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Um representante da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF) acompanhou a operação. Foi ele quem constatou irregularidades tanto nas peças, quanto nas embalagens.
O caso foi registrado na 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) em Campinas (SP). Já o responsável pelo local ficou detido na delegacia de Indaiatuba, enquanto aguarda a audiência de custódia.
]]>De acordo com a polícia, o estabelecimento fica na Avenida Carlos Lacerda, no Jardim Santa Lúcia. No local, os investigadores constataram condições precárias de armazenamento e encontraram seringas usadas e frascos vazios pelo chão.
Um barbeiro de 22 anos admitiu que guardava e fazia a aplicação dos anabolizantes. Já o proprietário do espaço, de 40 anos, alegou que desconhecia a prática ilícita, mas a versão não convenceu a polícia.
Com isso, os dois homens foram detidos pelo crime e vão responder por “falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais”.
]]>A Operação foi denominada “Aletheia”. Os mandados foram cumpridos nos bairros Jardim Bela Vista, CDHU Amarais e Padre Anchieta em Campinas (SP). Um dos mandados foi cumprido no bairro Jardim São Lucas em Sumaré (SP).
Os policiais conseguiram localizar materiais já impressos que eram utilizados na falsificação, além de equipamentos de impressão.
Em um dos endereços foi encontrada uma estufa de pintura para falsificar as tampas das bebidas. Foi confirmado que em cada local os criminosos faziam uma parte da produção das bebidas falsificadas, para ai sim serem enviadas para o estoque que ficava em Sumaré (SP).
Três pessoas foram detidas durante a Operação. A ocorrência está sendo apresentada na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas (SP).
]]>O responsável pela fábrica clandestina, um jovem de 18 anos, foi preso em flagrante por falsificação de produtos alimentícios.
Aproximadamente 30 litros em galões de whisky falsificações foram apreendidos, além de garrafas vazias, rótulos, caixas e selos.
Um dos galões apreendidos é um reutilizado de desinfetante de superfície. O jovem confessou o crime e disse a polícia que revendia as bebidas por 40 reais em bares e festas.
O preso foi levado para a cadeia pública do 2º Distrito Policial de Campinas, onde ficou à disposição da Justiça.
]]>Após receberem informações sobre uma fábrica clandestina de produtos, os policiais civis identificaram uma casa no Jardim Guanabara, em Campinas (SP), que mantinha uma fábrica clandestina de falsificação de produtos antirrugas que fabricava e comercializava nos sites Shopee e Mercado Livre.
Com autorização Judicial da 5ª Vara Criminal de Campinas, os policiais cumpriram na manhã de hoje (29), um mandado de busca no imóvel e confirmaram a fabricação, estoque e venda do produto pela rede social realizada por um homem de 37 anos por metade do preço do produto original.
O homem alegou para a polícia que realiza a venda de produtos originais e que consegue o preço mais barato por fraudar imposto de importação.
Segundo as investigações, clientes teriam reclamado do produto e foram contestados pelo homem nos sites de compra e, que o mesmo registrou boletim de ocorrência contra o cliente por difamação.
O abordado confessou ainda que adquire insumos da China e falsifica os produtos da marca La Roche-Posay. Além de fazer capsulas naturais de colágeno e para memória, o homem as embala e vende sem nenhum responsável farmacêutico.
O homem foi preso por falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais e foi encaminhado para a cadeia pública do 2º Distrito Policial, onde ficou à disposição da justiça.
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