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Vejo com bons olhos o amadurecimento e interesse da população pela vida pública, pois ainda que muitos dizem: política não se discute! nossas vidas estão diretamente ligadas às medidas relacionadas a decisões tomadas pelos homens que elegemos, eleitos democraticamente pelos mesmos que dizem não gostar de política, assim elegíamos homens e mulheres e nos esquecíamos deles até a próxima eleição, sem cobranças, sem fiscalização, sem compromisso, sem ideal e isso parece estar mudando, talvez pelo efeito “Fenômeno Bolsonaro”!
Vejamos: Você se lembra quem foi o último ministro da saúde? Ou os últimos ministros da justiça na última gestão presidencial? É provável que não! Por isso lembremos:
No ministério da saúde o penúltimo ministro foi Gilberto Occhi que é um advogado e permaneceu na pasta por 08 (oito) meses, seu sucessor foi Ricardo Barros um engenheiro que permaneceu na pasta por dois anos, ou seja, um advogado e um engenheiro foram os dois últimos ministros da saúde e não questionamos á época ou cobramos por conhecimentos técnicos.
No ministério da justiça está mais complicado, mas vamos lá, quem mais permaneceu na pasta foi José Eduardo Cardoso que assumiu a pasta em 2011, embora advogado e jurista era também deputado filiado ao PT, deixou a pasta em 2016 devido desgastes com a Polícia Federal e Operação Lava Jato.
Seu sucessor foi Wellington Cesar Lima, que permaneceu na pasta por 11 (onze) dias, sim, está correto, 11 (onze) dias e foi sucedido por Eugênio Aragão que permaneceu na pasta por 2 (dois) meses, mas neste período conseguiu dizer que tinha poder supremo sobre a Polícia Federal e que a operação Lava Jato traria forte e desnecessária crise a economia brasileira, com a posse de Michel Temer foi sucedido pelo então ministro Alexandre de Moraes que dispensa apresentação.
O que quero dizer com o Fenômeno Bolsonaro é que hoje aprendemos que existe ministro da justiça, da educação, da saúde, da cultura, etc. Que depois do ministro tem o diretor e cobramos conhecimentos técnicos de tal indicação, mas lembro que o primeiro a fazer esta avaliação foi a atual gestão, buscando um médico para a saúde, um juiz federal para a justiça, um astronauta para a ciência e tecnologia, etc. Quando não vimos o mesmo em gestões anteriores, onde ministros eram nomeados pelo partido que são filiados e até achávamos que era normal, devido á tamanha leviandade e costume.
Hoje conseguimos ficar 50 (cinquenta) minutos assistindo um pronunciamento de ministro ou ex-ministro, ficamos na torcida se o ministro vai ou se o ministro fica, opinamos se o ministro deve ser exonerado a pedido ou se deve ser demitido pelo presidente, ou seja, algo mudou em nós e estamos participando de fato da vida pública de nosso país, não podemos neste momento tomar partido baseado em reportagens tendenciosas da imprensa para esse ou para aquele lado, continue a tirar suas próprias conclusões, assista sim os pronunciamentos e fique do lado que melhor lhe convencer da verdade real.
Uma coisa é fato! Algo em nós mudou e mudamos para melhor por influência negativa ou positiva do Fenômeno Bolsonaro!