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No local, os PMs apuraram que Valcleide estava parada em sua motocicleta no semáforo quando dois homens em uma outra moto a abordaram e anunciaram o assalto.
Durante a ação, a agente foi atingida na cabeça por um disparo de arma de fogo. Ela chegou a ser levada ao Hospital Saboya, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Os criminosos fugiram levando a arma da GCM. A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio e a perícia foi acionada para ir ao local. O caso foi registrado no 27° Distrito Policial, no bairro Campo Belo (SP).
Valcleide era agente da Guarda Civil Municipal (GCM) de Praia Grande, município localizado na Região Metropolitana da Baixada Santista.
A operação foi desencadeada após o recebimento de uma denúncia anônima, que apontava o imóvel rural como ponto de armazenamento das drogas por um casal detido em dezembro de 2023, no Rio de Janeiro, por transportar pasta base de cocaína. As investigações conduzidas pela equipe da Dise levaram os policiais até a propriedade, onde a ausência de numeração e o forte odor de substâncias químicas indicavam a presença do laboratório clandestino.
Dentro do imóvel, as autoridades localizaram 136,4 quilos de cocaína e 56,3 quilos de crack, totalizando 192,7 quilos de substâncias ilícitas. Além das drogas, foram apreendidos equipamentos utilizados no preparo dos entorpecentes, incluindo um fogão, duas prensas, balanças de precisão, liquidificadores, peneiras, um tambor, uma panela, baldes, bacia, moldes plásticos, fitas adesivas, entre outros apetrechos.
Todo o material foi confiscado e encaminhado à sede da 4ª Delegacia da Dise, parte do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), onde o caso foi registrado. A operação marca um importante golpe contra a rede de tráfico de drogas na região, evidenciando a eficácia das ações de inteligência e investigação no combate ao narcotráfico em São Paulo.
]]>Na manhã desta quarta-feira, dois policiais foram baleados na cidade do litoral paulista. Segundo a Polícia Militar, um dos agentes morreu e outro foi submetido a cirurgia. A corporação ainda apura as circunstâncias do crime.
A região da Baixada Santista é alvo de uma nova fase da Operação Escudo, lançada como reação à morte do policial militar da Rota Samuel Wesley Cosmo, em Santos, na última sexta-feira (2). A operação já resultou, até domingo (4), em sete mortos.
“O secretário vai supervisionar pessoalmente as ações desenvolvidas em conjunto pelas Polícias Civil e Militar na região para combater a criminalidade e prender os suspeitos de envolvimento na morte de dois policiais”, disse a SSP em nota.
De acordo com a pasta, o efetivo policial que atua nas cidades da região litorânea será ampliado: policiais do Batalhão de Ações Especiais, da região do ABC Paulista, de Guarulhos e da Região Metropolitana da capital irão passar a atuar nas ações. Haverá ainda o auxílio de policiais da Rota e do Centro de Operações Especiais (COE).
Segundo a SSP, a Justiça deferiu o pedido de prisão do suspeito de matar o policial Cosmo. A pasta informou ainda que irá editar uma resolução oferecendo uma recompensa no valor de R$ 50 mil para obter informações sobre o paradeiro do suspeito.
Conforme informações apuradas pelo Policial Padrão, os agentes trabalhavam em unidades diferentes. Após dois dias de ausência de ambos sem nenhuma justificativa ou contato, uma equipe foi até a residência do casal.
No local, os guardas chamaram os GCMs, mas não houve resposta. Em contato com uma vizinha, ela relatou ter ouvido disparos por volta das 22h de domingo (4), mas não chamou a polícia já que os moradores são agentes de segurança.
A equipe então entrou na casa e encontrou o casal de GCMs caído e sem vida. Consta em boletim de ocorrência que as vítimas apresentavam ferimentos na cabeça e havia três armas no local.
Foram solicitados exames periciais e o caso foi encaminhado ao 72º Distrito Policial na Vila Penteado. A princípio, a polícia trabalha com a hipótese de homicídio seguido de suicídio.
