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Esse encolhimento, segundo o coordenador de projetos do Fórum, David Marques, é preocupante dada a crescente população e a diversificação das dinâmicas criminais. O estudo também destaca o crescimento de 35,7% nas guardas municipais, como resposta à diminuição dos efetivos estaduais, e revela uma substancial falta de ocupação de vagas, com quase 30% para PMs e 47% para policiais civis desocupadas. A análise aponta ainda desequilíbrios estruturais dentro das próprias forças, como uma inversão na hierarquia esperada da PM, com mais sargentos do que cabos e soldados.
O estudo conclui com a relação de policiais por habitantes, comparando-a com outros países, e discute o impacto dessa proporção na segurança pública, exemplificado pelos casos do Amapá e de Santa Catarina.
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