de peritos do sexo masculino, compensada por um aumento de 2,6% no número de profissionais do sexo feminino.
Este levantamento fornece insights valiosos sobre a estrutura e as dinâmicas atuais das instituições de segurança pública no Brasil, oferecendo uma base para futuras políticas e ações no setor.
]]>De janeiro a setembro, foi registrada uma queda de 11% nos óbitos nas vias urbanas do município, em comparação ao mesmo período de 2022. Foram 54 vidas perdidas, contra 61 no ano anterior.
Considerando apenas o mês de setembro, o saldo de vidas poupadas chegou a 50%. Em 2022, 10 pessoas morreram neste mesmo mês, em sinistros (acidentes) na malha urbana de Campinas. Em 2023, o número chegou a cinco.
Nestes dados, um número se destaca: os motociclistas e garupas também tiveram as mortes reduzidas pela metade em setembro.
Em 2022, foram oito vítimas fatais; em 2023, quatro. As informações foram apuradas pela área de gestão de base de dados da Emdec.
O destaque entre ocupantes de motocicletas permanece quando são avaliados os números de janeiro a setembro: as mortes no trânsito envolvendo motocicletas reduziram 23%, no comparativo com 2022. No total, 24 pessoas perderam a vida no veículo no período. No ano anterior, foram 31.
Atualmente, os motociclistas e garupas são o principal alvo de campanhas educativas e de fiscalização da Emdec.
Este reforço ocorreu devido à alta mortalidade observada entre este público no ano anterior, quando, em média, um motociclista morreu a cada cinco dias em Campinas (considerando malhas urbana e rodoviária). Os dados estão disponíveis no “Boletim de Vítimas Fatais no Trânsito 2022”, publicado pela Emdec em maio.
Os números em queda são constatados após uma série de esforços, que vêm mostrando resultado. Apenas em 2023, até setembro, a Emdec realizou 53 ações de rua, cinco workshops de pilotagem segura, 11 blitze educativas e ações com a entrega de três mil antenas corta-pipa, atingindo cerca de sete mil motociclistas.
No ranking de mais vidas salvas, logo após os motociclistas, estão os pedestres, com 10% menos mortes de janeiro a setembro. São 19 óbitos registrados neste ano, contra 21 em 2022.
Já entre os ciclistas e ocupantes de demais veículos, há um alerta: foi registrada uma morte a mais em cada grupo. Entre os condutores de bicicletas, houve quatro óbitos em 2023, e três em 2022. Já entre os que estavam em outros veículos, foram sete em 2023 e seis em 2022.
]]>No acumulado dos cinco meses do ano o número também é o menor da série histórica, iniciada em 2001. Foram 1.136 homicídios em 2023 e 1.168 em 2022, queda de 2,7%.
A Polícia Civil conta com um departamento especializado na investigação de homicídios de autoria desconhecida, o Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Em maio, por exemplo, equipes do DHPP realizaram operação contra uma organização criminosa que atuava na região do Grajaú, zona sul.
Após três meses de investigação, a ação teve como objetivo cumprir 31 mandados de prisão e 40 de busca e apreensão. Mais de 200 policiais em mais de cem viaturas participaram.
Para mapear e diagnosticar as mortes que ocorrem no Estado a Secretaria da Segurança Pública criou no começo do ano o Sistema de Informação e Prevenção de Crimes Contra a Vida (SPVida), que disponibiliza os casos no formato em mapa e pelos boletins de ocorrência, possibilitando também que a população faça uma auditoria no que está sendo publicado, ampliando a transparência.
]]>Já os casos de estupro caíram em 2022. Houve 730 registros em 2019 contra 712 no ano de 2022.
Os dados são da Secretaria de Segurança Pública (SSP/SP).
Crimes contra o patrimônio
Os roubos em geral recuaram 19,1% no ano passado, passando de 7.193 para 5.819 ocorrências, na comparação de 2022 com 2019. No mês, o indicador teve queda de 86 casos, ficando em 459 registros.