]]>Na manhã desta segunda-feira (16), o coronel Carlos Henrique Lucena Folha, Chefe do COPOM, detalhou o sucesso do “Programa COPOM Captura”. Esse projeto inovador envolve os policiais militares do COPOM em uma rotina de utilização integrada de sistemas inteligentes, que permitem cruzar informações e fornecer dados precisos aos patrulheiros. Essas informações são fundamentais para localizar e capturar indivíduos procurados pela Justiça.
O coronel Folha atribuiu o aumento exponencial nas recapturas à constante capacitação dos policiais em ferramentas inteligentes, aprimorando a eficiência nas pesquisas de dados e agilizando a transmissão de informações cruciais para o policiamento nas ruas.
Além do sucesso no Programa COPOM Captura, outros indicadores de performance do COPOM em 2023 também mostraram resultados positivos. Destaca-se o aumento no número de desengasgamentos de bebês realizados por telefone, que subiu de 114 em 2022 para 127 no último ano, um crescimento de 11,4%.
Os atendimentos pelos números de emergência 190 e 193 também cresceram 10,3%, passando de 10.700.000 para 11.800.000. Em 2023, houve 1.082 acionamentos via aplicativo SOS Mulher e 1.100.000 orientações ao público. No total, foram registradas mais de 3,5 milhões de ocorrências pelo COPOM.
O coronel Lucena ressalta a importância dos indicadores operacionais do COPOM, destacando especialmente o aumento no número de chamadas para os números de emergência 190 e 193. Isso, segundo ele, reflete não apenas a eficiência do serviço, mas também o crescente grau de confiança da população na capacidade da Polícia Militar de São Paulo em responder a emergências e manter a segurança pública.
Esses resultados positivos demonstram o compromisso contínuo do COPOM em implementar tecnologias avançadas e treinamentos especializados, visando melhorar ainda mais a eficácia de suas operações e a segurança da população paulista. O Programa COPOM Captura é um exemplo claro dessa dedicação, contribuindo significativamente para a redução do número de foragidos nas ruas e aumentando a sensação de segurança em todo o estado.
]]>Esta ação preventiva é parte de um programa focado na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. Implementado há quatro meses em São Paulo, o projeto já equipou 144 detidos com tornozeleiras eletrônicas após audiências de custódia, sendo 65 casos relacionados à violência doméstica.
O Secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, destacou a importância do projeto, afirmando: “Esse projeto foi um grande acerto para que o agressor detido por violência doméstica e solto em audiência de custódia seja monitorado. Em caso de descumprimento das medidas impostas, ele pode ser rapidamente preso pela Polícia Militar, prevenindo a aproximação da vítima”. A iniciativa tem sido efetiva não só em monitorar os agressores, mas também em garantir uma resposta rápida em situações de risco.
A SSP planeja expandir o monitoramento para todo o Estado até o final do ano, visando uma vigilância mais ampla de agressores e a segurança contínua da população. O edital para a compra de mais tornozeleiras eletrônicas está em processo de elaboração, e a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) já renovou a contratação de 8 mil dispositivos para apoiar a expansão.
Esse sistema de monitoramento por tornozeleira eletrônica, operado pelo Centro de Operações da Polícia Militar, tem demonstrado ser uma ferramenta crucial na proteção das vítimas. Em casos de violação de áreas restritas, viaturas são imediatamente acionadas e operadores entram em contato com as vítimas, garantindo sua segurança até a detenção do infrator.
Com essa iniciativa, São Paulo se posiciona na vanguarda de estratégias eficientes de combate à violência doméstica, usando tecnologia e ação policial coordenada para proteger as vítimas e prevenir novos crimes.
]]>É crucial destacar que, ao não retornar à unidade prisional após o período estipulado, o preso é imediatamente considerado foragido. Este ato resulta na perda do benefício do regime semiaberto. Consequentemente, uma vez recapturados, estes indivíduos retornam ao regime fechado.
Essa situação coloca em evidência os desafios enfrentados pelo sistema prisional e pelo Poder Judiciário na concessão de benefícios como as saídas temporárias, ressaltando a necessidade de medidas mais eficazes para garantir o cumprimento dos termos estabelecidos e a manutenção da ordem e segurança pública.
]]>Durante as festividades de final de ano, a Polícia Militar (PM) de São Paulo atuou intensivamente para garantir o cumprimento das regras impostas pela Justiça aos detentos beneficiados pela saída temporária, conhecida popularmente como “saidinha”. Essa medida é uma concessão temporária para que presos do regime semiaberto possam passar festas como Natal e Ano Novo fora das prisões.
