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A mulher contou à polícia que saiu de casa às 19h30 para uma aula de dança e depois ficou com uma amiga em Hortolândia (SP) até o final da noite. Quando voltou, ela não encontrou esposo dentro da residência e ao checar a área da piscina, viu o homem afogado.
A mulher gritou pedindo ajuda e um vizinho ligou para o 190 e cedeu a casa até a chegada da polícia.
A PM foi a primeira a chegar e já iniciou o procedimento de reanimação cardiopulmonar (RCP).
O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) assumiram a ação assim que chegaram, mas o empresário teve o óbito declarado ainda na casa onde ocorreu o acidente.
A Polícia Civil foi acionada para os protocolos necessários de perícia e registro de ocorrência. Após os trabalhos, a funerária removeu o corpo.
Conforme apuração do Policial Padrão, o crime ocorreu por volta das 00h30, no Núcleo Residencial Vila Vitória. A vítima estava com o filho na casa quando ouviu barulho de passos na laje.
O empresário pediu para que o filho se trancasse no quarto, e como possui porte de arma, pegou uma pistola .380 e saiu para investigar. Ele encontrou uma escada no muro da residência e foi surpreendido por dois criminosos armados.
Segundo o relato da vítima à polícia, um dos bandidos colocou a arma nas costas dela, a mandou ficar quieta e atirou.
Nesse momento, o empresário reagiu em legítima de defesa e atirou cerca de cinco vezes contra os criminosos. Os bandidos fugiram, mas a vítima não tem certeza de que os atingiu.
Logo após o crime, o empresário dirigiu até o Hospital Ouro Verde onde foi socorrido. O disparo atingiu a axila esquerda dele de raspão, sendo liberado após o atendimento.
A perícia analisou o local dos fatos e o caso foi registrado em um boletim de ocorrência. Ninguém foi detido.
Segundo apurado pelo Policial Padrão, a vítima, que é de Paulínia, foi abordada por um casal próximo da Avenida Alberto Sarmento em Campinas (SP).
A Polícia Civil informou que os indivíduos chegaram até o empresário por meio de um anúncio da venda de um carro. Eles se passaram por compradores, fizeram uma oferta e marcaram o local para uma suposta vistoria. Nesse encontro, eles renderam o empresário.
Já o terceiro sequestrador, dirigia um outro veículo, no qual a vítima foi levada. Ainda de acordo com a Polícia Civil, o empresário teria sofrido diversas coronhadas enquanto esteve sob poder dos sequestradores.
A GCM foi acionada e recebeu informações sobre a placa do veículo dos sequestradores. Assim que o carro entrou em Paulínia, o sistema de monitoramento levou os guardas até o local. Houve um acompanhamento até o momento da prisão.
Foram apreendidas duas armas, 150 munições, uma faca e algemas de plástico. A Polícia Civil apura a informação de que o trio tinha alugado um local para manter o empresário enquanto faria a extorsão para obter valores. Pelo menos um dos presos tinha passagem por roubo e porte ilegal de arma.
A ocorrência foi registrada no Distrito Policial de Paulínia.
]]>Uma equipe de Força Tática foi ao local da ocorrência e falou com a vítima. A mulher informou que o marido a agrediu física e psicologicamente.
Ela também indicou onde o marido guardava munições de arma de fogo. A PM apreendeu cerca de 18 munições de revólver calibre .38, mas não encontrou uma arma.
O casal foi levado ao Pronto-Socorro Municipal e, em seguida, ao Distrito Policial. O empresário permaneceu à disposição da Justiça.
]]>Segundo as investigações, o empresário foi ao local para entregar um aparelho celular ao suposto cliente, mas acabou sendo baleado na região do pescoço. O caso aconteceu em frente a um condomínio de casas no bairro Jardim São Pedro.
O homem ficou internado no Hospital Mário Gatti e recebeu alta horas depois. No entanto, a bala continua alojada, já que cirurgia não é aconselhada nesse momento, segundo os médicos.
Os policiais acreditam que uma quadrilha esteja por trás da ação. As imagens de monitoramento devem auxiliar nas investigações.
]]>Conforme apuração do site Policial Padrão, o autor foi até a casa da vítima situada na Praça Santos Dumont, no bairro Jardim Santana.
Durante uma conversa sobre a dívida, o empresário notou uma faca sobre a pia e fingiu derrubar bebida na roupa para ir até o local. O próprio autor disse à polícia que pegou a faca, se virou e cortou o pescoço de Turin.
