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A jovem teria discutido com o ex-namorado na calçada do estabelecimento que fica na Avenida Raposo Tavares, e um dos donos do comércio tentou intervir.
O autor atirou contra eles e além das vítimas fatais, atingiu o irmão de Diego, que é sócio do estabelecimento. Camila e Diego foram socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. Já a terceira vítima, foi baleada no braço e encaminhada para o hospital Santa Casa de Piracicaba.
Na cena do crime, a perícia apreendeu 12 cápsulas nove milímetros e dois projéteis. A Polícia Civil também recolheu imagens de circuito de segurança para ajudar na investigação.
O caso foi registrado no Plantão Policial como feminicídio, homicídio consumado e tentativa de homicídio. O autor já foi identificado, mas até o fechamento desta publicação não tinha sido detido.
De acordo com apuração do Policial Padrão, o caso aconteceu por volta das 18h, no Conjunto Habitacional Ângelo Giubina. O homem teria perdido o controle ao saber sobre o novo relacionamento da ex-namorada e foi até a casa dela tirar satisfações.
Quando a jovem se recusou a falar com ele, o homem forçou o portão e invadiu a residência. Ainda segundo a vítima, o ex-namorado a agrediu com um chute e deu socos na cunhada dela, de 34 anos, que tentou defendê-la.
O irmão da vítima também estava na casa e pegou um pedaço de pau para separar a briga, atingindo de raspão a cabeça do agressor.
A Polícia Militar (PM) recebeu denúncia sobre um homem batendo em mulheres e localizou um suspeito que batia com a descrição, correndo em direção a uma área de mata. Os policiais o alcançaram e ele confessou o crime, alegando uma traição por parte da vítima.
Diante dos fatos, todos os envolvidos foram conduzidos à Unidade de Pronto Atendimento Dr. Edison Mano, onde um médico constatou vermelhidão na pele e leves escoriações nas duas mulheres.
Na sequência, eles seguiram para o plantão policial onde o caso de lesão corporal foi registrado e o homem ficou preso.
De acordo com a polícia, ainda na sexta-feira, equipes perseguiram o suspeito pela Rodovia Anhanguera (SP-310), mas ele fugiu por um canavial em Cravinhos (SP).
Após uma dica de onde o suspeito estava, a prisão aconteceu neste domingo, em um posto de combustível entre Ribeirão Preto e Cravinhos (SP). Segundo a polícia, Malachias tentava fugir para o estado de Goiás.

Após a abordagem, ele foi levado para a Central de Polícia Judiciária de Ribeirão Preto.
Antes da expedição do mandado, Malachias chegou a ser ouvido pela Polícia Civil, mas foi liberado por falta de provas.
O corpo de Bruna Angleri foi encontrado carbonizado em Araras (SP), na manhã de 27 de setembro.
Conforme informações da Polícia Civil, Bruna foi encontrada morta na cama do quarto da casa onde morava, no condomínio Portal das Laranjeiras.
De acordo com o delegado da Polícia Civil, Tabajara Zuliani dos Santos, responsável pelo caso, o crime foi registrado como homicídio, tendo o ex-namorado de Bruna como principal suspeito.
Ainda segundo o delegado, a mulher foi agredida severamente no rosto e ficou desacordada. Ele afirmou que houve requintes de crueldade na situação.
A polícia aguarda o resultado de um exame necroscópico para saber se a dentista estava viva quando foi queimada.
]]>Conforme apuração do Policial Padrão, o casal estava perto do shopping da cidade quando o agressor apareceu querendo agredir o rapaz de 20 anos.
A princípio, a vítima conseguiu se livrar do sujeito ao chamar um carro por aplicativo e ir embora com a namorada. No entanto, quando a vítima chegou em casa, o agressor já estava lá, os esperando com um facão.
De acordo com o registro do caso, o casal saiu correndo do veículo e o agressor o perseguiu. Ele desferiu golpes e acertou a vítima na mão, joelho e orelha esquerda.
O agressor também tentou ferir a ex-namorada, mas não conseguiu e fugiu.
As vítimas chamaram a Polícia Militar (PM) e denunciaram o ocorrido. A jovem relatou que já possui uma medida protetiva contra o ex-namorado e passou informações sobre ele.
Uma viatura chegou a ir até a casa da mãe do agressor, porém o rapaz não estava no local.
Já a vítima agredida, sofreu um corte grande na mão e foi socorrida até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
A polícia registrou um boletim de ocorrência por agressão.