Os roubos de cargas também recuaram de 285 para 159 ocorrências, uma porcentagem de 44,2%. Em dezembro, foram registrados 20 casos, mesmo índice que 2019.
Os roubos de veículos subiram 27,5%, de 1.857 para 2.367 no acumulado do ano. No mês de dezembro, o aumento foi de 101,4%, de 148 para 298 casos.
Já os furtos de veículos tiveram queda de 12,6% em 2022, oscilando de 6.074 para 5.309, ou seja, 765 casos a menos.
Ainda nos crimes contra o patrimônio, os furtos em geral aumentaram 4,9%, com mais 1.315 ocorrências no ano. Foram 26.921 ante 28.236 em 2019. Não houve registros de roubo a banco em 2022.
Terminando a análise dos índices, o latrocínio registrou queda de dois casos. Passando de 10 para oito casos em 2022.
Dados estatísticos
A análise dos dados criminais usa como referência o mês de dezembro e os dozes meses de 2019, período pré-pandemia em que não houve restrição da circulação das pessoas. Nos últimos dois anos, São Paulo viveu um período de grande isolamento social, causado pela pandemia do coronavírus, que impactou diretamente a dinâmica criminal.
Em 2020, a média de pessoas que permaneciam em suas casas, medida pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), foi de 45%. Já em 2021, o número ficou em 42%. O índice de isolamento social, amplamente divulgado nos dois anos, foi calculado pelo IPT com base em informações sobre a movimentação de celulares, fornecidas pelas prestadoras.
]]>O crime aconteceu durante a Copa no Mundo, no horário do jogo entre Brasil e Coreia do Sul. Segundo a polícia, bandidos se passaram por integrantes da Polícia Federal para roubar o cofre da agência bancária.
Pelo menos dez funcionários foram rendidos pelo grupo que estava armado. Os criminosos teriam tentado fazer transferências bancárias e chegaram a danificar o cofre. O prejuízo não foi informado.
Apesar do caso, o índice de roubo a bancos no Estado de São Paulo reduziu. No mês de novembro de 2022, o interior não registrou casos pela primeira vez em 22 anos.
A redução de roubos a banco foi a menor tanto no comparativo mensal quanto no acumulado. De dois caiu para nenhum registro e de 18 para 14, respectivamente.
Os roubos em geral também diminuíram. Caíram de 21.350 caíram para 21.259 em relação ao mesmo período quando comparado a novembro de 2021.
]]>Das 100 cidades ranqueadas, 48 são cidades de porte médio (de 100 a 500 mil habitantes), 30 de porte pequeno (de 30 a 50 mil habitantes), enquanto 22 cidades são grandes centros urbanos, com mais de 500 mil habitantes. Confira o ranking das 20 melhores cidades:
| POSIÇÃO | MUNICÍPIO (UF) | NOTA |
| 1ª | São Caetano do Sul (SP) | 4,595 |
| 2ª | Ipojuca (PE) | 4,547 |
| 3ª | Vinhedo (SP) | 4,482 |
| 4ª | Artur Nogueira (SP) | 4,477 |
| 5ª | Cabreúva (SP) | 4,463 |
| 6ª | Campos do Jordão (SP) | 4,357 |
| 7ª | Santana de Parnaíba (SP) | 4,355 |
| 8ª | Boituva (SP) | 4,237 |
| 9ª | Campo Grande (MS) | 4,224 |
| 10ª | Itu (SP) | 4,206 |
| 11ª | Corumbá (MS) | 4,196 |
| 12ª | Crateús (CE) | 4,109 |
| 13ª | Cotia (SP) | 4,093 |
| 14ª | São Bernardo do Campo (SP) | 4,052 |
| 15ª | Guarujá (SP) | 4,051 |
| 16ª | Limeira (SP) | 4,043 |
| 17ª | Belo Horizonte (MG) | 3,97 |
| 18ª | Porto Feliz (SP) | 3,959 |
| 19ª | Cajamar (SP) | 3,946 |
| 20ª | Mariana (MG) | 3,92 |
Para ranquear as cidades, a pesquisa considera seis indicadores:
Número de homicídios
Mortes no trânsito
Despesa com segurança
Número de policiais por habitantes
Possuir um centro de controle de operações
Monitoramento de áreas de risco
Os roubos de veículos recuaram 4% no terceiro mês do ano, em comparação com igual período de 2020. A quantidade passou de 149 para 143 – uma diferença de seis boletins e o menor número da série histórica.
