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No total, as equipes cumpriram dois mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela Juíza Federal Valdirene Ribeiro de Souza falcão, titular da 9ª Vara Federal em Campinas, nas cidades de Rio Claro (SP) e Taboão da Serra (SP).
Os alvos são endereços residenciais de quatro homens e duas mulheres apontados como aliciadores, fornecedores da droga, financiadores de despesas referentes às viagens e responsáveis pela lavagem do dinheiro obtido ilicitamente.
Durante a investigação, foi possível catalogar outras 12 viagens internacionais realizadas por indivíduos aliciados pelo mesmo grupo criminoso.
Além das buscas e prisões, foram determinados o sequestro de veículos e o bloqueio de contas bancárias das pessoas físicas investigadas e da pessoa jurídica, com sede na cidade de Santa Luzia, interior do estado do estado do Maranhão, utilizada para lavagem de capitais, até o limite de R$ 720 mil. A empresa tem sede neste município, mas não tem sede física no endereço.
Os investigados responderão, na medida de suas condutas, aos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas podem chegar a 45 anos de prisão.
De acordo com o Gaeco, Jakson Oliveira Santos, conhecido como Dako, foi preso na residência dele, situada em um bairro nobre de Valinhos.
No local, com apoio do 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), as equipes encontraram uma pistola calibre 9 mm e munições, além de roupas táticas, rádios, uma máquina de contar dinheiro e outros diversos objetos.

Após a prisão, a polícia encaminhou o criminoso procurado à delegacia de Valinhos.
Conforme informações da polícia, Dako estava entre os criminosos mais procurados do país por crimes como o mega assalto em Confresa (MT), ocorrido em abril de 2023. Durante o crime, a quadrilha usou táticas de guerrilha para dominar a cidade e praticar o roubo.
O grupo invadiu um quartel da Polícia Militar (PM), rendeu agentes e atearam fogo no prédio. Na sequência, tentou roubar uma transportadora de valores.
Após o ataque, os criminosos fugiram para uma área de mata no Tocantins, dando início a uma perseguição que deixou ao menos 15 suspeitos mortos. Um dos criminosos mortos morava em Nova Odessa (SP).

Outro crime vinculado ao suspeito é o mega assalto em Araçatuba (SP), ocorrido em agosto de 2021. Na ocasião, criminosos armados com fuzis renderam às forças de segurança da cidade e roubaram uma agência bancária com R$ 90 milhões em cédulas. Para isso, usaram explosivos, drones e reféns como escudos humanos. O modo de agir dos criminosos ficou conhecido como ‘Novo Cangaço’.
Além disso, Dako é apontado como suspeito de participar dos ataques orquestrados pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) em 2006. No dia 12 de maio daquele ano, ocorreu uma onda de ataques da organização criminosa contra policiais, bombeiros, ônibus e prédios públicos de São Paulo. Os nove dias de conflito com as forças de segurança resultaram na morte de 564 pessoas no estado, sendo 59 policiais.
De acordo com o Gaeco, a “Operação ImPeru” cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão contra investigados por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Além das cidades do interior paulista, a ação também aconteceu em localidades do Estado do Maranhão. As equipes apreenderam sete armas de fogo, munições, uma réplica de fuzil, carros, R$ 25 mil e outros objetos.
Participaram da ação 20 equipes do 10º Baep, além de mais de 70 policiais e quatro cães.

A operação tem como base uma investigação iniciada em 2021. Na época, chegou ao conhecimento do Gaeco que dois traficantes de Rio Claro estavam usando documentos falsos para evitar serem alvos de mandados de prisão.
Durante os trabalhos, foi possível apurar um dos acusados continuava atuando intensamente no tráfico de entorpecentes, contando com a colaboração de sua companheira e de amigos próximos.
Para dar destinação ao dinheiro obtido ilicitamente, o homem abriu algumas transportadoras no bairro Parque Flórida, em Rio Claro. As empresas tinham como principal função levar pisos cerâmicos para o Nordeste, mais precisamente para o Estado do Maranhão.
O esquema possibilitou também que o investigado colocasse em funcionamento casas de materiais de construção naquele Estado do Nordeste e adquirisse propriedades, dentre elas um sítio na cidade de São Pedro, interior de São Paulo.
No transcorrer da investigação, precisamente em 9 de setembro de 2022, o homem foi preso na cidade paulista de Franca, em virtude de antigo mandado de prisão, sendo substituído no Maranhão por outra pessoa.
Segundo o Gaeco, além de movimentar drogas destinadas ao tráfico em grande quantidade, o acusado montou uma rede eficiente de lavagem de dinheiro. O esquema contava com a participação próxima de outro conhecido traficante da cidade de Rio Claro, preso no mês de maio de 2023 durante os trabalhos da “Operação Oposição”.
No total, o MPSP denunciou 11 pessoas à Justiça na comarca de Rio Claro, sendo expedidos dez mandados de prisão e 16 de busca e apreensão.
Os trabalhos miram em atividades financeiras de organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas em Campinas e região, buscando reprimir a prática de crimes de lavagem de dinheiro e sequestrar bens dos envolvidos.
Segundo o Gaeco, as ações da nova fase investigam suspeitas de lavagem de dinheiro entre integrantes da quadrilha. No caso da cooperativa, as linhas de ônibus estariam sendo administradas por membros da organização criminosa e em nome de “laranjas”.
As autoridades cumpriram três mandados de prisões temporárias e nove de busca e apreensão. Duas pessoas também foram presas por porte ilegal de armas de fogo. Além disso, houve o sequestro de imóveis e veículos da organização criminosa, incluindo seis ônibus, dentre outras medidas patrimoniais.
Conforme o balanço final do Baep, foram apreendidas duas pistolas, três espingardas e 45 munições, sendo 10 deflagradas.
Por decisão judicial, os investigados foram proibidos, por si ou em nome de terceiros, de explorar linhas de transporte público em Campinas ou qualquer outra localidade.
A Operação Sumidouro recebeu esse nome pelo fato de os investigados usarem galerias pluviais da cidade para ocultar e comercializar os entorpecentes. As investigações são decorrentes de outra operação, esta deflagrada pelo Gaeco e pela PM em 20 de abril de 2022.
Na ocasião, houve a prisão do sobrinho de um sequestrador ligado à facção criminosa conhecida como PCC e a apreensão de cinco armas de fogo, munições, aparelhos de telefone celular, cadernos com contabilidade do tráfico de drogas na cidade de Campinas, documentos e a quantia aproximada de R$ 306 mil em espécie.
O homem preso durante os trabalhos foi denunciado pelos crimes de associação para o tráfico, porte de arma de fogo e corrupção ativa, sendo condenado a 16 anos e 8 meses de reclusão.
A partir daí, foi possível identificar diversos integrantes da organização criminosa liderada pelo réu, responsável por inúmeros pontos de venda de drogas em Campinas.
Participaram da operação desta sexta-feira, quatro promotores de Justiça, 12 servidores do Ministério Público e 65 policiais militares.

