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As regras não fazem distinção do órgão que fará a contratação, o que inclui concursos para, por exemplo, professores e profissionais de saúde.
No caso dos prestadores de serviço, a obrigação só vale para quem tem contratos com a Prefeitura por prazo superior a 120 dias.
A proposta do projeto de lei aconteceu inicialmente em 2017. Ela tem entre os proponentes a atual secretária de Direitos Humanos da gestão Nunes, Soninha Francine.
Assinam também Eduardo Suplicy (PT) e Patrícia Bezerra (PSDB), a agora deputada federal Sâmia Bomfim (PSol) e o vereador Toninho Vespoli (PSol).
A votação do texto aconteceu em meio a um acordo entre os vereadores que aprovou 50 projetos de lei, de diferentes partidos. A maior parte dos projetos refere-se a nomeações de rua ou entrega de título de homenagem.
Além das cotas, o texto prevê também que o poder público promova uma série de ações. Elas devem servir não apenas para reduzir o número de situações que levem pessoas a serem presas como também para garantir dignidade de presidiários e ex-presidiários.
Os Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), equipamentos públicos voltados para atendimento da população de rua, terão ainda de ter núcleos específicos para o atendimento dos egressos, se as regras forem aprovadas.
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