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Com um mandado de busca e apreensão em mãos, os policiais civis adentraram a residência na data informada, encontrando o de 26 anos no local. Este confessou a venda da droga em festas LGBTQIAP+ e guiou os agentes até os ilícitos armazenados em seu quarto, afirmando que seu parceiro de 36 anos, não tinha envolvimento com os atos criminosos.
A busca resultou na apreensão de uma vasta quantidade de drogas, incluindo 308 comprimidos de ecstasy, 23 caixas de ketamina líquida, porções de MDMA, LSD, lança-perfume, além de dois frascos contendo GHB, conhecida como “droga do estupro” pelo seu efeito de euforia seguido de aumento do desejo sexual e potencial incapacitação da vítima.
Traficante recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à sede da 2ª DISE – DEIC, onde o flagrante foi formalizado pela autoridade policial, Dr. Demetrios Gondim Coelho, ficando à disposição da Justiça. O parceiro, encontrado recebendo atendimento hospitalar, foi levado à delegacia para depoimento, sendo liberado após alegar não ter participação no tráfico.
]]>O número representa uma média diária de quase uma tonelada a menos de entorpecentes nas ruas.
“A nossa prioridade é combater o crime organizado, que usa o tráfico de drogas como fonte para obter recursos. Diminuindo a circulação de drogas no estado, nós sufocamos a atuação desses criminosos e atingimos diretamente o núcleo financeiro deles”
destacou o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite.
A droga que lidera o ranking das apreensões é a maconha, com 175 toneladas; a cocaína vem logo em seguida, com 34 toneladas. Outros tipos de entorpecentes ocupam o terceiro lugar, com 9 toneladas, e o crack, o quarto, com mais de uma.
O aumento da apreensão de drogas é resultado dos trabalhos das polícias paulistas, que realizam diversas operações em todo o Estado para combater o crime organizado e o tráfico de drogas, como a Operação Impacto, que colocou mais 17 mil policiais nas ruas e recolheu, até outubro, 128 toneladas.
Já pela Operação Escudo foram apreendidas quase uma tonelada em apenas 40 dias no município do Guarujá, no litoral sul paulista. A Polícia Civil ainda realiza no centro de São Paulo a “Operação Resgate”, que já retirou das ruas 1,2 toneladas de drogas neste ano.
A atuação das forças policiais também resultou no aumento de apreensões do Canabinoide sintético, conhecidos popularmente domo drogas “K”.
Somente na capital, o Denarc apreendeu neste ano 133 quilos de drogas deste tipo. Os trabalhos também resultaram na apreensão de R$ 1,8 milhão de reais em espécie, provenientes da venda dos entorpecentes.
De acordo com o dr. Ronaldo Sayeg, diretor do Denarc, os maiores esforços são direcionados no enfretamento a ‘casas bombas’ para evitar que essa droga chegue nos pontos finais de venda. Segundo o diretor, o combate é mais efetivo quando a polícia impede que essas drogas cheguem ao ponto final.
]]>De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a Delegacia de Polícia de Investigações sobre Roubos e Latrocínios coordenou as investigações sobre o imóvel.
Ao descobrirem a fabricação das drogas, os agentes solicitaram à Justiça mandados de busca e apreensão.
No local, os policiais prenderam um homem em flagrante e apreenderam 16 galões com substâncias líquidas para a produção dos entorpecentes, outros insumos e o maquinário, além de um caderno com anotações e dois celulares.
A equipe registrou o caso como tráfico de drogas.
De acordo com a polícia, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nos bairros Vila Padre Manoel da Nóbrega e Jardim Paraíso de Viracopos. No primeiro endereço, os policiais localizaram as drogas e o suspeito dentro de um apartamento.
As apreensões incluem 36 porções de ecstasy, 16 de LSD e três porções de MDMA. Nada foi encontrado no segundo endereço. Os policiais apuraram que esse outro investigado havia se mudado.
Aos policiais, o homem detido afirmou que participa e organiza excursões para festas rave, onde consome e distribui as drogas. Ele foi autuado por tráfico e encaminhado ao 2º Distrito Policial (DP) de Campinas, onde permanece à disposição da Justiça.
]]>De acordo com informações da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), a suspeita admitiu que pretendia entregar as drogas ao companheiro.
A mulher tinha 283 micropontos da droga M4 costurados no cós da calça.
O flagrante ocorreu durante o procedimento das revistas com scanner corporal. O equipamento mostrou irregularidades na cintura da suspeita.
A gestante foi conduzida para a delegacia de plantão, onde o caso foi registrado e permaneceu à disposição da Justiça.
O detento que receberia a visitante foi isolado preventivamente para procedimento disciplinar.
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