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A mulher disse que flagrou o atual companheiro com a mão nas partes íntimas da filha. Houve uma briga e o homem saiu da casa.
A equipe falou com a vítima, que na presença da mãe relatou o ocorrido. De acordo com a menina, o crime acontece com frequência há pelo menos três anos.
A criança alegou que nunca disse nada, porque o padrasto ameaçou matar a mãe e os avós dela.
A PM coletou informações sobre o suspeito e o encontrou na casa da mãe dele. O homem negou as acusações, mas recebeu voz de prisão por estupro de vulnerável.
A equipe apresentou o caso no Distrito Policial, onde o autor permaneceu até a audiência de custódia, que aconteceu nesta quarta-feira (28). A prisão foi mantida e agora o criminoso será encaminhado para uma unidade prisional destinada a acusados por esse tipo de crime.
]]>Conforme informações da Guarda Civil Municipal (GCM), uma conselheira tutelar solicitou apoio para atender o caso no Parque Residencial Abilio Pedro.
Um vizinho teria ouvido a menina gritar para que o padrasto saísse de perto dela. Logo depois, o vizinho foi até a casa do suspeito e chamou a criança para ficar com ele até a chegada do Conselho Tutelar.
As equipes foram até o local e também notificaram a mãe da vítima que estava trabalhando.
A conselheira encaminhou a menina para a Santa Casa da cidade onde ela realizou exame ginecológico. Segundo a avaliação médica, não houve penetração, mas a criança detalhou como o suspeito a tocou, além de outros atos libidinosos.

A conselheira tutelar que atendeu o caso, informou que já existia um atendimento anterior sobre suspeita de abuso, porém na época não houve comprovação.
Agora, o padrasto vai responder pelo crime de estupro de vulnerável.
O Conselho Tutelar tomou as medidas protetivas em relação à criança e fará o acompanhamento da família.
De acordo com apurações do site Policial Padrão, o crime aconteceu por volta das 3h, na região do Jardim São Marcos.
Segundo a versão da vítima, já faz algum tempo que ela percebeu que o padrasto fica olhando para ela pela porta do quarto. Dessa vez, ela disse que fingiu estar dormindo quando o padrasto entrou e tocou em suas partes íntimas e nos seios por dentro da blusa.
Após o ocorrido, a garota mandou mensagens para o pai que mora em outro local. O homem foi até a casa da ex-mulher e chamou a polícia.
Em depoimento à polícia a mãe e o padrasto disseram que acordaram com o pai da garota chamando no portão.
A mulher disse que descobriu sobre o fato naquele momento. Já o suspeito, confirmou que entrou no quarto da vítima, mas apenas por ter visto um fone enrolado no pescoço da menina. Ele alega que só tirou o objeto do pescoço dela e depois voltou a dormir.
A PM deu voz de prisão ao suspeito e encaminhou o caso para a 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). O padrasto vai responder por estupro de vulnerável consumado.
]]>De acordo com o Boletim de Ocorrência, o caso aconteceu por volta das 09h, o autor estrangulou a vítima até ela perder a consciência e depois fugiu, porém foi detido por alguns populares e guardas municipais.
A motivação do crime foi após a vítima ter negado a ter relações sexuais com ele.
A adolescente foi encaminhada ao Hospital Municipal “Dr. Acílio Carreon Garcia”, onde foi medicada e liberada.
O caso foi encaminhado ao Plantão Policial, onde o caso foi registrado como tentativa de feminicídio e importunação sexual.
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A menina, Maria Clara, de 5 anos, desapareceu na manhã desta quinta-feira (17), no bairro Vila Real, e a família estava à sua procura desde então.
O corpo da criança foi encontrado por volta das 9h30, foi visto por uma mulher em um terreno baldio no bairro São Felipe, próximo à casa da família, ela estava em uma caixa de papelão e coberta por um plástico.
Segundo a delegada seccional de Americana, Martha Rocha, disse que o padrasto confessou ter matado a garota, e logo foi preso. A polícia está tentando descobrir qual foi a motivação do crime.
Também há indícios de que a menina foi abusada sexualmente, e pode ter sido morta por estrangulamento, mas ainda não há nada confirmado, o padrasto já havia sido preso por estupro. O corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Americana.
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