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O Ministro da Justiça, através de sua publicação no Twitter, parabenizou os profissionais de segurança, enfatizando a importância da continuidade dessa trajetória de redução para o ano de 2024. Durante 2023, o MJSP concentrou esforços na implementação do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), trabalhando em conjunto com as unidades federativas. Com um investimento expressivo, foram doados mais de R$ 389 milhões em equipamentos, viaturas, armamentos e drones. Além disso, mais de R$ 262 milhões foram destinados às operações integradas das polícias estaduais, incluindo um investimento significativo de R$ 123 milhões na Operação Paz, realizada em 12 estados.
Segundo o ministério, a nova política de restrição de armas de fogo implementada também contribuiu para a redução da criminalidade, diminuindo a circulação dessas armas em território nacional.
Destaque a importância de números precisos e confiáveis, fornecidos pelos estados e órgãos competentes, como base para ações de segurança mais eficientes. Para aprimorar ainda mais a gestão da segurança pública, Flávio Dino defende a criação do Conselho Nacional das Polícias como parte do SUSP, uma medida que fortalecerá o acompanhamento e a coordenação das atividades policiais.
Nos próximos dias, novos dados e análises detalhadas sobre a criminalidade no Brasil serão divulgados. Essas informações fornecerão uma visão mais completa da situação atual e permitirão uma avaliação mais profunda das políticas e práticas de segurança implementadas em todo o país.
]]>Na tarde desta quarta-feira (11), foi divulgado pela revista Forbes o relatório “Safest Destinations” (Destinos Mais Seguros), elaborado pela Berkshire Hathaway Travel Protection, colocando o Brasil na 15ª posição entre os países mais seguros para visitar em 2024. Este resultado marca um impressionante salto de 27 posições em comparação a 2022, quando o país estava na 42ª posição.
O estudo, agora em sua nona edição, baseou-se na análise de 1.702 relatos e experiências de viajantes, além de integrar dados do Global Peace Index (Índice de Paz Global) do Institute of Economics and Peace. Esta organização australiana, parceira da ONU e do Banco Mundial, avalia diversos fatores que influenciam a segurança dos destinos.
Os critérios adotados para a classificação incluem riscos relacionados a terrorismo, emergências climáticas, infraestrutura e condições de saúde, além da segurança de mulheres e minorias, incluindo a comunidade LGBTQIA+. O avanço significativo do Brasil neste ranking reflete melhorias notáveis em áreas essenciais para a segurança e o bem-estar de turistas nacionais e internacionais. Este reconhecimento posiciona o país como um destino cada vez mais atraente e seguro para viajantes de todo o mundo.
]]>Segundo a Secretaria de Segurança Pública, atualmente, São Paulo possui ampla rede de DDMs com 138 delegacias, sendo 11 em atendimento ininterrupto, 24 horas por dia. Além dessas unidades, todas as delegacias do estado seguem protocolo único para melhor acolher as vítimas e a DDM Online também oferece atendimento especializado a partir de qualquer dispositivo conectado à internet. Uma das vantagens do serviço eletrônico é a agilidade na tramitação dos processos. Em alguns casos, a concessão de Medida Protetiva pela Justiça para mulheres que vivem sob risco tem levado algumas horas.
Com a medida protetiva em mãos, a vítima passa a ter acesso aos serviços do SOS Mulher, aplicativo desenvolvido pela PM que aciona a equipe policial mais próxima a partir de um simples toque no celular. Até 19 de novembro, o aplicativo tinha 29.501 usuários cadastrados, que geraram 2.731 acionamentos.
Completando a estrutura de São Paulo na proteção das mulheres também é destaque o Programa Bem Me Quer, que atende vítimas de violência sexual, numa parceria entre a SSP, as secretarias da Saúde, Assistência e Desenvolvimento Social e a Procuradoria Geral do Estado. De janeiro a outubro de 2021, mais de mil mulheres passaram pelo serviço, que oferece tratamento psicológico e assistência judicial.
Já o Programa Patrulha Maria da Penha é um conjunto de ações integradas para auxiliar as vítimas de violência doméstica no acompanhamento da execução de medidas protetivas. O atendimento é feito por pelo menos dois policiais militares, sendo sempre uma policial feminina.
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