A vítima ainda conseguiu correr até a porta da sala, onde caiu e permaneceu até a chegada do resgate.
Os socorristas o encontraram com sinais vitais, mas Turin morreu assim que deu entrada no Hospital Municipal.
O empresário disse que vinha recebendo ameaças de morte da vítima por não conseguirem chegar a um acordo quanto a dívida. Ele alega que durante a tarde deste domingo, registrou um boletim de ocorrência referente a isso.
A Polícia Militar (PM) apreendeu a arma usada no crime e encaminhou o autor para a Central de Polícia Judiciária (CPJ). Por fim, o delegado ouviu os fatos e determinou a prisão em flagrante por homicídio doloso qualificado.
]]>Conforme apuração do Policial Padrão, a vítima de 40 anos contou à Polícia Militar (PM) que pretendia sair com o filho quando a discussão começou.
O empresário não teria gostado da roupa da esposa e durante a discussão, a agrediu.
De acordo com a vítima relatou, ela já sofreu agressões físicas de seu marido e ainda denunciou que ele guardava uma arma na casa.
Ao ser questionado, o empresário informou ter registro de caçador, atirador e colecionador (CAC), mas negou ter uma arma.
Os policiais vistoriaram a residência e encontraram apenas três munições de calibre 32, sendo duas intactas e uma picotada.
A PM apreendeu os objetos e deu voz de prisão ao empresário pela violência doméstica, encaminhando o caso para a Central de Polícia Judiciária (CPJ).
Enquanto isso, a vítima passou por avaliação médica no Hospital Municipal para registrar as lesões em laudo.
Logo após ouvir os fatos, o delegado confirmou a prisão e determinou a apreensão das munições e do certificado de registro de CAC.
]]>De acordo com o registro do caso, o crime aconteceu por volta das 18h45, no Jardim Santa Rosa. Os criminosos renderam o empresário, sua esposa, cunhada e sobrinha assim que saíram da residência, situada na Rua Lindóia.
A quadrilha estava armada e usava bonés, máscaras e luvas. Eles obrigaram todos a entrar novamente na casa e trancaram as mulheres em um dos quartos.
Logo depois, amarraram o empresário e o agrediram com chutes e tapas na cabeça, enquanto exigiam que ele entregasse joias e ouro. A vítima ainda relatou que o grupo citava os nomes de seus filhos durante a ameaça, o que indica que o crime foi planejado.
Os bandidos ficaram na casa por cerca de uma hora e meia. Depois fugiram levando pertences, cerca de R$ 6,5 mil em dinheiro e dois carros, um Honda HR-V e um Fiat Strada.
Posteriormente, a Polícia Militar localizou o Fiat Strada, no estacionamento de visitantes do Condomínio Residencial Parque Assunção. Porém, nenhum dos envolvidos foi identificado. A Polícia Civil investiga o caso.
]]>De acordo com o Boletim de Ocorrência, a vítima estava lavando o quintal de uma casa com uma máquina pressurizada tipo “Wap”, quando sofreu a descarga elétrica.
O homem chegou a ser socorrido pelo serviço de ambulância para o Pronto-Socorro Edison Mano, porém não resistiu. O caso foi registrado no Plantão Policial.
O corpo foi sepultado na tarde deste domingo (28) no cemitério Parque dos Lírios.


De acordo com o boletim de ocorrência, na chegada dos policiais militares o corpo de bombeiros estava controlando o fogo e resfriando o local com água, mas ainda haviam focos de incêndio por conta da explosão, além de muitos destroços da aeronave.
Foi constatado que se tratava de uma aeronave modelo king air 360, que decolou do aeroporto Pedro Morganti de Piracicaba e tinha como destino o Estado de Tocantis.
Na aeronave estavam Celso Silveira Mello Filho, de 73 anos, acionista do grupo Cosan, sua esposa Maria Luiza Meneghel Silveira Mello e seus três filhos Celso, Fernando e Camila Meneghel Silveira Mello, além do piloto Celso Elias Carloni e o co-piloto Giovanni Dedini Gulo. Todos faleceram no acidente.
A agência nacional de aviação civil (anac) foi acionada pela equipe do águia da Polícia Militar. As causas do acidente ainda são desconhecidas, acredita-se que a aeronave colidiu contra o morro, causando a queda.
Nossos sinceros sentimentos aos amigos e familiares das vítimas desse acidente.
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