]]>Conforme apuração do Policial Padrão, o caso aconteceu por volta das 7h30, em uma empresa na Avenida 8.
A vítima estava trabalhando quando a portaria ligou informando que havia um homem aguardando para realizar uma entrevista de emprego.
Quando viu a foto do homem, a vítima constatou que era seu ex-namorado, contra quem ela tinha solicitado uma medida protetiva. A mulher se assustou e chamou a polícia.
A PM chegou rapidamente ao local e falou com a vítima. Ela indicou onde o ex-namorado estava e a equipe fez a abordagem.
O homem disse que foi apenas em busca da vaga de emprego e negou ter perseguido ou procurado a vítima.
A polícia levou os envolvidos ao plantão policial, onde a delegada registrou o caso e liberou o suspeito.
As autoridades policiais estão conduzindo as investigações para apurar os fatos e garantir a segurança da vítima.
]]>Conforme apuração do Policial Padrão, a mulher relatou que estava sentada na calçada da casa dela, quando o ex-namorado chegou. Ele ofereceu um refrigerante à vítima e ela aceitou.
Momentos após ingerir o líquido, a mulher começou a passar mal e teve fortes dores no estômago. Ela acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que a socorreu e recolheu a garrafa de refrigerante.
Assim que a vítima deu entrada na Santa Casa e contou sobre a suspeita de envenenamento, os funcionários chamaram a Polícia Militar (PM).
Uma técnica de enfermagem disse que a vítima ia passar por exames, mas não havia risco de que o caso evoluísse a óbito.
A PM registrou a tentativa de homicídio em um boletim de ocorrência.
Além disso, segundo a polícia, após receber alta, a vítima deve encaminhar o laudo médico e a garrafa com o líquido para a delegacia de Polícia Civil ou de Defesa da Mulher.
]]>De acordo com o registro da ocorrência, policiais militares foram ao local após receberem uma denúncia de que havia um veículo ligado e estacionado há muito tempo em frente a um prédio. Os agentes bateram no vidro e, sem resposta, abriram a porta do veículo, onde encontraram o casal morto.
Micaelly dos Santos Lara e David Aparecido da Silva Alves haviam sido atingidos por disparos de arma de fogo na cabeça, conforme constatou a perícia. Segundo a Polícia Militar (PM), a arma estava na mão do homem.
O caso foi registrado no 1º Distrito Policial (DP) de Hortolândia e os corpos foram levados ao Instituto Médico Legal (IML) para exame necroscópico. Não há informações sobre o velório e o enterro.
]]>Conforme apuração do site Policial Padrão, a ocorrência aconteceu por volta das 8h, na residência do autor que fica no bairro Vila Brandina.
De acordo com a Polícia Militar (PM), a equipe e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), constataram o óbito da vítima na sala. Ela apresentava sangramento na boca e marcas de agressão pelo corpo.
O autor é um atendente de 27 anos. Ele relatou à polícia, que o ex-namorado chegou em sua casa embriagado querendo reatar o relacionamento e pediu para ver o celular dele.
O atendente alega que aplicou o golpe ‘mata-leão’ para conter a vítima, pois após a recusa ela teria quebrado objetos da casa e quis agredi-lo.
Um amigo do autor também deu depoimento e disse que recebeu mensagem de ajuda dele, pois o ex-companheiro estava agressivo na casa. Quando ele chegou, viu o autor em cima da vítima já desacordada e chamou o Samu.
A perícia também compareceu ao local e realizou os trabalhos necessários.
A polícia apresentou o caso no Distrito Policial, onde o autor ficou detido por homicídio.
]]>De acordo com informações iniciais, o caso aconteceu na Avenida Brasil, situada no Jardim São Paulo.
Uma equipe fazia patrulhamento preventivo e notou um casal em um veículo. Ao se aproximar, a condutora saiu do veículo e correu.
Os policiais abordaram o passageiro e encontraram porções de drogas com ele. Já no veículo, havia uma pistola 9mm. A princípio, o homem recebeu voz de prisão por porte ilegal de arma e drogas.
Posteriormente, a equipe conseguiu falar com a mulher que fugiu. Ela relatou que estava sendo ameaçada de morte pelo ex-namorado que apontou a arma para a cabeça dela.
A vítima ainda informou que já tinha um registro de ocorrência por lesão corporal, ocorrido dias atrás.
O caso foi encaminhado ao plantão policial da cidade.