A operação recebeu o nome de “Sumidouro” e cumpre 26 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão. Os alvos são das cidades de Campinas, Paulínia, Hortolândia, Itatiba, Valinhos, Vinhedo e em Presidente Prudente, no oeste do Estado.
Em Campinas, as equipes cumpriram mandados nos bairros São Fernando, Jardim Itatiaia, Vila Formosa e Jardim Paranapanema.
A ação já apreendeu celulares, documentos e cadernos de contabilidade em alguns endereços.

O material será encaminhado à sede do Ministério Público na metrópole e os presos vão ser levados a distritos policiais.
]]>O trabalho faz parte da ‘Operação Oposição’. Segundo as investigações, formou-se em Rio Claro uma organização criminosa que se vangloriava por ser oposição à uma outra facção que age dentro e fora dos presídios em todo o país.
Essa briga entre facções, segundo as forças de segurança, provocou diversas disputas violentas na cidade paulista.
Assim como na organização criminosa mais conhecida do país, os membros do grupo criminoso de Rio Claro, alvos da operação, tinham acesso a armamento de grosso calibre, munições e coletes balísticos. Os criminosos tinham ainda altos rendimentos com o tráfico de drogas na cidade.
Além da denúncia recebida contra os oito integrantes da facção, a Justiça acatou um pedido da promotoria e confiscou bens do grupo avaliados em mais de 12 milhões de reais.
Das oito pessoas alvos dos mandados de prisão, cinco foram presas. As outras três, dentre elas o líder da organização criminosa, estão foragidas. O homem conseguiu escapar por um buraco no muro da mansão onde morava em um loteamento fechado em Ipeúna (SP).
As investigações seguem e os foragidos são procurados.
]]>No decorrer do dia, as equipes cumpriram 12 mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Hortolândia (SP). Os alvos residem nas cidades de Campinas, Hortolândia e Sumaré.
A investigação teve início em dezembro de 2022, a partir de informações processadas pelo serviço de Inteligência do grupo especializado em roubo de caminhões e de cargas da Polícia Federal em Campinas.
Dos mandados de prisão temporária, quatro foram cumpridos em estabelecimentos prisionais, em razão dos investigados já terem sido presos em flagrante pelo crime de receptação durante as investigações.
Os investigados serão encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal em Campinas. Eles poderão responder pelos crimes de associação criminosa, roubo, furto, receptação e estelionato. As penas somadas podem ultrapassar 30 anos de reclusão.
Até o fim da manhã de quarta-feira, sete pessoas haviam sido presas e uma estava foragida.
]]>Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Rio Claro e especificava três residências no bairro Jardim Maria Cristina, onde armas de fogo usadas pelo crime organizado possivelmente estariam sendo armazenadas. Em todos os imóveis foram encontradas armas.
Na primeira residência, onde haviam quatro pessoas, foi encontrada uma submetralhadora 9mm com 29 munições intactas; uma pistola Taurus calibre 380 com dois carregadores e 23 munições intactas; um colete balístico. Ainda foram apreendidos um rádio comunicador, três carregadores de rádio comunicador, 663 pinos de cocaína cheios (0,509 Kg), além de 0,214Kg de cocaína pronta para embalo e 456 pinos de cocaína vazios. O valor de R$ 250 em dinheiro também foi encontrado.
Na segunda casa, onde havia uma pessoa, foi encontrada uma pistola Taurus calibre 380, com 2 carregadores e 33 munições intactas; um rádio comunicador, além de uma réplica de pistola.
Já na terceira casa, onde também havia somente uma pessoa, foi encontrada uma espingarda calibre 12 alimentada com sete cartuchos intactos; uma caixa com 24 munições calibre 9mm; um colete balístico com capa tática; e duas balaclavas.
Ao todo, seis pessoas foram detidas, dentre elas um menor de idade e uma mulher.
A ocorrência foi apresentada no Plantão Policial, onde os presos adultos vão responder por porte e posse ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas, organização criminosa e receptação.
]]>Foram cumpridos um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão contra um homem que era procurado por associação ao tráfico de drogas.
O homem já tinha sido detido anteriormente e foi beneficiado por uma saidinha. A ocorrência foi apresentada no 1º Distrito Policial de Campinas.
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