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Estilhaços atingiram o pescoço de Gabriela, que foi hospitalizada e passou por cirurgia, mas não resistiu e morreu dois dias depois.
A partir de uma investigação minuciosa de imagens de câmeras da região, e de testemunhas, a polícia disse ter concluído que Jonathan é a pessoa que aparece jogando a garrafa em direção aos torcedores do Palmeiras. Detalhes como a roupa usada por Jonathan, a barba e até o som da garrafa quebrando foram decisivos na perícia.
Jonathan Messias, que é professor e atuava como diretor-adjunto de uma escola municipal no Rio, foi preso em casa. Ele não tem antecedentes criminais.
Em nota, o advogado de defesa de Messias, José Victor Moraes Barros, disse que seu cliente se declara inocente, e que já ingressou com um pedido de habeas corpus contra a decisão da prisão preventiva.
O advogado ressaltou que irá apresentar resposta à acusação do MP. “Após a citação do meu cliente, vamos apresentar a resposta à acusação, onde iremos arrolar as testemunhas, bem como apresentar o laudo da nossa perícia técnica, além de pedir a nomeação dos peritos técnicos.”
Jonathan Messias Santos da Silva, tem 33 anos e é um servidor concursado da Secretaria Municipal de Educação do Rio, onde atua como diretor e professor de uma escola. Ele é casado e tem um filho.
Segundo a Polícia Civil de SP, o homem foi identificado com auxílio do reconhecimento facial utilizado para acesso ao estádio do Palmeiras.
A torcedora morreu no dia 10 de julho, dois dias após ser atingida por uma garrafa de vidro atirada durante uma confusão entre torcedores do Palmeiras e Flamengo, nas imediações do Allianz Parque, zona oeste de São Paulo.
Um estilhaço de 3cm atingiu a palmeirense no pescoço, provocando hemorragia grave. Ela foi levada ao hospital, mas teve duas paradas cardíacas na sequência.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o homem foi levado para uma unidade policial no Rio de Janeiro para depois seguir para São Paulo. Ele passará por exame de corpo de delito e audiência de custódia na quarta-feira (26).
A Polícia Civil paulista prendeu inicialmente Leonardo Felipe Xavier Santiago, mas o Ministério Público de São Paulo (MPSP) pediu a revogação da prisão preventiva e encaminhou o inquérito para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para continuidade das investigações. O pedido foi aceito pela Justiça e o jovem foi liberado no dia 12 de julho.
O promotor de Justiça Rogério Zagallo, responsável pelo caso, justificou que os vídeos levados ao Ministério Público mostram uma garrafa sendo lançada por outra pessoa. A ação desta terça-feira aconteceu para identificar, portanto, o verdadeiro autor do arremesso.
]]>Conforme apuração do Policial Padrão, a ocorrência aconteceu por volta das 20h, na Rua Mário Davolos.
O proprietário relatou à polícia, que o agressor queria usar a cozinha do local, mesmo não sendo uma área de acesso aos frequentadores do pesqueiro. A vítima pediu para que o homem saísse, mas ele se irritou e ficou do lado de fora discutindo com a esposa do dono.
Os dois homens também acabaram discutindo e em determinado momento, o cliente seguiu até o carro e voltou com um facão.
De acordo com o registro do caso, o agressor atingiu a mão da vítima com o objeto e uma prima dele deu uma garrafada na cabeça do proprietário. Os dois fugiram em um Fiat Uno após o crime.
A Polícia Militar (PM) foi chamada ao local e encontrou a vítima com ferimentos na mão e na cabeça. Uma unidade de resgate a socorreu até o Hospital São Luiz para cuidados médicos enquanto a PM saiu em busca do veículo usado pelo agressor.
A equipe encontrou o carro na Avenida Dona Renata, no bairro Vila Pastorello. Nele estavam o agressor, a esposa dele e a prima que também teria participado da agressão.
A mulher alegou que saiu em defesa do primo, porque viu o dono do pesqueiro o ameaçar com um pedaço de pau.
A polícia encaminhou todos ao plantão policial, onde o delegado autuou apenas o homem por lesão corporal. Além disso, o agressor não possuía CNH e o licenciamento do carro estava vencido. Por conta disso, o veículo dele ficou apreendido.
]]>Segundo apuração do Policial Padrão, a vítima é soropositivo e disse à polícia que a agressora usou essa informação para a insultar e difamar no ambiente de trabalho. Ao tirar satisfação, a autora quebrou uma garrafa na cabeça dela.
A mulher foi socorrida até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Carlos Lourenço.
A Polícia Militar (PM) atendeu a ocorrência e orientou a vítima quanto ao prazo para representar contra a agressora. Ninguém foi preso
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