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No último dia 19 de março, após anos lidando com o que ela contou ser uma verdadeira perseguição de terror psicológico feita por ele, a jovem resolveu publicar o relato do que tem passado em um post aberto em sua página do Facebook. “Há anos eu não uso redes sociais. Me privei de muita coisa e hoje cansei. Não quero saber o que as pessoas pensam sobre o que vou falar, mas preciso explanar isso pro mundo pra que eu possa viver sem tanta gente vindo me perguntar o porquê de eu estar entrando em contato com eles, de porque eu estar mandando fotos íntimas minhas a pessoas que nunca nem conversei”; diz o post. A jovem também já tem uma página na rede social “Justiça para Beatriz”, onde matérias e informações sobre o caso são publicadas constantemente.

O casal se conheceu através de um jogo online, na época a jovem tinha 16 anos e o indivíduo 24 anos, ou seja, ele era oito anos mais velho do que Beatriz quando se conheceram e começaram a namorar, pois moravam na mesma cidade.
O fim do relacionamento veio após oito meses de romance, Beatriz descobriu, sem querer, e-mails diários de Felipe para uma ex-namorada. Segundo ela, o rapaz tentava, insistentemente, fazer contato com a ex escrevendo mensagens “enormes”. Na época, a vítima não entendi muito bem o que isso significava e logo depois, Beatriz também descobriu páginas online que tinham o nome de Felipe e continham fotos íntimas de outras garotas.
O criminoso foi questionado pela garota e acabou confessando que divulgava esses materiais, mas prometeu que pararia. E por mais que estivesse abalada pelas descobertas, Beatriz conta que Felipe conseguiu convencê-la a também fazer fotos sem roupa e enviar para ele. “Quando ele pedia as imagens, eu tirava. E sempre que não estava afim, Felipe reclamava, dizia que como prova de que eu confiasse nele eu deveria fazer. Ele ia ditando como queria as fotos e eu fazia”, conta.
Depois do fim oficial do relacionamento, com Beatriz Alencar ainda no Ensino Médio, ela conta que diversas vezes o rapaz ia até sua casa, enquanto estava sozinha, e lá ficava esperando do lado de fora, no portão. Na única vez que conversaram pessoalmente após o rompimento, Felipe fez a primeira ameaça relacionada à divulgação das fotos íntimas que estavam em seu poder.
Durante o período da vítima na faculdade em Campinas (SP) ela recebia e-mails e mensagens do ex dizendo que ia imprimir minhas fotos e distribuir pela faculdade. Na sequência, pedia desculpas. Era uma oscilação mental enorme e isso continuou por anos.
A jovem o bloqueou em todas as redes sociais, trocou de e-mail e número de telefone, mas com essas atitudes o rapaz fez dezenas de perfis falsos que o rapaz criou para poder continuar obtendo informações sobre a vida dela. E, mais adiante, chegou finalmente a expor as imagens de Beatriz quando ela ainda era menor de idade. As fotos foram enviadas para pessoas de sua família, como um tio, por exemplo, além de amigos e até homens desconhecidos.
Inquérito policial
Existe um inquérito policial em andamento, em segredo de justiça, para apurar a prática do crime descrito pelo artigo 241-A do Estatuto da Criança e do Adolescente”, informa Paulo Sarmento, advogado de Beatriz Alencar, e que está cuidando do caso atualmente. “O inquérito se dá por conta do ex-namorado divulgar e reproduzir, por meios telemáticos, imagens de nudez de adolescente até os dias de hoje”, explica. Até agora, porém, a investigação está a passos lentos, já que o ex-namorado não consegue ser encontrado: “Não tenho qualquer tipo de contato com o Felipe ou advogado por ele constituído, até porque o mesmo ainda não foi encontrado pela polícia para ser ouvido”, reforça Paulo.

Efeitos das fotos divulgadas
A tensão de ter, a qualquer momento, a intimidade exposta e a tortura psicológica feita pelo ex-namorado tiveram enormes efeitos na vida de Beatriz Alencar. Ela sofre de crises de ansiedade, fobia social, já teve depressão e faz tratamento psiquiátrico há anos. Como jornalista, tem medo de conseguir algum trabalho, assinar com seu nome as matérias e, de repente, ser descoberta por Felipe ou acabar desmoralizada. Mas, após o último vazamento de suas fotos íntimas para pessoas bastante próximas, a jovem conta que decidiu sair do silêncio e expor toda a situação na internet.
Fonte: Revista Marie Claire
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