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Os cartões usados sempre eram contestados e os valores das compras eram estornados, resultando um prejuízo de R$ 6.169,64 para o estabelecimento.
A PM foi até o endereço de entrega na Rua Dinamarca e localizou o suspeito. A princípio ele negou o crime, mas a companheira dele autorizou uma busca na casa, onde os policiais encontraram 27 cartões de créditos de diferentes bancos e diversos titulares, além de seis munições que foram recolhidas pela corporação.
O suspeito acabou confessando a fraude, detalhando como adquiria dados de cartões para realizar operações ilegais.
Ele foi preso por estelionato e levado à Delegacia Seccional de Limeira, onde ficou à disposição da Justiça.
De acordo com a PF, a 1ª Vara Federal de Campinas (SP) expediu três mandados de busca e apreensão. Os três endereços são residenciais e estão ligados ao principal investigado.
A investigação demonstrou que, por meio de um site, o homem disponibilizava, sem a devida licença ou qualquer autorização dos titulares do direito de transmissão de sinal televisivo, uma assinatura de acesso a uma lista IPTV, pela qual é possível assistir diversos canais de televisão, além de facultar a compra de créditos para revenda.
A tecnologia IPTV é um método de transmissão de sinal de televisão via internet que permite seu envio por meio de conversores eletrônicos, possibilitando ao usuário adquirente acessar o conteúdo de um canal de TV fechada por meio de um computador, smartphone, SmartTV, tablet ou TV Box, desde que equipados com softwares destinados a esta finalidade.
A pena prevista para este crime é de quatro anos, além de multa.
]]>De acordo com a polícia, autoridades surpreenderam os suspeitos quando eles tentavam receber um montante aproximado de R$ 108 mil em uma agência bancária. O valor era proveniente das atividades fraudulentas.
Os investigados estão sendo indiciados pelos crimes de estelionato previdenciário majorado e associação criminosa, com o esclarecimento de que outras infrações possam ser apuradas ao longo das investigações em curso.
]]>De acordo com a polícia, a investigação revelou que o suspeito tinha no celular fotografias usando o uniforme e distintivo da Polícia Federal, acompanhado de colete tático e arma de fogo.

Além disso, o falso policial utilizava fotos tiradas nas proximidades da Superintendência da PF no Rio de Janeiro para reforçar sua falsa narrativa. Usando indevidamente dos símbolos da instituição, o criminoso enganou terceiros para subtrair dinheiro e até mesmo um veículo de suas vítimas.
Durante a execução do mandado, os agentes da Polícia Federal apreenderam diversos itens, incluindo um celular, algemas, calça tática, coturno, colete tático com insígnia da PF e a inscrição “Polícia Federal”, duas camisas com emblemas da instituição, coldres, simulacro de arma de fogo, dois rádios comunicadores, além de outros acessórios.
O homem investigado enfrentará acusações relacionadas ao crime de Falsificação de Selo ou Sinal Público, cuja pena pode chegar a seis anos de prisão. Além disso, outras acusações poderão surgir conforme o avanço das investigações.
A ação da Polícia Federal destaca a importância de coibir ações fraudulentas que buscam se aproveitar da confiança e do prestígio de instituições públicas.
A instituição reafirma seu compromisso em proteger a sociedade contra fraudadores que tentam manipular símbolos oficiais para fins ilícitos.
]]>De acordo com a polícia, a operação aconteceu após a 9ª Vara Federal de Campinas (SP) expedir 47 mandados de busca e dois mandados de prisão preventiva.
No total, 200 policiais saíram às ruas de 12 estados do país: Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Tocantins, além do Distrito Federal.
A investigação sobre as fraudes começou em agosto de 2020, com base em informação encaminhada pela Caixa Econômica Federal à Polícia Federal em Brasília.
O arquivo continha dados sobre 91 benefícios de Auxílio Emergencial fraudados, no valor total de R$ 54, 6 mil. O valor foi desviado para duas contas bancárias de pessoa física e de pessoa jurídica em Indaiatuba (SP).
Durante o rastreamento das transações bancárias, a polícia identificou que parte dos envolvidos estavam nos estados de Goiás e Rondônia. Os fraudadores teriam recebido valores de cerca de 360 contas do auxílio emergencial, segundo as investigações.
A estimativa da PF é que o grupo tenha movimentado mais de R$ 50 milhões, com mais de 10 mil contas fraudadas.
Ao menos 37 pessoas são alvos da investigação por fraude, estelionato e organização criminosa, cujas penas somadas ultrapassam 22 anos de reclusão.
]]>De acordo com a corporação, os policiais Cb PM Faé e Sd PM Medeiros foram acionados para atender uma ocorrência, onde um individuo estaria
em atitude suspeita no interior da agência bancária, mexendo nos caixas eletrônicos.
No local o adolescente foi abordado e acabou confessando que estava realizando pesquisas de contas bancarias, utilizando CPF de
pessoas diversas, com o intuito de sacar o dinheiro das contas com algum meio fraudulento, tendo o
apoio de outra pessoa que estaria em contato via internet.
O caso foi encaminhado à Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde após prestar depoimento o menor infrator foi liberado aos responsáveis.
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Segundo a polícia, em outubro de 2019, uma ocorrência de roubo de uma carga de 18 toneladas de resma de papel, foi comunicada pelo motorista, que alegou ter sido rendido por quatro pessoas armadas, na Rodovia Castello Branco, na altura do quilômetro 59, em Araçariguama.
O caso foi encaminhado para a delegacia de polícia de Araçariguama e, após a investigação que durou cerca de cinco meses, foi descoberta uma das fraudes do motorista. Ele desviava as cargas que transportava, e depois, dava queixa de roubo.
Com isso, a polícia emitiu um mandado de busca e apreensão que foi cumprido nesta quarta, na cidade de Santa Bárbara, onde o investigado reside.
Após a abordagem, o homem foi levado para Araçariguama para interrogatório.
Ele segue à disposição da Justiça na cadeia pública de São Roque (SP), onde o caso ainda está sob investigação.
Segundo a Polícia Civil, por conta de diversas ocorrências semelhantes, a suspeita é que o golpe venha sendo aplicado pelo criminoso a pelo menos um ano.
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