Desde o início da “saidinha”, em 23 de dezembro, até o prazo final de retorno, em 03 de janeiro, a PM de São Paulo registrou um total de 712 prisões de detentos que violaram as condições impostas para a manutenção do benefício. Esses detentos foram imediatamente reconduzidos aos estabelecimentos prisionais, seguindo a portaria da Secretaria da Segurança Pública (SSP) em consonância com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).
Uma inovação significativa implementada em 2023 foi a cooperação entre a SSP e o Tribunal de Justiça de São Paulo, que permitiu aos policiais militares o acesso rápido aos processos dos réus por meio de dispositivos móveis. Isso agilizou o processo de verificação e reincorporação dos detentos que descumpriam as medidas judiciais.
Dentre os casos notórios, um homem foi detido na região da Luz, centro de São Paulo, por não estar utilizando a tornozeleira eletrônica, conforme exigido pela condição de sua saída temporária. Ele foi encaminhado de volta ao Centro de Detenção Provisória. Em outras regiões, como Ribeirão Preto e Baixada Santista, a PM também efetuou prisões significativas de detentos que desrespeitaram as normas.
O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, enfatizou que essas ações visam reforçar a segurança pública e reduzir a sensação de impunidade. A medida reflete o esforço contínuo das autoridades em coibir a reincidência criminal e garantir o cumprimento efetivo das penas estabelecidas pelo sistema judiciário.
]]>Durante a operação, que iniciou à meia-noite de sexta-feira (22) e se estendeu até às 23h59 de segunda-feira (26), o policiamento rodoviário esteve presente de forma contínua e estratégica, visando áreas com maior incidência criminal e de sinistralidade viária. O objetivo era ampliar a sensação de segurança entre os usuários que precisavam viajar entre municípios e estados.
Para a execução desta operação, foram mobilizados aproximadamente 3.200 policiais, distribuídos estrategicamente em mais de 800 viaturas e Bases Operacionais. O reforço operacional contou também com o apoio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), concessionárias de rodovias, ARTESP e outros parceiros.
No âmbito da fiscalização de trânsito, foram registradas 17.587 imagens por excesso de velocidade captadas por radares, e 29.421 autuações por infrações diversas, incluindo 7.766 por não uso do cinto de segurança e dispositivos de retenção, 1.335 por dirigir sob influência de álcool ou recusa ao teste do etilômetro, 1.265 por ultrapassagens em locais proibidos, e 1.095 por uso do telefone celular ao volante. Além disso, 21.947 motoristas foram submetidos a testes de alcoolemia, representando um aumento de 32% na fiscalização em comparação a períodos anteriores.
Em termos de combate a ilícitos penais, a operação resultou na apreensão de 2 armas de fogo, prisão de 10 pessoas em flagrante por diversos delitos, recuperação de 8 veículos produtos de ilícitos e recaptura de 8 homens procurados pela Justiça.
Em relação à sinistralidade, foram registrados 502 acidentes de trânsito, sendo 218 sem vítimas e 284 com vítimas (316 leves, 73 graves e 35 fatais). As causas primárias destes acidentes continuam relacionadas à imprudência, negligência ou imperícia dos condutores e pedestres, assim como o desrespeito às sinalizações.
A Operação Impacto “Natal – 2023” enfatizou a importância da segurança e da responsabilidade no trânsito, reforçando a mensagem de que a melhor viagem é aquela realizada com segurança, incentivando a escolha pela vida no trânsito.
]]>“A partir do momento que a mulher faz a denúncia, a Polícia e o poder Judiciário estão cientes de que ela precisa de ajuda e podem oferecer ferramentas de auxílio e proteção. Medidas protetivas salvam vidas”, explica Jamila.
Diante disso, a Polícia Civil de São Paulo disponibiliza mecanismos para que as mulheres consigam fazer o boletim de ocorrência de qualquer forma, seja presencialmente, seja de forma online, 24 horas por dia.