A tendência se estendeu para os furtos de veículos, que tiveram queda de 18,4%, passando de 414 para 338 – a menor quantidade da série. Nos roubos em geral a redução foi de 17,2% ou de 84 casos em números absolutos. O indicador passou de 487 para 403. O resultado também é o menor da série.
Em contrapartida, os furtos em geral cresceram 14,6% no período – passaram de 1.743 para 1.998. Parecido ocorreu com os roubos de cargas, que apresentaram nove boletins a mais em março deste ano, somando 25 registros.
Pela quarta vez consecutiva na série histórica, o indicador de roubos a bancos permaneceu zerado no período. Semelhante ocorreu com o de extorsões mediante sequestro, que está zerado desde 2019.
Outros indicadores
No mês passado, a região teve alta nos casos de estupros (de 52 para 70) e apresentou um boletim e uma vítima mais de latrocínio, já que estes dois últimos indicadores ficaram zerados em março de 2020.
Também houve cinco ocorrências e cinco vítimas a mais de homicídios dolosos, totalizando 22 boletins e 22 mortes no terceiro mês deste ano. Com isso, as taxas dos últimos 12 meses (de abril de 2020 a março de 2021) ficaram em 6,93 casos e 7,11 vítimas de mortes intencionais para cada grupo de 100 mil habitantes.
Produtividade
O trabalho das polícias paulistas no mês passado, na região de Piracicaba, resultou em 1.100 prisões e na apreensão de 84 armas de fogo ilegais. Também foram registrados 443 flagrantes por tráfico de entorpecentes.
Os homicídios dolosos apresentaram queda de 17,1% casos e de 16,2% vítimas – os totais passaram de 286 para 237 e de 297 para 249, respectivamente. No indicador de vítimas de mortes intencionais, o resultado é o menor da série histórica do período, iniciada em 2001.

Com as variações, as taxas dos últimos 12 meses (de abril de 2020 a março de 2021) ficaram em 6,42 casos e 6,75 vítimas de morte intencional para cada grupo de 100 mil habitantes.
Já os estupros, oscilaram de 953 em março de 2020 para 1.035 no mês passado.
Crimes contra o patrimônio
As extorsões mediante sequestro no mês de março ficaram zeradas pela primeira vez em 20 anos. Desde 2001, quando a série histórica começou a ser contabilizada, nunca antes um mês de março havia terminado sem um registro desta natureza.

Os números de casos e de vítimas de roubos seguidos de morte recuaram igualmente de 18 para 16 no período. Da mesma forma, os roubos em geral, de veículos, a banco e de carga também caíram em março na comparação com o ano anterior.

Nos roubos em geral a redução foi de 15,3%, passando de 20.530 para 17.396 (3.134 a menos), e nos roubos de veículos a queda foi de 19,6%, passando de 3.181 para 2.556, ou seja, menos 625 casos. As quantidades atingidas em ambos os indicadores são as menores da série histórica.
Com diferença de cinco ocorrências, os roubos de cargas passaram de 580 para 575 – recuo de 0,9%. Já os roubos a banco passaram de quatro boletins de ocorrência contabilizados no terceiro mês do passado, contra dois em março de 2021.
Os furtos de veículos subiram de 5.792 para 6.280 casos, enquanto os furtos em geral apresentaram diminuição de 41 ocorrências. Foram 33.057 registros no mês passado e 33.098 em março de 2020 (-0,1%). A soma é a menor da análise histórica do período.

Produtividade
O trabalho das polícias paulistas em todo o Estado, em março, resultou em 12.865 prisões e na apreensão de 1.048 armas de fogo ilegais. Também foram registrados 3.625 flagrantes por tráfico de entorpecentes.