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A equipe confirmou o furto de energia e solicitou uma equipe da prefeitura, responsável pela área elétrica, para fazer a remoção do “gato”.
Logo depois, os agentes chamaram o Canil da corporação para ajudar nas buscas pelas drogas. Através do trabalho de faro, a cadela Kira encontrou material ilícito escondido entre os equipamentos da academia ao ar livre. Ao todo, havia 334 pedras de crack.
Os guardas não viram nenhum suspeito durante a ocorrência e registraram a apreensão das drogas no 1º Distrito Policial.
]]>De acordo com os agentes, por volta do meio-dia uma equipe fazia patrulhamento preventivo quando viu dois suspeitos na Rua São José.
A dupla, de 26 e 33 anos, estava sentada em um sofá em frente a uma residência e tentou fugir quando viu os guardas.
A equipe fez a abordagem e encontrou pedras de crack e dinheiro com eles. O mais jovem que era quem estava com as drogas, ainda confessou que estava em ‘saidinha’ temporária.
O Canil da corporação foi acionado e a cadela Tandera encontrou uma sacola com drogas escondida embaixo de uma tábua. Nela havia 12 porções de maconha e mais 109 pedras de crack.
Após a descoberta, o abordado mais velho tentou fugir mais uma vez. Assim que a equipe o alcançou, ele admitiu que estava foragido da Justiça.
Segundo os agentes, tanto o foragido quanto o detento, já cumpriam penas por tráfico de drogas.
A equipe apresentou o caso no plantão policial e o delegado determinou a prisão em flagrante dos dois por tráfico e associação para o tráfico.
Ainda no local da ocorrência, os agentes descobriram um segundo crime durante as buscas por drogas. Embaixo de uma pedra havia uma emenda de fio que saia da casa onde os detidos estavam e acabava na ligação clandestina em um poste.
A equipe falou com o morador, que alegou estar passando por dificuldades financeiras. Ele também recebeu voz de prisão, já que as ligações clandestinas configuram crime de furto de energia elétrica mediante fraude.
A CPFL esteve no local para desligar a ligação e retirou os fios, entregando tudo à equipe.
No entanto, o morador vai responder ao crime em liberdade.
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Os investigadores deflagram uma operação com o objetivo de identificar pontos com indícios de furto de energia. Durante a ação, em um comércio na Avenida da Amizade, foi constatada a adulteração no medidor de energia elétrica que impedia a leitura sobre o consumo de energia.

A CPFL relatou que o furto o provocava uma economia de até 33% na leitura do consumo mensal. A Polícia Técnica foi acionada e ratificou a fraude.
O caso foi encaminhado à sede da DIG, onde foi liberado após prestar depoimento e pagar uma fiança de R$ 5 mil.
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