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Eles denunciaram o ocorrido à polícia local. Segundo noticiado pela imprensa local, quatro envolvidos no crime já foram presos. As vítimas também receberam atendimento médico no país. “Minha boca está destruída”, contou o homem espanhol em vídeo gravado no hospital e divulgado pela internet.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que a embaixada do Brasil em Nova Delhi está prestando assistência à turista brasileira. “Seguiremos acompanhando todos os desdobramentos do caso, em estreita coordenação com as autoridades da Espanha e da Índia”.
A pasta acrescenta ainda que em respeito ao direito à privacidade e em observância aos dispostos legais, não são fornecidas informações adicionais sobre casos individuais de assistência a cidadãos brasileiros.
Em suas redes sociais, a embaixada da Espanha na Índia compartilhou uma mensagem sobre o episódio. “Devemos estar unidos em nosso compromisso pela eliminação da violência contra a mulher em todo o mundo”.
Daniel Alves já passou um ano na prisão, tempo que será descontado da condenação. Depois que for liberado, terá que cumprir um período de cinco anos de liberdade vigiada, além da proibição de se aproximar a menos de mil metros do domicílio ou do local de trabalho da vítima por nove anos e seis meses.
“O tribunal considera provado que o acusado segurou bruscamente a denunciante, jogou-a no chão e evitando que ela pudesse se mover, penetrou-a vaginalmente, ainda que a denunciante dissesse que não, que queria ir embora”, diz o Tribunal Superior de Justiça da Catalunha em um comunicado.
“Com isso, está cumprido o tipo de ausência de consentimento, uso da violência e acesso carnal.”
O julgamento do lateral-direito Daniel Alves, acusado de agredir sexualmente uma mulher em uma boate de Barcelona em dezembro de 2022, terminou no dia 7 de fevereiro e durou três dias. Foram ouvidas testemunhas, a vítima, peritos e o acusado.
O Tribunal de Barcelona decidiu manter o julgamento mesmo com o pedido da defesa do atleta para que houvesse uma suspensão por violação de direitos como o da presunção de inocência.
Os magistrados consideraram que nenhum direito foi violado. O tribunal disse que Daniel Alves contou com a presença de uma advogada desde o momento em que foi preso, o que não caracteriza violação de direitos.
Em depoimento, o jogador chorou, alegou uso excessivo de bebida alcóolica e negou que tenha praticado estupro. Na época, a vítima tinha 23 anos. Ela acusa o jogador de agressão sexual.
Daniel Alves ainda pode apelar a outro tribunal. A esta sentença cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça de Catalunha, e teria a última apelação ao Tribunal Supremo, em Madri.
O jogador deve cumprir a pena na Espanha, pelo crime ter acontecido e sido julgado em território espanhol. Caso o brasileiro queira cumprir a sentença em seu país, deveria fazer uma petição à Justiça.
De acordo com informações da Guarda Municipal, o caso aconteceu por volta das 14h30, em uma residência na Rua Serra do Tumucumaque. Após o ataque, a vítima foi até uma farmácia e ligou para os agentes.
A mulher contou que as agressões acontecem há cerca de 13 anos, mas dessa vez, após o filho presenciar tal ato, ela tomou coragem para denunciar. A vítima também solicitou uma medida protetiva, por medo de ameaças de morte que irá sofrer ao pedir a separação.
Após ouvir os fatos, os guardas seguiram até a residência do casal e encontraram o agressor, além de alguns pinos de cocaína vazio.
Os envolvidos foram encaminhados para a Central de Polícia Judiciária (CPJ). O delegado registrou o boletim sobre a violência doméstica e solicitou a medida protetiva à Justiça, liberando todos em seguida.
Conforme apuração do Policial Padrão, após uma solicitação do pai da vítima, a Polícia Militar (PM) localizou a estudante desorientada em uma estrada rural, na região do Jardim Empyreo.
A jovem reclamou de dores na região genital e disse que acreditava ter sido vítima de estupro. Segundo o relato da vítima, dois homens a abordaram no Jardim Residencial Santa Carolina e mandaram ela entrar em um carro.
Já no interior do veículo um deles teria injetado algo na coxa esquerda dela fazendo com que perdesse os sentidos. A jovem ainda contou que antes de ‘apagar’ ouviu um deles dizer a frase: “isso é para vc aprender a não mexer mais com a família dos outros”.
Horas depois, ela acordou sozinha na estrada rural em outro bairro da cidade e ligou para o pai pedindo ajuda.
A PM conduziu a vítima ao pronto-socorro da Santa Casa, onde exames constataram apenas a lesão na coxa devido a aplicação da injeção. Ela foi devidamente medicada e liberada.
O caso de estupro foi registrado em um boletim de ocorrência, mas ninguém foi detido.