De acordo com a Polícia Civil, em 2022, foram solicitadas 17.536 medidas protetivas por meio da DDM online e também pelas DDMs 24 horas. Já em 2023, até dezembro, eram 26.996 solicitações. São Paulo tem o maior número de Delegacias da Mulher no país. São 140 no total, ou 40% de todas as unidades espalhadas pelo Brasil.
Mulheres que são vítimas de algum tipo de violência, tanto doméstica como familiar, podem denunciar seus agressores por meio de um boletim de ocorrência de forma presencial, em uma Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), ou na delegacia do bairro em que ela reside.
Elas podem ainda fazer a denúncia por meio da DDM Online (https://www.delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br/ssp-de-cidadao/home), pelo endereço da Delegacia Eletrônica da Polícia Civil de São Paulo. Os serviços estão disponíveis 24 horas, em todos os dias da semana.
Há ainda outras ferramentas disponíveis no Estado para proteção das mulheres, como o SOS Mulher, que é uma plataforma de conteúdos sobre segurança, saúde e independência financeira.
Outra forma de proteção é o botão do pânico — aplicativo que pode ser acionado em caso de situação de perigo, além das tornozeleiras eletrônicas, iniciativa em parceria com o Judiciário que possibilita o monitoramento dos agressores.
Confira a entrevista com a delegada e coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher do Estado de São Paulo, Jamila Jorge Ferrari:
Só mulheres vítimas de violência física podem registrar a denúncia?
De forma alguma. Muitas mulheres não compreendem, e até a sociedade como um todo não entende que a violência não se resume apenas ao aspecto físico. Não é apenas aquela que deixa marcas visíveis, como um olho roxo, um braço quebrado ou uma mordida. A violência é muito mais complexa, e a própria Lei Maria da Penha traz as cinco formas de violência, que são a física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Muitas mulheres não entendem que elas estão sendo vítimas de violência. A violência moral são os xingamentos, as humilhações, o que nós juridicamente chamamos de calúnia, injúria, difamação. Esses crimes são contra a honra da mulher e causam danos tão terríveis quanto se fosse uma violência física.
Como encorajar mulheres que vivem ciclos de violência a denunciar?
É muito importante explicar a essas mulheres que a culpa não é delas e nem a responsabilidade. E se uma violência foi cometida, elas têm o direito de buscar ajuda, e a polícia tem o dever de dar auxílio. Na maioria dos casos, essa mulher está muito machucada e não consegue pedir ajuda, ou tem muito medo ou vergonha, ou muitas vezes até é dependente financeiramente do seu agressor. Todas essas questões acabam impedindo que essa mulher faça o boletim de ocorrência, mas podem ser solucionadas com a atitude da polícia, do Poder Judiciário e com o trabalho existente no governo estadual e em muitos governos municipais, visando proporcionar a essa mulher a possibilidade de ter um local seguro para se abrigar quando necessário.
O boletim de ocorrência online tem a mesma efetividade do presencial?
O nosso boletim está repleto de informações que precisamos para efetivamente prestar ajuda a essa mulher. Então, ela vai fornecer seus dados pessoais, e se tiver os dados pessoais do autor, não precisa saber, por exemplo, o endereço completo ou RG do agressor, podendo inserir apenas o nome ou apelido dele. Ela vai colocar no histórico do boletim de ocorrência com as próprias palavras o que aconteceu. Também consegue anexar fotografia da lesão, então, às vezes tem uma marca da mordida ou um roxo nas pernas. Pode colocar um print de conversa com ameaças, com xingamentos, com a violência moral sofrida. E muitas mulheres têm colocado a papeleta do hospital em que ela foi atendida falando qual foi o tipo de lesão, qual é o medicamento que vai ter que tomar. É perguntado a ela se quer e se precisa de uma medida protetiva. Se ela falar que precisa, essa solicitação é feita também de maneira online. O boletim online também está disponível em outros idiomas. Mulheres que não sabem a língua portuguesa podem fazer o registro em inglês e também em espanhol.
Qual o perfil das mulheres que denunciam seus agressores?
A maioria das mulheres que registram boletim de ocorrência está se separando ou tentando se separar de seus agressores. Elas são mulheres jovens, entre 20 e 30 anos. Há filhos nesses relacionamentos, não necessariamente do agressor, e a ocorrência da violência acontece em casa.
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