O primeiro crime ocorreu em frente à delegacia local, onde a companheira do suspeito foi encontrada caída com várias perfurações pelo corpo. Apesar dos esforços de socorro feitos pela equipe médica da Santa Casa, a vítima não sobreviveu aos ferimentos.
Enquanto realizava buscas pela área, a PM surpreendeu o criminoso cometendo outro ato violento: o estupro de uma segunda mulher, que relatou ter sido ameaçada com uma faca. O homem foi prontamente detido e encaminhado para a delegacia, onde se encontra à disposição da Justiça.
A Polícia Civil de Ilha Solteira agora conduz as investigações para esclarecer todos os aspectos dos crimes. Informações adicionais da PM revelam que o detido já possuía passagens criminais e estava em liberdade condicional desde junho de 2023, após condenação por roubo com uso de faca.
]]>Na tarde desta sexta-feira (5), a Polícia Militar (PM) deteve um homem acusado de estupro de vulnerável e lesão corporal, no bairro Jardim Dibi, em Leme (SP). O suspeito, foi apreendido após perseguir e agredir uma vítima menor de idade.
De acordo com o relatório policial, a ocorrência teve início quando a mãe da vítima, alegou que um homem não conhecido começou a segui-los enquanto retornavam do supermercado. O agressor, passou a ameaçar e fazer gestos obscenos para a família. Próximo à residência da vítima, o criminoso agarrou o menor por trás, realizando atos libidinosos e causando lesões físicas.
A situação escalou rapidamente quando a mãe tentou intervir, resultando em uma luta física entre ela e o agressor. Um pedestre que passava pelo local tentou ajudar, o que levou o suspeito a fugir. Ele foi posteriormente detido por populares e entregue à Polícia Militar.
Autor foi encaminhado para exame de corpo de delito na Santa Casa e, posteriormente, à Central de Polícia Judiciária. O delegado responsável pela ocorrência, Dr. Otavio Volpini Silva, ouviu os relatos da mãe, vítima e criminoso, ratificando a prisão. O suspeito foi acusado de estupro de vulnerável, lesão corporal, ameaça e vias de fato, permanecendo à disposição da justiça na cadeia de Limeira, SP.
]]>Conforme o boletim de ocorrência, uma cuidadora encontrou a vítima e o suspeito do crime seminus dentro de um quarto na entidade. Segundo a polícia, a menina dizia a todo momento que havia sido obrigada a ter relações sexuais com o adolescente.
O crime de estupro foi constatado em exame pericial no Instituto Médico Legal (IML).
A vítima e a irmã, de apenas dois anos, estavam abrigadas há cerca de cinco meses na instituição, após a prisão da mãe delas por tráfico de drogas. A avó das meninas já contratou um advogado para tentar obter a guarda das netas.
O adolescente foi apreendido e encaminhado para a Fundação Casa. A Delegacia de Defesa da Mulher investiga o caso.
]]>De acordo com a solicitante, a filha revelou em no projeto que frequenta, que teria sido vítima de abuso por parte do avô de uma colega de escola. Segundo o boletim de ocorrência, a garota teria passado o final de semana na casa dos avós da amiga, junto com a menina.
A mãe da amiga, também confirmou a informação após questionar a filha sobre o ocorrido. O avô teria abusado das duas ao mesmo tempo.
Para esclarecer os fatos, as duas mães foram até o suposto autor, que negou as acusações e aproveitou a situação para fugir antes da chegada da polícia.
As duas crianças e as mães foram levadas até a 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e o Conselho Tutelar foi acionado.
As crianças devem passar por exames médicos. O suspeito não foi localizado.
]]>Após o registro de um boletim de ocorrência, as vítimas realizaram exames no Instituto Médico Legal (IML) de Americana (SP). Um inquérito policial foi instaurado e a autoridade solicitou à Justiça um mandado de prisão preventiva, que foi expedido. Porém, quando os policiais foram cumprir a ordem, o acusado não estava na cidade.
Durante o trabalho investigativo, os policiais de Cosmópolis apuraram que o homem poderia estar na cidade de origem, Taiobeiras (MG), a cerca de 1.280 km do local onde os crimes foram cometidos.
Com base nessa informação, os policiais paulistas solicitaram o apoio à Polícia Civil de Minas.
O criminoso foi encaminhado para uma cadeia no interior de Minas.
]]>De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da vítima relatou que a filha reclamou de dores nas partes íntimas, relatando que o pai havia feito “cócegas” no seu ânus e na vagina.
A mulher, então, foi conversar com o suspeito e o mesmo a agrediu com socos e pontapés.
As vítimas foram levadas à Santa Casa pela Polícia Militar (PM), onde passaram por atendimento médico.
O caso foi registrado na Polícia Civil e será investigado.
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